<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<?xml-stylesheet title="XSL_formatting" type="text/xsl" href="includes/rss/rss_20.xsl" ?>

<rss version="2.0" 
  xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
  xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
  xmlns:admin="http://webns.net/mvcb/"
  xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#">

<channel>
<title>Samuca site</title>
<link>https://samuca.com.br</link>
<description>Sejam Bem Vindos</description>
<copyright>Samuca site</copyright>
<generator>Samuca site Evo RSS 2.0 Parser</generator>
<ttl>60</ttl>

<image>
<title>Samuca site</title>
<url>https://samuca.com.br/images/evo/minilogo.gif</url>
<link>https://samuca.com.br</link>
<width>94</width>
<height>15</height>
<description>samuca Site</description>
</image>
<dc:language>en-us</dc:language>
<dc:creator>webmaster@samuca.net.br</dc:creator>
<dc:date>2026-09-29T10:08:39+00:00</dc:date>

<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
<sy:updateBase>2026-09-29T10:08:39+00:00</sy:updateBase>

<item>
<title>Cunhada</title>
<link>https://samuca.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=12</link>
<description><![CDATA[<br />
	<br />
	Passados alguns meses desde o in&iacute;cio do nosso acordo de quita&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida, o pagamento vinha sendo cumprido semanalmente como combinado, longe dos olhares da fam&iacute;lia e nos encontrando na rua de tr&aacute;s da casa dela e partindo para o motel de sempre.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​Com o tempo, esse encontro semanal acabou criando um ritual que reduziu drasticamente a dist&acirc;ncia entre n&oacute;s dando espa&ccedil;o para criar intimidades. Assuntos pessoais surgiam frequentemente em tom de desabafo, as sa&iacute;das para balada foram se tornando escassas, deixando a mim como o centro daquela rotina.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​Recentemente, surgiu a tentativa de um novo empr&eacute;stimo sob o mesmo modelo de pagamento, alterando apenas o prazo para uma data bem mais distante. Percebi que o valor solicitado n&atilde;o era realmente necess&aacute;rio e que, mesmo que fosse, agora, haveria a alternativa evidente de recorrer a um banco. Sentindo que havia algo n&atilde;o dito por baixo daquele pedido, recusei o novo cr&eacute;dito e seguimos.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​Algumas semanas depois, um evento familiar coincidiu com o feriado em que ocorreria o nosso encontro. Sem qualquer combina&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via, o encontro foi implicitamente adiado por raz&otilde;es &oacute;bvias. Houve trocas de olhares ao longo do dia, contatos f&iacute;sicos curtos, mas nenhum dos dois tocou no assunto ou deixou transparecer que existia qualquer neg&oacute;cio entre n&oacute;s.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​Horas mais tarde, passada a euforia do almo&ccedil;o e com a cozinha j&aacute; bem menos movimentada, nos encontramos por acaso. Com o olhar s&eacute;rio, a pergunta veio de forma seca com a voz contida:<br />
<br />
<br />
	<br />
	​&mdash; Independente da hora em que sairmos daqui &mdash; e espero que seja mais cedo do que tarde &mdash;, nos encontraremos no local de sempre?<br />
<br />
<br />
	<br />
	​Me senti desconcertado com a forma direta da abordagem. Pensei por alguns segundos e respondi:<br />
<br />
<br />
	<br />
	​&mdash; Melhor deixarmos para amanh&atilde; ou depois, com mais calma. N&atilde;o se preocupe.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​(Houve um segundo questionamento imediato).<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Por acaso est&aacute; me evitando?<br />
<br />
<br />
	<br />
	Apenas sorri, acenei negativamente com a cabe&ccedil;a e concordei em nos encontrarmos mais tarde, mas sem definir um hor&aacute;rio fixo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​Ao tentar me afastar, fui segurado pelo bra&ccedil;o e questionado sobre a minha presen&ccedil;a. Recolhi o bra&ccedil;o devagar, mantive o olhar firme e disse que j&aacute; havia dito sim, pedindo que se acalmasse. Logo uma nova pergunta surgiu em tom mais baixo ainda, quase um sussuro.<br />
<br />
<br />
	<br />
	- &Eacute; mesmo necess&aacute;rio ficar se esfregando com a minha irm&atilde;?<br />
<br />
<br />
	<br />
	Minha postura ficou erguida e meu olhar fixo nela, a energia do ambiente se estabilizou de imediato, deixando claro quem estava no comando da situa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o respondi com palavras e as horas se passaram. A luz do poste na esquina projetava uma sombra esticada assim que dobrei a rua do nosso ponto de encontro habitual. Ela j&aacute; estava l&aacute;, encostado no muro, inquieta, trocando o peso do corpo de um p&eacute; para o outro. O celular nas m&atilde;os dava um ar fantasmag&oacute;rico, iluminando o seu rosto de baixo para cima, sendo usado mais pelo nervosismo do que pela necessidade. A ansiedade dela era quase f&iacute;sica, um ru&iacute;do t&aacute;til na penumbra da noite.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​&mdash; Voc&ecirc; demorou &mdash; disse ela, a voz carregada de uma irrita&ccedil;&atilde;o mal disfar&ccedil;ada assim que entrou no meu carro. &mdash; Achei que a festinha da fam&iacute;lia ia durar a noite toda. Pelo visto, arrumou tempo quando achou conveniente.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​N&atilde;o respondi de imediato. Apenas mantive as m&atilde;os no volante e arranquei em velocidade baixa, sinalizando com um gesto sutil que &iacute;amos em dire&ccedil;&atilde;o ao motel de sempre. O sil&ecirc;ncio era quebrado apenas pelo estalar dos pneus no asfalto e respira&ccedil;&otilde;es profundas.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​&mdash; N&atilde;o era um compromisso flex&iacute;vel e voc&ecirc; sabe &mdash; continuei, com a voz plana, sem qualquer margem para drama. &mdash; E o dia de hoje n&atilde;o pertencia apenas a n&oacute;s.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​A tela do celular se apagou mais uma de muitas vezes e ela lan&ccedil;ou um olhar de soslaio. Havia um tom amargo ali, uma pitada rid&iacute;cula de ci&uacute;me por ter tido o seu momento semanal preterido por conversas banais de almo&ccedil;o familiar. A ideia de que o nosso ritual pudesse ser adiado ou ajustado conforme a conveni&ecirc;ncia a desestabilizava profundamente. Chegamos ao motel e no quarto que sempre &iacute;amos quando n&atilde;o estava ocupado. O len&ccedil;ol branco parecia nos esperar com a mesma neutralidade de sempre, mas o ar entre n&oacute;s estava denso. Ao entrarmos, ela n&atilde;o perdeu tempo: tirou a pr&oacute;pria roupa com uma for&ccedil;a desnecess&aacute;ria, fazendo um ru&iacute;do seco.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Se ajoelhou na minha frente, abriu o ziper da minha cal&ccedil;a e come&ccedil;ou um oral forte e profundo com meu pau ainda &quot;meia bomba&quot;. A medida que foi ficando mais ereto, sentia a glande encostar na garganta e junto vinha um som de v&ocirc;mito, e quando puxava saia uma saliva espessa, n&atilde;o sei ao certo mas pela dorm&ecirc;ncia, ela deve ter ficado nisso uns 10 minutos com a maior parte do tempo me olhando de baixo pra cima com o rosto vermelho e os olhos marejados de l&aacute;grimas.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Me livrei da roupa e ela j&aacute; veio por cima, sentando e aproveitando a lubrifica&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria baba. Naquele instante me senti ref&eacute;m, porque ela estava sentando forte, pressionando a p&eacute;lvis em mim com um ritmo bem mais acelerado que o normal, e eu n&atilde;o tinha controle nenhum ali. Durante todo o tempo eu nunca tinha visto ela colocar tanta press&atilde;o nos movimentos. Gozei fartamente e ela percebeu dizendo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​&mdash; Est&aacute; a&iacute;. Como combinado.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​Peguei parte da minha roupa e segui para o banheiro para me limpar. O olhar dela acompanhava cada movimento meu, o peito subindo e descendo em uma respira&ccedil;&atilde;o curta, contida.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​&mdash; Perfeito &mdash; falei, parando entre o quarto e a porta do banheiro. Coloquei uma das m&atilde;os no batente da porta e olhei diretamente nos olhos dela. &mdash; Com essa, restam poucas. Daqui duas ou tr&ecirc;s semanas, encerramos a conta definitivamente. A informa&ccedil;&atilde;o bateu nela como um golpe f&iacute;sico. A mand&iacute;bula travou por um segundo e seus olhos vacilaram, buscando algo na minha express&atilde;o que indicasse uma brecha. O al&iacute;vio de quem se livra de uma d&iacute;vida n&atilde;o apareceu; em seu lugar, surgiu um micro desespero, uma rigidez que beirava o p&acirc;nico.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​&mdash; Podemos rever isso &mdash; disse ela, inclinando o corpo para a frente, apoiando os cotovelos no travesseiro agora jogado ao colo. As m&atilde;os se entrela&ccedil;aram com for&ccedil;a, os n&oacute;s dos dedos ficando brancos. &mdash; O novo empr&eacute;stimo que pedi semana passada... n&oacute;s n&atilde;o precisamos fechar tudo agora. Podemos esticar o prazo, calcular os juros. Eu continuo pagando semanalmente, exatamente como fiz at&eacute; hoje. Nunca atrasei um dia.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​&mdash; A sua justificativa para o novo cr&eacute;dito era fraca &mdash; respondi, mantendo o tom calmo, quase did&aacute;tico. &mdash; Agora voc&ecirc; tem limite banc&aacute;rio e outras sa&iacute;das. N&atilde;o existe necessidade financeira para esse movimento.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​&mdash; Voc&ecirc; n&atilde;o entende... &mdash; ela come&ccedil;ou, a voz subindo meio tom antes de falhar.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​&mdash; Eu entendo perfeitamente &mdash; interrompi, sem erguer a voz, desconstruindo a cena com a precis&atilde;o de um bisturi. &mdash; O valor n&atilde;o importa para voc&ecirc;. O que voc&ecirc; est&aacute; tentando comprar com esse novo pedido n&atilde;o &eacute; dinheiro, &eacute; a manuten&ccedil;&atilde;o dessa trepada semanal. Voc&ecirc; precisa da d&iacute;vida porque ela &eacute; a &uacute;nica coisa que obriga a minha presen&ccedil;a.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​O sil&ecirc;ncio que se seguiu foi devastador. Ela piscou devagar, o rosto empalidecendo ligeiramente sob a luz fraca do ambiente. A humilha&ccedil;&atilde;o de ter a sua depend&ecirc;ncia exposta e colocada sobre a mesa n&atilde;o gerou revolta; foi aceita com um engolir em seco, um abaixar de cabe&ccedil;a quase impercept&iacute;vel. Ela permaneceu ali, est&aacute;tica, absorvendo a vergonha de ter a sua verdadeira inten&ccedil;&atilde;o nua e desprotegida diante de mim. O sil&ecirc;ncio que se seguiu &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o da sua depend&ecirc;ncia parecia pesar mais do que a pr&oacute;pria noite. Ela engoliu em seco, mantendo os olhos fixos na minha dire&ccedil;&atilde;o, desarmada. A humilha&ccedil;&atilde;o estava ali, nua, mas a necessidade de manter o v&iacute;nculo falou mais alto que o orgulho.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​&mdash; Tudo bem &mdash; disse ela, com a voz baixa, quase rouca, recompondo-se a custo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Senta aqui por favor, apontando um lugar na cama a sua frente. Vou at&eacute; a cama e me sento a sua frente, numa m&eacute;dia dist&acirc;ncia e ela retoma.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Esquece o novo valor. N&atilde;o preciso do dinheiro. Mas o &uacute;ltimo ou um dos ultimos pagamentos... n&atilde;o quero fazer no formato de sempre.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​Ela levantou o olhar, buscando alguma firmeza que j&aacute; n&atilde;o tinha:<br />
<br />
<br />
	<br />
	​&mdash; Se &eacute; para encerrar, que seja nos meus termos no &uacute;ltimo dia. N&atilde;o quero este lugar neutro. Quero que as &uacute;ltimas partes, nas pr&oacute;ximas datas, seja sem esse tom frio de motel. Apenas eu, voc&ecirc; na minha casa, minha cama e a quita&ccedil;&atilde;o segue definitiva. Sem este ambiente improvisado. Meus pais estar&atilde;o fora para aquela viagem que tanto falam, voc&ecirc; deixa o carro na rua de tr&aacute;s onde a gente se encontra, entra e sai sem ser visto. Ela tinha um plano! Era uma tentativa desesperada de resgatar uma migalha de controle sobre o pr&oacute;prio fim. Para ela, mudar o cen&aacute;rio do encerramento era a &uacute;nica forma de n&atilde;o sair daquela hist&oacute;ria se sentindo totalmente anulada. Analisei a proposta por alguns segundos. N&atilde;o havia risco real j&aacute; que ela estaria sozinha, nem preju&iacute;zo para o acordo original. A solicita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o alterava o fato de que a d&iacute;vida acabaria; apenas mudava a geografia no &uacute;ltimo segundo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​&mdash; Aceito &mdash; respondi, de forma seca e direta. &mdash; Pr&oacute;xima semana, no local indicado. Longe do motel. Apenas o in&iacute;cio do pagamento final.<br />
<br />
<br />
	<br />
	​A surpresa da minha concord&acirc;ncia imediata a travou. Ela esperava um debate, uma recusa ou um c&aacute;lculo frio de obje&ccedil;&atilde;o. Ao dizer sim sem hesitar, retirei dela at&eacute; o atrito da negocia&ccedil;&atilde;o. Ela apenas assentiu devagar, levantou-se da cama e saiu da penumbra sem olhar para tr&aacute;s, entrou no banheiro ligando a ducha em seguida. Tamb&eacute;m me lavei e fomos embora sem dizer nenhuma palavra. Dias depois, ao passar pela garagem, a porta da sala se fechou &agrave;s minhas costas com um estalo abafado pelo tapete pesado. O sil&ecirc;ncio do im&oacute;vel era absoluto, desprovido do ru&iacute;do habitual da fam&iacute;lia que ela fizera quest&atilde;o de despachar pessoalmente. O ar cheirava a cera de madeira que eu bem conhecia e a um banho tomado h&aacute; poucos minutos. A privacidade daquele espa&ccedil;o, at&eacute; ent&atilde;o um territ&oacute;rio inacess&iacute;vel para os nossos neg&oacute;cios, agora estava inteiramente exposta. &mdash; Eles s&oacute; voltam no fim do m&ecirc;s &mdash; disse ela, indicando a porta do quarto dela como se eu n&atilde;o soubesse o caminho. A postura dela buscava uma farsa de dom&iacute;nio, a encena&ccedil;&atilde;o de uma anfitri&atilde; confort&aacute;vel em seu pr&oacute;prio dom&iacute;nio. &mdash; Achei que a nossos &uacute;ltimos encontros mereciam um ambiente diferente. Caminhei a seguindo pelo corredor at&eacute; entrar no seu quarto, observando o movimento hipnotizante daquela bunda dentro de um short doll preto folgado e claramente sem calcinha. Ap&oacute;s a porta do quarto tamb&eacute;m se fechar, ela se aproximou, ficou na ponta dos p&eacute;s e colocou os bra&ccedil;os nos meus ombros ficando com a boca a milimetros da minha. &mdash;Vamos as &uacute;ltimas parcelas &mdash; declarou ela. A voz trazia uma firmeza ensaiada, mas o olhar acompanhava o meu movimento com uma rigidez quase dolorosa. &mdash; O valor exato. Sem juros pendentes, sem prazos a vencer. Peguei ela pela cintura, com certa press&atilde;o subindo uma das m&atilde;os pelas costas e depois desci fazendo com que a minha m&atilde;o a apalpasse enquanto ela fechava os olhos e soltava um suspiro pressionando o corpo dela contra o meu. O sil&ecirc;ncio voltou a ocupar o quarto, mas ela n&atilde;o recuou. Em vez disso, perto do meu ouvido ela sussura com a voz tr&ecirc;mula. - Guardei bem a ocasi&atilde;o, e hoje, aqui e agora quero ser sua puta e quero que arregace o meu cuzinho virgem. A depend&ecirc;ncia dela n&atilde;o havia desaparecido com o fim das parcelas; apenas mudara de estado de agrega&ccedil;&atilde;o. &mdash; A d&iacute;vida financeira acabou &mdash; disse ela, apertando mais o corpo dela contra o meu, baixando o tom de voz como se temesse ser ouvida pelas paredes vazias da casa. &mdash; Mas o tempo que organizamos nesses meses n&atilde;o precisa terminar aqui. Eu aceito ser sua mulher, sua amante, sua puta ou o que voc&ecirc; quiser. Sou toda sua pra fazer comigo o que quiser, s&oacute; quero que me foda como se n&atilde;o houvesse o amanh&atilde;. Pode me possuir semanalmente, aqui ou em qualquer lugar.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Diga que n&atilde;o gostou de me comer!? Ela tinha uma mal&iacute;cia nos olhos e uma cara de safada que vi poucas vezes desde ent&atilde;o. Ela achava que ao me trazer para a sua intimidade e me oferecer uma nova moeda, estava me manobrando, assumindo a condu&ccedil;&atilde;o do jogo ao se tornar indispens&aacute;vel. Passei os olhos devagar pelo quarto, segurando pelo seu corpo tr&ecirc;mulo absorvendo os detalhes da daquela estrutura familiar, da sua rotina, do espa&ccedil;o f&iacute;sico onde ela se sentia mais segura. Ela oferecia uma nova depend&ecirc;ncia, acreditando que me atra&iacute;a para uma teia. Eu via apenas a expans&atilde;o do meu raio de atua&ccedil;&atilde;o. &mdash; Me mostre o que voc&ecirc; tem &mdash; respondi, com a voz plana, sem qualquer pressa de sair daquela casa.]]></description>
<guid isPermaLink="false">12@https://samuca.com.br</guid>
<dc:subject>Historias Reais</dc:subject>
<dc:date>2026-09-28T20:44:54+00:00</dc:date>
<dc:creator>Posted by samuca</dc:creator>
</item>

