Welcome to Samuca site
 
 

  Main Menu   

 
 

  Publicidade 4   

 
Recomende-Nos

 

  Usuarios   

 
KGXMeagan 04:29:10
Margarette 04:35:39
EliasV0884 05:29:08
KrystynaSc 06:10:47
SanfordR 01 dia
TishaKrieg 04 dias
RositaDarr 04 dias
MargeneSha 04 dias
CandidaNnd 04 dias
RheaAllsop 04 dias
© JAG
 

  Total de acessos   

 
Nós recebemos
392417
visualizações de página desde janeiro 2026
 

  publicidade4   

 

clique aqui

 

 
  Forum samuca :: Procurar
Forum FAQ
Forum FAQ
Procurar
Procurar
Membros
Membros
Grupos de usuários
Grupos de usuários
Edite seu perfil
Edite seu perfil
Conecte-se
Conecte-se
Entrar, Verificar mensagens
Entrar, Verificar mensagens
Forum

A pesquisa encontrou 19 resultados
Autor Mensagem
  Tópico: Uma cidade nua e sua
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 75

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:42 pm   Assunto: Uma cidade nua e sua
Uma cidade nua e sua




Eram exatamente 15h45min quando o telefone tocou, atendi e era Alma, uma garota com quem eu tinha um encontro marcado para aquela noite, aliás Alma era minha amante, vale dizer uma raridade, um verdadeiro tesouro, não que fosse tão bonita e gostosa, mas era a única mulher que eu conseguira ultimamente, cheguei a dois anos a uma cidade grande do interior do Rio Grande do Sul, e em pouco tempo minha fama se espalhou. Vou explicar, é que tenho um grande problema, grande mesmo, meu pênis, isto mesmo, ele mede mais de 25cm e é muito grosso. Não é fácil para mim sair duas vezes com a mesma mulher, mesmo com prostitutas muitas vezes tive problemas. Como sou um rapaz de boa aparência, Ah deixem-me apresentar, meu nome è Olavo, tenho 32 anos, 1,80m sou moreno claro, cabelos e olhos castanhos, corpo bem definido, sem barriga, malho muito e gosto de esportes, tenho uma boa situação financeira, estou solteiro até hoje, talvez por este meu problema.

Não vou dizer que não tenho encontrado muitas mulheres que até gostam muito, mas na verdade nunca encontrei uma para ficar com ela até que a morte nos separe.

Há pouco mais de seis meses, conheci Alma, é uma garota bonita, magra, muito alta e que não teve problemas comigo, estamos juntos até agora, há outro pequeno detalhe, talvez porque nenhuma mulher tope fazer sexo anal comigo, eu tenho verdadeira loucura por este tipo de transa, vivo fantasiando coisas maravilhosas, mas até agora não consegui nada.

Pois bem, Alma me telefonara para me avisar que não ia poder sair comigo aquela noite, pois como morava com uma irmã, e esta ia precisar sair, ela teria que ficar para cuidar de uma sobrinha pequena, era uma linda menina de 7 anos, eu já a vira com ela.

Fiquei meio frustrado e resolvi sair para dar uma volta, sempre na esperança de encontrar alguém, outra coisa, sou louco por sexo, penso nisto 24 horas por dia, peguei o carro e sai. Rodei por muito tempo, sem novidades, parei em um bar tomei um refrigerante, fazia muito calor, o tempo se preparava para chover, quando resolvi voltar para casa, passei numa locadora de vídeos, peguei algumas fitas, como era um sábado, iria assistir e dormir sozinho, o que não era muito novo para mim.

Passava por uma rua muito bem arborizada, quando vi uma linda casa, linda mesmo, uma varanda enorme, realmente uma bela casa, e com uma placa de “vende-se” eu estava procurando uma casa para comprar, e aquela me agradou muito. Como já passara da casa, dei Marcha ré e parei em frente a mesma, vi que havia alguém em casa, apertei a campainha e logo surgiu uma senhora em uma das janelas.

Boa tarde, com quem devo tratar sobre a casa perguntei, comigo mesmo, espere que vou abrir o portão, saiu da janela e logo ouvi um estalo e o portão se abriu, entrei, a mulher me esperava na porta, logo que a vi, notei que algo estava errado, ou pelo menos esquisito. Era uma senhora, devia ter uns quarenta anos, ainda muito bonita, principalmente de corpo, porem o que estranhei foi a sua maneira de vestir, usava um vestido muito curto, e a parte de cima era bem folgado, e como notei que não usava sutiã, pude ver que também tinha belos seios, grandes e firmes, Quando me convidou para entrar eu tive certeza que aquela mulher bebera em demasia, sua voz estava enrolada, falava com certa dificuldade.

Pensei em sair dali e voltar num outro dia, já que a casa realmente me agradara, mas algo me dizia que deveria continuar ali, e assim foi, entrei e ela começou a me mostrar a casa, eu quase não via nada do que mostrava, ela ia a minha frente, e com aquele vestido que a deixava muito sexy, mas também um tanto ridícula, eu não tirava os olhos das suas pernas, pude notar que não havia varizes, ou mesmo celulite, era uma bela fêmea, comecei a ter idéias a respeito dela. Tive uma grande e agradável surpresa quando ela foi me mostrar a parte de cima da casa, nada cavalheiro e mesmo porque tinha que ser assim, ela começou a subir alguns lances de escada em direção ao segundo piso, quando olhei por baixo da saia dela, vi que não usava calcinha, vi uma bunda linda, bem feita e uma buceta grande e rosada, totalmente depilada, quase cai de costas, ela se apoiava no corrimão para não cair, estava realmente bêbada.

Lá em cima havia mais dois quartos, ela sentou-se numa cama de solteiro, e também não se cuidou ao fazer isto, de modo que eu a sua frente continuei vendo tudo.

Aquilo era demais, meu pau já me incomodava, pois pelo seu tamanho, quando tenho uma ereção, tenho problemas até para caminhar. Comecei então um papo com ela: Então a senhora que vendar a casa, perguntei o preço, que também me agradou, mas no momento eu não dava muita atenção a nada que não se relacionasse com o que eu estava vendo. Ela me contou em poucas e trôpegas palavras, que fora abandonada pelo marido, um calhorda segundo ela, que fugira levando uma sobrinha dela, de apenas 16 anos, de repente abriu mais as pernas e ai eu tive certeza que mesmo bêbada ela queria se mostrar.

Tive uma idéia rápida, naquele estado em que se encontrava, adiantaria muito pouco eu ficar perdendo tempo em canta-la, por isto procurei outra estratégia. Comecei dizendo claramente o que estava vendo, e que estava gostando muito, pois ela era muito bonita e muito gostosa, ela deu uma boa risada e procurou mostrar mais.

Eu então, abri o fecho das calças e liberei meu mastro, que alívio, mesmo estando bastante alta, pude ver em seus olhos o espanto quando o viu, arregalou os olhos e talvez instintivamente fechou as pernas, temi que mais uma vez não fosse conseguir nada. Nossa acho que bebi demais, será que o tamanho é este mesmo, sentei-me perto dela, e pegando sua mão o coloquei sobre ele, ela não se fez de rogada, encheu a mão, caramba cara, o que é isto, a estas alturas eu já estava com a mão dentro da sua blusa e acariciava seus seios, firmes, os biquinhos reagiram ao meu toque, pelo jeito aquela mulher estava a muito tempo sem homem.

