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Segunda vez ficando com a amiga da minha prima |
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historias reais |
Anonymous escreve "
Me chamo Lucas, tenho 28 anos, 1.70 de altura, magro e um pau de 18cm. Letícia tem pele parda, cabelo pretos lisos e longos, peitos e bunda de pequenos para médios e cerca da 1,65cm.
Depois da Letícia, amiga da minha prima, ter pego eu a Vitória transando acabou desabafando sobre seu relacionamento e no fim da noite acabei comendo ela depois da minha prima, já que ela disse que o sexo com o namorado não era tudo isso.
Ela teve um orgasmo depois de muito tempo e fico extremamente agradecida, pode ler isso no conto passado. Depois de algumas semanas ela terminou o namoro e veio me procurar.
Conversamos um pouco, ela disse que queria me ver, que fazia muito tempo que ela não se sentia daquele jeito, mas que não queria atrapalhar nada entre eu e a Vitória.
Explique que eu e a Vitória não temos nada, é so sexo casual e eu poderia ficar com ela mas que não queria nada serio.
Letícia disse que não quer nada sério no momento, e quer so se sentir viva e importante novamente, então marcamos um dia pra ela ir na minha casa e transar mais uma vez.
Eu: Você é linda, e é boa de cama também, com o tempo você vai se acostumar e vai curtir mais o sexo.
Letícia: Eu gostei muito daquele dia, mas confesso que senti um pouco de dor e um vergonha também pela Vitória ficar olhando a gente.
Eu: Você é mais apertada que ela, se eu não tivesse gozado com ela eu teria gozado bem rápido com você.
Letícia: Estou ansiosa para ir na sua casa esse sábado.
Eu: Vou comprar um vinho, quem sabe assim você se solta um pouco mais.
Chegando sábado a noite, busquei ela e ela estava muito linda, vestido preto colado, marcando seus seios e bunda pequenos, mas bem durinhos e empinados.
Ela me deu um beijo no rosto e ficamos conversando no carro sobre nossa semana de trabalho e algumas coisas de relacionamento.
Eu: Chegamos. Pode sentar no sofá e escolher algo pra assistir se quiser, vou buscar um pouco de vinho e algo pra beliscar.
Letícia: Não, fica aqui - disse ela me puxando e me dando um beijo
Aparentemente eu despertei uma vontade enorme nela. Foi um beijo muito intenso da parte dela, ate passou a mão no meu pau por cima da calça, que já ficava cada vez mais duro.
Também durante o beijo passei a mão nos seus peitos e chamava ela de gostosa. Ela tava com muito tesao e eu não queria decepcionar ela, e ela estava criando muita expectativa em mim depois da nossa primeira transa.
Eu: Calma gata, vou buscar o vinho rapidinho, temos a noite toda pra aproveitar
Ela veio atrás de mim e ficou me abraçando por trás e pegando no meu pau, simplesmente não dava pra ignorar isso. Puxei ela de frente pra mim e disse
Eu: Ja que você quer pica, começa chupando, quero ver se seu boquete é bom. Não teve isso da outra vez !
Letícia abaixou minha calça na cozinha mesmo e começou e me chupar. No início foi um pouco sem jeito, mas foi melhorando e fazendo bem gostoso.
Eu: Baba tudo sua gostosa, chupa bem a cabeça dele e vai ate o fim.
Letícia: Seu pau muito grosso, meu maxilar ja ta começando a doer.
Depois de boquete eu nem lembrava mais do vinho, queria jogar essa vadia na cama e fazer tudo com ela.
Carrego ela no colo ate o quarto e coloco ela na cama. Começamos a tirar a roupa na mesma hora e ela deita com um pouco de vergonha.
Eu: Não precisa ter vergonha, você é linda.
Levanto e pego uma camisinha extra fina, queria sentir ela ao máximo. Letícia pede pra desligar a luz e assim eu faço, no escuro talvez ela se sinta mais à vontade e curta mais o momento .
Ficamos alguns minutos nos beijando e ja na sequência ela fala que quer por cima. Ela encaixa meu pau na sua buceta e solta um gemido bem gostoso.
Letícia começa cavalgando bem devagar, mas vai aumentando o ritmo e fica bem rápido. A puta interior dela se soltava e sua buceta ficava piscando no meu pau, apertando e soltando.
Eu: Quem diria que essa menina quieta tem uma sentada tão gostosa.
Letícia: Amigo seu pau é viciante, quanto mais você me come mais eu quero dar. Quero ele pra sempre.
Eu: Aproveita e senta bem gostoso, quando você ficar de quatro vou te deixar com as pernas tremendo.
Letícia aumenta o ritmo e eu nao consigo segurar mais, acabei gozando primeiro que ela, de uma hora pra outra ela começou a dominar nosso sexo.
Eu: Vagabunda, me fez gozar primeiro
Letícia: Arrasei né
Eu: Fica de quatro, não vou ter mais pena de você.
E assim ela fez, ficou de quatro com a bunda empinada la no alto. Passei lubrificante e meti minha rola com tudo naquela buceta que tava doida pelo meu pau.
A cada estocada ela apertava cada vez mais, soltava gemidos que misturavam dor e prazer, mas pedia pra não parar porque tava gostoso.
Eu: Era isso que você queria ne ?! Agora aguenta, ta achando que sou seu ex ?!
Diminui o ritmo e metia devagar e dando alguns tapas na bunda dela. Nunca tinha ficado com uma magrinha tao apertada. Ela tava com sede de sexo, queria sentir tudo como se fosse a primeira vez, tudo era intenso pra ela.
Letícia: Para, para, eu não aguento mais - disse ela gozando
Continuo metendo com ela gozando, ela falava para eu parar, mas o corpo pedia mais e mais, e eu também não queria parar.
Eu começo a cansar e os gemidos dela diminuem cada vez mais ate nos dois ficarmos completamente esgotados.
Eu: Nossa, você acabou comigo, to morto.
Letícia: Nunca transei por tanto tempo - disse ela com tom de cansada
Se contar quando tudo começou na cozinha foi cerca de uma hora, mas uma hora do melhor sexo que ela fez na vida.
Letícia: Posso tomar um banho ?
Eu: So se você me der um beijo !
Ela deita em cima do meu peito e me da um beijo daqueles, ela termina o beijo dando uma leve mordida na minha boca e vai pro banheiro.
Eu: Gostosa
Depois fui tomar um banho também e ela acabou dormindo lá em casa mesmo. "
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Fodendo a professora gostosa pra ganhar nota |
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Contos |
Anonymous escreve "
Eu tinha dezoito anos e estava repetindo o terceiro ano. Isso já diz tudo sobre mim: não sou burro, sou preguiçoso, e a diferença entre as duas coisas só aparece quando o problema aperta. E apertou em setembro, quando a coordenadora me chamou na sala dela e falou, com aquele sorriso de quem já enterrou gente assim antes, que se eu não subisse a nota de matemática até novembro, ia repetir de novo. Dezoito anos, terceirão pela segunda vez, e a vergonha ia ser maior que o boletim.
A professora era a Helena. Trinta e dois anos, divorciada havia pouco mais de um ano, cabelo castanho sempre preso, óculos que ela tirava quando queria falar sério. E era gostosa de um jeito que incomodava. Saia justa, blusa de botão, um perfume que ficava na sala depois que ela saía. Metade da turma era apaixonada por ela e a outra metade tinha medo. Eu tinha as duas coisas.
Ela propôs recuperação paralela. Terça e quinta, depois da aula, na sala de matemática, só eu e ela. Foi ali que a coisa começou a virar.
Nas primeiras semanas foi só estudo. Função do segundo grau, logaritmo, trigonometria. Ela sentava na mesa da frente, perto de mim, e explicava com uma paciência que eu não merecia. E eu, em vez de prestar atenção no gráfico, prestava atenção no jeito que ela cruzava as pernas. No jeito que ela inclinava o corpo pra escrever no caderno e a blusa abria um pouco. No jeito que ela falava meu nome.
— Você não tá nem olhando pra lousa — ela falou numa terça.
— Tô olhando.
— Onde tá o vértice da parábola?
— Aí.
— Aí onde?
— Aí em cima.
Ela tirou os óculos, o que era sempre mau sinal, e me olhou.
— Você quer passar ou quer ficar repetindo pra sempre?
— Quero passar.
— Então me dá uma razão pra acreditar.
E foi aí que eu decidi que ia dar. Não só a razão. Tudo.
Comecei pequeno. Deixei de sentar longe, comecei a sentar do lado. Passei a chegar antes dela, e a arrumar a sala, e a fechar a porta quando ela entrava, e a abrir as janelas quando ela dizia que estava calor. Um dia encostei a mão no braço dela pra "mostrar" uma conta e deixei a mão um segundo a mais do que devia. Ela olhou pra minha mão, depois pra mim, e não falou nada. Aí eu soube.
Na quinta seguinte, chovia. A escola estava vazia, o pessoal do cursinho tinha ido embora, e a sala de matemática era só a gente e o barulho da água na janela. Ela estava de saia cinza e blusa branca. Sentou na mesa, do meu lado, e começou a corrigir a lista que eu tinha feito.
— Você acertou sete de dez — ela disse. — Melhorou.
— Tô me esforçando.
— Tá. Só falta a prova.
Fiquei calado um tempo. Ela percebeu.
— O que foi?
— Posso te perguntar uma coisa que não é de matemática?
Ela riu.
— Pode.
— Você é solteira mesmo?
Ela levantou a cabeça e me encarou. Os óculos ainda estavam no rosto.
— Por que a pergunta?
— Curiosidade.
— Solteira — ela disse. — Divorciada, na verdade. Isso é de domínio público, você já sabia.
— Sabia.
— E?
— E se eu te falasse que a recuperação não é o único motivo de eu estar vindo aqui?
Ela soltou o lápis na mesa. Devagar. Como quem já esperava por aquilo e agora estava decidindo o que fazer com a confirmação.
— E qual seria o outro motivo? — ela perguntou.
— Você.
Ela riu de novo, mas foi uma risada diferente. Mais baixa. Mais perto.
— Você tem dezoito.
— Tenho.
— Eu sou sua professora.
— Isso é problema?
Ela tirou os óculos. Dobrou as hastes. Pousou na mesa. E ficou me olhando por um tempo que pareceu longo demais.
— Vem cá — ela disse.
Eu levantei. Dei dois passos. Ela continuou sentada na mesa, o que me deixou na altura do peito dela. Ela me puxou pela camisa, e me beijou.
Foi um beijo adulto. Nada de nervoso, nada de dente batendo. Ela beijava com calma, mordia meu lábio de propósito, e a mão dela subiu pelo meu pescoço e ficou ali. Quando eu tentei apressar, ela segurou.
— Calma — ela falou na minha boca. — Ainda tenho que te ensinar umas coisas.
— Então ensina.
Ela riu e me beijou de novo. Aí eu passei as mãos na cintura dela, subi pras costas, e ela deixou. Tirei a blusa dela por dentro da saia e encostei a mão na pele quente das costas dela, e ela soltou um som baixinho no meu ouvido que me arrepiou inteiro.
