Anonymous writes "
A cada dia que passava eu me tornava mais e mais safada, com cada vez menos medo e pudor, uma sensação de querer sempre mais e logo isso iria acontecer. Era terça-feira, por volta das três da tarde, quando o ramal 101 tocou. Eu já sabia o que significava.
— Sim, doutor? — Atendi com a voz educada de sempre.
— Venha até a minha sala, por favor. — pediu Marcelo, ele estava a uns 40 minutos reunido com um cliente importante da transportadora.
Levantei da recepção, ajeitei a saia lápis curta do uniforme e caminhei até o escritório do chefe. O plug de metal que ele me obrigava a usar o dia inteiro pressionava a cada passo. Abri a porta, entrei e tranquei atrás de mim.
Dr. Marcelo estava sentado atrás da mesa. Do outro lado, o cliente: uns cinquenta anos, barriga pronunciada, camisa social aberta no peito, anel grosso no dedo e um olhar de quem estava acostumado a mandar. Cheiro de cigarro caro e perfume forte.
— Ruth, este é o senhor Valdir. Dono da RP peças. A gente tá fechando um contrato grande. — Marcelo sorriu de lado. — E ele quer conhecer melhor a nossa “recepcionista evangélica especial”.
— Bonitinha pra caralho. —Valdir me olhou de cima a baixo, demorado, como se eu já estivesse nua. — Casada, né?
— Casada — eu respondi, a voz baixa.
— Casada com um corno frouxo. — comentou Marcelo se levantando. — Também é evangélica, acredita?
— Olha só, dizem que as evangélicas são as mais safadas. — Sorriu Valdir maliciosamente. — Marcelo me contou que você é uma puta muito da safada, é verdade?
— Sim. — Respondi tímida.
Marcelo veio até mim e puxou a saia pra cima de uma vez, expondo que eu não usava calcinha e minha buceta completamente depilada, me fez virar e mostrar o plug vermelho brilhava entre as nádegas.
— Ela é bem treinada, Valdir. — Deu um tapa leve na minha bunda. — Usa isso o dia inteiro. — Me virou novamente de frente para o cliente. — Chupa, dá o cu, goza como uma cadela. E hoje você vai Provar.
— Que achado Marcelo, hoje em dia não se fazem mais boas putas como essa vagabunda. — Valdir riu baixo, desabotoando a calça. O pau dele saiu grosso, médio, veioso, já semi-duro. — Mas antes de foder essa piranha quero ver ela rezando.
— Ajoelha — mandou Marcelo.
Eu ajoelhei no carpete ao lado de Marcelo a dois passo do outro homem que já se punhetava lentamente me olhando, minha buceta já estava encharcada, nunca tinha dado pra dois homens de uma vez só, mas essa era uma tara antiga, gozei muitas vezes imaginando como seria ter minha buceta e meu cuzinho guloso preenchidos ao mesmo tempo.
— Vamos puta Evangélica, reza, agradeça a Deus por ter dois paus para te foder agora. — Valdir mandou.
— Obrigada… — Fechei os olhos e juntei as mãos. — Obrigada meu Deus por multiplicar os paus que vão foder sua filha. — Aquilo com certeza era um Sacrilégio, mas minha buceta gostou. — Faça, senhor, com que esse homens fodam minha buceta melada e meu rabo sem dó, que eu gozei como a vagabunda evangélica que eu sou, e no final, meu pai, que ele gozem muito em mim, na cara, na minha boca, dentro de mim. — meu cu piscava sem parar de tanto tesão. — Amém. — Finalizei a oração e abri os olhos, os dois já estavam sem as calças de pau duro na minha frente.
Valdir enfiou o pau na minha boca primeiro. O gosto forte e salgado me invadiu. Sabia exatamente como apreciar aquele momento. Eu chupei, babei, lambi a cabeça e os ovos dele, até ele enfiar tudo na minha garganta profunda, engoli até a base. Ele gemeu e segurou meu cabelo.
— Porra, a putinha sabe chupar… — Um tapa leve no meu rosto. — Aposto que nunca chupou o pau do corno assim. — Provocou socando o pau inteiro na minha boca novamente.
— Não… — Respondi assim que ele desenterrou seu pau da minha garganta. — Aquele frouxo não sabe foder uma vagabunda como eu.
— Mas nós sabemos. — Marcelo enfiou o pau na minha boca. — Nós sabemos como tratar uma vadia como você. — Falou me fodendo a garganta, saliva escorrendo pelo queixo, lágrimas nos olhos.
Mal Marcelo tirou seu pau da minha boca, Valdir socou o dele. Assim ficaram fodendo minha boca, os paus iam fundo na minha garganta, bombavam e saiam dando lugar ao outro. Que sensação maravilhosa, toda mulher deveria sentir isso, é ótimo se sentir uma vagabunda desejada por vários machos. Valdir puxava meu cabelo com força, chamando de vadia, de puta de escritório. Marcelo batia com o pau na minha cara me chingando de cadela, de casada vagabunda, e o que mais gosto puta evangélica.
— Quero chupar a buceta dessa vadia. — Comentou Valdir me segurando pelo pescoço e levantando. — Vamos cadela. — Ordenou ele me arrastando até o pequeno sofá do escritório. — Senta aí e arreganha essa buceta de crente safada. — me jogou no sofá.
Me abri como uma atriz porno, aliás, me senti num filme, só faltava as câmeras. Me arreganhei o máximo que pude, minha buceta escorria de tão molhada, o cu piscava mais que seta pedindo rola. Valdir não perdeu tempo e se ajoelhou na minha frente enterrando a cara na minha xota, lambendo, sugando, babando. Verdade que ele não chupava tão bem, mas eu estava com tesão explodindo no grelo e não demorou para o primeiro orgasmo chegar, gozei quando ele começou a brincar com meu cuzinho guloso, tirando e colocando o plug.