Coloque-o na boca, vamos, vai ver que é muito gostoso, vamos faça isto, antes porém ela me fez um pedido: Faço sim, mas primeiro vá lá embaixo, na geladeira tem uma garrafa de bebida, sirva uma boa dose para mim e para você também se quiser.

Desci as escadas, descobri a geladeira, servi uma generosa dose, coloquei gelo e subi, ela tomou um grande gole, e logo senti sua boca fria ainda pela bebida engoli a cabeça do meu pau, fiquei de pé a sua frente enquanto ela tentava chupar o meu pau, sem saber se poderia aparecer alguém de uma hora pra outra, eu não quis perder tempo, tirei a roupa da mulher que até aquele momento eu não sabia o nome, perguntei e ela disse que se chamava Olga. Quando a vi nua, tive certeza de se tratar de uma bela mulher, nada de pneus, celulite ou outras coisa desagradáveis,

Guiei o pau para sua buceta, e quando a cabeça conseguiu se alojar dentro dela, eu fiz uma pequena pressão e entrou um bom pedaço, ela gemeu alto, e começou a pedir que fosse devagar, aiiiiiiiii devagar, faz tempo que não faço, e acho que você é muito grande, nunca tinha visto um assim. Ta, vou bem devagar, e fui enfiando, ela era quente, e muito apertada, eu retirei o pau e perguntei se não tinha nenhum lubrificante, ela respondeu que não, tive que usar saliva mesmo, ai sim o pau começou a deslizar com mais facilidade, quando mais da metade estava dentro, ela começou a dizer que não agüentava mais, pára, tira, não agüento, está doendo muito.

Relaxe, vou colocar tudo, vamos procure relaxar, procurei a sua boca, mesmo com um forte hálito de álcool, dei-lhe um gostoso beijo e aproveitei para enterrar o pau até o talo, senti seu corpo dar um pulo, mas senti meus pelos encostados a sua lisa buceta. Pronto entrou tudo, agora aproveite, ai, ai, ai, dói, tira, tira, ai, comecei a me movimentar lentamente dentro dela, sentia que chegara ao fundo, a cabeça batia em seu útero, sem violência comecei a fode-la, seus protestos foram diminuindo, logo se transformando em gemidos de prazer, ai agora já não dói, está gostoso, vai mete, fode, me fode, ai que pau gostoso, mete tudo vai. Que loucura, sai de cima dela, levantando o tronco, fiquei admirando aquela bela cena, o pau saia e entrava molhado, ela até tentava mexer, mas não dava, o ferro era muito grande, continuei fodendo, e de repente ouvi um grito, seu corpo se retesou, ela me puxou para si, me apertando com loucura, mete, mete estouuuuuuu gozannnnnnnndoooo mete, mete, ai, ai ,ai, cruzou as pernas sobre o meu corpo e parecia querer me engoli inteiro, dei estocadas fundas, mesmo com suas pernas me prendendo, e também não resisti e enchi sua taça de leite, urrei na hora do orgasmo, sentia que sua buceta se abria para me receber inteiro, depois do primeiro jato de leite, ela ficou mais acessível e eu continuei regando-a com muita porra grossa e quente.

Depois cai sobre ela, sentindo sua respiração alterada, seu hálito forte, ela ainda gemia, quando sai de cima dela, o que para mim é sempre um espetáculo, tiro o pau bem devagar, nossa ele saiu todo melado, demora um tempão para sair inteiro, quando por fim a cabeça se libertou daquela gruta quente, vi os lábios grossos voltando ao seu lugar, ela fecahara as pernas, fiquei ali olhando, sabia o que viria em seguida, não demorou muito, vi sua buceta se contrair de leve e surgir o leite branco e ainda morno entre eles, aos poucos foram aumentando os espasmos e mais leite saíndo, logo havia uma pequena poça no lençol, fiquei ali até o final, quando vi que ela expelira tudo.

Ela parecia dormir agora, seus seios subiam e desciam rapidamente, parecia cansada, permanecia de olhos fechados, fiquei ali ao seu lado, não sabia onde era o banheiro, ela não me mostrara ainda, ai me surgiu outra idéia, notara que tinha uma bela bunda, iria tentar come-la, isto mesmo.

Assim que ela despertou do seu sono, a primeira coisa que fez foi dizer que nunca gozara tanto em sua vida, e que mesmo bêbada quase morrera de medo do meu pau, mas que no fim o amara, queria mais, mais, você vai me dar mais não vai, perguntava parecendo uma desesperada, sim vou, quantas vezes quiser.

Ela então me pediu mais uma bebida, fiquei com pena dela, caso ela deixasse tentaria ajudar aquela mulher a se livrar da bebida, faria o que fosse possível, mas como no momento eu teria que me aproveitar do vicio dela para conseguir meu intento, desci mais uma vez e lhe preparei uma grande dose. Depois que ela bebeu, eu novamente comecei a acariciar todo seu corpo, ela ficou toda arrepiada, gemendo baixinho, para minha surpresa não criou nenhum caso quando viu que eu coloquei um dedo em seu cuzinho, aliás começou a rir e a facilitar minha tarefa.

Ai eu vi que tinha que dar um jeito em um lubrificante, perguntei mais uma vez se não havia nenhum creme que pudesse usar, ela entendeu a minha intenção, não se mostrou apavorada e me indicou o local onde eu poderia achar algo. Achei uma caixinha de primeiros socorros e a li pra minha felicidade, encontrei um tudo de vaselina.

Prometendo ser o mais carinhoso e cuidadoso possível, começava ali a realizar um sonho de muitos anos, comer um cuzinho, ainda não sabia se iria conseguir, mas meu tesão era tanto que o pau teimava em não ficar duro. Claro que eu o cortaria ali mesmo se ele teimasse em não me obedecer, ela vendo minha situação, sem que eu pedisse o colocou na boca, e aquele gesto e o calor da sua boca logo o deixaram pronto.

Deitei-a de bruços, ela abriu bem as pernas, enquanto eu lubrificava o mastro olhando para sua linda bunda, ouvi-a dizer baixinho, ai com muito cuidado, não sei se vou suportar, já fiz algumas vezes e até gostei, mas nunca com um deste tamanho e grossura.

Comecei a me ajeitar, pedi para que abrisse as nádegas para mim, ela levou as mãos e as abriu, vi o buraquinho, eu mesmo tinha minhas dúvidas, encostei ali a cabeça, o buraquinho sumiu, ela gemeu ao contato. Sempre segurando o pau bem próximo a cabeça, comecei a pressionar, nada, não conseguia fazer a cabeça entrar, ela mesmo querendo cooperar contraia o esfíncter tornando mais difícil a penetração. Procure relaxar querida, vou colocar bem devagar, vamos relaxe, faça força para fora quando eu pressionar ta bom, ela fazia , não adiantava, quando forçava a cabeça escorregava para o lado ou para baixo.

Então eu vi que teria que tentar com mais força, mesmo que tivesse que machuca-la um pouco, mandei que respirasse fundo, segurei-a firme, forcei agora mais forte e senti que algo era rasgado, ouvi um forte grito, mas senti que conseguira colocar a cabeça dentro dela, sempre com firmeza a mantive dominada enquanto ia aos poucos entrando nela.

Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii não vai dar, tira, tira por favor, não dá aiiiiii que dor, pára, mas eu não tirei. Calma amor agora vá tentando relaxar, vou botas aos pouquinhos, vamos relaxe, sempre gritando, ela foi me engolindo, eu não podia mais parar, deitei-me sobre o seu corpo, sempre lhe dizendo coisas doces ao ouvido, lhe enfiando a língua ali, porra não terminava nunca de entrar, ai, ai, não, não quero, assim não, continuava protestando, mas o pau continuava entrando, até que senti sua bunda encostar em mim, enfim eu estava todo dentro dela, que sensação, eu sonhara muito com aquele momento.

Parei, tive a certeza que entrara tudo, dei um tempo para ela se acostumar o pau no cuzinho, ela continuava gemendo muito alto, agora eu sabia que não sentia prazer, só dor, mas que eu tentaria reverter aquela situação, e consegui, com muito carinho e cuidado, comecei um curto vai e vem, bem devagar, assim amor, vou fazer bem devagar, assim, está doendo menos agora perguntei, nenhuma resposta, só gemidos, ai, ai, pára, não, não, ai, ai. Calma amorzinho, dá esse prazer ao seu macho dá, a estas alturas o pau já saia mais um pouco, que sensação gostosa, o cu era tão apertado que eu chegava a sentir dores, para minha felicidade seus protestos foram ficando cada vez mais fracos, logo ela só gemia baixinho sem se queixar de dores, agora eu tirava até a metade para depois enfiar novamente.

Mesmo não querendo machucar muito aquela mulher, eu também queria aproveitar o Maximo, era a minha primeira transa anal, de repente eu já tirava quase até a cabeça, ficava olhando ele entrar gostoso, justinho, ela agora parecia até gostar, eu puxei seu corpo deitando-a de lado, assim levei a mão a sua buceta começando a masturba-la, deu certo por incrível que possa parecer, em dado momento com medo de gozar, eu parei de mexer, sentir ela procurando o pau, com movimentos leves ela tirava e jogava a bunda contra ele novamente, isto me levou a loucura, não tinha mais controle, segurei seu corpo com firmeza e comecei a fode-la com loucura, quando comecei a gozar perdi a noção de tudo, o grito que dei, poderia ter sido ouvido longe, ataquei aquele cu com fúria selvagem, ela também gritava e agora não era de dor, gozamos juntos, eu enchi seu rabinho de porra, muita porra, quando acabei pensei até que iria desmaiar, o local onde estávamos na cama estava totalmente molhado com nosso suor, sentia no pau leves mordidas, era muito grosso, ainda dentro dela me desmanchei em desculpas e em agradecimento, beijei-a muitas vezes, ela chorava baixinho, havia sido muito dolorido, mas também muito gostoso. Quando retirei o pau, vi um pequeno filete de sangue, fiquei preocupado, mas logo vi que apenas um pequeno rompimento na entrada do anus, nada de muito grave, após o banho passei uma pomada e ela foi dormir. Sai dali muito satisfeito e feliz, principalmente porque sabia que poderia voltar.

E voltei, muitas e muitas vezes, hoje ela gosta muito de sexo anal, dois meses depois do nosso primeiro encontro, Olga que tem na verdade 38 anos, não bebe mais, não precisa, eu estou sempre por perto, ou dentro dela, melhor dizendo, as vezes passamos o dia inteiro trepando. Que loucura.
  Tópico: BRINCADEIRA
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 94

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:41 pm   Assunto: BRINCADEIRA
BRINCADEIRA


Nos mudamos para uma nova casa, novo bairro e portanto nova vizinhança, e novos amigos. Fazia já quatro meses que estávamos ali, e realmente fizemos grandes amizades. Uma muito especial. Morava próximo a nossa casa um camioneiro, o Osvaldo, um cara muito legal. Viajava muito para o nordeste principalmente e ficava vários dias, as vezes meses fora de casa. Alba sua mulher, ficou muito íntima da minha, comigo não tinha muita intimidade. Porém um dia eu estava deitado e ela entrou em minha casa, não sabendo que eu estava presente, perguntou pra minha mulher: _ E o nosso marido? Logo ouvi risos abafados e a pergunta: Será que ele ouviu? Minha mulher entrou no quarto bem devagar e fingi que ressonava. Ouvi quando disse: _ Louca, ainda bem que está dormindo.

Aquilo me deixou de orelha em pé. Dias depois, como me relaciono muito bem com a esposa, toquei no assunto. Ela me disse: _ Sabes, eu me apavoro com a Alba às vezes ela faz essas brincadeiras na frente do marido. Perguntando pelo nosso marido. _ E ele? O que diz. _ Nada. Fica rindo. E você nunca me disse nada. Ela não é de se jogar fora, é bem gostosa e parece bem liberada. _ Que nada. Disse a mulher. Aquilo é só fogo de palha, talvez por isto mesmo o Osvaldo não a leva a sério.

Eu comecei a pedir a mulher que sondasse bem. Jogasse alguns verdes. Ela terminou topando. Um belo dia me disse em uma conversa: _ Sabe. Conversei com a Alba a respeito daquele assunto. Perguntei-lhe se toparia transar contigo. E sabe qual foi a resposta? _ Não. Qual? _ Outra pergunta: _ Tu deixarias? Depois deu uma risada dizendo. Claro que não sua louca. Amo meu marido._Bem. Eu vou tentar. _ Cuidado, não acho uma boa idéia. Pode ser perigoso.

Alba é o tipo da mulher que chama a atenção, muito extrovertida, alegre e bonita, sem ser nenhuma musa, deve ter 32 anos e toda firme, nunca teve filhos. Tem umas pernas bem feitas e seios grandes e firmes, é branca e tem sardas no rosto e no colo. Antes não me chamava muito a atenção, mas depois do dia em que a ouvi me chamando de seu marido tudo mudou.

Duas semanas depois dessa conversa com minha mulher, passei pelo ponto de ônibus, chovia muito, de longe vi Alba. Meu coração disparou. Encostei o carro e ela veio correndo. _ Poxa vizinho, que sorte. Com essa chuva e esse ônibus que não vem nunca. Eu sabia que seu marido fazia mais de dois meses que não aparecia na cidade. Se aquela mulher não tinha um amante, estava subindo pelas paredes. Tomei minha decisão. Após cumprimenta-la disse: _ Espero que não esteja com muita pressa. Ainda tenho que passar num lugar antes de ir para casa. _ Não muita disse ela. Olhou o relógio e disse: _ Ainda tenho que preparar o almoço. Cheguei na próxima esquina e dobrei justamente ao lado contrário do bairro em que morávamos. Segui a avenida até o fim, depois segui por uma estrada de chão. Dois quilômetros depois eu sabia que havia uma obra abandonada, era a sede campestre de um clube. Ninguém ia aquele lugar durante o dia, principalmente com chuva.

Quando chegamos ao local, Alba me olhou parecendo assustada e perguntou: _ O que veio fazer aqui? Sem muito tempo para conversa respondi: _ Desce minha querida mulherzinha, e logo ficas sabendo. O sangue fugiu do seu rosto. Alba ficou branca como uma vela e gaguejando disse: _ O senhor só pode estar brincando. Sou uma mulher casada e ainda por cima amiga da sua esposa. Aquilo que falo, é apenas brincadeira. A partir de agora não digo mais. Vamos embora daqui, por favor. Fiz com que saísse do carro e falei: Querida. Não me arriscaria trazendo-a até aqui somente para conversar. Portanto prepare-se e procure colaborar. Venha. Ela relutava, seu nervosismo a deixava mais bonita e mais sexy.