Desabotoei a blusa. Ela levantou os braços e deixou sair. Sutiã preto. Peitos bonitos, grandes, e ela olhava pra minha cara vendo a minha reação, satisfeita, como quem sabia exatamente o que estava fazendo. Puxei o sutiã pra baixo e chupei o mamilo dela. Ela jogou a cabeça pra trás e segurou a minha cabeça com as duas mãos.
— Isso — ela falou. — Assim.
Levantei a saia. Ela abriu as pernas e sentou mais pra frente na mesa. A calcinha já estava molhada, e eu passei o dedo por cima e senti ela tremer. Ela tirou a calcinha sozinha, me empurrou pra trás por um segundo, e me olhou.
— Você tem camisinha?
— Na mochila.
— Vai pegar.
Peguei. Ela ficou sentada na mesa, nua da cintura pra baixo, com as pernas abertas, sem nenhuma vergonha, e aquele corpo todo dela ali na sala de matemática, do lado da lousa onde ela me ensinava logaritmo. Coloquei a camisinha, ela me puxou pela cintura, e eu encostei.
— Devagar — ela disse. — Sem pressa.
Entrei devagar. Ela era mais apertada do que eu esperava, e mais quente, e ela foi abrindo conforme eu entrava, me olhando nos olhos o tempo todo. Quando chegou até o fim, ela soltou o ar que estava segurando e riu.
— Pronto. Agora fode comigo.
Não fui com pressa. Ela abriu as pernas mais, me puxou pelo quadril, e eu comecei a meter num ritmo que ela mesma ditava com a mão no meu quadril. A mesa rangia embaixo da gente. Ela gemia baixo, do jeito de quem não quer que ninguém escute, mas gemia. Um gemido de garganta, grave, que ia direto pra minha espinha.
Ela me puxou pelo pescoço pra beijar enquanto eu metia, e beijar assim é diferente — a boca dela aberta, o hálito dela na minha, e cada estocada empurrando o beijo mais fundo. Passei a mão na bunda dela, puxei ela mais pra borda da mesa, e enfiei mais forte. Ela arqueou as costas e falou, sem abrir os olhos:
— Aí. Continua aí.
Continuei. Fiquei ali, metendo fundo, com a mão dela fechada no meu braço e a outra na beirada da mesa pra não cair. A saia dela subida até a cintura, a blusa aberta, o sutiã pendurado, e a professora de matemática toda desmontada na frente da lousa. Foi a melhor coisa que eu tinha visto na vida até então.
Ela gozou primeiro. Fechou as pernas em volta da minha cintura e apertou tudo, tremendo, mordendo o ombro da minha camisa pra não gritar. Eu segurei mais um pouco, olhando pra ela, e gozei logo depois, empurrando fundo e travando ali.
Ficamos grudados um tempo, os dois sem ar, com a chuva ainda batendo na janela.
— E aí, professor? — eu falei.
— E aí o quê?
— Aprendi?
Ela riu, me empurrou pelo peito e desceu da mesa.
— Você ainda tem que passar na prova.
— E depois da prova?
Ela pegou a calcinha no chão, olhou pra mim e sorriu.
— Depois da prova a gente negocia.
Passei com nove. Nunca estudei tanto na vida.
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Aula de reforço |
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Contos |
Anonymous escreve "
Fazia um friozinho naquela sexta-feira. Já eram meados de junho e o colégio já respirava os ares das férias com uma frequência bem baixa. Quem tinha nota ou não estava pendurado por faltas já não estava indo ao colégio havia alguns dias. Não era o meu caso, minhas notas estavam altas como sempre. Não eram mais sempre notas 10 como costumavam ser. Afinal, depois de ter sido iniciado na rodinha dos rapazes da escola e dos machos casados que curtiam se aventurar com rapazes, não tinha mais tanto tempo pra estudar como antes. Mas não me importava, as notas continuavam bem altas e a vida... bem, a vida estava bem mais animada.
Estava terminando o meu misto quente no balcão da cantina, quando senti alguém se aproximar por trás. Esse misto parece estar muito gostoso. Se eu pedir, você dá pra mim? Falou uma voz grossa, enquanto sentia um corpo forte e grande se encostar levemente nas minhas costas. Aquela voz era inconfundível: Sérgio! A maior pica do colégio. Pica que senti roçar de leve a minha bunda. Breve o suficiente pra não chamar a atenção das poucas pessoas que estavam na cantina naquele momento, mas com intenção suficiente pra mostrar quem mandava ali.
Só virei a cara levemente e encarei a cara dele bem sério. Se você pedir com jeitinho, eu dou! Explodimos em gargalhadas e nos cumprimentamos como dois brothers. Bem machinhos, como convinha a dois alunos ainda no armário quanto às suas preferências sexuais naqueles longínquos anos 80.
Aí, dona Vera, falou o Sérgio em tom mais alto pra ser ouvida pela atendente. Desce um misto caprichado aí pra mim, por favor!
Tá foda, cara. Tenho que me virar pra aprender umas paradas aí de matemática e de física, senão eu tô fudido!
Mas agora? Já estamos quase nas férias! O que você ainda tem que aprender? Perguntei meio sem entender a situação dele.
Ah, os professores me deixaram refazer as provas. Ele falou me dando uma piscadinha. Eu me fudi nas bimestrais de física e matemática. Mas eles disseram que não vão me dar a nota simplesmente. Eu tenho que passar dessa vez.
Eu só assenti, incrédulo, com a cabeça. Desconfiava que o professor de matemática fosse gay, mas nunca o de física. Aquele cacete descomunal do Sérgio operava milagres na sala de professores, pelo visto. Mas não o suficiente para aprová-lo automaticamente, obviamente. Ou então ele não topou ir aonde os professores queriam.
Cara, deixa eu te falar. Eu fui super bem em matemática e física esse ano. Se você quiser, posso te dar uma ajuda. Ofereci, sem segundas intenções, realmente. Queria ajudá-lo, pois ele tinha se mostrado um cara legal, no final das contas. Nem que tivesse sido apenas depois de comer meu rabo.
Porra, cara. Maravilha! Eu aceito sim. Tem umas paradas que eu simplesmente não consigo entender. Pode ser hoje lá pelas três da tarde? As provas já são amanhã. Ele falou, para meu assombro, com a tranquilidade com que ele levava a situação. Se eu estivesse na mesma situação, já estaria arrancando os meus cabelos. Mas acho que ele sempre conseguia dar um jeito, daí talvez a calma.
Quer passar lá em casa? Vai estar bem tranquilo. Minha mãe viajou e meu pai vai fazer serão, então fica tranquilo pra gente estudar.
Maravilha, cara. Valeu meRmo! Ele falou com aquele sotaque forte de carioca, enquanto pegava o seu misto e ia saindo da cantina, mas não sem antes me dar um tapinha na bunda, o safado.
Três e dez da tarde, já tinha arrumado tudo e estava esperando por ele, quando ouço a campainha. Abri o portão e prendi a respiração. Ele estava com um conjunto de moletom. Mas o que chamava a atenção era que ele parecia estar sem cueca, tal o volume pornográfico que seu pau fazia em sua virilha. Porra! Ninguém te atacou pela rua com essa exibição aí, seu putão!? Perguntei, rindo e direcionando o olhar para o seu pau.
Porra, eu tô de cueca! Ele respondeu rindo. É que essa calça é do meu irmão e ficou meio apertada. Mas propaganda nunca é demais!
Entramos rindo até em casa. Mas eu já estava imaginando como ia ser difícil me concentrar em qualquer coisa estando tão perto daquele homem.
Fiz as vezes de bom anfitrião e ofereci um lanche, que deixei na mesa ao lado, pra quando quiséssemos comer quando quiséssemos, e partimos para as matérias. Para minha surpresa, ele estava bem focado e não ficou me provocando como eu imaginei que ele faria. Descobri que ele realmente precisava de ajuda em geometria espacial e em termodinâmica, então partimos pra estudar esses tópicos. Depois de umas três horas direto, estávamos ficando cansados.
Cara, ninguém nunca me explicou isso dessa forma. Eu tô entendendo essa porra pela primeira vez! Valeu mesmo! Ele falou.
Às vezes é só uma questão de jeito. O Rodolfo e o Miguel (os professores de física e matemática) são bons professores, mas nem sempre os métodos servem pra todo mundo, falei, meio inocente.
Porra nenhuma! Aqueles dois viadinhos só querem saber de pica! Ele falou dando um risinho.
Mas como é isso? Perguntei pra aprofundar o que já desconfiava. O que eles te ofereceram? Os dois juntos?
Não. Foi cada um de uma vez. Fui fazer a revisão de prova na sala dos professores e eles deram a entender que eu podia fazer a prova de novo, se eu fizesse algumas coisas pra eles.
Mas o quê? Você teve que comer eles? Perguntei, já sentindo meu pau endurecendo com aquele papo.
Nem tanto. Eles pediram pra mamar meu pau. O Rodolfo foi na casa dele e o Miguel foi no carro, já que ele é casado.
Caralho, cara! E por que eles não te deram a nota direto? Por que você não quis comer os caras?
Não. Eles só pediram pra chupar o meu pau mesmo. Eu até comeria se eles tivessem pedido. Eles já devem ter quase uns 40 anos, mas são gostosos ainda. Mas os dois disseram que eu tenho que ter uma prova, um documento, senão a coisa complica. Então eles vão fazer uma prova especial pra mim.
Ele falava isso com uma certa naturalidade. Não devia ser a primeira vez que ele punha o pau pra jogo pra conseguir coisas. Eu estava fascinado ouvindo aquelas safadezas e só então notei que ele tinha começado a alisar o pau, que parecia que ia rasgar aquele moletom apertado.
E você? Já pegou professor? Ele perguntou.
Já!
Mas foi pra conseguir nota?
Não. Ele me viu fazendo uma coisa e aí deu o bote.
E quem foi? Pode falar? Seus olhos faiscavam, ele estava muito curioso.
Eu hesitei um pouco, mas não me contive. O Jorge, de educação física.
Ah, porra! O Jorge eu sei, já até pegamos o Márcio juntos! Ele tem pauzão também. Tu já tomou aquilo tudo no cu, seu safado?! Ele falou, rindo e passando a mão na minha cintura.
Cara, nem me fale! Ele quase me arrebentou. Respondi, todo arrepiado com aquela mão na minha cintura, descendo pra minha bunda. Meu pau parecia que ia arrebentar meu short. Nunca tinha ficado com o Sérgio sozinho, sempre tinha sido em suruba com o outros rapazes. Mas isso estava prestes a mudar...
Dá pra gente curtir um pouco por aqui? Ele perguntou olhando em volta como para se certificar de que a área estava limpa.
Dá sim. Vamos lá pro meu quarto. Qualquer coisa a gente sempre pode estar jogando videogame. Falei, já levantando e olhando pra ele, que dava um sorrisinho muito do safado.
Ele se levantou e então eu entendi o significado de estar de barraca armada. Seu pau duro se projetava para a frente, esticando aquele moletom ao máximo! Ansioso em ter logo acesso àquela delícia, mas temeroso de fazer qualquer coisa ali na sala de jantar, onde estávamos estudando, fui andando em direção ao meu quarto. Pra garantir que ele não se perderia o segurei pelo pau, enquanto o guiava pelo corredor.