<item>
<title>Dei a buceta pra dois</title>
<link>https://samuca.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=11</link>
<description><![CDATA[<br />
	<br />
	Eu tinha um lance com o professor da academia que eu treinava, ele n&atilde;o era daqui, toda quinta feira ele vinha dar aula e sempre a gente fodia muuuito, ah como ele era gostoso.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Como ele era de fora e n&atilde;o tinha amizades, a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o era ir a p&eacute; pro motel ou ca&ccedil;ar canto escuro rsrs. Como moro em cidade pequena sempre optei em n&atilde;o ir a p&eacute; pra motel. Ent&atilde;o ele me comia na rua, sempre &iacute;amos pra um terreno que tinha uns tijolos pr&oacute;ximo a BR.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Nesse dia fomos, ele me fudeu loucamente, me pegou de 4 era gente passando na rua e eu gritando pra todos ouvirem rsrs.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele sempre chupava minha buceta, mas n&atilde;o era muuuito, e por ironia do destino kkkk ele chupou tanto tempo e com tanta for&ccedil;a que minha buceta ficou inchada.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Chupava meu grelo feito um desesperado, meu pinguelinho ficou gigante e inchado.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele gozou nos meus peitos e fomos embora, ele pra cidade dele e eu pra minha casa.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Nisso quando eu tava indo embora meu outro ficante me mandou mensagem e disse que queria me fuder, inventei mil desculpas e n&atilde;o teve jeito, tive que ir dar.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ai pensei, como vou disfar&ccedil;ar se meu professor tava fazendo meu grelo de manga kkkkk mesmo assim fui, passei no mercado e comprei bala de menta pra ir chupando na estrada porque eu chupei a rola do meu professor ate sair o gosto, mamei muito.<br />
<br />
<br />
	<br />
	E como nao tomei nem banho, chupei pelo menos a bala, enfim, cheguei na casa da av&oacute; de Paulo, o segundo da noite.Ele ja foi logo enfiando a pica na minha boca, chupei ate as bolas, por sorte ele n&atilde;o me chupou, ja foi metendo a rola na minha buceta, me fudeu por horas, me sufocando pra n&atilde;o gritar porque a av&oacute; dele estava no quarto. Sinceramente eu nem sentia mais se estava dentro ou nao de tanto que meu professor arrombou minha bucetinha, ele &eacute; um pauzudo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Mas senti que de cara, Paulo achou estranho, tenho certeza que ele percebeu mais folgado ou algo assim, mas n&atilde;o falou nada, ele gozou em minha boca e fomos deitar pra ele mamar meus peitos, mamava que parecia um bezerro kkkkkk fui embora, mal aguentava a calcinha batendo no meu grelo inchado, quase nao chego em casa de tanto que ardia, mas fiz meus dois homens felizes.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Eu amei a experi&ecirc;ncia, fui sem tomar nem banho kkkk dei pra meu professor e em menos de 20 min Paulo tava me fudendo.]]></description>
<guid isPermaLink="false">11@https://samuca.com.br</guid>
<dc:subject>Historias Reais</dc:subject>
<dc:date>2026-09-27T23:16:57+00:00</dc:date>
<dc:creator>Posted by </dc:creator>
</item>