— Vou gozar… — Gemi mordendo os lábios pra não gritar. — Tô… Goz… — Senti meu corpo tremendo.
— A vagabunda já tá gozando. — Marcelo riu. — Nem começamos a foder a vadia e ela já gozou.
— Caralho Marcelo, essa é a melhor funcionária dessa empresa. — Valdir elogiou se levantando. — É bonita, é vagabunda, chupa como uma piranha e ainda goza como uma cadelinha no cio. — Concluiu ele dando dois tapinhas no ombro do amigo. — Essa putinha evangélica vale ouro meu amigo.
Naquele instante me senti a mulher mais importante do mundo e soube que com minha xotinha molhada e meu rabo poderia conquistar qualquer coisa. Marcelo se ajoelhou na minha frente e já foi socando o pau na minha buceta gozada. Eu já tinha perdido as contas de quantas vezes tinha dado minha ppk para o meu chefe, mas eu adorava quando ele chegava assim sem aviso já socando tudo de uma vez e bombando forte espancando ela por dentro.
— Isso chefinho… Soca forte na puta. — Pedia com voz chorosa que ele amava.
— vagabuna… — Gemia ele me segurando pela cintura e fodendo com raiva. — Toma pau… toma…
— Essa gosta de rola. — comentou Valdir dando a volta no sofá. — Toma aqui outra rola putinha. — bateu com seu pau na minha cara. Na mesma hora abri a boca e engolindo seu pau.
Enquanto um pau ia fundo na minha garganta me fazendo sufocar e babar como uma louca, o outro entrava forte na minha xoxota espancando meu útero e fazendo meu grelinho vibrar como cino, enviando ondas de prazer e tesão por todo meu corpo, mas eu queria mais, muito mais.
— Vem Valdir, vem foder essa cadela. — Meu chefe me ofereceu como se eu fosse um aperitivo. — Essa vagabunda precisa levar pau.
— Vou por essa cadela pra cavalgar no meu pau. — Falou Valdir sentando no sofá ao meu lado. — Vem putinha evangélica, sobe no meu pau.
Foi o que eu fiz, subi sobre ele e sentei com minha bucetinha melada no pau dele que deslizou fácil e para dentro até o talo, confesso que não era acostumada a cavalgar num macho. O corno do Silas nunca deixou, o vizinho sempre gostava de tomar a iniciativa, as poucas vezes que cavalguei um caralho foi do Marcelo. Não tinha muita prática, mas fiz o melhor que eu podia, sentei com vontade fazendo o pau dele sumir dentro de mim e ele gostou.
Valdir gemia e arfava a cada vez que seu pau batia no fundo da minha xota, meu grelo vibrava e já vinha trazendo outro Orgasmo, porém Marcelo tinha outros planos. Ele apoiou a mão nas minhas costas me fazendo parar momentaneamente; puxou o plug do meu cu devagar me fazendo tremer de tesão e deixando meu rabo aberto e pedindo rola. Foi o que ele fez, meteu o pau dele devagar mais foi até o fundo. Agora sim eu era uma puta totalmente preenchida.
— Agora a gente vai te arrombar direito — disse Marcelo com o pau atolado no meu cu.
Eu quis gritar, mas Valdir tapou minha boca. Sentia os dois paus se esfregando dentro de mim, separados só por uma parede fina de carne. Marcelo metia forte no cu, Valdir socava a buceta com raiva. As mãos deles me apertavam, Valdir me segurava pelo pescoço com uma das mãos e com a outra apertava meu seio esquerdo. Marcelo puxava meu cabelo e batia na minha bunda. Eles me fodiam como uma cadela de rua, me usavam como uma puta barata, eu estava amando.
— Olha pra mim enquanto a gente te fode. — Rosnou Valdir. — Puta vagabunda. Olha. — Eu olhei. Lágrimas escorriam, saliva pingava do meu queixo, o Sofá rangia com a força das estocadas.
— Isso… toma. — Marcelo ria atrás de mim. — Você nasceu pra ser arrombada assim. — Seu pau sumia no meu rabo me fazendo incendiar.
Eles alternavam o ritmo: um metia fundo enquanto o outro saía quase todo, depois os dois juntos, me enchendo por completo. Eu gozei tremendo, apertando os dois, mas eles não pararam. Continuaram me fodendo até eu virar um bagaço de gemidos abafados e pernas moles.
Valdir gozou primeiro, dentro da buceta, gemendo alto e me chamando de vadia barata. Marcelo tirou do cu, me puxou de cima de Valdir me fazendo ajoelhar de frente para seu pau e gozou na minha cara, no cabelo, na boca. Me obrigou a engolir o que pingava.
— Boa menina — ele disse, batendo de leve no meu rosto. — Agora limpa essa porra e volta pro balcão.
Eu desci da mesa com as pernas bambas. Porra escorrendo da buceta e do cu, misturada, descendo pelas coxas. Ajeitei a saia o melhor que pude, limpei o rosto com um lenço que Marcelo jogou, recolhi o plug e enfiei de volta no cu ainda dilatado. Saí do escritório andando torto, o corpo inteiro doendo, a boca inchada, o cheiro de sexo grudado na pele.
Voltei pro balcão. Atendi o telefone com a voz doce de sempre. Sorri pros motoristas. Ninguém desconfiou, mas por dentro eu estava detonada.
Completamente detonada, e no fundo, uma parte de mim já queria a próxima vez. "
|