Puto safado! Ele deu uma risadinha e abaixou calça pra me fazer pegar direto do pau dele. Difícil descrever a sensação. Décadas depois estou aqui de pau duro relembrando. Uma tora quente, pentelhuda, a cabeça já babando. Dei um aperto nele e puxei a mão e levei ao nariz. Tinha que sentir o cheiro. E que cheiro! Cheiro de Pica de macho, no auge!
Cheira aqui, ó! Ele falou, sem se conter, me virando e me colocando de joelhos, ainda no corredor, e puxando a minha cara. Afundei minha cara nos seus pentelhos, puxando fundo o ar e sentindo aquele cheiro da sua virilha, da sua pica, do seu saco. Meu pau, embora menor que o dele, estava quase rasgando o meu short.
A muito custo, me levantei e abri a porta do quarto. Entra aqui, ordenei, quase sem forças. Ele entrou, andando com dificuldade por conta da calça no meio das pernas. Eu fechei a porta me virei. Ele tinha tirado a camisa. A visão era de tirar o fôlego: ele era pouca coisa mais alto do que eu, devia ter uns 1,83, falso magro, daquele tipo que parece magrelo vestido, mas é, na verdade, todo definido, levemente queimado de praia, com a marca da sunga bem pronunciada, o peito definido, mas não muito grande, os bíceps bem delineados, aquela cara de marrento muito comum no subúrbio carioca. O pau, que primeiro me chamava a atenção no vestiário por praticamente vergar sob o próprio peso,
dando aquele espetáculo, dessa vez estava totalmente ereto, a uns 50º, ele era do tipo que não aumentava muito quando duro. Mas como já era descomunal mole... duro ele devia ficar com uns 21 cm e, mais importante, grosso! Sim, porque não adianta nada pau grande e fino. Na minha humilde opinião, claro.
Em resumo, a visão era impressionante. Um homem daquele, na minha frente, com as calças arriadas, com o pau duro em riste, só faltando gritar: me chupa! Não há discussão, numa situação dessas, bicho, ajoelha, abre a boca e serve ao teu macho. E foi o que fiz. Dei outra cheirada básica, mas já misturando com lambidas: coxa, virilha, saco... até abocanhar aquela cabeçorra babenta e começar a sorver seu prégozo salgadinho.
Aquele pau tava duro por mim, tava babando por mim, então o mínimo que poderia fazer era dar o meu melhor. Comecei com uma chupeta básica, pra aproveitar todo aquele melzinho do qual já estava com saudades, mas já emendei várias gargantas profundas. Sempre me engasgando, é claro, mas com aquele pau não tinha outro jeito. Além disso, era um pau que te provocava fome, ânsia de tentar engolir todo.
Ele adorava as minhas chupadas, gemia alto, me segurava a cabeça pelas orelhas, fudia a minha boca, me dava pauzadas na cara, batia com o pau na minha língua. Uma coisa que ele gostava de fazer era esfregar o pau por dentro da minha bochecha, deixando-o muito visível de fora, o que ele chamava de escovar os dentes.
Vamo escovar os dentinhos, vamo? Ele falou, enquanto passava o pau por dentro da minha bochecha e o apalpava por fora, me dando tapinhas de leve na cara. Sabia como ele adorava fazer isso, pois podia sentir seu pau soltando muito lubrificante salgadinho na minha boca.
Assumindo as rédeas, empurrei-o na cama. Ao cair deitado de surpresa, suas pernas se levantaram um pouco, me descortinando a visão celestial daquela curva da bunda, a popular popa da bunda e, mais importante, o começo do seu rego super peludo. Senti meu pau já duro dar um pulo e tive ideias.
Voltei ao pau dele, já engolindo tudo de uma vez, pois a garganta já estava aquecida. Mas a imagem daquele rego não saía da minha cabeça. E tava ali, tão pertinho. Lentantei um pouco as suas pernas e desci para chupar seu o saco, coisa que ele adorava e eu também, brincava com as suas bolas, uma de cada vez na boca.
Sem pensar, num ataque direto, meti a cara e enfiei a língua naquele rego peludo. Ele deu um grito de susto e tentou sentar na cama, o que prendeu minha cara exatamente onde eu queria: entre a cama e seu cu.
Porra, seu puto tarado! Assim você me mata de susto! Ele falou, enquanto se ajeitava na cama e nós dois caíamos na risada. Que porra é essa?! Tarou na minha bunda hoje?
Ah, vai! Vai dizer que você não gosta? Uma bundinha linda dessas? Vai dizer que o Eduardo nunca brincou aí?
Eu riu e desviou o olhar, para minha surpresa. Então tinha coisa ali, mas tinha que avançar com cuidado. Cu de hétero wannabe é um lance perigoso. Uma palavra fora do lugar e podia por a perder a possibilidade de comer ou de pelo menos linguar o cu do Sérgio, o cara mais marrento, o maior fudedor da escola.
Ele me olhou nos olhos, com um meio sorriso na cara. Eu não falei nada, só mexi as sobrancelhas, como que falando: e aí?
Ele não falou nada, só voltou à sua posição inicial, deitado na cama, as pernas meio pra fora, o pauzão na minha frente. Eu olhava pra ele pra ver qual era a mensagem.
Sem deixar de me encarar, ele riu e levantou as pernas, mostrando o reguinho peludo de novo. Tava liberado o caminho.
Prosseguindo com cuidado, voltei ao pau dele, que estava quase como quando tinha visto pela primeira vez: uma tora de carne imensa, dependurada de seu púbis, vergada sob o próprio peso. Ele era daqueles que fazem bonito em vestiários e mictórios, provocando inveja e admiração nos outros homens, mesmo os héteros. Voltei a chupá-lo com voracidade, alternando com seu saco, colocando suas bolas na minha boca e chupando-as fazendo bastante barulho. Deixava a baba escorrer pelo rego e começava a recolhe-la dando grande lambidas em seu rego. Ele gemia muito e, lentamente, ia deixando aquela pentelhada toda molhadinha, começando a expor seu cuzinho, uma coisa linda, todo rosadinho e bem fechadinho.
Mas era tudo questão de tempo! Uma vez delineado o alvo, botei toda a minha prática em ação: comecei a cutucá-lo diretamente com a língua, fazendo-a vibrar bem no meio do seu cu.
Ai, caralho! Que delícia! Isso, assim! Vai! Ele falava alto, reagindo às minhas investidas. Comecei a alternar entre o cu e o pau, chupando, beijando, lambendo, esfregando a cara, tudo na ânsia de aproveitar ao máximo. Em determinado momento, peguei um pouco da baba que brotava da cabeça do seu pau com o dedo e espalhei pelo seu cuzinho, insinuando o meu dedo indicador.
Senti que ele de uma travada, mas voltei a aplicar-lhe uma chupeta na cabeça do pau e senti que ele relaxava o esfíncter.
Ahhhhh, ele soltou um gemido profundo quando meu dedo entrou, só a pontinha, mostrando que eu estava no caminho certo. Tirei o dedo pra deixar ele respirar e aproveitei pra lambuzá-lo no pote de vaselina, que já tinha deixado estrategicamente ali perto. Logo voltei ao seu cuzinho com o dedo melado.
Lubrificado, o meu indicador escorregou e entrou todinho, arrancando um suspiro profundo dele. Sentia seu cu se ajustando ao meu dedo invasor e deixei o dedo parado enquanto chupava o seu pau sem parar, deixando-o se acostumar com a ideia de um volume no cuzinho.
Depois de algum tempo, senti que ele deu uma reboladinha no meu dedo, meio que me liberando pra continuar. Olhei pra ele, que estava de olhos fechados, curtindo o boquete com dedo no cuzinho e aproveitei e inseri o dedo médio. Ele abriu os olhos, parecendo assustado e fez uma carinha de dor, mas a cuspida de babinha que seu pau deu em minha boca mostrou que ele tinha gostado bastante.
Caralho! Assim eu vou gozar! Ele sussurou.
Eu parei os movimentos imediatamente. Com relutância, é claro. Tava muito gostso ficar mamando aquele melzinho que vazava do seu pau a cada mexida que dava em sua próstata, mas não queria fazer ele gozar tão rápido. Tinha planos mais elaborados para aquele momento e não queria perder a oportunidade de ouro que se abria pra mim. Literalmente!
Afinal, ter um macho daquele de pernas abertas pra mim e gemendo com dois dedos atochados no cuzinho era um momento raro. Usando todo o conhecimento putífero que tinha, segurei a base do seu pau para controlar a excitação e retirei os dedos com cuidado do seu cuzinho. Peguei um dose generosa de vaselina e apliquei no meu pau e, lentamente, comecei a subir pelo seu corpo, beijando e lambendo seu púbis, sua barriga, seus peitos e pescoço até chegar à sua boca. Olhei bem fundo nos seus olhos, que tinham um ar meio divertido.
Conseguiu o que queria, né? Ele perguntou, meio que realçando a situação de sedução que eu tinha armado.
Ainda não. Falei, enquanto beijava a sua boca e com a mão, encaixava a cabeça do meu pau na porta do seu cuzinho.
Ele me olhou no fundo dos olhos por alguns segundos. Vai devagar, tá? Ele sussurrou, de forma suplicante, num tom que nunca tinha ouvido dele, sempre tão altivo e tão mandão.
Eu nem falei nada. Só acenei positivamente com a cabeça, enquanto começava a empurrar a cabeça do pau no meio do seu cuzinho. Sentia que ele resistia, mas eu estava com a vantagem.
Relaxa, gatinho. Empurra pra fora um pouquinho.
Senti que ele se abria e empurrei só um pouquinho. Senti a ponta entrar, praticamente só o buraco do pau e reuni todas as minhas forças pra resistir em empurrar tudo de uma vez.
Ele respirava entrecortado, o olhar assustado. Passou quase um minuto e empurrei mais um pouco. Ele arregalou os olhos, mas não reclamou. Sentia a quentura do seu cu abraçando a cabeça do meu pau. Uma sensação indescritível!
Ele suava e eu também, meu suor pingava em seu peito. A gente se comunicava só no olhar ali. Eu metia mais um pouco, desvirginando aquele cuzinho, ele arregalava os olhos com a sensação de invasão, de fragilidade, de entrega.
Eu continuava no meu ritmo, não queria que ele sentisse dor. Queria comer aquele cuzinho ainda muitas vezes, então tinha que mostrar àquele ex ativão, que dar o cu era muito bom.
Depois de uns dez minutos, finalmente senti meus pentelhos roçando em sua bunda, meu pau todinho atochado dentro dele. Aquele pauzão imenso meia bomba jogado sobre sua barriga, babando copiosamente por ter a próstata cutucada. O ativão da escola finalmente era todo meu!
Cuzão gostoso! Falei entre os dentes, enquanto começava a meter bem devagar, indo e voltando, observando suas expressões faciais que traduziam as sensações provenientes do meu pau deslizando adentro de seu cuzinho recém-desvirginado.