<item>
<title>Ruth, a Evangélica</title>
<link>https://samuca.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=10</link>
<description><![CDATA[<br />
	<br />
	A cada dia que passava eu me tornava mais e mais safada, com cada vez menos medo e pudor, uma sensa&ccedil;&atilde;o de querer sempre mais e logo isso iria acontecer. Era ter&ccedil;a-feira, por volta das tr&ecirc;s da tarde, quando o ramal 101 tocou. Eu j&aacute; sabia o que significava.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Sim, doutor? &mdash; Atendi com a voz educada de sempre.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Venha at&eacute; a minha sala, por favor. &mdash; pediu Marcelo, ele estava a uns 40 minutos reunido com um cliente importante da transportadora.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Levantei da recep&ccedil;&atilde;o, ajeitei a saia l&aacute;pis curta do uniforme e caminhei at&eacute; o escrit&oacute;rio do chefe. O plug de metal que ele me obrigava a usar o dia inteiro pressionava a cada passo. Abri a porta, entrei e tranquei atr&aacute;s de mim.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Dr. Marcelo estava sentado atr&aacute;s da mesa. Do outro lado, o cliente: uns cinquenta anos, barriga pronunciada, camisa social aberta no peito, anel grosso no dedo e um olhar de quem estava acostumado a mandar. Cheiro de cigarro caro e perfume forte.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Ruth, este &eacute; o senhor Valdir. Dono da RP pe&ccedil;as. A gente t&aacute; fechando um contrato grande. &mdash; Marcelo sorriu de lado. &mdash; E ele quer conhecer melhor a nossa &ldquo;recepcionista evang&eacute;lica especial&rdquo;.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Bonitinha pra caralho. &mdash;Valdir me olhou de cima a baixo, demorado, como se eu j&aacute; estivesse nua. &mdash; Casada, n&eacute;?<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Casada &mdash; eu respondi, a voz baixa.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Casada com um corno frouxo. &mdash; comentou Marcelo se levantando. &mdash; Tamb&eacute;m &eacute; evang&eacute;lica, acredita?<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Olha s&oacute;, dizem que as evang&eacute;licas s&atilde;o as mais safadas. &mdash; Sorriu Valdir maliciosamente. &mdash; Marcelo me contou que voc&ecirc; &eacute; uma puta muito da safada, &eacute; verdade?<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Sim. &mdash; Respondi t&iacute;mida.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Marcelo veio at&eacute; mim e puxou a saia pra cima de uma vez, expondo que eu n&atilde;o usava calcinha e minha buceta completamente depilada, me fez virar e mostrar o plug vermelho brilhava entre as n&aacute;degas.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Ela &eacute; bem treinada, Valdir. &mdash; Deu um tapa leve na minha bunda. &mdash; Usa isso o dia inteiro. &mdash; Me virou novamente de frente para o cliente. &mdash; Chupa, d&aacute; o cu, goza como uma cadela. E hoje voc&ecirc; vai Provar.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Que achado Marcelo, hoje em dia n&atilde;o se fazem mais boas putas como essa vagabunda. &mdash; Valdir riu baixo, desabotoando a cal&ccedil;a. O pau dele saiu grosso, m&eacute;dio, veioso, j&aacute; semi-duro. &mdash; Mas antes de foder essa piranha quero ver ela rezando.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Ajoelha &mdash; mandou Marcelo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Eu ajoelhei no carpete ao lado de Marcelo a dois passo do outro homem que j&aacute; se punhetava lentamente me olhando, minha buceta j&aacute; estava encharcada, nunca tinha dado pra dois homens de uma vez s&oacute;, mas essa era uma tara antiga, gozei muitas vezes imaginando como seria ter minha buceta e meu cuzinho guloso preenchidos ao mesmo tempo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Vamos puta Evang&eacute;lica, reza, agrade&ccedil;a a Deus por ter dois paus para te foder agora. &mdash; Valdir mandou.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Obrigada&hellip; &mdash; Fechei os olhos e juntei as m&atilde;os. &mdash; Obrigada meu Deus por multiplicar os paus que v&atilde;o foder sua filha. &mdash; Aquilo com certeza era um Sacril&eacute;gio, mas minha buceta gostou. &mdash; Fa&ccedil;a, senhor, com que esse homens fodam minha buceta melada e meu rabo sem d&oacute;, que eu gozei como a vagabunda evang&eacute;lica que eu sou, e no final, meu pai, que ele gozem muito em mim, na cara, na minha boca, dentro de mim. &mdash; meu cu piscava sem parar de tanto tes&atilde;o. &mdash; Am&eacute;m. &mdash; Finalizei a ora&ccedil;&atilde;o e abri os olhos, os dois j&aacute; estavam sem as cal&ccedil;as de pau duro na minha frente.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Valdir enfiou o pau na minha boca primeiro. O gosto forte e salgado me invadiu. Sabia exatamente como apreciar aquele momento. Eu chupei, babei, lambi a cabe&ccedil;a e os ovos dele, at&eacute; ele enfiar tudo na minha garganta profunda, engoli at&eacute; a base. Ele gemeu e segurou meu cabelo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Porra, a putinha sabe chupar&hellip; &mdash; Um tapa leve no meu rosto. &mdash; Aposto que nunca chupou o pau do corno assim. &mdash; Provocou socando o pau inteiro na minha boca novamente.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; N&atilde;o&hellip; &mdash; Respondi assim que ele desenterrou seu pau da minha garganta. &mdash; Aquele frouxo n&atilde;o sabe foder uma vagabunda como eu.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Mas n&oacute;s sabemos. &mdash; Marcelo enfiou o pau na minha boca. &mdash; N&oacute;s sabemos como tratar uma vadia como voc&ecirc;. &mdash; Falou me fodendo a garganta, saliva escorrendo pelo queixo, l&aacute;grimas nos olhos.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Mal Marcelo tirou seu pau da minha boca, Valdir socou o dele. Assim ficaram fodendo minha boca, os paus iam fundo na minha garganta, bombavam e saiam dando lugar ao outro. Que sensa&ccedil;&atilde;o maravilhosa, toda mulher deveria sentir isso, &eacute; &oacute;timo se sentir uma vagabunda desejada por v&aacute;rios machos. Valdir puxava meu cabelo com for&ccedil;a, chamando de vadia, de puta de escrit&oacute;rio. Marcelo batia com o pau na minha cara me chingando de cadela, de casada vagabunda, e o que mais gosto puta evang&eacute;lica.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Quero chupar a buceta dessa vadia. &mdash; Comentou Valdir me segurando pelo pesco&ccedil;o e levantando. &mdash; Vamos cadela. &mdash; Ordenou ele me arrastando at&eacute; o pequeno sof&aacute; do escrit&oacute;rio. &mdash; Senta a&iacute; e arreganha essa buceta de crente safada. &mdash; me jogou no sof&aacute;.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Me abri como uma atriz porno, ali&aacute;s, me senti num filme, s&oacute; faltava as c&acirc;meras. Me arreganhei o m&aacute;ximo que pude, minha buceta escorria de t&atilde;o molhada, o cu piscava mais que seta pedindo rola. Valdir n&atilde;o perdeu tempo e se ajoelhou na minha frente enterrando a cara na minha xota, lambendo, sugando, babando. Verdade que ele n&atilde;o chupava t&atilde;o bem, mas eu estava com tes&atilde;o explodindo no grelo e n&atilde;o demorou para o primeiro orgasmo chegar, gozei quando ele come&ccedil;ou a brincar com meu cuzinho guloso, tirando e colocando o plug.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Vou gozar&hellip; &mdash; Gemi mordendo os l&aacute;bios pra n&atilde;o gritar. &mdash; T&ocirc;&hellip; Goz&hellip; &mdash; Senti meu corpo tremendo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; A vagabunda j&aacute; t&aacute; gozando. &mdash; Marcelo riu. &mdash; Nem come&ccedil;amos a foder a vadia e ela j&aacute; gozou.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Caralho Marcelo, essa &eacute; a melhor funcion&aacute;ria dessa empresa. &mdash; Valdir elogiou se levantando. &mdash; &Eacute; bonita, &eacute; vagabunda, chupa como uma piranha e ainda goza como uma cadelinha no cio. &mdash; Concluiu ele dando dois tapinhas no ombro do amigo. &mdash; Essa putinha evang&eacute;lica vale ouro meu amigo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Naquele instante me senti a mulher mais importante do mundo e soube que com minha xotinha molhada e meu rabo poderia conquistar qualquer coisa. Marcelo se ajoelhou na minha frente e j&aacute; foi socando o pau na minha buceta gozada. Eu j&aacute; tinha perdido as contas de quantas vezes tinha dado minha ppk para o meu chefe, mas eu adorava quando ele chegava assim sem aviso j&aacute; socando tudo de uma vez e bombando forte espancando ela por dentro.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Isso chefinho&hellip; Soca forte na puta. &mdash; Pedia com voz chorosa que ele amava.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; vagabuna&hellip; &mdash; Gemia ele me segurando pela cintura e fodendo com raiva. &mdash; Toma pau&hellip; toma&hellip;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Essa gosta de rola. &mdash; comentou Valdir dando a volta no sof&aacute;. &mdash; Toma aqui outra rola putinha. &mdash; bateu com seu pau na minha cara. Na mesma hora abri a boca e engolindo seu pau.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Enquanto um pau ia fundo na minha garganta me fazendo sufocar e babar como uma louca, o outro entrava forte na minha xoxota espancando meu &uacute;tero e fazendo meu grelinho vibrar como cino, enviando ondas de prazer e tes&atilde;o por todo meu corpo, mas eu queria mais, muito mais.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Vem Valdir, vem foder essa cadela. &mdash; Meu chefe me ofereceu como se eu fosse um aperitivo. &mdash; Essa vagabunda precisa levar pau.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Vou por essa cadela pra cavalgar no meu pau. &mdash; Falou Valdir sentando no sof&aacute; ao meu lado. &mdash; Vem putinha evang&eacute;lica, sobe no meu pau.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Foi o que eu fiz, subi sobre ele e sentei com minha bucetinha melada no pau dele que deslizou f&aacute;cil e para dentro at&eacute; o talo, confesso que n&atilde;o era acostumada a cavalgar num macho. O corno do Silas nunca deixou, o vizinho sempre gostava de tomar a iniciativa, as poucas vezes que cavalguei um caralho foi do Marcelo. N&atilde;o tinha muita pr&aacute;tica, mas fiz o melhor que eu podia, sentei com vontade fazendo o pau dele sumir dentro de mim e ele gostou.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Valdir gemia e arfava a cada vez que seu pau batia no fundo da minha xota, meu grelo vibrava e j&aacute; vinha trazendo outro Orgasmo, por&eacute;m Marcelo tinha outros planos. Ele apoiou a m&atilde;o nas minhas costas me fazendo parar momentaneamente; puxou o plug do meu cu devagar me fazendo tremer de tes&atilde;o e deixando meu rabo aberto e pedindo rola. Foi o que ele fez, meteu o pau dele devagar mais foi at&eacute; o fundo. Agora sim eu era uma puta totalmente preenchida.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Agora a gente vai te arrombar direito &mdash; disse Marcelo com o pau atolado no meu cu.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Eu quis gritar, mas Valdir tapou minha boca. Sentia os dois paus se esfregando dentro de mim, separados s&oacute; por uma parede fina de carne. Marcelo metia forte no cu, Valdir socava a buceta com raiva. As m&atilde;os deles me apertavam, Valdir me segurava pelo pesco&ccedil;o com uma das m&atilde;os e com a outra apertava meu seio esquerdo. Marcelo puxava meu cabelo e batia na minha bunda. Eles me fodiam como uma cadela de rua, me usavam como uma puta barata, eu estava amando.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Olha pra mim enquanto a gente te fode. &mdash; Rosnou Valdir. &mdash; Puta vagabunda. Olha. &mdash; Eu olhei. L&aacute;grimas escorriam, saliva pingava do meu queixo, o Sof&aacute; rangia com a for&ccedil;a das estocadas.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Isso&hellip; toma. &mdash; Marcelo ria atr&aacute;s de mim. &mdash; Voc&ecirc; nasceu pra ser arrombada assim. &mdash; Seu pau sumia no meu rabo me fazendo incendiar.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Eles alternavam o ritmo: um metia fundo enquanto o outro sa&iacute;a quase todo, depois os dois juntos, me enchendo por completo. Eu gozei tremendo, apertando os dois, mas eles n&atilde;o pararam. Continuaram me fodendo at&eacute; eu virar um baga&ccedil;o de gemidos abafados e pernas moles.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Valdir gozou primeiro, dentro da buceta, gemendo alto e me chamando de vadia barata. Marcelo tirou do cu, me puxou de cima de Valdir me fazendo ajoelhar de frente para seu pau e gozou na minha cara, no cabelo, na boca. Me obrigou a engolir o que pingava.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Boa menina &mdash; ele disse, batendo de leve no meu rosto. &mdash; Agora limpa essa porra e volta pro balc&atilde;o.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Eu desci da mesa com as pernas bambas. Porra escorrendo da buceta e do cu, misturada, descendo pelas coxas. Ajeitei a saia o melhor que pude, limpei o rosto com um len&ccedil;o que Marcelo jogou, recolhi o plug e enfiei de volta no cu ainda dilatado. Sa&iacute; do escrit&oacute;rio andando torto, o corpo inteiro doendo, a boca inchada, o cheiro de sexo grudado na pele.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Voltei pro balc&atilde;o. Atendi o telefone com a voz doce de sempre. Sorri pros motoristas. Ningu&eacute;m desconfiou, mas por dentro eu estava detonada.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Completamente detonada, e no fundo, uma parte de mim j&aacute; queria a pr&oacute;xima vez.]]></description>
<guid isPermaLink="false">10@https://samuca.com.br</guid>
<dc:subject>Historias Reais</dc:subject>
<dc:date>2026-09-26T21:16:49+00:00</dc:date>
<dc:creator>Posted by </dc:creator>
</item>