Como sou bastante forte, peguei a mulher pela cintura e a levei para próximo de uma mesa de madeira na qual havia uma velha serra circular. Levei a mão por baixo do seu vestido e fui lhe alisando à coxa. Ela se debatia: _ Não faça isto. Por favor. Está cometendo um crime. _ Querida. O que foi feito até aqui, já se constitui crime, não acha que vou responder um processo por ter alisado sua coxa. Vamos relaxe, será melhor para ambos.

A estas alturas, minha mão já entrara na calcinha, já acariciava sua gostosa buceta. Abri o fecho das calças e liberei o pau, que a estas alturas mais parecia um ferro. Alba não o olhou. Tentava ainda me convencer a desistir. Puxei com certa violência suas calcinhas e comecei a procurar com a cabeça a entrada da sua racha, antes de achar o caminho, olhei para seus seios e vi que os biquinhos estavam bem diferentes agora. Intumescidos ao máximo. Brinquei com ela: _ Olha! Os biquinhos dos teus seios estão te denunciando. Você também está com tesão safada. Ela não disse nada. Achei sua racha que também estava úmida. Bem na hora em que ela dizia: _ O senhor não vai fazer isto comigo. Eu enterrei o pau até a metade, mesmo com toda tensão do momento, tive vontade de rir, pois ela mesma respondeu: _ Vai! E deu um gemido gostoso. Aiiiiiiiiiiii! Enterrei o restante e comecei a fuder. Abri sua blusa e comecei a mamar seus peitinhos. Ela já não dizia mais nada, só gemia: Aiiiii! Aiiii! Sabia que não tinha mais volta. Começou a colaborar. Estava carente e pelo jeito não tinha amante nenhum. Tenho um pau bastante avantajado, não houve nenhuma reclamação. Comecei a falar baixinho ao seu ouvido: _ Isto querida! Relaxe. Aproveite. Sei que também está carente. Alba começou a mexer. Aquilo só aumentou minha libido. Sua buceta era quente e apertada. Estávamos de pé encostados à mesa. Não era uma posição muito cômoda. Mesmo assim eu senti que a mulher ia gozar. Parei de repente. Olhei para ela, esta abrira os olhos e me olhava assustada, como perguntando: _ Por que parou? Eu então usei outra estratégia, olhei para ela e disse: _ Querida! Acho que o que estou fazendo é muito errado. Acho melhor parar e irmos embora. Vi loucura em seu olhar, e com muita firmeza respondeu: _ Pare, e saio daqui direto para a policia.

Era isto que queria ouvir sua puta. Peguei-a pela cintura e sentei-a na mesa, ela abriu bem as pernas e comecei a estocar com violência: _ Então agora pede puta. Pede pica, vamos. Quero ouvir. E ouvi: _ Fode. Fode vai, empurra tudo. Me mata, me rasga mas não pára nunca mais. Fode, fode vai. E começou a olhar o ferro entrar e sair da sua racha. Lembrei-me que não usava camisinha. Teria que gozar fora. Detesto isto. Disse pra ela que respondeu: Goza dentro, quero dentro, não te preocupa, não posso ter filhos. Agora fode, fode, me dá tudo meu amor. Comecei a foder loucamente aquela mulher que no momento parecia histérica. Quando Alba anunciou seu gozo eu me apavorei. A mulher parecia enlouquecida, revirava os olhos e falava grosso. Parecia possuída por milhares de demônios. Não resisti e gozamos juntos. A barulheira foi tanta que parecia até que a velha oficina estava reativada e com todas máquinas ligadas. Inundei sua buceta, olhei para o pau e vi que saia com manchas brancas, vazava leite por sua racha. Depois ficamos assim abraçados, muito cansados, eu ainda todo enterrado nela, sentindo seu calor. Na verdade minha vontade era nunca mais sair dali.

Quando retirei o pau da sua buceta, estávamos suados como se acabássemos de chegar de uma grande corrida. Cansados mais saciados, satisfeitos e felizes. Ali mesmo ela prometeu muitas outras sempre que tivéssemos oportunidade. Beijou-me na boca e disse sorrindo: Louco. Logo com quem fui brincar. Quando ela vestia a calcinha olhei e sorrindo disse: Nossa! Não tinha notado ainda. Que bela bunda amor. Ela me devolveu o sorriso e disse: _ Vai tirando o cavalinho da chuva. Vai ter que gastar muito papo e carinho para poder entrar aqui. Mais uma batalha ganha.
  Tópico: A VIZINHA MANSA
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 98

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:41 pm   Assunto: A VIZINHA MANSA
A VIZINHA MANSA



Meu nome é Rodolfo, sou casado, tenho 36 anos e tenho uma linda mulher, modéstia à parte, não temos filhos e temos um relacionamento muito aberto em relação a sexo. Isto significa não haver frescuras de ciúmes de nenhuma parte. Nos mudamos há algum tempo para o interior de Goiás, aluguei uma casa num bairro de classe média, com um belo jardim e uma varanda como sempre sonhei.

A história que vou contar, está acontecendo até hoje e foi para mim uma grande surpresa. Logo que cheguei, fiz uma inspeção na vizinhança, principalmente nas vizinhas. Descobri logo de saída que havia duas de tirar o fôlego de um frade. Logo fizemos amizade com todos e até o momento nenhum dos monumentos me deu a menor chance de pensar tirar uma casquinha. Porém, bem em frente a nossa casa, mora uma senhora que em nada chama a atenção. Deve ter entre 36 e 40 anos, branca, feia e tímida. Tão tímida que quando fala se assusta da própria voz.

Um dia eu estava tomando uma cerveja em um bar da redondeza quando essa vizinha passou, seu nome é Sofia, ouvi alguém ao meu lado fazer um comentário bastante esquisito sobre ela. Como não falava comigo não pude acompanhar toda conversa, mas deu para perceber o seguinte: Assim que ela cruzou, um dos rapazes disse: _ Ali vai a ovelha, já não é mais o que era antes, mas isto tem história. Fiquei deveras intrigado e dias depois conversando com alguém que a conhecia bem toquei no assunto e este amigo me disse: _ A chamam de ovelha pelo seguinte: dizem que a ovelha quando vai para o matadouro, se berrar não a matam. Geralmente o bichinho fica quieto. Assim é a Sofia, se você consegue colocar a mão sobre ela, fica quieta e você faz o que quer com ela. Muitos se aproveitaram enquanto era solteira, agora que casou não sei como se comporta.

Aquela conversa me deixou mais intrigado ainda. Tempos depois tentei puxar conversa com a mulher, porém sua timidez era irritante. Ficava vermelha por qualquer coisa dita. Já pensava em desistir, mesmo porque ela não era mulher para se ficar sonhando, pude verificar que tinha pernas bem feitas, uns seios grandes e ainda firmes, seu cabelo era crespo e parecia estar sempre sujo, se vestia com simplicidade. Enfim, não era nenhuma musa.