Estava em cima dele, que tinha as pernas levantadas me possibilitando o acesso na clássica posição de frango assado. A penetração era profunda, mas me segurava pra que ele não sentisse dor. Eu ia e vinha devagar, mas sentindo cada milímetro daquele cu que me agasalhava o pau. A cada vez que chegava no fundo, sentia o seu calor e via que seu pau cuspia babinha.
Ele gemia. Eu gemia. Nossos suores se misturavam. O calor estava de fazer delirar. Eu me deitei completamente sobre ele, beijando sua boca. Ele respondeu invadindo minha boca com a língua.
Goza, meu puto! Goza com o pau do teu macho te fudendo! Falei em seu ouvido, sonhando em ver aquele macho se entregando todo.
Não dá! Não consigo. Ele falou, enquanto massageava o pau meia bomba, mas que estava numa poça de baba.
Goza você, meu putão! Mete leite no cu do teu macho. Ele falou, enquanto enlaçava as pernas peludas em volta da minha cintura, me levando muito fundo dentro do seu cu e me derrubando em cima dele.
Eu já caí perdido! Sentia a porra subindo pelo meu pau, enquanto abria minha boca aceitando seu beijo, sua língua entrando em minha boca enquanto eu tinha que decidir entre retribuir e respirar.
Gozei como há muito não gozava. Sei lá quantos jatos dentro daquele cu.
Não sei quanto tempo depois, alguns segundos, minutos? Despertei com ele acariciando a minha cabeça. Eu estava jogado em cima dele. Abri os olhos devagar e olhei pra ele, que sorria pra mim.
Dormiu de roncar, hein!? Ele falou, me provocando.
Também, comer o cuzinho mais difícil do colégio demanda muita energia. A gente fica exausto! Devolvi, rindo.
Fui levantando de cima dele. Estávamos suados e melados.
Você gozou também, seu puto? Falei, olhando a quantidade de porra na minha barriga e na dele.
Porra, não fazia ideia. Gozei sem nem sentir. Culpa tua que ficou me cutucando. Ele falou, rindo. Se eu soubesse que era bom assim, já tinha dado antes!
Era difícil resistir àquele pauzão delicioso que ele tinha, mas gozar dentro daquele cu era bom demais também! Pensava eu, enquanto o observava se levantar da minha cama e se dirigir ao banheiro. Observar seu pauzão balançando e aquela bunda morena peluda se movendo conforme ele andava, com meu leite pela primeira vez ali dentro, me deu uma sensação besta de satisfação de ter sido o seu primeiro. "
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Presentinho para o cunhado (Real) |
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historias reais |
Anonymous escreve "
Depois que confessei à minha esposa que gostava de imaginar ela com outros homens, e tivemos aquela transa maravilhosa fantasiando ela e o amigo da faculdade, relato da minha segunda confissão (quem não leu não pode perder), passamos a fantasiar ela e o seu amigo da faculdade em nossas transas. Isso aconteceu por algum tempo. Mas foi ficando chato. Ela dizia que o amigo era muito devagar, sem atitude, e que na realidade tinha medo de chegar nela porque ela era casada, e eu iria ficar bravo. Então o lance com o amigo da faculdade foi esfriando. Mas, percebi que a minha inocente esposinha, no fundo, poderia esconder uma putinha safada.
Não tínhamos muitas amizades fora do nosso círculo familiar, o que dificultava encontrar outros homens para incluir em nossas fantasias. Foi então que as coisas saíram um pouco do controle.
Éramos muito próximos da minha irmã e do seu marido. Certa vez, em um almoço na casa deles, estávamos eu e meu cunhado da churrasqueira, enquanto as meninas conversavam na cozinha. Lembro que ele estava vestindo um moletom cinza com um volume considerável marcando a calça.
Fui buscar algo na cozinha. Percebi que minha esposa e minha irmã estavam comentando e rindo sobre o volume na calça dele. Minha esposa disse a minha irmã que o meu pau também era bem volumoso, e as duas riram. Fiquei meio envergonhado e acabei voltando para a churrasqueira. Quando voltávamos pra casa de carro, perguntei a minha esposa:
Que história foi aquela de ficar falando do tamanho do pau dos maridos com a minha irmã? Meio esquisito, não?
Então ela respondeu:
- Pois é, você viu? Ela estava comentando que a calça do seu cunhado estava marcando, e ainda disse que ele tem um pau bem grande. Comentou também que quando vocês eram adolescentes, viu o seu pau sem querer, e era bem avantajado para um moleque daquela idade.
Eu achei aquele papo meio estranho, desconversei. Acabamos não falando mais sobre o assunto.
Uns dias depois, eles passaram em nossa casa como de costume. Minha esposa e minha irmã eram muito amigas. Elas foram conversar no quarto e eu deixei o cunhado sozinho na sala para ir ao mercado. Quando voltei, logo foram embora. Um tempinho depois, antes de dormir, minha esposa me disse:
- Amor. Você mexeu nas roupas sujas?
Respondi:
- Não. Por que?
Ela continuou:
- Não sei. Aconteceu uma coisa estranha hoje. Deixei minha calcinha suja no cantinho do box. Estava em um lugar diferente quando fui colocar pra lavar. E tem uma coisa estranha nela, tipo um corrimento. E olha que eu nem estou para menstruar.
Eu sem entender, questionei:
- O que? Que estranho. Deixa eu ver.
Quando olhei e fui cheirar, logo percebi que aquilo parecia porra.
Então eu disse:
- Não acredito, aquele desgraçado!
Ela assustada, perguntou:
- Que desgraçando?
Sem eu precisar dizer mais nada, ela continuou:
- Seu cunhado? Não acredito que isso é o que eu estou pensando?
Eu respondi:
- Aquele filho da mãe pegou sua calcinha enquanto fui ao mercado e se masturbou com ela!
Incrédula, respondeu:
- Será? Ele não faria isso.
Continuei:
- Faria sim. É um safado. Ele vive de brincadeirinha pra cima de você. Você sabe disso. Vou falar com ele e com minha irmã e esclarecer essas história.
Então minha esposa disse:
- Calma amor! Vamos pensar bem. Ele vai negar, e também, não quero que vocês briguem e nem que ele e sua irmã briguem. Ela acabou de ter bebê. Vamos deitar e dormir, amanhã pensamos no que fazer.
Acabei me acalmando e fomos deitar. Então eu disse:
- Você está de boa com essa situação? Em saber que seu cunhado fica de pau duro se masturbando pra vc?
Então ela respondeu:
Ah, fico com pena da sua irmã. Situação complicada, né?
A imagem dele na minha cabeça se masturbando com a calcinha da minha esposa começou a me excitar.
Então ela perguntou:
- E você se sente como? Está mais calmo?
Sem pensar muito respondi:
- Quer ver como eu estou me sentindo?
E tirei a coberta para ela ver o tamanho que meu pau havia ficado.
Ela deu uma risadinha safada e disse:
Eu não acredito que você está pensando em sacanagem. Sério isso?
Eu respondi.
- Pois é, não pude evitar.
Então ela disse:
- Vou te ajudar a imaginar então.
E foi logo agarrado e meu pau enquanto eu coloquei os dedos na sua bucetinha, que já estava extremamente molhada. Então ela continuou a falar:
- Sabia que não é a primeira vez que ele mexe nas minhas calcinhas? Mas eu não tive coragem de te contar antes. Já faz algum tempo que, quando ele vem aqui em casa, percebi que ele mexe nas roupas sujas quando estão no banheiro. Mas ele nunca havia gozado nelas, pelo menos até hoje.
Então eu disse:
- Se eu fosse ele eu faria a mesma coisa. Seu cheirinho é maravilhoso. Ele deve ficar louco sentindo o seu cheirinho.
Então ela continuou:
- Quando eu sei que ele vem aqui, eu faço questão de deixar uma calcinha usada pra ele. Ainda bem que dessa vez ele encheu ela porra né? Quer que eu pegue ela pra brincarmos com a porra do cunhadinho? Quer?
É claro que ela percebeu minha respiração ficando ofegante. Então eu respondi:
- Claro amor. Fique à vontade minha safadinha.
Então ela correu até a lavanderia e voltou com a calcinha nas mãos, dizendo:
- Amor. Posso sentir o gostinho da porra dele? Posso? Ainda está um pouco pegajosa.
Sem pensar muito, respondi:
- É claro minha putinha safada. Vai em frente.
Então ela sentou em meu pau e olhando nos meus olhos começou a cheirar e passar a língua na porra que ele havia deixado em sua calcinha. Em seguida disse:
- Gostoso né amor. Quer sentir também? Ela tem um cheirinho diferente da sua, mas é gostosa.
Então ela pegou um pouco da porra na pontinha da sua língua e trouxe até mim me dando um beijo delicioso, depois disse:
- Bom né, safado. Queria ela dentro de mim também. Que tal colocarmos a calcinha dentro da minha bucetinha, será que eu consigo? Seria a primeira vez, depois que casamos, que a porra de outro estaria dentro da minha bucetinha, não é isso que você fica imaginando seu safado?
Então eu respondi:
- Nossa amor, seria uma delícia. Acho que você consegue, sim. Eu posso te ajudar.
Ela imediatamente saiu de cima de mim e se posicionou de quatro abrindo a bucetinha que já estava bem relaxada. Eu peguei a sua calcinha, branquinha de renda, cheia de porra do cunhadinho e comecei a colocar em sua bucetinha. Ela estava tão excitada e dilatada, que foi fácil colocar ela todinha. Foi então que começamos a fazer um 69 delicioso.
Enquanto eu chupava seu clitóris, a calcinha estava enterrada em sua bucetinha. Então, ela começou a me chupar bem devagarinho e a falar ao mesmo tempo;
- Amor. Vou te confessar uma coisinha. Sabia que semana passada peguei ele cheirando minha calcinha na lavanderia? Então... Eu fiz uma cena que estava muito brava e chateada, e ele me prometeu que nunca mais faria aquilo, e que não era para eu contar para você. Então, na hora eu disse que tudo bem. E pra retribuir suas desculpas, hoje dei um presentinho a ele. Como sabia que eles viriam aqui, eu coloquei essa calcinha dentro da minha bucetinha a tarde e passei o resto do dia imaginando ele se masturbando pra mim. Deixei ela encharcada de tesão. Quando sua irmã estava com o bebê no quarto, eu aproveitei para ir até a sala. Por isso pedi pra você ir ao mercado, para ele ficar sozinho. Eu estava com aquele shortinho, confortável, sabe? Sem calcinha, ou melhor, com ela enterrada na bucetinha, toda melada. Sentei na frente dele, na mesinha de centro, ergui as pernas, puxei de lado o shortinho, deixando ele ver minha bucetinha rosadinha e apenas um pedacinho da renda branquinha para fora. Então eu disse a ele: tenho um presentinho pra você cunhadinho, deixei o dia todinho aí pra ficar com meu cheirinho, mas você tem que pegar. O safado não pensou duas vezes e sem dizer uma palavra, tirou ela devagarinho da minha bucetinha, que chegou a escorrer gosminha de ter ficado horas ali. Estava muito encharcada. Então ele cheirou a calcinha como um louco. Eu me recompus como uma dama, e antes de voltar para o quarto dei um sorrisinho e disse a ele para não levar a calcinha pra casa pois eu havia comprado pra você, mas se quisesse, poderia deixar ela no banheiro cheia de porra pra mim. Quer dizer, pra nós, né?