<item>
<title>Fudendo a Irmã no Provador!</title>
<link>https://samuca.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=9</link>
<description><![CDATA[<br />
	<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Ol&aacute;, eu me chamo Lucas e tenho 20 anos, essa tarde eu e a minha Irm&atilde; Vit&oacute;ria de 26 anos fomos at&eacute; o shopping, era a primeira vez que a gente foi fazer compras juntas, minha Irm&atilde; disse que queria passar mais tempo comigo e por isso me convidou para ir com ela, ela at&eacute; me disse que pagaria oque eu comprasse pois ela era a Irm&atilde; mais velha, ap&oacute;s entrarmos em uma loja de roupa, minha Irm&atilde; escolheu alguns vestidos e uma lingerie preta!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Irm&atilde;o, me espere aqui, eu irei at&eacute; o provador e j&aacute; volto!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Ap&oacute;s alguns minutos, eu escutei a minha Irm&atilde; me chamando pelo nome e fui ver oque era!<br />
	<br />
	<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: Oque foi, aconteceu algo?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Eu estou indecisa sobre essa roupa e por isso eu queria saber a sua opini&atilde;o!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Eu olhei em volta e n&atilde;o tinha ningu&eacute;m me olhando e ent&atilde;o eu entrei no provador junto com a minha Irm&atilde;, para a minha surpresa, a minha Irm&atilde; estava vestida com aquela lingerie preta que era muito sexy, o corpo dela brilhava sob a luz do provador!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Voc&ecirc; acha que eu estou bonita?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		-Disse ela enquanto girava o corpo para se olhar no reflexo do espelho<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: Ficou... muito bonita!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Ap&oacute;s eu falar isso, minha Irm&atilde; come&ccedil;ou a olhar para mim, ela me olhava de cima a baixo, ap&oacute;s isso, ela se virou e veio para mais perto de mim, ela me deu um abra&ccedil;o bem apertado e disse...<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o carinhoso comigo, por esse motivo que eu queria ter um momento a s&oacute;s com voc&ecirc;, Irm&atilde;o!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Naquele momento o meu tes&atilde;o foi no topo, meu cora&ccedil;&atilde;o acelerou e eu suava frio, no in&iacute;cio eu n&atilde;o tive rea&ccedil;&atilde;o mas depois de um tempo eu devolvi o abra&ccedil;o mas tocar no corpo da minha Irm&atilde; com as m&atilde;os me deixou ainda mais excitado!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Ap&oacute;s um tempo, ela parou de me abra&ccedil;ar e come&ccedil;ou a me encarar enquanto sorria!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: O-oque foi, Irm&atilde;?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Voc&ecirc; ficou de pau duro, n&eacute;?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: N&atilde;o... n&atilde;o foi isso.<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Bobinho, eu pude sentir o seu pau pulsando enquanto eu te abra&ccedil;ava!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: &Eacute; que... voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o bonita e atraente que eu... n&atilde;o consegui me controlar quando te vi assim!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: N&atilde;o se preocupe, eu estou feliz por isso!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: Feliz?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Sim, eu j&aacute; sabia que voc&ecirc; tinha tes&atilde;o por mim, eu j&aacute; encontrei v&aacute;rias calcinhas minhas escondidas no seu quarto, j&aacute; te vi espiando pela fresta da porta enquanto eu tomava banho, eu estou feliz por causa que agora voc&ecirc; finalmente admitiu o seu tes&atilde;o por mim, isso significa que voc&ecirc; realmente est&aacute; virando um homem e &eacute; meu dever como Irm&atilde; mais velha cuidar de voc&ecirc;... e do seu pau!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Minha Irm&atilde; se ajoelhou lentamente na minha frente e foi abaixando o z&iacute;per da minha cal&ccedil;a bem devagar, ap&oacute;s abaixar minha cal&ccedil;a, ela abaixou a minha cueca e o meu pau estava t&atilde;o duro que saltou para fora!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Olha s&oacute;, seu pau ficou t&atilde;o duro assim por minha causa?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: Sim, &eacute; que voc&ecirc; &eacute; muito gostosa, Irm&atilde;!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Voc&ecirc; acha? Espera s&oacute; at&eacute; me ver nua! Hahaha<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		-Disse ela enquanto levantava e tentava tirar aquela lingerie<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Pode me ajudar com esse z&iacute;per aqui atr&aacute;s?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: &Eacute; claro!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Ap&oacute;s eu puxar o z&iacute;per do suti&atilde;, minha Irm&atilde; se virou para mim e eu pude ver os peit&otilde;es dela balan&ccedil;ando!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Gosta dos meus peitos?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: Seus peitos s&atilde;o incr&iacute;veis!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Agora vamos para a melhor parte!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		-Ela abaixou e tirou a calcinha dela, me mostrando a buceta dela!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Minha nossa, seu pau est&aacute; pulsando ainda mais forte agora! Hahaha<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Minha Irm&atilde; se virou mostrando o rab&atilde;o dela para mim e me disse...<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Oque est&aacute; esperando, Irm&atilde;o?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: Mas... n&atilde;o &eacute; perigoso fazer isso aqui dentro do provador?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Sim mas &eacute; justamente isso que deixa tudo mais gostoso, n&atilde;o acha?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: Voc&ecirc; tem raz&atilde;o!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: J&aacute; sei, voc&ecirc; est&aacute; t&iacute;mido agora, n&eacute;? Isso vai te ajudar a relaxar!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Minha Irm&atilde; se ajoelhou novamente na minha frente e come&ccedil;ou a chupar o meu pau, ela segurava a minha bunda com as duas m&atilde;os enquanto me chupava com muito for&ccedil;a, eu me senti no para&iacute;so, aquilo era gostoso demais, a boca da minha Irm&atilde; era t&atilde;o macia e ela deixou o meu pau todo babado!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Prontinho, agora est&aacute; pronto para fuder a sua Irm&atilde; mais velha?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: S-sim!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Minha Irm&atilde; se levantou e ficou de quatro no ch&atilde;o do provador, ela abriu a bunda dela com as duas m&atilde;os e me disse...<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Venha logo antes que a atendente da loja veja a gente aqui!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Eu me aproximei da minha Irm&atilde; e coloquei o meu pau dentro da buceta dela, a buceta dela estava t&atilde;o molhada, aquela foi a melhor sensa&ccedil;&atilde;o que tive na minha vida pois n&atilde;o era uma sensa&ccedil;&atilde;o comum de sexo, era tudo mais prazeroso mas eu n&atilde;o sabia explicar o motivo, talvez fosse pela adrenalina de estar fazendo sexo escondido ou talvez por ela ser a mulher que eu mais desejava no mundo, acho que foi uma jun&ccedil;&atilde;o das duas coisas!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Isso, mete todo o seu pauz&atilde;o dentro da minha bucetinha, Irm&atilde;o!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Eu coloquei todo meu pau dentro da buceta da minha Irm&atilde; e comecei a fuder ela!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Que pau gostoso, mete mais fundo na minha buceta, Irm&atilde;o!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Eu meti com mais for&ccedil;a nela e ela come&ccedil;ou a gemer bem alto!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: AHHHH... N&Atilde;O PARA!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Aquilo estava t&atilde;o gostoso que minha Irm&atilde; e eu perdemos o controle, est&aacute;vamos fudendo com tanta for&ccedil;a que a atendente da loja escutou a gente e veio ver oque era!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Atendente: Est&aacute; tudo bem a&iacute; dentro?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: S-sim... hmmm... est&aacute; tudo bem!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Atendente: Ok... se precisar de ajuda &eacute; s&oacute; me chamar!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Tudo bem!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Ap&oacute;s a atendente ir embora, minha Irm&atilde; disse.<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Essa foi por pouco, acho melhor a gente trocar de posi&ccedil;&atilde;o, deite-se no ch&atilde;o, Irm&atilde;o!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Eu deitei no ch&atilde;o e a minha Irm&atilde; subiu em cima de mim, ela sentou em cima do meu pau e come&ccedil;ou a cavalgar nele, eu pensei que n&atilde;o tinha como ficar mais gostoso mas a minha Irm&atilde; conseguiu deixar ainda mais gostoso, ela rebolava em cima do meu pau de uma forma maravilhosa!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Est&aacute; gostando da buceta da sua Irm&atilde;zona?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: Sim, voc&ecirc; &eacute; uma del&iacute;cia, Irm&atilde;!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Eu digo o mesmo do seu pau!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Os minutos foram passando, minha Irm&atilde; rebolava com mais for&ccedil;a a cada minuto, eu agarrava a bunda dela, dava tapas, ela me beijava na boca e me dava alguns tapas no rosto, tudo foi muito intenso, ap&oacute;s alguns longos minutos, eu percebi que iria gozar!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: Irm&atilde;, eu vou gozar!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: OQU&Ecirc;? EU ESTOU NO MEU PER&Iacute;ODO F&Eacute;RTIL, VOC&Ecirc; N&Atilde;O PODE GOZAR DENTRO DE MIM!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Minha Irm&atilde; tentou se levantar mas eu segurei ela pela cintura, o tes&atilde;o era t&atilde;o grande que eu realmente queria gozar fundo na buceta da minha Irm&atilde; mas assim que eu fui gozar, eu soltei a minha Irm&atilde; e ela conseguiu se levantar, nesse mesmo momento, a atendente da loja foi at&eacute; o provador e puxou a cortina!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Atendente: Por que voc&ecirc; est&aacute;...<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Meu pau estava apontado no rumo da atendente e eu acabei gozando, meu jato de esperma foi t&atilde;o forte que eu acabei sujando ela toda com a minha porra!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: Puta merda!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Merda...<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		A atendente ficou em choque quando viu oque tinha acontecido, ela ficou t&atilde;o furiosa que gritou com a gente...<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Atendente: SAIAM DAQUI, SEUS PERVERTIDOS IDIOTAS!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Minha Irm&atilde; e eu tivemos que n&oacute;s vestir rapidamente e sair da loja, eu fiquei muito envergonhado com aquela situa&ccedil;&atilde;o mas por outro, a minha Irm&atilde; n&atilde;o parava de gargalhar!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Hahaha!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: Para de rir, n&atilde;o teve gra&ccedil;a.<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: &Eacute; claro que teve, voc&ecirc; literalmente deu um banho de porra naquele atendente!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: Sorte a nossa que ela n&atilde;o chamou a pol&iacute;cia!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Isso &eacute; mas eu gostaria de ter comprado aquela lingerie!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: Sendo honesto, voc&ecirc; fica mais bonita sem lingerie, Irm&atilde;!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Engra&ccedil;adinho... veja, aquela loja de lingeries est&aacute; aberta!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;o: Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; pensando em fazer isso denovo, n&eacute;?<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Irm&atilde;: Venha comigo, eu preciso que voc&ecirc; me ajude a escolher qual lingerie fica melhor em mim!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Minha Irm&atilde; me puxou pela camisa at&eacute; entrar na loja e mais uma vez, a gente fudeu no provador, dessa vez eu pude avisar que iria gozar a tempo e a minha Irm&atilde; engoliu toda a minha porra!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		Desde aquele dia, minha Irm&atilde; e eu vivemos uma vida totalmente nova, agora sempre vamos passear juntos e ela sempre procura por algum lugar escondido para que possamos fuder, seja no provador, banheiro do shopping, parquinho, no meio do mato, em um beco... n&atilde;o importa o lugar, minha Irm&atilde; sempre est&aacute; com tes&atilde;o e eu tamb&eacute;m, eu sempre pensei que eu fosse um pervertido por desejar fuder a minha Irm&atilde; mas agora eu percebo que ela &eacute; ainda mais pervertida do que eu!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		-FIM!<br />
	<br />
	<br />
		<br />
		(Todos os Personagens da Hist&oacute;ria S&atilde;o Fict&iacute;cios e Maiores de Idade, Todas as Rela&ccedil;&otilde;es Sexuais Tiveram Consentimento de Ambas Partes)<br />
	<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;]]></description>
<guid isPermaLink="false">9@https://samuca.com.br</guid>
<dc:subject>Historias Reais</dc:subject>
<dc:date>2026-09-26T20:51:05+00:00</dc:date>
<dc:creator>Posted by </dc:creator>
</item>

<item>
<title>O dia que comi minha cunhada mais velha</title>
<link>https://samuca.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=8</link>
<description><![CDATA[<br />
	<br />
	J&aacute; relatei aqui anteriormente que eu maldava que minha cunhada estava me dando mole, no caso tenho duas cunhadas, uma mais velha e uma mais nova, a que eu citei aqui anteriormente &eacute; a mais nova que at&eacute; hoje n&atilde;o rolou nada ainda al&eacute;m daqueles &quot;provoca&ccedil;&otilde;es&quot;, no conto de hoje vim relatar o dia que comi minha cunhada mais velha!<br />
<br />
<br />
	<br />
	Como voc&ecirc;s sabem me chamo Iago(Nome fict&iacute;cio), e a cunhada que relato nesse conto vou chamar de Bianca(tbm nome fict&iacute;cio), morena, baixinha de 1,65 por ae, uma bela mulata que sempre t&aacute; atualizando a marquinha e deixa qualquer vagabundo doido.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Minha cunhada Bianca ap&oacute;s o nascimento do seu segundo filho acabou passando por problemas de auto-estima pois estava se sentindo muito gordinha e come&ccedil;ou tomar monjauro e emagreceu bastante, ficando com um corpinho definido que &eacute; uma delicia.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Mesmo antes quando ela tava mais cheinha eu sempre admirei ela, quando eu ia na casa da minha sogra sempre fui de dar uma olhada nela, uma vez a gente foi na praia junto em fam&iacute;lia e eu n&atilde;o consegui descolar o olho daquela pererecona dela destacando no biqu&iacute;ni, lembro de chegar em casa e tocar v&aacute;rias punheta pensando em fuder aquela bucetona.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Na fam&iacute;lia da minha mulher, eles s&atilde;o muito saidinhos e vivem falando besteira uma hora ou outra, ent&atilde;o vira e mexe durante conversas com a Bianca acabamos sempre tocando em assuntos adultos, e ela sempre falava q gostava de homem safado, que pegava ela com jeito, que homem com ela tinha que aguentar fuder, pq ela gostava muito de sexo! Tamb&eacute;m m&atilde;e de 2 filhos, eu s&oacute; ficava imaginado a barbaridade que essa mulher seria na cama.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Bianca namorou por cerca de 4 meses com um amigo meu em meados de 2025, e esse meu amigo sempre falava da minha cunhadinha pra mim, de como ela era gostosa de cama, uma vez ele me relatou que ficou transando com ela de 10h da manh&atilde; at&eacute; 15h da tarde, que ela era uma das melhores que ele j&aacute; comeu, mal ele sabia mas isso s&oacute; despertava minha curiosidade, me fazia imagina milhares de cenas com minha cunhada Bianca, chupando ela, fudendo ela muito, pqp eu ficava louco s&oacute; de imaginar!<br />
<br />
<br />
	<br />
	Mesmo assim, nunca tinha pego maldade no ar pela parte de Bianca, sempre me tratou bem e normal como cunhado, apesar de rolar uns papos pesados, nunca tinha dado encima de mim e nem me dado mole, mesmo eu maldando ela e pensando nela nas minhas melhores punhetas ela n&atilde;o estava nem a&iacute; pra mim.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Por eu frequentar muito a casa da minha sogra que &eacute; aonde minha cunhada mora, acabei por sem querer acabar encontrando Bianca algumas vezes passando de toalha indo pro banheiro, e durante duas ocasi&otilde;es raras uma vez ela estava trocando de roupa no quarto da m&atilde;e dela e eu entrei na casa do nada e acabei vendo ela sem a parte de cima da roupa, vendo aqueles peitinhos preto durinho, e outra vez acabei entrando tbm do nada na casa da minha sogra e vi ela totalmente nua, vestindo a calcinha, rapidamente ela fechou a porta do quarto aonde ela estava e eu fingi q n&atilde;o vi nada, mas isso s&oacute; aumentou o meu tes&atilde;o por ela e fez mudar completamente a forma que eu enxergava ela.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Vindo pr&oacute;s dias atuais, Bianca continuava sem me dar mole, mas o problema dela &eacute; que quando bebe perde a linha, e eu sabendo disso na &uacute;ltima quarta-feira a encontrei na rua de tr&aacute;s de aqui aonde moramos no bar bebendo, eu tinha ido comprar um refrigerante mas ao ver l&aacute; j&aacute; puxei assunto e perguntei &quot;vai pagar uma bebida pra mim?&quot;, e ela me respondeu: &quot;hoje estou na sua conta beh, paga a&iacute; pra mim um cop&atilde;o de gin neim&quot;, eu j&aacute; percebendo que ela j&aacute; estava meio chapada pedi a mo&ccedil;a do bar pra fazer um cop&atilde;o de whisky pra mim e um cop&atilde;o de gin pra ela, e ali a gente ficou bebendo eu e ela, minha cunhada Bianca curte fumar um ch&aacute;, em certo momento ela me perguntou se eu tinha um ch&aacute; pra salvar, a&iacute; eu respondi a ela que sim, que l&aacute; em casa tinha uma maconha guardada e a convidei pra n&oacute;s ir l&aacute; pra casa pois eu estava sozinho no momento e n&oacute;s fumava l&aacute;.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Na hora que n&oacute;s saiu do bar pra ir l&aacute; pra casa confesso que eu nem tava na maldade, mas quando a gente chegou aqui em casa e foi subir as escadas parei pra reparar, Bianca uma pretinha gostosa, no dia ela estava usando um vestido vermelho daqueles que tem um corte em V do lado, um batom que destacava a sua boca grande, quando a gente subiu e chegou aqui em casa apertei o ch&aacute; pra n&oacute;s fumar, e quando a onda bateu acabei revelando tudo q eu sentia por ela, falei &quot;poxa Bianquinha n&eacute; papo de chapado n&atilde;o mas sou doido em voc&ecirc;&quot;, ela na hora me repreendeu &quot;t&aacute; doido garoto voc&ecirc; &eacute; meu cunhado&quot;, eu disse &quot;poxa Bianca voc&ecirc; j&aacute; t&aacute; aqui em casa, a gente t&aacute; chapado e sua irm&atilde; s&oacute; vai saber se voc&ecirc; contar kkk&quot;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ela j&aacute; chapada me disse &quot;bem q eu j&aacute; me peguei pensando como seria foder contigo, ficava imaginando voc&ecirc; fudendo minha irm&atilde;&quot;, eu peguei e disse a ela que todas as vezes que a gente conversava putaria eu chegava em casa e batia punheta pensando nela.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Nisso o clima j&aacute; estava quente, cop&atilde;o e maconha na mente, sentado no sof&aacute; eu rapidamente a dei um beijo quente, ela j&aacute; retribuiu j&aacute; me devolvendo um beijo de l&iacute;ngua, nesse momento perdi a no&ccedil;&atilde;o que Bianca era minha cunhada, eu s&oacute; pensava em quantas vezes bati punheta desejando ela, e agora ela estava ali beijando a minha boca, meu pau ficou duro, coloquei Bianca sentada no meu colo pra ela sentir a press&atilde;o, como ela estava de vestido a calcinha dela ro&ccedil;ava meu pau na minha cueca &eacute; isso me deixava cada vez mais doido, enquanto a gente se beijava eu apertava fortemente sua bunda como se fosse arrancar peda&ccedil;o.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Puxei o peitos dela pra fora do vestido e comecei a chupar lentamente o esquerdo e dedilhar o peitinho direito, ela delirava de tesao no meu colo, eu estava quente, pqp, minha cunhada Bianca, quantas hist&oacute;rias j&aacute; ouvi de voc&ecirc; e voc&ecirc; era minha naquele momento, por baixo do vestido coloquei a calcinha dela de lado puxei meu pau latejando de duro pra fora e fiz ela sentar na minha piroca, ela sentava na minha pica como uma cadela que anciava por aquilo. Ela gostava de fuder mesmo, a cada sentada na minha pica ela me pedia mais gemendo &quot;fode forte minha bct meu cunhado&quot; e eu tacava mais forte &quot;&eacute; isso que voc&ecirc; quer ent&atilde;o toma cunhadinha&quot; depois de um tempo metendo ela anunciou que ia gozar, eu disse &quot;goza no meu piru cunhada gostosa que eu te dou leitinho tamb&eacute;m&quot; ela disse &quot;Ah vai, ent&atilde;o mete forte cunhadinho, dar leite pra sua putinha dar?, a&iacute; vai cunhado, vou gozar, vou gozar, ahh, enquanto ela gozava e ficava mole na minha pica eu peguei e jorrei meu leite tbm dentro da buceta daquela safada, dps disso bolamos mais um e transamos mais, por&eacute;m isso &eacute; hist&oacute;ria pra outro conto pois esse j&aacute; est&aacute; longo]]></description>
<guid isPermaLink="false">8@https://samuca.com.br</guid>
<dc:subject>Historias Reais</dc:subject>
<dc:date>2026-09-26T20:28:29+00:00</dc:date>
<dc:creator>Posted by </dc:creator>
</item>