O tempo foi passando e um dia minha esposa teve que viajar para fazer um estágio no Rio de Janeiro, ficaria quase um mês fora. Como temos cinco cães de estimação, que vivem dentro de casa, Vera pediu a Sofia para dar comida aos cães já que não confiava muito em mim. Sofia ficou com uma chave da casa. Fazia duas semanas que minha mulher viajara, e eu já estava subindo pelas paredes, uma sexta feira tomei uns wiskeys a mais e no sábado acordei com uma puta ressaca. Eram 10:00s quando entrei no chuveiro, ouvi a campainha, me enrolei numa toalha e fui atender. Era Sofia que vinha dar a ração dos cachorros. Quando me viu de toalha enrolada na cintura, ficou vermelha como um pimentão, eu mandei que entrasse e voltei ao meu banho. No caminho tive uma idéia. Não sabia se seu marido estava em casa, não pensei muito, quando vi meu pau levantara a toalha formando um verdadeiro circo. Esperei que entrasse, assim que senti que ela estava na cozinha mexendo nos armários, entrei de repente. Tremia da cabeça aos pés. Sofia sentiu minha presença e se virou, não teve tempo para nenhuma reação. Eu a segurei pela cintura e com certeza ela sentia o ferro duro encostado a bunda.

Nenhuma reação, ficou parada, só sua respiração se alterou. Não disse uma palavra. Eu também sem dizer nada, levantei sua saia procurei com a mão tremula afastar suas calcinhas e encaminhei minha tora em direção a sua abertura, com um pouco de trabalho consegui encaixar a cabeça entre os lábios e de uma só estocada enterrei ate o talo. Um gemido abafado denunciava que sentira o tamanho, realmente sou um pouco exagerado. Procurei uma posição mais cômoda e comecei a foder bem devagar, falando baixinho ao seu ouvido: _ Isto putinha. Bem quietinha, vamos gozar gostoso. Olhei para seu rosto pelo vidro do armário e parecia que ela murchara as orelhas como fazem as éguas ao serem cobertas pelo garanhão. Nessa primeira vez não tive a preocupação de ver se ela gozou ou não, eu estava com muito tesão, gozei rapidamente, e sem dizer nada a deixei e voltei ao banheiro. Quando sai ela já havia ido embora. Pensei: essa mulher nunca mais fala comigo. Engano. No outro dia na mesma hora estava ela novamente lá em casa e novamente eu a cobri, agora com mais calma, a levei para a cama e dessa vez ela disse alguma coisa: _ Não posso demorar, o Júlio, seu marido estava em casa. Comi Sofia quase que diariamente por muito tempo. Até que um dia aconteceu algo realmente imprevisto e que me causou muito tesão.

Seu marido viajou para o nordeste a serviço da empresa em que trabalhava, e por lá ficou mais tempo que o esperado. Um dia recebi um telefone seu, pedindo para falar com a esposa. Eu não sabia, mas o telefone deles estava cortado. Da varanda gritei para ela que veio atender na varanda pelo telefone sem fio. Neste mesmo dia tive uma idéia maquiavélica. Planejei tudo direitinho sem dizer nada para ela. Fiquei aguardando o próximo telefonema já que colocara meu telefone a disposição do marido.

Uma quarta feira muito cedo, o telefone tocou e era ele. Após pedir mil desculpas por me acordar tão cedo, disse que precisava falar com a esposa. Mandei que ligasse dez minutos depois e fui chamar a safada. Ai lhe expus meu plano. Ela quase caiu de costas ao ouvi-lo. Ficou vermelha, relutou o quanto pode, enfim não vendo outra alternativa cedeu. Para minha total felicidade.

Peguei uma cadeira de espaldar alto na cozinha, coloquei ao lado do telefone e aguardei. Assim que ouvi a campainha tocar, acessei o viva voz, atendi e disse: Pronto Júlio, tua esposa já está aqui. Vou deixa-los falando e vou até o mercado. Fiquem a vontade. Fiz sinal que ela podia falar, e começaram o diálogo. Sofia estava de joelhos sobre a cadeira, de modo que sua Bunda ficava a minha disposição, com muito cuidado fiquei a sua retaguarda, levantei sua saia e como ela já estava sem calcinhas, levei a cabeça da pica até sua buceta e fui entrando bem devagar, ela estava bem úmida, também assimilara bem a situação. O pau deslizou lentamente até o fundo, ela fazia tudo para se controlar. Eu tirava e enfiava lentamente gozando a visão do pau aparecer até quase a cabeça sair e depois vê-lo desaparecer totalmente naquela gruta quente e gulosa. De repente tomei um susto, pois ouvi o marido dizer: _ Tua voz está diferente. O que houve? Sem titubear ela respondeu: _ Nada. É que vim correndo para atender ao telefone. Continuei fodendo, que sensação, nunca tinha vivido algo igual, sentia a putinha mexendo as cadeiras, querendo mais pica, o esforço que fazia para não gemer me levava à loucura. Não queria gozar ainda, queria aproveitar o Maximo daquela gostosa situação. E aproveitei. Conversaram bastante e o que me deu mais tesão foi verificar que ela fazia tudo para esticar o papo. A puta também gostara da coisa, quando senti isto, tive que dar uma parada dentro dela para não enche-la de porra. Por fim quando se despediram, desliguei o telefone e comecei a fode-la com violência e loucura, ela urrou como nunca tinha feito e pediu mais pau pela primeira vez: _Fode, fode forte, fundo, me mata me fode e começamos a gozar como dois loucos. Quase quebramos a cadeira e acredito nunca em minha vida ter esporrado tanto dentro de uma mulher. Perdi a conta de quantas vezes injetei porra quente no útero daquela puta. Depois caímos ainda abraçados no sofá. Quando retirei o pau da sua buceta, vi a quantidade de leite que ela expelia. Estava literalmente alagada. Foi mais um espetáculo inesquecível.

Repetimos nossa loucura outras vezes, na última ela topou falar com o marido enquanto eu a enrabava e foi mais um momento difícil de esquecer. Fiquei com tanto tesão que não consegui me conter e gozei enquanto eles falavam. Ai foi a minha vez de quase explodir por não poder fazer nenhum barulho. Ela gritou. Dizia ao telefone aos gritos: mais alto, mais forte, não estou ouvindo nada. Enquanto sentia uma verdadeira cascata de leite dentro do cuzinho apertado.
  Tópico: A VIGANÇA DE VANESSA
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 91

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:40 pm   Assunto: A VIGANÇA DE VANESSA
A VIGANÇA DE VANESSA



Meu nome é Vanessa, nasci em Vila Velha ES. Sou morena clara, tenho 24 anos olhos grandes e castanhos, cabelos longos abaixo da cintura, tenho 1,76m 70kg, tenho seios médios e firmes, cintura fina e pernas bem feitas, e um bumbum bem arrebitado.

Sou casada há 5 anos com um homem que achava maravilhoso, alto bonitão e um empresário muito bem sucedido na vida. Durante todo o nosso relacionamento nunca tive o que reclamar do meu marido, até que há dois meses atrás descobri que ele não era nada daquilo que eu imaginava.

Como nunca senti ciúmes ou tive qualquer desconfiança do Paulo, pois este é seu primeiro nome, ele começou a chegar tarde em casa e muitas vezes nem vinha, alegando encontros de trabalho e muitas reuniões, viagens, e outras desculpas e eu nunca desconfiei de nada, nem mesmo ligava para a empresa temendo atrapalhar de alguma forma.

Mas há alguns dias atrás recebi um telefonema anônimo, uma mulher me avisando que meu marido estava me traindo, e ainda por cima com uma das minhas melhores amigas. No primeiro momento pensei que fosse alguma brincadeira de mau gosto, mas mesmo assim , fiquei muito apreensiva.

Comecei a observar e comecei a notar algo muito estranho no comportamento do Paulo, até mesmo na cama. Esta minha amiga é um mulherão e também é casada.