Ao terminar de falar, senti que ela começou a se contorcer de tesão e gozar na minha boca, e é claro que eu não aguentei e também comecei a gozar na sua boca, era muito porra, vocês não tem noção. Retirei a calcinha da bucetinha dela e terminei de limpar aquela bagunça deliciosa.
Após gozamos como nunca, eu disse:
- Nossa amor, fazia muito tempo que você não me fazia gozar assim. Você é uma delícia, sua putinha, não sabia que pensava nessas safadezas.
Então ela respondeu:
- Só pensar mesmo né. Sabe que isso é tudo brincadeira, só pra alimentar esse seu fetiche louco. Nunca teria coragem de fazer isso, ainda mais com seu cunhado.
Apesar da proximidade com meu cunhado, ele passou a fazer parte do nosso fetiche. Por várias vezes, fantasiamos os dois transando e aquilo era muito gostoso.
Só que um dia, tudo saiu do controle, mas essa história fica para a próxima confissão. "
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DEI PARA O MEU SOBRINHO E MEU MARIDO FINGIU NÃO VER. |
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Contos |
Anonymous escreve "
Oiii, me chamo Eduarda, Duda, sou morena baixinha , tenho 28 anos e como todos dizem, muito gostosa.
Sou casada com Gustavo, 32 anos, branco 175 altura e meio gordinho, mas muito gostoso também, amo fazer amor com meu maridinho.
Conheci Gustavo no fim de um baile em que eu já tinha dançado muito e também beijado muito a noite toda.
No fim da festa eu tinha acabado de sair do banheiro masculino kkkk, e tinha acabado de pagar um belo boquete a um garoto delicioso e ainda estava com porra na boca e saindo, dei de cara com Gustavo que me olhou de um forma que parece que iria me comer com os olhos.
Ele me chamou e falou que estava me olhando a noite toda e me chamou pra dançar com ele.
Eu fui dançar com ele pq eu já tinha beijado a noite toda, então um a mais não iria fazer diferença.
Ele começou a me xavecar e eu até que gostei.
Eu perguntei pq ele estava me olhando a noite toda , ele falou que desde que ele chegou, ficou encantado por mim.
Eu falei:Mas então vc viu que eu fiquei com vários garotos hj?
Ele disse: Sim, eu vi mas como vc não é minha namorada, eu não poderia fazer nada.
Eu perguntei: Mas esse é um motivo de eu não ter namorado, eu não estou a fim de ter um cara pra me regular.
Ele falou: Eu entendo e respeito isso, mas se eu ficar com vc, não vou ficar te regulando.
Eu falei: Huuuuumm, então quer dizer que eu vou poder estar namorando com vc mas ser livre?
Ele falou: Bom, eu acho que quando a gente tem namorado, é só um né?
Eu falei: Mas é por isso que eu não quero namoro fixo, pq eu gosto de experimentar coisa nova sempre.
Ele falou: Mas se eu tiver a chance, eu posso te mostrar que só eu vou bastar para vc.
Eu fui direto com ele e falei: Então me dá um beijo muito gostoso e chupa minha língua.
E assim ele fez, ele me beijava com muito gosto e chupava muito minha língua.
Então eu segurei ele e falei: Gustavo, vou bater a real pra vc, eu já beijei vários garotos hj e agora vc me viu saindo do banheiro masculino e vc deve imaginar o que eu estava fazendo lá né?
Ele falou: Não sei.
Eu falei: Eu estava chupando um garoto com uma rola enorme e muito gostosa e ele jogou leite na minha garganta e eu tomei todo mas tenho certeza que ainda tinha resto de porra na minha língua que vc chupou gostoso.
Então vc pode até querer ficar comigo mas vou ser realista pra vc, eu gosto muito de rola diferente.
Ele falou: Mas se eu tiver chance com vc , eu vou fazer de tudo pra vc ser só minha.
Eu falei: Olha, eu não acredito que vc esteja a fim de me fazer mudar, mas eu posso fazer um teste com vc.
Ele falou: Pode falar, eu faço qualquer coisa.
Eu falei: Eu vou chamar um garoto e ficar com ele perto de vc pra ver se vc vai ficar de boa mesmo, topa?
Ele falou: Eu acho que posso tentar.
Eu falei: Então eu quero que vc escolha e vá até o garoto e fala pra ele que sou sua amiga e que eu quero ficar com ele.
Então ele se mostrou muito apaixonado por mim e aceitou.
Ele escolheu um garoto bonitinho e falou com o garoto que eu estava a fim dele , então os dois vieram.
Eu chamei ele para fora do baile e falei com o garoto que meu amigo queria ficar vendo de perto.
Ele não se importou.
Então fomos os três e em um lugar escuro, eu comecei a beijar o garoto e ele começou a passar a mão em mim e o Gustavo de perto olhando.
Então eu paguei o pau do garoto e coloquei pra fora e punhetando o garoto.
De repente o garoto abaixou minha cabeça e enterrou o pau na minha boca.
Eu tentei tirar a boca e ele forçou e eu tentando tirar a boca e ele perdeu a paciência e me deu uma tapa na cara e falou: Para de frescura sua vagabunda, e chupa meu pau porra.
Eu deu um gritinho e o Gustavo tentou intervir mas eu mandei ele ficar quieto e caí de boca na rola do garoto e gostei muito de como ele me tratou e falei: Chega , não quero mais.
Ele me deu outro tapão na minha cara e empurrou o pau na minha garganta e eu engasguei e chamei ele de gostoso e ele me chama de puta.
Então ele falou que iria gozar o já foi logo enchendo minha boca de porra e eu tomei tudo.
Então ele se levantou e saiu me deixando com o Gustavo.
Eu abracei ele e fui dar um beijo nele achando que ele iria reclamar mas ele me beijou com nojo.
Eu agarrei ele e beijei muito e perguntei: Vc está vendo como eu gosto de ser tratada, e como eu gosto de putaria?
Agora eu pergunto: Seu beijo em mim vai me responder se vc ainda me quer.
Ele me abraçou e me beijou muito e chupava minha língua cheia de porra.
Eu comecei a rir e falei: Então tá bom, vc tem uma namoradinha kkkk, só não pode dar show se eu demorar pra me acostumar só com vc ok?
Ele falou: Tudo bem, eu vou tentar assim mesmo.
Então nós ficamos namorando quase um ano e nos casamos e fomos morar juntos.
As vezes eu esperava ele toda jogada na cama cheia de porra e ele não falava nada, eu estava testando pra ver até onde ele iria mas ele não reclamava.
Certo dia, minha irmã pediu pra deixar meu sobrinho Diego uns dias na minha casa pq ele estava se envolvendo com uma mulher casada e minha irmã estava com medo do marido da mulher, matar o filho dela.
Eu falei com o Gustavo e ele concordou.
Quando meu sobrinho chegou, eu fiquei feliz, pq a gente sempre se deu muito bem.
Ele é dois anos mais novo que eu e é um gato, e sarado.
Nós recebemos ele e ele já veio cheio de mãos me agarrando e me apertando.
Ele sabe do meu passado, ele sabia que eu pegava vários garotos.
E também eu amo o jeito safado dele, e seria muito bom ter ele em casa.
Ele também gostou do Gustavo e ficavam conversando sobre futebol.
A noite chegou e ele foi tomar banho e eu falei com Gustavo: Esse meu sobrinho é muito safado, e tem a maior fama de pagador na cidade mas foi mexer com mulher casada, se fudeu kkkk.
Gustavo falou: Esse negócio de mulher casada dá até morte.
Eu falei: E verdade, só aqui em casa que não dá, aqui é liberado kkkk
Ele falou: Liberado também não né? Kkkk, vc disse que vai tentar se acostumar.
Eu falei: Verdade, eu vou tentar, mas as vezes me dá uma vontade louca sabia?
E tem um tempo que só dou pra vc e pra ser sincera, estou sentindo falta de uma rola bem grossa me atravessando. E vc sabia que o Diego tem uma mega rola?
As meninas da cidade falam que ele é arrombador de mulher, huuumm, e eu já vi ele pelado e vi o tamanho daquilo, é muito grossa mesmo.
Gustavo falou, vc tem que ser forte pq senão vc vai querer dar pra ele aqui casa e não vai se aguentar em parar.
Eu falei: Ai amor, nem fala kkkkk
Eu preciso ser forte kkkk
Então o Diego saiu do banheiro, só com um short de futebol e sem cueca e eu não pude deixar de ver.
Então eu fui tomar banho e escolhi uma roupa bem atraente, eu queria ver aquele monstro de pé kkkk
Então eu vim com uma camisola bem curta e meu marido não falou nada e foi para o banheiro tomar o banho dele.
Assim que o Gustavo entrou no banheiro, o Diego já veio com tudo e falou: Caralho tia, vc tá de sacanagem né?
Eu perguntei: Que foi menino? Kkkk
Ele falou: Porra, o Gustavo não se importa de vc usar essa roupa em casa com outro homem aqui não?
Eu falei: Eu mando nas minhas roupas kkk
Ele falou: Vou falar, eu tenho um tesão do caralho em vc e fiquei feliz de vc ter aceitado eu vir pra cá, mas se vc ficar com essas roupas em casa, o Gustavo vai ganhar um sócio pq eu amo uma puta casada.
Eu deu um tapa na cara dele e falei: Deixa de ser atrevido garoto, quem falou que eu sou puta.
Ele, me surpreendeu, me puxou pela cintura, me deu um baita beijo de língua, pegou minha mão e colocou em cima do pau dele e falou: Uma puta deixa o cara assim, só de conversar kkk
Eu falei: Paraaaa, eu não posso porraaaa.
Ele puxou meu cabelo e me deu um baita tapa na cara que até ardeu e me deu outro beijo e levantou minha camisola e meteu o dedo na minha boceta e perguntou? Sua puta casada, quer que eu tire o dedo ou coloque dois?
Eu só deu uma gemida forte e ele colocou mais um e ainda me beijando e perguntou: Quer que eu dire ou coloque mais um dedo?
Eu gemi novamente e ele colocou outro dedo e eu empurrei ele mas ele percebeu que eu gostei pq fiquei rindo.
Ele deu um tapa na minha cara e falou: Para com essa frescura pq todos sabem que vc é puta.
Eu falei pra ele: Não fala isso não frente do Gustavo pq tenho um acordo com ele de tentar parar com a putaria.
Ele falou: Tudo bem mas eu tenho que te comer hj.
Eu falei: Vou ver o que vou fazer pq na verdade eu também estou doida pra foder um rola diferente kkkk
Então o Gustavo saiu do banho e eu pedi: Amor, buscar um lanche pra gente No burguer turbo?
Ele falou: Mas é só pedir pra entregar.
Eu falei, poxa, eu queria que vc fosse buscar pra gente.
Ele falou: Mas é bem longe.
Eu falei: Vai de bike.