<item>
<title>Deixei o uber me masturbar</title>
<link>https://samuca.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=7</link>
<description><![CDATA[<br />
	<br />
	Oie, esse &eacute; meu primeiro conto, tenho muitas coisas para contar e se quiserem posso continuar contando aqui :3 (quero saber se tem gente safada gozando com as minhas hist&oacute;rias).<br />
<br />
<br />
	<br />
	Bem, pra come&ccedil;ar, me chamo Morgana, tenho 24 anos, sou baixinha, corpo curvil&iacute;neo, seios coxas e bunda beeeem fartos e cabelos pretos at&eacute; a bunda.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Uma sexta-feira de muito calor, resolvi sair com algumas amigas para distrair e como uma boa piranha, passei creme Lily e usei o mesmo perfume por todo meu corpo, um pouco de iluminador corporal e um vestidinho tubinho preto de tecido bem molinho, um salto alto e fui chamar meu uber.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Quando entrei no carro, sentei no banco de tras e fiquei maluquinha quando vi o motorista: Loiro, barba curtinha, forte e cheio de tatuagens pelo bra&ccedil;o, senti que ele me deu uma olhada generosa pelo retrovisor e resolvi sentar no meio do banco onde ele conseguiria me ver inteirinha. Ele me cunprimentou, confirmou o local e ao ver o nome do bar come&ccedil;ou a puxar assunto:<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Vai aproveitar a sexta-feira para beber um pouco?<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Com toda certeza ! Essas noites quentes me deixam maluca - Eu respondi abrindo ligeiramente as pernas para mostrar um pouco da minha calcinha vermelha de renda e quando ele olhou fechei novamente as pernas. Percebi que ele come&ccedil;ou a se remexer no banco com a respira&ccedil;&atilde;o mais pesada.<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Realmente est&aacute; uma noite muito quente, como voc&ecirc; aguenta ficar no carro? - Disse puxando um pouco mais o decote para enfatizar o calor e aproveitei para dar uma leve apertada nos meus seios.<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Se preferir, posso ligar o ar. &Eacute; assim que normalmente eu aguento kkk<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Por favor ! kkkk eu to come&ccedil;ando a ficar molhadinha - Dessa vez, abri um pouco mais as pernas e dei uma leve rebolada no banco. Percebi que o motorista ficou vermelho e n&atilde;o conseguia parar de olhar minha bucetinha na renda vermelha. Coloquei minha m&atilde;o eem cima da coxa e fiquei fazendo carinho na parte interna da minha coxa e quanto mais perto da minha bucetinha mais tempo ele encarava.<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Voc&ecirc; est&aacute; com pressa? Esse hor&aacute;rio tem muito tr&acirc;nsito aqui e o aplicativo ta mostrando um engarrafamento.<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Sem problema nenhum, por mim pode demorar o tempo que for, o &uacute;nico problema &eacute; esse calor kkk nem o ar da conta. - Falei escorregando um pouco mais no banco e abrindo mais ainda as pernas e colocando a m&atilde;o mais perto ainda da minha bucetinha enquanto espiava ele encarando pelo retrovisor. Puxei levemente a saia do vestido deixando a calcinha bem exposta para ele.<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Realmente esse calor vai acabar deixando a gente doido kkkk - Percebi que ele estava adorando aquilo, passando a m&atilde;o no pau toda hora e resolvi investir mais, comecei a esfregar o dedo na entradinha da minha buceta por cima da calcinha soltar leves gemidos.<br />
<br />
<br />
	<br />
	- O maior problema pra mim, &eacute; esse calor aqui&hellip; Eu n&atilde;o sei nem do que sou capaz pra dar uma amenizada - Comecei a esfregar sem disfar&ccedil;ar tanto e a gemer um pouco mais alto e quanto mais eu esfregava mais ele encarava pelo retrovisor e percebi que j&aacute; n&atilde;o estava aguentando a situa&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Eu n&atilde;o sei se consigo sozinha&hellip; - Disse mordendo o l&aacute;bio inferior e puxando a calcinha de lado para que ele pudesse ver o qu&atilde;o encharcada estava a minha bucetinha e sem precisar falar mais nada senti a m&atilde;o direita dele subindo pela minha perna at&eacute; encostar na minha bucetinha, e ao sentir o qu&atilde;o molhada e quente ela estava ele soltou um suspiro delicioso de surpresa<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Puta que pariu, que del&iacute;cia de buceta voc&ecirc; tem. Mas nessa posi&ccedil;&atilde;o &eacute; muito ruim&hellip; O que acha de sentar do meu lado? No pr&oacute;ximo farol vermelho senta aqui para eu dar um jeito nesse calor seu.<br />
<br />
<br />
	<br />
	At&eacute; o pr&oacute;ximo farol vermelho, ele continuou esfregando a minha bucetinha, ajeitou minha calcinha e ficou passando o dedo por cima de vez em quando colocando o dedo por dentro da calcinha para me provocar. Quando o farol ficou vermelho, corri para o banco do passageiro, coloquei o cinto e tirei a calcinha. Quando o carro come&ccedil;ou a andar, coloquei a m&atilde;o por cima do pau dele na cal&ccedil;a e me acomodei de um jeito que minhas pernas ficassem bem abertas. Sem demora, ele come&ccedil;ou a esfregar minha bucetinha molhada e gemer a cada gemido que eu dava com o seu toque. Ele come&ccedil;ou esfregando meu clitoris com tanto gosto e gemia a cada barulho que fazia. Quanto mais ele esfregava mais barulho minha bucetinha molhada fazia e quando estava prestes a gozar ele parou e enfiou dois dedos dentro de mim.<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Puta que pariu, a putinha al&eacute;m de gostosa &eacute; muito apertadinha. - E come&ccedil;ou a dar estocadas r&aacute;pidas fazendo aquele barulho obsceno por conta do qu&atilde;o molhada minha buceta estava, ele come&ccedil;ou a intercalar entre estocar sem d&oacute; e esfregar meu clitoris.<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Por favor, me deixa gozar, j&aacute; estamos quase chegando.. p-por favor<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Eu vou deixar a putinha gozar se gozar falando o meu nome - Consegui s&oacute; gemer um sim. Ele colocou dois dedos na minha bucetinha e com o ded&atilde;o come&ccedil;ou a estimular o meu clitoris fren&eacute;ticamente, aproveitando o farol vermelho para me olhar inteira e ajeitar o pau na cal&ccedil;a.<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Pedro, eu vou gozar pedro, PEDROOO&hellip; - Enquanto eu gozava ele continuou esfregando minha buceta, quando os espasmos pararam, deu uma apertada e um tapa bem forte na minha buceta, retirou a m&atilde;o e come&ccedil;ou a lamber os dedos. N&atilde;o muito tempo depois, cheguei no bar, me recompus, abri a porta e antes de sair do carro falei.<br />
<br />
<br />
	<br />
	- Vou embora 1:30, se estiver aqui na frente posso resolver o problema. - Fechei a porta, olhei para ele e dei uma piscadinha antes de entrar no bar.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Se gostarem dessa hist&oacute;ria, posso trazer outras mas quero saber detalhadamente o que fizeram com esse meu relato, adoro saber que est&atilde;o se masturbando me imaginando.]]></description>
<guid isPermaLink="false">7@https://samuca.com.br</guid>
<dc:subject>Historias Reais</dc:subject>
<dc:date>2026-09-26T19:45:47+00:00</dc:date>
<dc:creator>Posted by </dc:creator>
</item>