Contratei um detetive particular, que em muito pouco tempo veio confirmar tudo. Fiquei desesperada, pensei um monte de bobagens, não poderia fazer escândalos, sou uma mulher fina, de boa família uma esmerada educação. Casei virgem, não conheci outro homem sexualmente alem do meu marido.

Não era justo o que estava acontecendo, na minha ira, pensei num monte de coisas, porem refleti para não agi pela emoção. Continuei agindo como se nada soubesse, mas arquitetava um plano de vingança.

Paulo me anunciou mais uma de suas viagens de negócios, e aproveitei para dizer-lhe que também iria a Marataizes no Espirito Santo, visitar uma irmã que há tempos não via, ele ficaria fora alguns dias.

Após sua saída verifiquei que minha traidora amiga também viajara.

Mandei preparar minha BMW, arrumei uma mala e peguei a estrada disposta à por meu plano em ação.

Cheguei a casa da minha irmã e como somos muito intimas a coloquei-a a par da situação, assim como o meu plano para colocar um belíssimo par de chifres no safado.

Ela me preveniu que a cidade era pequena e que tivesse muito cuidado, não poderia me arriscar com qualquer um, sem nenhuma experiência nesse assunto eu poderia me dar mal. Mas talvez fosse justamente o que eu queria, mas me dei foi muito bem.

No terceiro dia na casa da minha mana, sai para dar um passeio, comecei a rodar e logo estava fora da cidade pela beira da praia, dirigi absorta em mil pensamentos, quando vi a beira da estrada um grupo de homens, vestidos de calças camufladas e coturnos, todos nus da cintura para cima, eram todos muito fortes e de corpos lindos, ombros largos, sem barriga, era realmente um belo conjunto de machos, não contei quantos eram, depois fiquei sabendo que eram 9 ao todo, e que eram pára-quedistas Fuzileiros Navais, acampados ali perto, que saíram para se exercitar.

Era um lindo Sábado, não fazia muito calor, de modo que os meus vidros estavam abertos e pude admira-los muito bem. Não estava nos meus planos virar Maria Batalhão, mas no mesmo instante senti algo diferente, meu coração disparou, tomei uma decisão rápida, não podia pensar muito, senão perderia a coragem, olhei para o grupo, todos me olhavam, então dei um sorriso e que foi correspondido por todos. Dirigi mais uns 500 metros e parei o carro, sai e sentei-me no capot do mesmo, como a saia que usava era bastante curta os rapazes teriam uma bela visão ao passarem.

Porem eles não passaram, ao chegarem onde parara o carro, se aproximaram solícitos perguntando se havia acontecido alguma coisa com o carro, respondi que não, que apenas parara para admirar a praia deserta aquelas alturas. Começamos uma conversa meio sem sentido e eu fiz tudo para parecer muito segura. Em dado momento levando minha loucura aos extremos perguntei se não conheciam um local onde pudéssemos conversar mais à vontade.

Pegando os Fuzileiros de surpresa, mas em segundos um disse que logo a frente havia uma entrada onde eu poderia entrar com o carro, e a uns 200 metros tinha uma casa abandonada, saíram todos correndo na frente e eu passando por eles logo descobri a tal estrada e por ela segui. Logo vi a casa e parei o carro descendo. Estava apavorada mas sabia que não poderia mais recuar, pois eu começara tudo.

Logo chegou o grupo e fizeram um circulo a minha volta, recebi muitos elogios, e todos já haviam entendido o meu propósito. Vi alguns arrumando limpando o local, seria um verdadeiro banquete para aqueles homens. O que parecia ser o chefe ou o mais graduado nos chamou para dentro e a partir daí já foram abraçados comigo. Não perderam tempo, logo senti mãos acariciando meus seios, outras levantando minha saia e enquanto isto outros já iam se livrando das roupas, foram colocando suas calças camufladas no chão e logo surgiu uma espécie de cama onde fui depositada com muito cuidado.

Eu estava simplesmente apavorada, mas não queria demonstrar para os rapazes, o mais velho ali, não tinha mais de 25 anos.

Vi surgir de repente a minha frente, todos já com as ferramentas em riste, eu não sabia o que fazer, eles tomaram a iniciativa e começaram a me despir, quando voou para longe a ultima peça, ouvi vários assovios e elogios a minha plástica, realmente tenho um corpo muito bonito. Ai foi uma verdadeira loucura, todos ao mesmo tempo disputando um espaço no meu corpo, senti muitas línguas sendo passadas por todas as partes do meu corpo. Meu corpo de um salto como se tivesse levado um choque elétrico quando senti uma língua quente bem dentro da minha buceta, abri bem as pernas para facilitar tudo. Comecei a gemer primeiro baixinho depois aos berros, era demais, uma boca em cada seio, outra na barriga, línguas me lambiam as coxas, me faziam carinhos nos pés, eu estava no paraíso. O cheiro de suor me dava mais tesão ainda, o cheiro de macho, logo senti uma pica na minha boca, não fiz cerimonia e comecei a chupar, tentava engolir o Maximo aquela tora. Meus seios pareciam que iam explodir de tão duros, sentia uma dor gostosa na buceta.Ninguém falava nada, só se ouvia suspiros e meus gemidos. Senti que alguém separava minhas pernas, eu nada via, com uma pica na boca e um monte de machos me fazendo caricias, senti algo macio na entrada da buceta, fiquei com um pouco de medo, pois quando os vi nus, notara que não tinha nenhum do tamanho do meu marido, eram rapazes bem dotados.

Dane-se pensei, quando aquele safado transar comigo vai Ter que notar alguma diferença.

Eu que nunca transara com outro homem agora me via no meio de um verdadeiro exercito, pareciam moscas grudadas no meu corpo como se estivesse coberto de mel.

Senti um pau começar a deslizar para dentro da minha buceta, pelo jeito era bem grosso, gemi alto, senti-me preenchida por uma grossa pica, o cara começou a fuder, tirava e enfiava novamente com força, cheguei a sentir dor no começo, depois a dor deu lugar a um enorme prazer. Fiquei preocupada por um momento não usávamos camisinhas, o cara continuou a fuder e em pouco tempo tive o primeiro orgasmo, tirei a pica que estava em minha boca e me transformei numa verdadeira puta. Me fode, fode mais eu quero mais, forte enfia tudo, ouvi alguém dizer não goza dentro dela, goza fora, todos vamos fuder, o cara que me comia acelerou os movimentos e de repente senti o pau sai da minha buceta bruscamente, ele estava gozando, ouvi seus gemidos, outro tomou o seu lugar agora minha buceta bem molhada acomodou o invasor com mais facilidade, começaram as estocadas, eu estava com as pernas bem abertas, com os calcanhares quase encostados na minha bunda, senti um dedo tentando penetrar o meu cu, este estava molhado pois o liquido da vagina escorria para ele, logo o dedo foi entrando, eu nunca fiz sexo anal, senti medo novamente.

Foi ai que alguém deu a idéia de dupla penetração, o cara que comia a minha buceta tirou momentaneamente o pau e mãos fortes me levantaram, o mesmo cara se deitou de costas e me fizeram cavalgar o seu mastro, curvei o tronco para frente e vi outro se ajeitando a minhas costa, fiquei tensa, senti a cabeça do pau encostar-se à entrada do meu cuzinho virgem, ai falei pela primeira vez, vai com cuidado, nunca fiz isto, por favor não me machuquem, senti uma pressão e algo me abrindo, doeu, doeu muito, o cara não foi muito cuidadoso, senti minhas preguinhas se rompendo, ele foi entrando e só parou quando nada mais tinha para enfiar, depois cadenciaram os movimentos e eu comecei a gritar, de dor e prazer ao mesmo tempo, um outro colocou seu grosso pau na minha boca impedindo-me de continuar a gritar.