Ele falou: Tá bom, mas se vc estiverem com fome, já sabe que vou demorar né?
Eu falei: Não tem pressa kkkk
Quando ele estava saindo, eu fui até a porta com ele e falei baixinho: Quando vc tiver chegando, me liga tá? Não quero que vc tenha uma surpresa kkk
Ele falou: Como assim, surpresa?
Eu falei: Seja um bom menino e deixa eu pular a cerca só um pouquinho.
Ele deu um sorrisinho e saiu.
Eu voltei e Diego logo me puxou pro colo dele e eu já fui com as pernas abertas de frente pra ele e ele me beijando e a alça da camisola caiu e meu seio de fora e ele já foi chupando e apertando.
De repente a porta se abre e o Gustavo entra e me pegou no colo do Diego e falou: Esqueci a chave da tranca da bike kkk
Então ele passou por mim e perguntou: Amor, pq vc está no colo dele?
Eu falei, Amor, a gente estava matando a saudade kkkk
Ele falou: Cuidado aí pq vc nem percebeu que está com o seio de fora.
Eu levantei a alça da camisola e dei um sorrisinho e falei: Nossaaaa, que discutido kkk
Ele saiu novamente e a gente voltou a se agarrar e eu peguei o pau dele e punhetando.
O pau não fechava na mão e eu fiquei assustada e ele perguntou: Vai aguentar vagabunda?
Eu falei: Eu preciso aguardar, não aguento mais de vontade dar kkk
Então ele me empurrou pra baixo e eu caí de boca, mas não cabia na boca.
Então ele me colocou sentada e me deu um banho de língua e eu já gozei logo.
Depois ele tentou colocar aquela coisa enorme em minha mas doía muito e eu falei: É melhor vc sentar e eu sentar em vc.
E assim ele fez, eu babei bastante o pau dele e fui controlando a sentada pra administrar a dor, e fui descendo bem devagar e gemendo muito mas fui levando tudo.
Eu não aguentei o gozei novamente.
Ele mandou eu ficar de quatro e eu obedeci e ele foi empurrando e eu sofrendo e ele empurrando.
Então depois eu me acostumei e a gente ficou fodendo muito.
Nós perdemos a noção do tempo, e meu celular tocou, era o Gustavo me avisando que estava chegando.
Então eu mandei ele gozar pq o Gustavo estava chegando e ele me colocou de joelhos e me deu um mega banho de porra, na cara , cabelo, seios.
Então eu ouvi o portão abrir e o Diego foi para o banheiro e eu pro quarto.
O Gustavo chegou, eu mandei ele fechar a porta e ainda cheia de porra, deu um beijo nele e falei: Ai amor, obrigado por me entender, eu estava precisando muito, vc é um amor.
Ele falou: Mas assim vc não vai acostumar.
Eu falei, eu sei que é difícil mas agradeço sua compreensão, e também o Diego só vão ficar aqui uns dois meses, depois a gente tenta voltar ao normal tá bom?
Ele falou: Ok , dois meses passa rápido.
Eu falei: Então vem cá e me enche de beijinhos vai .
Ele como um bom marido, me encheu de beijos e falou pra gente lanchar enquanto estava quente. "
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Eu finjo que não vejo |
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Contos |
Anonymous escreve "
A primeira vez que vi meu filho se masturbando foi num domingo à tarde, no apartamento do décimo andar em Campinas. O calor de outubro grudava nas paredes e eu tinha saído pra buscar pão na padaria da esquina. Voltei mais cedo porque esqueci a carteira. A porta do quarto dele estava entreaberta. Ouvi o barulho molhado, ritmado, e um gemido baixo. Empurrei só um pouco, o suficiente pra ver.
Ele estava deitado de costas na cama, calça do uniforme escolar abaixada até o meio da coxa, cueca no joelho. A mão direita subia e descia naquele pau enorme. Na época ele tinha dezoito anos, mas o tamanho já parecia de homem feito. Grosso, veias saltadas, a cabeça inchada e roxa, brilhando de tanto lubrificante que ele tinha passado. A esquerda apertava as bolas, grandes, pesadas, balançando conforme o movimento. Ele olhava pro teto, boca entreaberta, respiração curta. Eu fiquei parada no corredor, o saco de pão esquentando na mão, a buceta apertando dentro da calcinha de algodão sem eu querer.
Fechei a porta sem barulho e fui pra cozinha. Liguei a televisão alta. Mas a imagem não saía da cabeça. O tamanho daquilo. A forma como a mão dele mal conseguia fechar em volta da base. Eu nunca tinha visto o pau do meu filho. Sabia que ele se punhetava, claro. Roupa suja, papel higiênico no lixo, o cheiro no banheiro. Mas ver de verdade, ver aquele cacetao inteiro, duro, latejando na mão dele… fiquei molhada. Culpa misturada com tesão. Fiquei sentada na mesa da cozinha, pernas cruzadas, apertando a coxa contra a outra, tentando parar a pulsação no clitóris.
Naquela noite ele jantou calado, como sempre. Eu olhava pra boca dele mastigando o arroz e pensava naquela mesma boca gemendo. Depois ele foi pro quarto. Eu fiquei na sala, ouvido atento. Quase meia hora depois ouvi de novo o barulho. Mais rápido. Imaginei ele de pé no banheiro, ou deitado de novo, ou sentado na cadeira da escrivaninha, o pau apontando pra cima enquanto ele rolava o site de pornô. Eu enfiei a mão dentro da calcinha ali mesmo, no sofá, e me esfreguei até gozar baixinho, mordendo o lábio, pensando no pau do meu filho.
Nos dias seguintes virei espiã. Acordava mais cedo ou chegava mais tarde do trabalho. O apartamento é pequeno: dois quartos, sala, cozinha e banheiro. As paredes finas. Eu ouvia o som da cama rangendo, o gemido abafado no travesseiro, o “porra” baixo quando ele gozava. Às vezes ele ia pro banheiro de manhã, antes de eu levantar, e o chuveiro demorava. Eu imaginava a água escorrendo naquele pau grosso, a mão dele ensaboando, apertando, puxando até o jato grosso bater no azulejo. Eu me tocava debaixo do lençol ouvindo.
Uma terça-feira eu abri a porta do banheiro de propósito. Ele tinha acabado de sair do chuveiro. Toalha na cintura, baixa. O volume da toalha era absurdo. O pau dele ainda meio duro, a cabeça marcando o tecido. Ele se assustou.
— Porra, mãe, bate antes!
— Desculpa, achei que tava vazio. Tá tudo bem?
Ele ajeitou a toalha com as duas mãos, tentando esconder. A toalha subiu um pouco e eu vi a base do pau, grossa, e uma veia. As bolas grandes penduradas. Ele ficou vermelho.
— Tá. Só… deixa eu me vestir.
Eu fechei a porta, mas não saí. Fiquei ali, encostada na parede, respirando fundo. O coração batendo no peito. A calcinha já molhada de novo. Quando ele saiu, de cueca e camiseta, o volume ainda visível, eu não consegui desviar o olhar. Ele percebeu.
— Mãe, para de olhar.
— Não tô olhando nada. Vai se vestir.
Mas eu tava. E ele sabia. Naquela noite eu ouvi ele se masturbar mais forte. Como se soubesse que eu tava escutando. Os gemidos mais altos. Eu me deitei na cama e enfiei dois dedos na buceta, imaginando aquele pau entrando em mim, esticando, batendo no fundo. Gozei pensando no meu filho gozando no próprio punho.
No sábado ele ficou em casa o dia inteiro. Eu inventei que ia ao mercado e voltei rápido. A porta do quarto dele de novo entreaberta. Dessa vez ele estava sentado na cadeira, notebook na mesa, tela com um vídeo de uma mulher cavalgando. Ele não tinha calça. A cueca no chão. O pau na mão, apontando pro teto, enorme, a cabeça brilhando. Ele subia e descia devagar, apertando, a outra mão nos bagos. Eu fiquei olhando pela fresta. Vi o pré-gozo escorrendo. Vi ele acelerar. Ouvi o gemido:
— Caralho… que pau gostoso…
Ele falou baixo, pra si mesmo. Eu quase gemi junto. Fechei a porta e fui pro banheiro me tocar. Sentei no vaso, pernas abertas, dedos no clitóris, imaginando a boca dele no meu peito, aquele pau grosso entrando na minha buceta molhada. Gozei rápido, a mão coberta de líquido.
Quando saí, ele estava na cozinha, pegando água. De short. O volume ainda marcando. Ele me olhou.
— Mãe… você… viu alguma coisa?
Eu engoli seco.
— Vi o quê?
— Nada. Esquece.
Ele bebeu a água e voltou pro quarto. Eu fiquei ali, pernas tremendo. Queria entrar no quarto dele e pegar aquele pau na mão. Queria ver de perto, medir com os dedos, sentir o peso. Queria chupar a cabeça grossa até ele gemer meu nome. Mas fiquei quieta. Fiz jantar. Comemos em silêncio. De vez em quando ele me olhava e desviava. Eu sentia o cheiro dele, o suor, o cheiro de porra seca que às vezes ficava no ar do quarto.
Naquela noite eu entrei no banheiro depois dele. No lixo, o papel higiênico com manchas brancas, grossas. Eu peguei, cheirei. O cheiro forte, salgado, de homem. Enfiei o papel na boca e chupei, sentindo o gosto do gozo do meu filho. Depois me toquei de novo, de quatro no chão do banheiro, imaginando ele me comendo por trás, o pau enorme abrindo minha buceta, as bolas batendo no meu clitóris.
Os dias passaram assim. Eu via. Ele se masturbava várias vezes por dia. De manhã, antes da aula. À tarde, quando chegava. À noite, antes de dormir. Às vezes duas vezes seguidas. Eu ouvia o som da mão, o gemido, o “porra, que gostoso”. Uma vez ele gozou tão forte que ouvi o jato bater no peito. Eu estava do outro lado da parede, dedos na buceta, gozando junto, calada.
Um dia ele me pegou. Eu estava no corredor, ouvido na porta, a mão dentro da calça. Ele abriu de repente. Eu puxei a mão rápido, mas ele viu o movimento. Ficou parado, de cueca, o pau meio duro marcando.
— Mãe… o que você tava fazendo?
— Nada. Passando.
— Você tava ouvindo.
Silêncio. O pau dele pulsou na cueca. Eu vi. Ele viu que eu vi.
— Eu… às vezes me toco. É normal.
— Eu sei. Eu ouço.
Ele engoliu.
— Você… se toca pensando em mim?
Eu não respondi. Ele deu um passo. O pau dele agora mais duro, a cabeça tentando sair pela cueca.
— Mãe…
— Vai pro quarto, filho. Vai se tocar. Eu finjo que não sei.
Ele ficou mais um segundo. Depois entrou e fechou a porta. Eu ouvi a cueca cair. Ouvi a mão começando. Dessa vez ele não abafou. Gemeu alto. Eu fiquei no corredor, a mão de volta na calcinha, esfregando o clitóris enquanto ouvia meu filho punhetando aquele cacetao enorme, gemendo, até gozar. Ouvi o som molhado, o gemido longo. Imaginei a porra grossa saindo em jatos, caindo na barriga dele, no peito, na mão.