<item>
<title>Fui olhar o vizinho tomando banho e ele me fez de puta</title>
<link>https://samuca.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=6</link>
<description><![CDATA[<br />
	<br />
	Ola galera eu sou a rubilene e vou contar uma experi&ecirc;ncia que tive com o vizinho que tava fazendo sua casa aqui no bairro e eu fui olhar ele tomar banho.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Bom eu sempre gostei de fuder amo pica sou uma mina f&aacute;cil de fuder se saber chegar abros as pernas mesmo e aqui no meu bairro sou conhecida por alguns caras s&oacute; que isso chegou no ouvido da minha m&atilde;e que come&ccedil;ou a me proibir de sair de casa a minha sorte que o amigo do meu irm&atilde;o vem aqui pra ver ele a acaba me comendo s&oacute; que minha m&atilde;e nessa &eacute;poca de f&eacute;rias do trabalho e ai ficou mais dif&iacute;cil o amigo do meu irm&atilde;o me fodia mas era quando ela tava trabalhando e meu irm&atilde;o tava na rua ,ai depois disse que n&atilde;o pude sair e ja tava louca buceta ardendo tentei me masturbar mas n&atilde;o curto muito.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Meu irm&atilde;o fazia cesto de palha pra vender e mandou eu entregar um cesto na outra rua quando cheguei na outra rua vir um homem entrando num terreno cercado de placas met&aacute;lica era um vizinho novato que ia fazer uma casa l&aacute; entreguei a encomenda do meu irm&atilde;o e voltei pra casa .<br />
<br />
<br />
	<br />
	No dia seguinte meu irm&atilde;o pediu pra eu ir buscar um cesto que ele iria concertar fui l&aacute; peguei o cesto voltei e entreguei a ele e ele me deu um dinheiro e eu fui comprar um lanche pra mim.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Foi ai que come&ccedil;ou tudo eu tava indo compra o lanche e me lembrei do vizinho isso j&aacute; era uma 16:30 da tarde.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Eu fui olhar como era que tava l&aacute; dentro mas eu n&atilde;o vir devia ter ido embora ent&atilde;o pulei a cerca e entrei e fui ver onde ele guardava as ferramentas e se tivesse uma m&aacute;quina boa eu ia pegar pra vender.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Eu andava com cuidao pra n&atilde;o cair pois tinha muita areia, percebo que tinha um banheiro feito de lona e o chuveiro tava ligado ent&atilde;o cheguei perto e olhei pela abertura da lona, o vizinho tava tomando banho nu mas ele tava de costas fiquei ali esperando ele virar queria muito ver o tamanho da pica dele e isso aconteceu ele virou e me contemplou com uma vis&atilde;o maravilhosa que pica grande grossa linda cheia de veia ele era um homem todo gostoso bonito demais devia ter uns 30 pra 32 anos e eu na &eacute;poca tinha feito 18 anos e era uma mulher que n&atilde;o era o perfil dele eu creio ele era lindo e parece que tinha condi&ccedil;&otilde;es por isso a chance dele me fuder era baixa .<br />
<br />
<br />
	<br />
	Mas o que eu queria era ver aquele corpo nu com aquela pica maravilhosa e quando ele pegou pra lavar minha buceta melou na hora quase tive um orgasmo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	A&iacute; eu vi que ele pegou a toalha ent&atilde;o ent&atilde;o eu fui sair r&aacute;pido e acabei pisando em uma telha de metal que me entregou com um barulho eu me levantei e sair correndo ele veio atr&aacute;s de mim me alcan&ccedil;ou e perguntou o que eu fazia ali eu n&atilde;o respondi pedir pra ir embora ele falou que ia chamar a policia dizendo que eu tava ali pra roubar eu n&atilde;o tinha o que fala eu so olhava pra ele e em vez enquando olhava pra rola dele .<br />
<br />
<br />
	<br />
	A&iacute; ele falou bem s&eacute;rio.<br />
<br />
<br />
	<br />
	*diga o que vc quer aqui ou ent&atilde;o vou te entregar pra policia eu sem palavaras e ele dizendo que eu vim roubar algum material aqui ai eu respondi.<br />
<br />
<br />
	<br />
	*na verdade eu vim olhar vc tomando banho, fui o que veio a cabe&ccedil;a falei com medo dele me entregar a policia. Ent&atilde;o ele falou .<br />
<br />
<br />
	<br />
	*olha pra mim acha que vou comer uma putinha como vc pobre so porque tem um corpo bonito acha que todos homens te quer &eacute;,<br />
<br />
<br />
	<br />
	Depois ele ficou me olhando e dizendo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	T&ocirc; brincando menina vc &eacute; bonita gostosa mas n&atilde;o posso fazer isso entrar assim na casa dos outros vou te denunciar.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Eu comecei a chorar e a falar<br />
<br />
<br />
	<br />
	-por favor n&atilde;o me entregue a policia eu entrei realmente pra te roubar mas quando vir vc tomando banho n&atilde;o resistir e fui olhar .<br />
<br />
<br />
	<br />
	Depois abracei ele, levantei a saia botei a calcinha de ladinho e peguei a m&atilde;o dele e passei na minha bucetinha toda melada, ele ficou paralisado olhando minha buceta e eu dizendo que ele podia fazer o que quisesse comigo, ent&atilde;o ele falou<br />
<br />
<br />
	<br />
	*At&eacute; que vc n&atilde;o &eacute; de se jogar fora vem c&aacute; vem ,me pegou pelo bra&ccedil;o me levou pra o quarto das ferramentas e me deitou na cama de solteiro que tinha l&aacute; e tirou a toalha e me puxou pra chupar aquela tora com cheiro de sabonete cremoso eu chupava ate quanto dava pois era grande j&aacute; engolir muito pica mas aquela tava dif&iacute;cil mas entrava at&eacute; a metade ,<br />
<br />
<br />
	<br />
	Que homem gostoso todo cheiroso que me botou num meia nove alucinante me fazendo gozar dentro da boca dele .<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele me p&otilde;e de 4 e vem com a rola na entrada da bucetinha e vai empurrando bem devagar me fazendo gemer e chamando ele de gostoso ,ele metia at&eacute; o talo na minha bucetinha e falando no meu ouvido.<br />
<br />
<br />
	<br />
	*putinha danada aguentou a pica toda que bucetinha apertadinha delicia fica quietinha e deixa eu meter gostoso vai safadinha veio atr&aacute;s de pica n&eacute; vagabunda n&atilde;o achou o que roubar roubou a minha pica n&eacute; e sorriu ,<br />
<br />
<br />
	<br />
	Enquanto ele ia falando eu ia gozando feito uma cachorra no cio e ele socando feito uma m&aacute;quina na bucetinha da putinha dele rss.<br />
<br />
<br />
	<br />
	A&iacute; ele falou .<br />
<br />
<br />
	<br />
	*vamos ver se vc e putinha agora muitas puta n&atilde;o gosta de dar o cuzinho mas eu vou fuder o seu porque vc mesmo disse pra eu fazer o que quiser.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Eu n&atilde;o falava nada so sentia o momento ent&atilde;o levantei beijei ele de l&iacute;ngua e chupei bem a pica dele babei bem gostoso e deitei de frango assado e chamando ele com o dedo indicador o chamei, a pica dele era muito grande mas eu n&atilde;o tive medo pois n&atilde;o era a primeira vez que dava meu cusinho, mas isso ia facilitar pra receber aquela rolona no cuzinho.<br />
<br />
<br />
	<br />
	A&iacute; ele veio bater uma s&iacute;ririca na minha bucetinha e me fez gozar muito gostoso ele aproveitou pra pegar o caldo do meu gozo e passar no meu cusinho e foi botando a pica no meu cu apertando meus seios quando entrou a cabe&ccedil;a ele foi metendo at&eacute; o fim quando sua virilha encostou na minha bunda ele me elogiou dizendo que eu era uma putinha boa que aguentava qualquer tipo de pica e ficou metendo no meu cu e brincando com minha buceta melada .<br />
<br />
<br />
	<br />
	Eu tava gozando pelo cu com cada estocada dele passei a rebolar deitada mesmo fazendo ele derramar toda gala no fundindo do meu e me chamava de vagabunda cuera que eu ainda ia ver.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele saiu e foi pra o banheiro lavar a pica depois eu fui tamb&eacute;m nos lavamos e comemos uns biscoitos que tava l&aacute; com refrigerante.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ent&atilde;o ele madou eu ir embora ent&atilde;o eu falei.<br />
<br />
<br />
	<br />
	-Poxa t&aacute; t&atilde;o gostoso vamos fuder mais eu amei fuder com vc por favor,e come&ccedil;ei bater uma punheta pra ele que logo sorriu me chamando de cachorra .<br />
<br />
<br />
	<br />
	Deitei ele na cama se sentei com o cuzinho de frente pra ele e ele gemia me chamava de parque de divers&atilde;o rssss,sem tira a pica do cu virei de costas pra ele e come&ccedil;ei dan&ccedil;ar funk com a pica no cuzinho e mais uma vez ele encheu meu cuzinho de gala quente rsss.nos jogamos na cama sorrindo ele me chamando de puta e eu chamando ele de rola gostosa rsss.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele foi pra o banheiro novamente eu fiquei l&aacute; esperando ele sair do banheiro.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele depois foi atender o celular e ficou um bom tempo conversando depois voltou e disse que agora eu poderia ir em bora s&oacute; que eu falei que queria falar uma coisa ele perguntou o qu&ecirc;,eu falei assim.<br />
<br />
<br />
	<br />
	-Quero beber sua gala gostosa , dono da minha buceta vc merece eu so bebo de quem merece. A&iacute; ele falou,<br />
<br />
<br />
	<br />
	*Eta vagabunda assim vc me mata de tanto gozar vc mas parece um dep&oacute;sito de gala .comecei mamar ele bem gostoso mamava so a cabe&ccedil;a parecendo uma vaquinha chupava as bolas depois mamava com as m&atilde;os alisando o saco dele,<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele me botou de p&eacute; de frente pra ele e fui metendo a rola na minha bucetinha e metendo at&eacute; os ovos parecia que tava guardando a pica na minha bucetinha dando estocada fundo e parando e a pica toda dentro.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Depois ele me ajoelhou e eu peguei a picona dele e mamei so a cabe&ccedil;a que j&aacute; tava saindo gala depois que ele tirou a pica toda limpa da minha boca mostrei a minha boca cheia de gala e engolir ele sorriu alisando meu rosto.<br />
<br />
<br />
	<br />
	E foi no banheiro lavou a pica depois ficou me olhando eu tomar banho eu me vestir e antes de eu sair ele me deu um dinheiro e disse que n&atilde;o era mas pra eu ir l&aacute; pois n&atilde;o queria problemas eu perguntei se ele n&atilde;o tinha gostado ele disse que claro que amou mas n&atilde;o era mais pra eu ir l&aacute;.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Eu fui embora mas &eacute; claro que eu fui l&aacute; e ele me usou como quis e disse que ficou sabendo que eu era uma putinha na minha rua que era pra eu parar de fuder com os outros so fuder com ele que ele me dava dinheiro e tinha esse direito.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Mas depois que a obra embalou come&ccedil;ou a chegar funcion&aacute;rios ent&atilde;o parei de ir l&aacute; mas depois que a constru&ccedil;&atilde;o terminou era uma pousada muito boa passei a trabalhar l&aacute; ai ja sabe n&eacute; virei camareira, e tamb&eacute;m virei brinquedinho dele passei um bom tempo morando l&aacute; com ele servindo meu corpo a meu dono gostoso.rrssss.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Espero que gostem rsss]]></description>
<guid isPermaLink="false">6@https://samuca.com.br</guid>
<dc:subject>Historias Reais</dc:subject>
<dc:date>2026-09-26T19:45:25+00:00</dc:date>
<dc:creator>Posted by </dc:creator>
</item>

<item>
<title>Viciada em dar o cu</title>
<link>https://samuca.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=5</link>
<description><![CDATA[<br />
	<br />
	Quando eu tinha 20 anos, conheci um cara 17 anos mais velho. At&eacute; ent&atilde;o ningu&eacute;m com essa idade tinha chamado minha aten&ccedil;&atilde;o. Assim que o vi a primeira vez, fiquei encantada e pra melhorar vi que ele ficou super afim. O conheci no meu trabalho, ele foi umas duas vezes o atendido normalmente e na terceira vez que ele foi, ele pediu meu n&uacute;mero fingindo que era para tratar de assuntos profissionais rsrs. Eu sem pensar duas vezes passei meu n&uacute;mero e passei horas na ansiedade dele me mandar mensagens. Mandou, eu surtei kkkk. No mesmo dia que conversamos ele me chamou pra sairmos e eu nem fingi ser dif&iacute;cil, aceitei de cara. Combinamos de sair a noite e ele me surpreendeu, n&atilde;o tentou nada comigo, apenas conversamos. No dia seguindo sa&iacute;mos de novo e rolou de tudo. Ele foi com tudo, era um macho rodulo, que n&atilde;o tinha peninha n&atilde;o, fudeu minha buceta por mais meia hora sem parar, passei tanto tempo de pernas abertas que pedi pra ficar de costas. Nesse momento ele n&atilde;o pensou duas vezes, enfiou no meu cu, que at&eacute; ent&atilde;o era virgem. Eu gritava feito louca de tanta dor, pedia pra tirar e ele nem se importava, eu quase chorei. Depois disse ele foi me deixar em casa e conversando por mensagens ele disse que sempre ia comer meu cu. Assim foi, nos viamos quase todo dia, nisso ele gostava de bater, me perguntou se eu gostava de apanhar e eu disse que nunca tinha acontecido mas tinha curiosidade. Entao testamos rsrs. Ele me bateu tanto que passei mais de um m&ecirc;s com marcas roxa pelo corpo. Ele viciou comer meu cu de uma forma que eu n&atilde;o tinha paz, meu cu ja fazia bico de tanto que ele fodia com aquela pica gigante, super grossa. Botava eu pra mamar e ficava me engasgando de prop&oacute;sito, depois me dava uma surra at&eacute; eu n&atilde;o aguentar ficar em p&eacute; e fudia meu cuzinho com tanta forma que eu ja nem sentia mais nada. Ele passava mais de hora no meu cuzinho, n&atilde;o tinha mais prega n&atilde;o, meu cu ja tinha a medica da rola grossa dele. Ele me espancava e me fodia feito uma cadela. Me tratava como uma puta e eu fiquei viciada, tinha dias que 6h da manh&atilde; eu ja tava mamando e bebendo seu leitinho, eu vivia pra o agradar, amava ser a putinha dele, ele mandava e eu so obedecia, ele cuspia em minha boca e mandava eu engolir e eu claro, fazia o que ele mandava. Tinha dias que n&oacute;s sa&iacute;a 22h e so parava de fuder l&aacute; pras 2h da manh&atilde;, ele tinha uma energia absurda, meu cu que ja vivia aberto porque ele n&atilde;o dava fulga pra fechar, era rola dia e noite, ja vivia com o cuzinho inchado e com bico, ele adorava o estrago que ele fazia, ficava super arrombado mesmo. Era toda hora enfiado que eu n&atilde;o sentia mais meu cu pra nada.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Foram longos dois anos sendo escrava desse macho roludo, ate hoje lembro do gosto do leitinho dele, e meu cu ainda tem a medida daquela rola gigante, que ele fudia a hora que quisesse.]]></description>
<guid isPermaLink="false">5@https://samuca.com.br</guid>
<dc:subject>Historias Reais</dc:subject>
<dc:date>2026-09-26T19:40:31+00:00</dc:date>
<dc:creator>Posted by </dc:creator>
</item>