Não sei quanto tempo aquilo demorou, só sei que não resisti por muito tempo e comecei a gozar novamente, o cara que estava com a pica na minha boca também não resistiu e gozou na minha boca, o primeiro jato de porra foi bem fundo na minha garganta, me engasguei e comecei a tossir forte, cada tossida que eu dava recebia uma estocada no cu , o rapaz que estava na buceta gritou para que me tirassem de cima dele pois também estava gozando, rapidamente o que me comia por trás me puxou violentamente e o rapaz com a mão terminou seu gozo esguichando porra bem longe, o cara continuava bombeando no meu cu, também com muita pressa tirou seu pau do meu cuzinho e deu uma sonora gozada.

Sem perda de tempo mais 3 tomaram posição, assim como um verdadeiro rodízio os homens iam fudendo minha buceta e meu cu enquanto eu chupava a pica de outro. Eu não agüentava mais, estava muito machucada, falei isto pra eles e no mesmo momento pararam. Faltava apenas um rapaz muito alto e forte que ainda não me comera. Falei para me darem algum tempo para poder recuperar as forças, e concordaram, havia ali perto um pequeno riacho de águas cristalinas , me pegando nos braços um deles me levou até lá e me deram um refrescante banho

Nos braços me levaram de volta a casa, fui deitada no chão sobre as calças camufladas agora molhadas pelo nosso suor, perguntaram-me se estava pronta a satisfazer o ultimo dos Fuzileiros, fiz sinal que sim, não morrera até agoira. O rapaz foi muito gentil, vendo que minha buceta se encontrava muito vermelha e inchada, com muito cuidado foi me penetrando, não fez movimentos bruscos, me beijou a boca várias vezes mesmo sabendo que eu havia estado com tantos paus na boca.

Os outros começaram a sentir tesão novamente e como sabiam que eu não agüentaria continuar a festa, começaram a se masturbar em nossa volta, eu suportei a ultima trepada sem conseguir mais um orgasmo, mas eles fizeram coro com o rapaz que me fodia, e um após outros jorraram um verdadeiro rio de porra sobre o meu rosto seios pois o rapaz percebendo o que acontecia ficou de joelhos na hora escapou do banho de leite quente.

Novamente me levaram ao pequeno riacho e me banharam com carinho, depois nos vestimos, perguntaram-me se tinha condições de dirigir, respondi que sim, estava realmente moída , mas chegaria na casa da mana tranqüila. Nos despedimos com beijos e agradecimentos, peguei meu carro e sai, muito machucada, mas muito feliz, me vingara do traidor e com certeza levara muita vantagem.

Minha irmã se assustou com meu aspecto, porem pedi que não me fizesse perguntas agora, queria apenas uma cama e que não fosse acordada, que me deixassem descansar pois eu estava precisando, depois lhe contaria tudo.

Fui atendida e acordei 13 horas depois, relatei todo o ocorrido sem omitir nada, e minha irmã com a boca aberta e os olhos arregalados, parecia não acreditar numa palavra do que eu dissera, porem vocês podem acreditar. Depois deste dia descobri. Um homem só nunca mais. Aprontei outras muito boas que contarei outra hora.
  Tópico: A PRIMEIRA DAMA
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 89

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:40 pm   Assunto: A PRIMEIRA DAMA
A PRIMEIRA DAMA



Esta é uma história dessas que acontece uma vez em cada cem anos. Um caso cheio de erotismo e pilantragem, mesmo sem premeditação, mas também tem um gostinho de vingança.

Letícia a musa da história, era e continua sendo a mulher mais bela e mais gostosa da nossa cidade. Era de família pobre, mas como era de se esperar, essa situação não seria para sempre. Justamente pelos dotes que a natureza lhe dera. Seu primeiro namorado oficial tornou-se em seguida seu marido. Trata-se do homem mais rico e mais importante da cidade. Atualmente Letícia é com certeza a mais bela primeira dama do país. Não acredito que alguém possa bate-la.

O certo é que sempre fui loco por essa mulher. Estudamos juntos desde o primário, mas como além de pobre, quando nasci a beleza devia andar de férias, nunca consegui sequer ser seu amigo. Aliás, não havia na cidade um só rapaz que não fosse louco por ela.

Depois de casada, Letícia mudou completamente, até talvez por que convinha como esposa de um milionário e político influente, e ai foi que só passei a vê-la às vezes, em algum jornal velho. Estava sempre nas colunas sociais.

Certo dia, desempregado e já meio desesperado, pedi a uma amiga minha, que por sorte continuava amiga da Letícia, que me arranjasse um emprego. Para minha surpresa recebi a noticia que seria recebido em audiência pela Primeira Dama. Vesti a minha melhor roupa e fui ao tal encontro com o coração aos pulos. Lá, tive a ousadia de tratar a antiga colega de escola pelo primeiro nome. Não consegui emprego nenhum, e ainda sai dali me sentindo pior que o germe do coco do cavalo do bandido. Mas não cogitei em nenhuma vingança. Seria bobagem tentar atingir alguém que se encontrava tão alto Continuei desempregado. Mas, como sou ótimo fonógrafo, arranjava um bico aqui outro ali e ia vivendo.

Costumava quando não tinha nenhum trabalho na cidade, me meter pelas matas adjacentes em busca de algum flagrante, muitas vezes de pássaros, plantas e alguns animais silvestres. Isto às vezes me rendia algum dinheiro. E foi numa dessas excursões que tive a mais grata surpresa da minha vida. Vamos aos fatos:

Após andar muito pelo meio do mato sem nada consegui, senti-me cansado e com fome. Sai então em busca de um lugar sossegado onde pudesse fazer o meu lanche e em busca de água. Já que a que trouxera num cantil estava quente. Conhecia uma fazenda em ruínas ali perto. Muitas vezes ali descansara, era um lugar abandonado, mas que sempre tinha uma parte que permanecia limpa. Sempre estranhara esse fato.

Quando me aproximei da tal tapera, para minha surpresa vi um belo cavalo pastando a frente da casa. Estranho, pensei. Peguei um binóculo que sempre carrego nessas ocasiões e tentei ver se enxergava alguém. Logo vi um homem a sombra de uma árvore. O que significava aquilo? Nunca encontrara ninguém naquele local. Pensei em me aproximar, mas mudei de idéia. Fiquei a espreita. Iria me arrepender pelo resto da vida se tivesse feito o que pensei. Passara-se dez minutos e outro cavaleiro se aproximou, ou seja, uma amazona. Levei o binóculo aos olhos e quase caio de costas quando vi de quem se tratava: Letícia. A mesma que me escorraçara de sua sala por não chamá-la de madame.

Ai a adrenalina foi a mil. O que fazia aquela mulher naquele local, com um homem desconhecido. Pelo menos para mim. Desmontou e foi ajudada pelo tal. Eu acompanhava tudo pelo binóculo. E assisti a um demorado beijo na boca. Meu coração quase me mata. Entraram na tal casa.