Entrei no meu quarto e terminei. Gozei forte, pernas tremendo, pensando naquela porra na boca dele, no pau dele na minha garganta, nas minhas tetas, na minha buceta. Depois fiquei deitada, culpada e molhada, ouvindo ele se limpar.
Desde então é assim. Ele se masturba abertamente quase. Deixa a porta mais aberta. Às vezes passa pela sala de short sem cueca, o pau balançando, grande mesmo mole. Eu olho. Ele sabe que eu olho. A gente não fala. No jantar ele me encara mais tempo. Às vezes a mão dele roça a minha quando pega o sal. Eu sinto o calor. À noite ele se toca e eu me toco no quarto ao lado. Às vezes eu fico na porta, vendo pela fresta: ele deitado, pau na mão, olhando pro teto ou pro celular, puxando aquele monstro até a porra sair. Eu volto pro meu quarto e gozo em silêncio.
Uma noite ele saiu do quarto depois de se masturbar. Camiseta suja de porra na barriga. Eu estava na cozinha. Ele parou.
— Mãe… você continua fingindo?
— Fingindo o quê?
— Que não sabe. Que não vê. Que não se toca também.
Eu não respondi. Ele chegou perto. O cheiro de porra nele. O pau ainda meio duro no short.
— Eu punheto pensando em você às vezes. Nas suas tetas. Na sua bunda quando você passa. No seu cheiro.
Eu fiquei quieta. A buceta latejando. Ele continuou:
— Aquele dia que você me viu… eu vi seu rosto. Você ficou molhada. Eu sei.
— Vai dormir, filho.
Ele riu baixo. Voltou pro quarto. Eu ouvi ele se masturbar de novo, mais rápido, gemendo “mãe… porra, mãe…”. Eu me sentei no chão da cozinha, pernas abertas, e me fodi com os dedos até gozar duas vezes, o nome dele na boca, imaginando aquele pau enorme me rasgando, gozando dentro de mim, enchendo minha buceta de porra quente.
E é assim todos os dias. Ele continua. Várias vezes. Eu ouço. Eu vejo. Eu me toco. E eu continuo fingindo que não sei que ele punheta aquele cacetao várias vezes ao dia. "
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FAZENDEIRA |
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Contos |
Anonymous escreve "
Escrevo por mais de vinte anos em sites eróticos. E acho legal estabelecer amizades e conhecer pessoas através deles. Não sou especialista na área, mas ganhei muitos conhecimentos fazendo anal com frequência. Como essas histórias voam, é bem legal receber mensagens de diversos lugares do Brasil e até da Europa. Fico feliz em dar dicas e ajudar as pessoas de realizarem o sonho de comer um cuzinho.
Foi nesse contexto que eu conheci a Fernanda, morena na faixa de 40 anos que era casada com um fazendeiro.
Preferi conversar por e-mail, por serem fáceis de apagar e também por evitar exposição desnecessária para ela.
Fernanda conheceu Miguel na Faculdade. Ele é filho de um grande produtor goiano. tudo dava certo no relacionamento, até o dia que ela pediu para ele comer o rabinho dela. Foi um choque. Ele não gostou da sugestão, brigaram e esse assunto passou a ser um tabu entre eles.
Fernando continuou alimentando esse sonho, até que Cíntia, uma amiga, percebeu algo diferente e apertou ela para que contasse o que estava acontecendo.
Quando soube da história, riu muito e falou que poderia resolver o caso dela, com extremo sigilo, pois era uma operação de alto risco.
Chamou Paulinho BP para a missão e apresentou o rapaz para Fernando. Paulinho era BP porque era bom de pica.
Possuía vinte centímetros entre as pernas e, palavras dela, deixava Cíntia de pernas bambas, principalmente no anal, pois ele não fazia amor. Ele castigava.
Fernanda analisou os riscos e topou.
No dia marcado, sob o pretexto de fazer um trabalho de faculdade, rumaram os três para o apartamento da amiga e lá, depois de algumas bebidas, Fernanda entrou no clima para ser enrabada.
Com a ajuda da amiga, previamente fez a limpeza íntima e confessou, envergonhada, que brincava com pequenos brinquedos vibrantes na área anal. Disse que a sensação era maravilhosa e precisava, com urgência, sentir algo mais vivo na área retal.
BP foi escolhido para o trabalho e mostrou bastante naturalidade em conversar sobre enrabamentos de cuzinhos virgens.
Como precaução, Cíntia acompanharia o ato, sem se envolver e daria dicas para que tudo corresse bem.
BP estava agradecido pela confiança e prometeu recompensar Cíntia.
Sua xaninha melou ao ouvir isso.
Foram para o quarto e BP tirou sua roupa com cuidado e beijou seu corpo todo. Poderia chupar um pouco a buceta, mas não meteria nela. Essa era do namorado. O serviço seria atrás.
BP chupou pouco a xaninha, mas não quis colher o gozo, pois queria o máximo de gozo no anal.
Fez Fernanda ficar de quatro para trabalhar o rabinho. Ali, ele se deliciou.
Sem nenhuma pressa, lambeu toda a extensão e enfiou dois dedos fundos na buceta. Depois disso, lubrificou o canal e chamou Fernanda para ficar de conchinhas.
BP era experiente não teve dificuldades de colocar toda a rola na bundinha de Fernanda. Ela chorou, pela grossura do invasor, mas com massagens leves na buceta, ele foi empurrando, centímetro por centímetro no novo canal do amor.
Aguardou até ela se acostumar e começou o rolete.
Primeiro colocou ela por baixo e bombeou devagar, inverteu o lado e ficou de conchinhas de novo, até que ela ficou por cima e ele por baixo.
O sonho de Fernanda estava sendo realizado e ela não demoraria pra gozar, forçando seu cu na pica atolada.
No entanto, algo fez ela se desesperar. Como tinha se esquecido de Cíntia, não percebeu sua aproximação, que atacou sua buceta descoberta e meteu a língua sem dó.
O resultado foi desesperador. Sem tempo pra protestar, a língua na xana e a pica no cu, levaram Fernanda à outro patamar. Passou a gritar desesperadamente e ainda chorando, gritou:
- Caralho, vou gozar!
Não foi um gozo comum, foi único. Ela ejaculou uma grande quantidade de gozo na boca de Cíntia e no rosto. Quanto mais seu cu apertava a pica, mais ela gozava.
BP resolveu judiar mais. Num movimento rápido, fez ela ficar por baixo de novo e bateu fundo no rabinho.
Quando finalmente ele gozou, Fernando estava em transe. Totalmente dominada e esgotada pela sequencia louca de gozos.
Ela nunca mais repetiu o ato, mas aquele dia foi tão marcante que, mesmo depois de casada, aquela cena volta na sua mente.
Como casou com um homem de família tradicional, e mantendo a vontade de dar o rabo constantemente, o jeito foi fazer viagens constantes para lugares longes e conseguir amantes eventuais para comerem seu cuzinho.
Entrei aqui na história, pois ela me contatou por e-mail e passamos a conversar.
Gostou das minhas histórias e estava em crise de abstinência, pois eram quase dois anos sem levar no cu.
Topei de imediato e fui conhecê-la no aeroporto.
Tomamos café, visitei seu hotel, pois o pretexto era fazer compras em São Paulo.
Ela queria só uma vez, num lugar simples e sem nenhum luxo.
Marquei perto de uma estação de metrô, e no outro dia, no período da tarde, nos encontramos.
Quando a vi sem roupas, tomei um choque. Era perfeita, com uma bunda de fazer inveja para as meninas de vinte anos.
Iniciamos com beijos e carícias. Desci para os seios siliconados e mamei sem pressa. Minha mão alcançou sua xaninha e dedilhei sem nenhuma pressa.
Fomos pra cama.
Quando minha língua encontrou aquela buceta, foi mágico. Trabalhei sem pressa e agarrei um seio.
Quando Fernando levantou a cintura, buscando minha boca em desespero, percebi o gozo e deixei que ela me desse seu suco mais saboroso.
- Ai caralho, que língua, chupa, chupa. E seu gozo veio divino.
Aiiiiiiiiiiiiiiiiiii
Esperei ela se acalmar e deitei ao lado dela. Não disse nada.
Só olhei nos seus olhos e ela entendeu tudo. Desceu pra mamar e preparar a pica.
Ai foi minha vez de sofrer. Fernanda tinha uma boca maravilhosa e chupava divinamente.
Não demorou para minha pica apontar pro teto e implorar um buraco.
Fernando encapou o pau e subiu.
Como é lindo ver uma cavalona quicando. Ela pulava desesperada, dizendo coisas desconexas e emendando um gozo no outro.
A ideia era deixar a pica pronta para comer seu rabo e eu avisei que estava pronto.
Ela olhou nos meus olhos e disse:
- No cu é no pelo, quero sentir o leite escorrer pra dentro.
Que loucura.
Ela ficou de quatro e me chamou. Devia ter uns noventa e seis centímetros de bunda. Foi difícil se concentrar e segurar a cintura.
Comecei devagar, não queria passar vergonha, pois estava fora da cama e ela em cima.
Fiz o vaivem enquanto ela mexia vigorosamente na buceta. Quando pressenti o gozo dela levando no cu, empurrei tudo e segurei.
Fernando mordeu a pica com o cu e passou a gritar desesperadamente:
Tô gozando, tô gozando.
Coitada, se acabou no gozo e arriou.
Segurei sua cintura e subi na cama.
Puxei seu corpo pra cima e enrabei no galo.
Que delícia. Eu parecia um bate estaca.
Como demoro muito pra gozar, a ideia era arrombar o rabão indefeso.
Fernando chorava e gozava, chorava e gozava.
Até a hora que ela gritou:
- Caralho, você não goza?
Está arrebentando com o meu cu.
Com esse pedido, o jeito foi ficar de conchinhas e bater fundo.
Nessa hora, não tem mais nenhuma resistência. O cu vira buceta. E eu não perdoo.
O resultado foi que eu também me descontrolei e apertando seus seios e mordendo seu ombro, anunciei:
- Vou gozar. Vou gozar.
Atendendo ao pedido, joguei todo o leite no grande rabo e travei meu corpo no dela, pois ela gozou novamente enquanto eu descarregava tudo.
Ficamos mais um tempo por lá e ainda deu tempo de enrabá-la no banheiro, com o chuveiro ligado e em pé.
As pernas doem, mas a sensação é maravilhosa.
Fernanda voltou mais duas vezes para me encontrar e já faz oito anos que não nos vemos.