<item>
<title>Meu pai dormiu e virei putinha dos amigos dele</title>
<link>https://samuca.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=4</link>
<description><![CDATA[<br />
	<br />
	Era um domingo comum, fazia muito calor. Eu em casa, ap&oacute;s uma noite com meu namorado, o J&uacute;lio, que pela manh&atilde; deixou minha casa para ir visitar os pais. Marcamos de nos ver &agrave; noite, e eu estava lavando roupa, arrumando a casa, tudo normal. Quando uma liga&ccedil;&atilde;o mudou tudo...<br />
<br />
<br />
	<br />
	Boa tarde meus amores. Me chamo Luanna, tenho 26 anos, seios fartos, aur&eacute;olas bem desenhadas e grandes. Meus peitos s&atilde;o bicudos. Coxas grossas, bunda grande, pele alva, cabelos abaixo dos ombros.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Recebi uma liga&ccedil;&atilde;o de um n&uacute;mero desconhecido. Vi e n&atilde;o atendi. Segundos depois, novamente me ligaram. Resolvi atender, j&aacute; que pela insist&ecirc;ncia poderia ser algo realmente s&eacute;rio.<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ al&ocirc;, quem &eacute;?<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ Luanna?<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ sim, com quem eu falo?<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ ent&atilde;o mo&ccedil;a, sou amigo do seu pai, Rafael.<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ o que tem ele? Ele est&aacute; bem??<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ mais ou menos<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ fala logo, o que houve com ele??<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ calma, vou explicar. Estamos em um bar aqui em Cascadura, eu, ele e mais um amigo nosso. Seu pai bebeu demais, muito mesmo. J&aacute; apagou e acordou, e queremos levar ele pra casa. Ligamos pra sua m&atilde;e, pro seu irm&atilde;o, e ningu&eacute;m atende. Achamos seu n&uacute;mero no telefone dele<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ t&aacute;, pode trazer ele pra c&aacute;?<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ claro, me passa o endere&ccedil;o por favor<br />
<br />
<br />
	<br />
	Fiquei t&atilde;o nervosa e preocupada que nem me dei conta de como eu estava vestida. Shortinho curtinho, daqueles que mostra a polpa da bunda, sem calcinha, o que fazia minha bucetinha ficar bem divididinha j&aacute; que minha bucetinha &eacute; carnudinha, e suti&atilde; de rendinha. Afinal estava calor demais, eu estava a vontade em casa arrumando as coisas e bebendo minha cervejinha.<br />
<br />
<br />
	<br />
	N&atilde;o demorou e eles chegaram. Meu pai estava andando, por&eacute;m carregado pelos amigos. De um lado, Gilberto, uns 45 anos, alto, moreno claro, forte. Do outro, Manoel, baixinho, uns 30 anos, barrigudinho, branco. Rapidamente fui ajud&aacute;-los, conduzindo-os para o quarto. Chegando ao c&ocirc;modo, fomos levando meu pai pra cama. Muito pesado para eu segurar sozinha, Gilberto veio por tr&aacute;s de mim me dando apoio, dividindo o peso dele. Senti Gilberto ro&ccedil;ar o pau em mim e pelo que senti estava sem cueca... Talvez tivesse sido acidentalmente, mas sem d&uacute;vidas causei rea&ccedil;&atilde;o nele, pois senti o pau dele endurecendo entre as bandas da minha bunda... Segurando meu pai pelos bra&ccedil;os para arruma-lo na cama estava Manoel, que n&atilde;o tirava os olhos dos meus peitos, e na posi&ccedil;&atilde;o abaixada estava bem &agrave; mostra.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Meu pai, deitado, tentava falar:<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ filha... Filha...<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ oi pai, t&ocirc; aqui, t&aacute; tudo bem agora<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ &ocirc; meu amor... Pai bebeu demais...<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ estou vendo, mas t&aacute; tudo bem agora pai<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ voc&ecirc; &eacute; meu amor mesmo filha...<br />
<br />
<br />
	<br />
	Nisso meu pai me puxou pelo pesco&ccedil;o e beijou minha boca. Tentei me desvencilhar, afinal os amigos dele estavam ali, assistindo a tudo. Senti a l&iacute;ngua dele invadindo minha boca. N&atilde;o deu pra fugir desse beijo...<br />
<br />
<br />
	<br />
	Nisso Gilberto, que j&aacute; tinha se afastado, me pegou pela cintura e se encaixou de novo na minha bunda, com o pretexto:<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ ele est&aacute; bem, mo&ccedil;a?<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ est&aacute;, est&aacute; sim...<br />
<br />
<br />
	<br />
	Consegui me desvencilhar dos beijos do meu pai, que apagou novamente.<br />
<br />
<br />
	<br />
	_acho melhor deixarmos ele dormindo - eu disse.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Chamei-os para a sala, Gilberto e Manoel<br />
<br />
<br />
	<br />
	Manoel viu um lat&atilde;o e um copo, e perguntou:<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ voc&ecirc; estava bebendo n&eacute;?<br />
<br />
<br />
	<br />
	Eu:<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ sim, estava arrumando a casa<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ a gente trouxe umas cervejas do bar. Podemos beber com voc&ecirc;?<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ claro, me d&aacute; a&iacute;, vou botar na geladeira e trazer mais copos<br />
<br />
<br />
	<br />
	Fui at&eacute; a cozinha e pude sentir na pele os olhares dos dois sobre mim...<br />
<br />
<br />
	<br />
	Peguei copos, 2 latas e fui devagar pra sala. Antes de chegar ouvi eles cochichando:<br />
<br />
<br />
	<br />
	Gilberto: _ rapaz... Que bunda gostosinha que ela tem<br />
<br />
<br />
	<br />
	Manoel: _ c&ecirc; &eacute; louco... Eu vi voc&ecirc; sarrando ela kkkk<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ ia perder a oportunidade? Rab&atilde;o delicioso desse<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ e os peit&otilde;es? Puta que pariu, era s&oacute; uma mamada naqueles peitos agora<br />
<br />
<br />
	<br />
	Voltei e eles disfar&ccedil;aram. Servi a cerveja e sentei no sof&aacute;, do lado do Manoel e de frente pro Gilberto. Com as pernas cruzadas atraindo ainda mais os olhares deles. J&aacute; estava at&eacute; gostando de mexer com aqueles caras... Conforme a gente conversava, Manoel volta e meia botava a m&atilde;o na minha perna. Perguntaram se eu era casada, falei que tenho namorado. Perguntaram se ele chegaria ali. Eu disse que sim, por&eacute;m s&oacute; a noite. Nisso Gilberto se levanta e tamb&eacute;m se senta no mesmo sof&aacute;. Ficamos meio apertados... Eu entre os dois. Que come&ccedil;aram a rasgar elogios. Agora de forma descarada. Chegaram a perguntar sobre o beijo que eu e meu pai demos, na boca.<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ ah, eu e meu pai temos uma rela&ccedil;&atilde;o bem &iacute;ntima<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ s&eacute;rio? Achei que era s&oacute; porque ele est&aacute; b&ecirc;bado - disse Gilberto<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ eu fiquei com inveja porque adoraria beijar sua boca tamb&eacute;m - disse o baixinho Manoel<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ gente... Voc&ecirc;s s&atilde;o dois tarados, isso sim rs<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ n&atilde;o rola n&atilde;o? - perguntou Gilberto<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ ah... V&atilde;o guardar segredo?<br />
<br />
<br />
	<br />
	Pra que fui brincar assim? Manoel j&aacute; me puxou pelo pesco&ccedil;o e me deu um beij&atilde;o de l&iacute;ngua... Com a m&atilde;o na minha bunda, ele alisava meus rabo, beijando empolgado, chegando a babar... Gilberto chegou bem perto e abriu meu suti&atilde;... Mesmo beijando o Manoel, ajudei-o a tirar de vez o suti&atilde; ficando com meus peit&otilde;es expostos... Manoel botou o pau pra fora... Apesar de baixinho, ele tem um pau grosso, e cabe&ccedil;udo... Ca&iacute; de boca naquele pau duro carnudo... Abocanhei enquanto ele acariciava meus cabelos, meus seios... Nisso Gilberto me &quot;ajeitou&quot; me botando de quatro no sof&aacute;... Meteu a l&iacute;ngua l&aacute; dentro, bem na minha bucetinha... Comecei a gemer e rebolar gostoso na cara dele, que abria minha raba, linguava minha bucetinha e meu cuzinho... Enfiou o indicador no meu cuzinho e falou &quot;que cuzinho apertadinho... Hum, del&iacute;cia...&quot;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Me virei e falei:<br />
<br />
<br />
	<br />
	_ n&atilde;, n&atilde;, ni, n&atilde; n&atilde;o, cuzinho n&atilde;o. Pega uma camisinha ali na gaveta.<br />
<br />
<br />
	<br />
	Nunca vi algu&eacute;m ir e voltar t&atilde;o r&aacute;pido... Foi quando vi o pau duro que estava me sarrando... Um pau enorme, de uns 22cm, n&atilde;o muito grosso, reto, marronzinho... Ele encapou e veio por tr&aacute;s de mim... Botou devagar enquanto eu me acabava no boquet&atilde;o no Manoel...<br />
<br />
<br />
	<br />
	Gemi como uma cadelinha com o pau atolado na buceta e outro na boca, vibrando... Chupava o pau duro e punhetava, enquanto o Gilberto... Metia e batia forte na minha bunda... Rebolei tanto, t&atilde;o gostoso, que Gilberto n&atilde;o aguentou e gozou gostoso... Senti ele abrindo minha bunda quando tirou a rola... Olhei pra tr&aacute;s e vi a camisinha cheia de porra... Gilberto perguntou onde era o banheiro, eu mostrei. Levantei peladinha... Enquanto ele ia, Manoel tamb&eacute;m botou a camisinha e falou &quot;agora &eacute; a minha vez&quot;. Manoel me botou de pernas abertas sobre o sof&aacute; e enfiou a rola grossa na minha buceta... Segurando minhas pernas, me deixou toda abertinha e me fudia como um louco, a ponto dos meus peit&otilde;es balan&ccedil;arem forte... Gozei, esguichei melzinho da buceta... Gilberto j&aacute; havia me deixado a ponto de bala e aquele baixinho me levou &agrave;s nuvens... Foi quando ele tirou de dentro, tirou a camisinha e &quot;lavou&quot; meus peitos com porra, muita, muita porra quente...<br />
<br />
<br />
	<br />
	Quando Gilberto voltou, eu fui levar o Manoel no banheiro. Tomamos banho juntos, trocamos beijos na boca, ele alisando meu corpo... Voltei e falei que eles precisavam ir. Eles queriam ficar mais, mas achei mais prudente eles irem embora... Fui pra cama e deitei do lado do meu pai, sem ele sequer imaginar o que os amigos dele fizeram comigo...<br />
<br />
<br />
	<br />
	Privacy da namorada infiel do J&uacute;lio, filha safada do Rafael:<br />
<br />
<br />
	<br />
	https://privacy.com.br/@LuannaMell<br />
<br />
<br />
	<br />
	Venham me conhecer melhor... Falo com todos no chat ]]></description>
<guid isPermaLink="false">4@https://samuca.com.br</guid>
<dc:subject>Contos</dc:subject>
<dc:date>2026-09-26T19:36:53+00:00</dc:date>
<dc:creator>Posted by </dc:creator>
</item>