No entanto, se ela me chamar, eu vou. "
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Magrinha |
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Contos |
Anonymous escreve "
Olá este é o primeiro conto e real quando morava em uma cidade do interior do PR meu compadre morava na roça foi despejado por não pagar o aluguel mia comadre era morena muito gostosa mais ela era safada recatada ao mesmo tempo tinha um casal se filhos qual sou padrinho dos dois , a menina era magrinha franZina mais era muito sapeka pela idade dormia no mesmo quarto com seus pais e com seu irmão, que já era adolescente um dia chamei eles para ficar na minha casa até arrumar um lugar pra ficar a minha afilhada era muito apegada aim sempre que podia estava no meu colo mais nunca tive pensamento ruins era normal ela era bem magrinha, até que um dia tudo mudou eu emprestava meu celular pra ela jogar a minha comadre ficava no quarto meu compadre era grosso usava drogas no banheiro até aí tudo certo, até certo dia ela esperava pra jogar sentou no meu colo e começou a se ajeitar meu pau ficou duro ela foi ajeitando até que encaixou na bundinha dela aí ela olhou pra traz e pediu o celular eu falei que ia usar daí ela começou num vai e vem no colo até que não aguentei e gostei sei o celular pra ela e fui no banheiro pensando como uma garotinha da idade dela faz estas coisas, deixei ela usar o celular enquanto conversa va com meu compadre chapado já era tarde a mãe dela falou pra ela tomar banho, peguei o celular não acreditei entrei no histórico a safadinha estava vendo porno enquanto nós conversava na sala fiquei louco na hora ela saiu do banheiro eu logo entrei peguei a calcinha dela enrolada no shorts tá meladinha cheirei sei uma lambida salgadinho, não aguentei e bati uma punheta gozei na calcinha dela ficou toda meladinha coloquei no meio da roupa dela atrás da porta, ligoapos minha comadre que morava de favor na minha casa era safada também escutava meu compadre comendo ela a noite dava tapa ela gemia alto pedia pra socar forte e no final pedia pra gozar na boca dela todo dia , ela pegou a roupa pra por na máquina de lavar eu estava na lavanderia ela foi colocar na máquina quando pegou a calcinha da filha está encharcada de porra minha rosa molhada ela desenrou abriu e apertou a calcinha depois disfarçando colocou o dedo na boca e labeu eu só olhei pra ela e disse comadre vc e safada demais deixa seu marido usando drogas apanha dele e trepa igual uma puta a noite eu escuto tudo ela só olhou pra mim e disse faço isso aqui porque te considero um irmão, não vi nada na calcinha da minha não sei se nada , ela é mais esperta que vc imagina depois disso todo dia no colo dava o celular e ficava alisando a bucetinha dela até ela ficar indo pra frente e pra trás e pegunta se já tava bom "
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A mulher crente do meu irmão |
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Contos |
Anonymous escreve "
A mulher crente de meu irmão novinhoa
Meu irmão tem 50 anos e eu 40, e há 3 anos ele se converteu e passou a ser obreiro de uma igreja evangélica, depois de curtir demais a vida louca ... Louca até demais.
Logo, acho que nem dois meses depois, estava noivo de Nayara, uma menina da fazenda que era de uma família de crentes fervorosos, tanto que sempre que eu encontrei os pais dela, eles me exorcisaram de todos os meios...
Meu irmão logo se casou e ambos moram no interior. Nayara tem cabelos castanhos e pele morena, lisinha, tem uns 27 anos, lábios enormes e seus seios são bem fartos. A mãe dela, que acho que é a pregadora da igreja, tem um peito tamanho gigante rsss.
Um dia eu estava na chácara onde moram pois ele comprou uns painéis solares e como o instalador só viria na semana seguinte,.meu irmão me pediu para já ir preparando os cabos etc. Já trabalhei com isso então imediatamente subi no telhado para isso. Ele foi ao estado de Santa Catarina para um evento... Possivelmente uma coisa de igreja (ele até usa terno para ir aos cultos e fala no microfone os trechos da Bíblia etc). Nayara ficou e a mãe dela veio ficar com ela. Dona Jandira deve ter seus 60 anos, e usa aqueles vestidos fechados de crentes, e se não fosse os seios e boca enormes jamais olharia com segundas intenções.
Enfim. Nesse dia foi a histórica chuva de granizo no interior que ate saiu na tv, então insistiram para eu não pegar a estrada, e eu dormi lá, a pedido de meu irmão.
Lá pelas seis horas a mãe de Nayara saiu para o culto e eu fiquei na sala enquanto minha cunhada arrumava as coisas e então a força caíu, blackout total.
Ela acendeu as velas e eu liguei o tablet, que tinha bateria e passamos a assistir um único canal que pegava na tv. O filme tinha umas cenas quentes, sabe, e claro que sempre eu tentava disfarçar mas ela , naquela inocente figura, e jeito da roça disse...
"Oce num precisa tira não num quero atrapalha ... " Sabe rsss algo assim.
E eu disse disfarçando que as cenas eran meio impróprias.
Ela então disse "vixe só tem coisa indecente na tv hoje deviam proibir neh"
Eu então concordei mas depois disse que não adianta, pois a internet tinha uma quantidade extrema de sites pornograficos... Que coisa neh... Rsss
Ela nem mesmo tinha tanto contato com a internet e perguntou .. "é mesmo na internet também ? Pelo amor de Deus que mundo é esse..."
Quando ela disse isso foi que notei os peitos e lábios dela e acho que nem disfarcei a secada. E já emendei... " Sim sim vem ver isso " e entrei no Google. Ela se aproximou no sofá e eu cliquei num site da pesada.
"Vixe" disse ela... "Que isso? Que pouca vergonha"...
Mas ela não tirou os olhos da tela e ficou com a pele arrepiada.
Cliquei num filme e a tela abriu, era uma moça loira sendo comida por dois caras, e ela ficou em choque.
"Eu disse. Pois é. Não conta pra ninguém isso viu. Vamos ver um pouco. "
E ela disse " claro jamais imagina .."
E chegou ainda mais perto. Eu disse então.. "Isso é normal, todos gostam de sexo" ... E ela só concordou.
Olhei no decote dela de novo e depois nos olhos dela... Ela estava toda arrepiada olhando a cena e então... Me olhou... E olhei seus lábios.... Automaticamente nos beijamos.. um selinho... Depois de língua ... Abracei ela epassei a mão pelo corpo todo ...
Ela dizia... "Aí meu Deus por favor vamos parar isso eh pecado sou mulher do seu irmão na graça do senhor" ...
Mas me beijava de volta.. e eu cada vez mais fundo, beijei e chupei seu pescoço... Passei a mão na bunda dela... E ela cada vez mais ofegante... Delicinha...baixinha...
Passei a mão no peito dela e disse que ela era um tesão. Ela ficou muito excitada mesmo meio sem jeito. Pegue a mão dela e coloquei no meu pau por cima da roupa e ela ficou alisando ele. Era o ponto!
Pedi uma chupeta e ela obedeceu sem responder.
Eu segurava os cabelos escuros lisinhos e ela engoliu de modo até legal...
Eu então fui tocando a buceta dela por dentro da calça que ela usava e não resisti, pedi um 69 que ela nem sabia direito o que era.
Deitei e pedi para ela tirar tudo e vir por cima com a buceta na minha cara e deu muito certo . Como era gostosa aquela menina cara...
Ela estava raspadinha e deixou só um triângulo de pelinhos e era muito cheirosa.. chupei a buceta e cu dela enquanto enfiava um dedo ou dois fazendo ela tremer e ter espasmos... Então deu uma enfiada e esporrei na boca dela.. ela só falava que era uma loucura.... Etc.. e eu pedi calma... Ninguém saberia...
Ela ficou muito excitada com os palavrões,como buceta,.cu, pica, foder... Que eu dizia e ia aumentando o tom rsss.
Assistimos mais um pouco do vídeo, então falei que eu iria foder a buceta. e.o cu dela até ela gozar e ela ia quicar como uma putinha no meu pau...
E ela tinha um sorriso que nunca pensei. Carinha de putinha essa cunhada.
Ajeitei ela no sofá de frango assado e arrebentei ela na metida, uns 10 minutos mas segurei a gozada .. já ela esguichava de gozar sendo metida ..
Nossa nunca fiz assim ... Aihhhh ... Que delícia... Ela dizia..
Depois virei ela e lambi e chupei o cu dela... Ela até perdia o sentido com isso... Eu arrebitei o traseiro dela, durinho , e comi aquele cuzinho dela deliciosamente.
Eu falava " voce gosta no cu neh safada".
Ela delirava e falava gosto isso isso...
Esporrei muito dentro daquele cu... Delícia.
Demos uns minutos, ainda sem energia, eletrica ficamos ali beijando e vendo pornografia pesada. Ela já soltinha, com os peitos esfregando em mim e aquele olhar de quem aprendeu a meter...
Uma meia hora depois meu pau estava no grau de novo. Sentei ela de costas no meu colo, de frente para a porta de vidro, então via a silhueta dela com o clarão dos raios no fundo sabe
Nossa, fiz ela quicar com a buceta atolada em mim enquanto eu segurava os peitões dela.
Nessa posição, eu fui dando os comandos e logo ela estava cavalgando como uma puta profissional... E mesmo sem camisinha, eu falava que ia esporrar nela para ela saber que o macho dela era eu... Ela arrepiava e quicava.
Só que o sofá tinha um veludo que era meio quente, então levantei ela e meti um pouco de quatro, socando mesmo.
Tinha uma luz de lanterna na casa dos vizinhos, que e de 2 andares, e eu falei para irmos na área externa...
Ela disse não não está louco. E eu disse sim .. e ficamos na área metendo e nos beijando, com o risco de alguém ver , e eu sempre puxava ela para a área mais a vista e dava tapas na bunda dela. Nossa ela se tremia de tesão ...
Eu gozei forte dentro da buceta da cunhadinha religiosa quem e disse que ela agora seria sempre minha puta secreta. E ela deve ter se apaixonado nesse dia, pois, enfim... Como sempre que dá uma brecha. E ela até usa umas lingeries top agora.
O mais louco e que escutamos o carro dos pais dela chegando e nos recompusemos. Eu fingi que fui dormir... Rssss e ela não falava coisacom coisa kkk.
Logo que entraram, escutei o pai dela pedindo para ela ir com ele até o sítio da irmã dela porque ela estava em vias de dar a luz ao sobrinho dela, e como era uma Saveiro, a sogra de meu irmão ficou. Enfim... Ela dizia que eu era um galã mas devia ir a igreja (ela dizia que eu parecia um pastor famoso da tv).
Enfim. Pela manhã, tomei banho e fui ver se estava tudo ok pois a chuva foi brutal. E o que vejo foi um choque - a senhora com as mãos no rosto ... E o tablet em cima da mesa... Com a página do site aberta e várias miniaturas de vídeos pornograficos...
Fingi que nem sabia do que se tratava.
Filho que isso no computador? Que coisa horrível?
Eu fingi que nem sabia ... O que? Ah? Do que a senhora está falando. ?
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E então olhei e d isse 'nossa meu Deus que isso... Essa internet e esses vírus mandam isso o tempo todo , que baixaria... "
Celular hoje só tem isso neh? Tentei dar uma de João sem braço.
Mas sabe.. na próxima parte, vou contar sobre duas semanas depois ou uns dez dias depois ,quando acabei ... Seduzindo a coroa rsss.
Pode ter certeza de uma coisa. Ela não estava parada olhando a tela do celular tão... Assustada assim. "
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Minha enteada |
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Seu IP: 216.73.216.217
Seu_provedor_de_internet: 216.217 |
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