<item>
<title>Viajem Fim De semana</title>
<link>https://samuca.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=3</link>
<description><![CDATA[<br />
	<br />
	Os c&ocirc;njuges tinham viajado no mesmo fim de semana. Ricardo, marido de Andressa, para Bras&iacute;lia; Andrea, esposa de Marcelo, para S&atilde;o Paulo. Andressa Mendes, 50 anos, advogada de presen&ccedil;a marcante e sensualidade madura, e Marcelo, 40 anos, analista financeiro de postura calma e controlada, ficaram cada um na sua casa at&eacute; a mensagem chegar no fim da tarde de sexta-feira.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Andressa:<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Grupo de compras Alegria de Pobre<br />
<br />
<br />
	<br />
	Estou sozinha. Voc&ecirc; tamb&eacute;m?<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Marcelo:<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Sim.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Andressa:<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Vem aqui. S&oacute; um drinque.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele n&atilde;o respondeu com palavras. Meia hora depois o interfone tocou.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Andressa abriu a porta. O pijama de seda preta curto mal cobria o come&ccedil;o das coxas esguias e tonificadas. Sem suti&atilde;. Os seios m&eacute;dios, firmes e de formato natural, marcavam o tecido fino; os mamilos sens&iacute;veis j&aacute; estavam um pouco duros por causa do ar-condicionado. O cabelo longo e escuro, quase preto, ca&iacute;a solto sobre os ombros em leves ondas. Os &oacute;culos de arma&ccedil;&atilde;o escura ainda estavam no rosto, refor&ccedil;ando o ar intelectual e sedutor. As unhas longas e vermelhas contrastavam com a pele morena clara bem cuidada. O sorriso largo, confiante e convidativo apareceu quando ela viu Marcelo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele entrou em sil&ecirc;ncio. A camisa polo azul-marinho valorizava o tronco s&oacute;lido, os ombros largos e o peito amplo. A barba longa, espessa e bem cuidada &mdash; quase preta com alguns fios grisalhos &mdash; descia pelo pesco&ccedil;o, dando a ele aquele ar de for&ccedil;a e maturidade. O cabelo curto nas laterais e rarefeito no topo estava raspado bem baixo. Os olhos castanhos intensos encontraram os dela. A express&atilde;o s&eacute;ria e concentrada dele se suavizou s&oacute; um pouco.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Voc&ecirc; veio r&aacute;pido &mdash; Andressa disse, a voz baixa, com aquele humor ir&ocirc;nico que ela usava para provocar.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Voc&ecirc; mandou mensagem. Eu n&atilde;o ia demorar.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ela deu um passo para tr&aacute;s e se encostou na parede do corredor. A cintura fina e bem marcada criava uma curva suave sob a seda. Marcelo se aproximou. A diferen&ccedil;a de tamanho era clara: ele de estrutura firme, bra&ccedil;os fortes e m&atilde;os grandes; ela magra, de linhas elegantes e definidas.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Eu n&atilde;o chamei voc&ecirc; s&oacute; por causa do drinque &mdash; ela admitiu, sem timidez. Sabia o que queria e n&atilde;o tinha vergonha de pedir.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Eu sei.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	A m&atilde;o grande e grossa dele subiu pelo pesco&ccedil;o fino dela, o polegar ro&ccedil;ando a linha da mand&iacute;bula. Andressa tirou os &oacute;culos devagar e os colocou no aparador. Quando a boca de Marcelo desceu sobre a dela, o beijo foi imediatamente profundo. A barba longa e &aacute;spera raspou o queixo e as bochechas, exatamente o gatilho que ela amava. Andressa soltou um gemido baixo dentro da boca dele e puxou a polo para fora da cal&ccedil;a, sentindo o peito amplo coberto por pelos escuros.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Porra, sua barba&hellip; &mdash; ela murmurou entre beijos, a voz j&aacute; carregada de desejo. &mdash; Eu gosto de sentir ela na minha pele. Em todo lugar.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Vai sentir &mdash; ele respondeu, a voz grave e de poucas palavras, como sempre. Preferia gemidos baixos e comandos curtos.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Marcelo a ergueu pela cintura fina com facilidade. As pernas longas e delgadas de Andressa se fecharam em volta da cintura m&eacute;dia dele enquanto ele a carregava at&eacute; a sala. O pijama de seda subiu. Ela n&atilde;o usava calcinha. Quando ele a sentou no sof&aacute;, a buceta j&aacute; &uacute;mida tocou o tecido da cal&ccedil;a. O bumbum pequeno e firme se acomodou no assento.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele olhou para baixo, entre as coxas esguias abertas.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Voc&ecirc; j&aacute; estava assim quando me mandou a mensagem?<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Desde a tarde &mdash; Andressa respondeu, o sorriso confiante ainda no rosto. &mdash; Fiquei pensando em voc&ecirc;. Na sua barba. Nas suas m&atilde;os grandes. No seu pau. Em como ia ser quando voc&ecirc; chegasse e eu perdesse o controle.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Marcelo desceu a m&atilde;o e passou dois dedos grossos pela fenda molhada, abrindo os l&aacute;bios e esfregando o clit&oacute;ris com o polegar. A pele morena clara, lisa e quente dela contrastava com a dele. Andressa arqueou as costas, a barriga plana e firme se tensionando.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Porra, t&aacute; encharcada&hellip;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Para de provocar e me come &mdash; ela pediu, quase exigindo, o lado autorit&aacute;rio da advogada aparecendo mesmo no meio do desejo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Ainda n&atilde;o.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele se ajoelhou na frente do sof&aacute;, abriu mais as coxas tonificadas e enterrou o rosto entre as pernas. A barba longa e &aacute;spera raspou a pele sens&iacute;vel da virilha no mesmo instante em que a l&iacute;ngua encontrou o clit&oacute;ris. Andressa soltou um grito abafado, as unhas vermelhas longas cravadas nos cabelos curtos da nuca dele.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Isso&hellip; assim&hellip; a barba t&aacute; me matando, Marcelo&hellip; n&atilde;o para&hellip;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele n&atilde;o respondeu com palavras. Chupou o clit&oacute;ris com press&atilde;o constante, depois desceu a l&iacute;ngua at&eacute; o buraco e penetrou com ela, enquanto o nariz pressionava o ponto mais sens&iacute;vel. A barba ia ficando cada vez mais molhada de saliva e do gozo dela. Andressa tremia, as coxas magras tentando se fechar em volta da cabe&ccedil;a dele. O contraste entre a mulher de sucesso e a que se entregava com gemidos baixos estava completo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Me diga o que voc&ecirc; quer &mdash; ele falou, a voz rouca, a boca ainda colada nela.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Quero gozar na sua boca. Agora. N&atilde;o para&hellip; me faz gozar com essa barba enfiada em mim.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Marcelo obedeceu. Aumentou a press&atilde;o, chupou com mais for&ccedil;a, enfiou dois dedos dentro dela e curvou, buscando o ponto certo. Andressa gozou com as coxas apertando a cabe&ccedil;a dele, o corpo magro inteiro tremendo, um gemido longo e quebrado saindo da garganta. Ele continuou lambendo devagar enquanto ela ainda pulsava, prolongando o orgasmo at&eacute; ela empurrar a cabe&ccedil;a dele com a m&atilde;o de unhas vermelhas.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Para&hellip; para um segundo&hellip; t&aacute; sens&iacute;vel demais.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Marcelo se levantou. A barba brilhava de saliva e de gozo. Andressa, ainda ofegante, desceu as m&atilde;os e abriu o cinto e o z&iacute;per dele com pressa. O pau saiu pesado, duro, as veias saltadas, a cabe&ccedil;a j&aacute; molhada de pr&eacute;-gozo. Ela o envolveu com as duas m&atilde;os &mdash; as unhas vermelhas contrastando com a pele morena clara dele &mdash; e olhou para cima, os olhos castanhos vivos.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Eu quero chupar. Quero sentir ele latejando na minha boca. Quero sua barba ro&ccedil;ando minha testa enquanto eu te engulo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Ent&atilde;o chupa.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ela se ajoelhou entre as pernas robustas dele e engoliu o pau de uma vez, at&eacute; a garganta. Marcelo soltou um gemido grave, a m&atilde;o grande segurando o cabelo longo e escuro dela. Andressa chupava fundo, babando, a saliva escorrendo pela barba dele quando ele se inclinava para ver. De vez em quando ela parava s&oacute; na cabe&ccedil;a, chupava s&oacute; a glande com for&ccedil;a e olhava nos olhos intensos dele.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Voc&ecirc; gosta de ver eu te chupando desse jeito? Com essas unhas vermelhas segurando seu pau?<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Porra, gosto pra caralho. Continua. Mais fundo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ela voltou a engolir tudo, a garganta apertando em volta da cabe&ccedil;a do pau. Marcelo puxou o cabelo dela e tirou o pau da boca antes de gozar, a respira&ccedil;&atilde;o pesada, o peito amplo subindo e descendo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Eu quero gozar dentro de voc&ecirc;. Quero sentir essa buceta apertando. Quero ver essa cintura fina se contorcendo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Andressa se levantou, virou de costas, ajoelhou no sof&aacute; e arqueou a coluna. A cintura fina e bem marcada criava aquela curva suave e delicada. O bumbum pequeno e firme ficou para cima. Marcelo se posicionou atr&aacute;s, passou a cabe&ccedil;a do pau pela fenda molhada v&aacute;rias vezes, espalhando o l&iacute;quido, e s&oacute; ent&atilde;o enterrou de uma vez s&oacute;.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Andressa gritou.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Caralho&hellip; que grosso&hellip; vai devagar no come&ccedil;o&hellip;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Aguenta &mdash; ele rosnou, segurando a cintura fina com as duas m&atilde;os grandes. &mdash; Voc&ecirc; pediu pra eu te foder. Agora aguenta.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele come&ccedil;ou a meter fundo, devagar no in&iacute;cio, sentindo cada cent&iacute;metro entrar e sair. O pau abrindo, a buceta apertando e molhando tudo. Depois acelerou. As estocadas ficaram pesadas, molhadas, o som da pele batendo ecoando na sala. A seda do pijama estava toda amassada em volta da cintura dela. Os seios m&eacute;dios balan&ccedil;avam a cada investida. A barba longa raspava as costas dela quando ele se inclinava.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Mais forte &mdash; Andressa pediu, a voz j&aacute; rouca. &mdash; Me fode como se eu fosse s&oacute; sua. Como se a gente n&atilde;o tivesse ningu&eacute;m esperando em casa. Me faz esquecer que eu sou advogada.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Marcelo obedeceu. Segurou os cabelos longos e escuros com uma m&atilde;o, a cintura fina com a outra, e meteu com for&ccedil;a. A barba raspava as costas dela enquanto ele beijava e mordia o ombro.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Sua buceta t&aacute; me engolindo&hellip; porra, Andressa&hellip; t&atilde;o apertada&hellip;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; &Eacute; sua agora. Mete mais fundo. Quero sentir voc&ecirc; no fundo. Quero suas m&atilde;os grandes me segurando enquanto eu gozo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele ergueu uma das pernas longas e delgadas dela, colocando o joelho no encosto do sof&aacute;, mudando o &acirc;ngulo, e foi ainda mais profundo. Andressa gritou de novo, as unhas vermelhas cravadas no tecido. O prazer subia r&aacute;pido demais. O contraste entre o homem calmo e o dominante na cama estava completo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Eu vou gozar &mdash; ela avisou, a voz quebrada. &mdash; N&atilde;o para&hellip; n&atilde;o tira&hellip; me faz gozar com essa barba na minha pele&hellip;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Goza. Quero sentir voc&ecirc; apertando meu pau. Goza pra mim.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ela gozou forte, o corpo magro inteiro tremendo, a buceta pulsando em volta dele em espasmos longos. Marcelo segurou a cintura fina com for&ccedil;a e continuou metendo durante o orgasmo dela, prolongando at&eacute; ela quase n&atilde;o aguentar mais.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Quando os tremores diminu&iacute;ram, ele saiu devagar, ainda duro, e a virou de frente. Andressa ficou sentada no sof&aacute;, as pernas abertas, a respira&ccedil;&atilde;o descompassada, os seios m&eacute;dios subindo e descendo. Marcelo se ajoelhou de novo entre as pernas dela, passou a l&iacute;ngua pela buceta j&aacute; sens&iacute;vel e cheia do gozo dela, lambendo devagar. A barba molhada arranhava a parte interna das coxas esguias.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Marcelo&hellip; t&aacute; sens&iacute;vel&hellip;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Eu sei. Mas eu quero sentir o gosto de novo. Quero essa barba cheia de voc&ecirc;.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele chupou com mais cuidado, a barba arranhando. Andressa gemia baixo, os dedos de unhas vermelhas nos cabelos curtos da nuca dele. Depois de alguns minutos ele se levantou, pegou as pernas longas dela e as colocou sobre os ombros largos. O pau voltou a entrar devagar, dessa vez de frente, os olhos castanhos intensos dos dois se encontrando.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Olha pra mim enquanto eu te fodo &mdash; ele pediu, o comando curto e direto.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Andressa obedeceu. As estocadas come&ccedil;aram lentas, profundas, quase carinhosas, e foram ficando mais fortes. O sof&aacute; rangia. O som molhado da penetra&ccedil;&atilde;o preenchia a sala. Marcelo baixou a cabe&ccedil;a e mordeu um dos seios m&eacute;dios, chupando o mamilo sens&iacute;vel enquanto continuava metendo. A barba raspava o peito dela.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Mais&hellip; me d&aacute; mais &mdash; Andressa pediu, o lado que gostava de ser dominada aparecendo. &mdash; Me faz esquecer o cargo. Me faz s&oacute; sua.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Ele tirou o pau, ajoelhou ela de novo de quatro e voltou a entrar por tr&aacute;s, dessa vez segurando os dois lados da cintura fina e puxando ela contra ele a cada estocada. O ritmo ficou brutal. Andressa gritava a cada investida, a voz j&aacute; rouca de tanto gemer. As unhas vermelhas se cravavam no encosto. O bumbum pequeno e firme batia contra a pelve s&oacute;lida dele.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Vai gozar de novo? &mdash; ele perguntou, ofegante, o peito amplo coberto de suor e pelos escuros.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Vou&hellip; porra, vou&hellip;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Ent&atilde;o goza comigo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Marcelo acelerou ainda mais, as m&atilde;os grandes apertando a cintura fina com for&ccedil;a, a barba longa ro&ccedil;ando as costas. Andressa gozou pela terceira vez, o corpo magro inteiro tremendo, a buceta apertando o pau dele em espasmos fortes. Marcelo soltou um gemido longo e grave e gozou logo em seguida, enterrado at&eacute; o fim, jatos quentes enchendo ela enquanto ele continuava a meter devagar, prolongando o pr&oacute;prio orgasmo. O cheiro de perfume masculino misturado ao suor preenchia o ar.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	S&oacute; ent&atilde;o ele parou. Ficaram im&oacute;veis, ofegantes, o suor escorrendo pela pele morena clara de ambos. Marcelo ainda dentro dela, a barba ro&ccedil;ando o ombro.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Andressa quebrou o sil&ecirc;ncio primeiro, a voz rouca e cansada, o sorriso confiante voltando aos poucos:<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Voc&ecirc; pode ficar a noite toda.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Marcelo beijou a nuca dela, a barba ainda molhada.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Eu n&atilde;o pretendo ir embora. E amanh&atilde; de manh&atilde; eu quero te foder de novo. Devagar. Quero ver essa cintura fina se contorcendo em cima de mim. Quero gozar dentro de voc&ecirc; outra vez. Quero minha barba em todo lugar do seu corpo.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	Andressa sorriu, ainda com ele dentro, e apertou a buceta de prop&oacute;sito, arrancando um gemido dele.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	&mdash; Ent&atilde;o fica. A cidade &eacute; nossa at&eacute; domingo&hellip; e eu ainda n&atilde;o terminei com voc&ecirc; hoje. Quero sentir essas m&atilde;os grandes me segurando de novo. Quero perder o controle outra vez.<br />
<br />
<br />
	<br />
	&nbsp;<br />
<br />
<br />
	<br />
	L&aacute; fora o tr&acirc;nsito continuava. Dentro do apartamento moderno de Andressa, os dois casados &mdash; a advogada de presen&ccedil;a marcante e o analista de barba longa &mdash; j&aacute; estavam se tocando de novo, a segunda rodada come&ccedil;ando antes mesmo de conseguirem se levantar do sof&aacute;.]]></description>
<guid isPermaLink="false">3@https://samuca.com.br</guid>
<dc:subject>Contos</dc:subject>
<dc:date>2026-09-26T13:25:24+00:00</dc:date>
<dc:creator>Posted by webmaster</dc:creator>
</item>

</channel>
</rss>