Com muito cuidado, fui me aproximando. Conhecia bem o local e sabia que iriam para a parte que sempre estava limpa e que tanto me intrigava. Portanto, sabia para onde me dirigir, sem ser visto e de onde poderia ver tudo. Acomodei-me atrás de um velho galpão e por uma fresta vi que nada me escaparia lá dentro. Fui picado por um marimbondo e quase estrago tudo. Mas agüentei firme a dor, valeria a pena pensei. E como valeu.

Os dois haviam forrado o chão com as mantas e não perderam tempo. O homem que continuei sem saber quem era, beijava a boca da moça enquanto lhe acariciava os seios. Pelo jeito a mulher era um verdadeiro vulcão, pois só com essas inocentes preliminares, gemia como se estivesse em plena cópula.

Não demorou muito e começaram a despir-se. E aí sai do meu bestial transe e me lembrei da minha pequena máquina. Estava com um filme intacto, já que não conseguira fotografar nada. Ainda bem pensei. Comecei a fotografar tudo. Quando vi a moça totalmente nua, mas uma vez quase estraguei tudo, pois a máquina pareceu pesar toneladas em minhas mãos, e por pouco não a deixo cair. Que pernas. Que seios, que bunda, e quando por um momento ficou de frente para mim, vi a mais linda vulva que poderia sonhar. Grande, lisa, lábios grossos e rosados. Logo não a vi mais, pois o cara ali meteu a boca mais parecendo um bezerro guaxo.

Letícia delirava. Não economizava nos gemidos, parecia ter toda confiança de estarem somente os dois no planeta. Mesmo tremendo como uma vara verde, eu fotografava tudo. Depois o cara colocou o pau na boca dela e mesmo contra a minha vontade continuei a fotografar. Depois Letícia deitou-se de costas, com as lindas coxas bem separadas, e o macho deitou-se sobre ela. A única frustração: ficaram de lado para onde eu estava, de modo que só sabia o que estavam fazendo. Mas, não via perfeitamente.

Assisti a um belo e deprimente espetáculo. Deprimente para mim, que fiquei com o pau para arrebentar as calças, e o máximo que poderia fazer, seria me masturbar. Coisa que não vou contar se fiz.

Depois, vestiram-se e saíram dali juntos. Minutos depois fui ao local, e dava para sentir o cheiro de sexo no ar. Descansei um pouco, até passar a tremedeira e peguei a estrada de volta a cidade. Quem seria aquele cara? Parecia mais velho que ela, nada bonito...

Dias depois, com um plano bem feito, pedi a minha amiga uma nova audiência com a Primeira Dama. Dany, pois esse é o seu nome, recusou alegando que fora chamada a atenção pela mesma, pela minha falta de respeito. Convenci a minha amiga a dizer a Letícia que o encontro era para o seu próprio bem. Curiosa como todas as mulheres, ela aceitou.

No dia marcado, cheguei a sua sala, quando me mandaram entrar, entrei e cumprimentei a senhora com uma reverencia e disse: _ Com licença madame. Altiva como uma princesa, sentada numa cadeira com muita elegância, olhou-me com certo desprezo e disse: _ Assim está bem melhor. A que devo seu pedido?

Pensei em fazer uma cena para depois descarregar a bomba, mas o tratamento dela novamente me revoltou. De modo que fui curto e grosso: _ Madame. Hoje não venho lhe pedir emprego. Já não preciso dele. _ Então desembucha logo a que veio. Sou muito ocupada e não posso perder o meu tempo à toa.

_Muito bem! Vim lhe falar de algo que fotografei na fazenda abandonada, a fazenda Safira. Sabe de onde estou falando. Fiz uma ótima série de fotos. A senhora vai adorar. Trouxe-lhe aqui todas as cópias para que veja com seus próprios olhos.

Peguei um envelope pardo e alcancei para a moça. Quando esta estendeu a mão para apanha-lo, notei sua tremedeira além de uma palidez cadavérica.

_ De que o senhor está falando?

_ Veja a senhora mesma. As fotos saíram ótimas. Pode vê-las.

Letícia abriu o envelope, e a cada foto que via sua palidez se acentuava ainda mais. Quando terminou, olhou para mim e disse: _ Canalha! Isto é um grave crime.

_ Eu sei madame. Adultério também é. E afinal a senhora tem as fotos, ninguém precisa tomar conhecimento delas. Vai depender da senhora.

_ O que quer de mim?

_Agora começamos a nos entender. Quero encontrar-me com você hoje, no mesmo lugar das fotos para discutirmos o assunto com calma. Porém antes quero que me dê um adiantamento.

_ Não tenho dinheiro aqui. Disse ela já sem nenhuma altivez.

_ Quem falou em dinheiro? Perguntei ironicamente. Quero que me mostre o que vou ganhar lá na tapera.

_ Como vou saber o que pretende ganhar se não me disse? Respondeu espantada.

_ Lhe digo agora. Quero tudo o que aquele cara ganhou e algo mais. Mas, isto é surpresa.

_ O senhor deve estar louco. Não vou me prestar a esta sua chantagem barata. Isto nunca. Pode fazer o que quiser com suas fotos. Falou com tanta convicção que cheguei a pensar que tinha perdido a parada. Pensei rápido e respondi.

_ Se é sua última palavra. Dei um sorriso e me levantei para sair. Quando me virei dando realmente a impressão de ir embora, ouvi sua voz: _ Espere um pouco. _ O que quer ver?

_ Quem pergunta quer saber, respondi. Quero que levante a saia, baixe as calcinhas e o resto você sabe.

_ Você deve estar realmente louco. Não posso fazer isto aqui. Imagine se entra alguém...

_ Madame! É só fechar a porta e avisar a secretária que não está para ninguém no momento. Isto é um procedimento comum.

Ela franziu a testa, pensou por alguns segundos, mas para minha felicidade dirigiu-se a porta, abriu-a falou com a secretária, passou a chave na porta, e voltou a minha frente.

Devagar, com jeito, não dê a impressão que está sendo forçada a nada. Espontâneo, vamos. Estou esperando. Ela levou as mãos a barra da saia e começou a subir bem devagar. Eu abri o fecho das calças e comecei a liberar o pau que já me incomodava de tão duro.

_ Não! Por favor. Não podemos fazer nada aqui.

_ Calma! Continue o que estava fazendo. Não vou lhe fazer nada. Quando liberei o mastro, sua saia estava no meio das coxas, e que coxas. Ela tomou um susto tão grande diante da visão do meu mastro que soltou a saia novamente. Olhos arregalados e boca muito aberta olhava como se visse alguma anomalia. Para algumas mulheres realmente é. São 22cm cheios de veias e muito grosso.

_ O que é isto? Conseguiu perguntar deveras alarmada.

_ O seu presente de logo mais, madame. Vamos não chegou onde mandei que fosse. Comece tudo de novo.

Ela novamente foi levantando a saia, enquanto me masturbava lentamente intercalando olhares das coxas para seu rosto. Ela não desgrudou mais os olhos do pau. Parecia hipnotizada. Quando enfim desnudou seu tesouro, parei. Não queria ter um orgasmo assim.

Ta bom! Pode baixar. Só que agora, vou sair daqui direto para nosso encontro. Não conseguiria mais esperar depois do que acabo de ver. Não me faça esperar muito. Pode ser perigoso. Ajeitei-me e sai dali pegando fogo.

Letícia não me fez esperar muito. Chegou numa moto BMW. Estava linda, de calças pretas e casaco de couro. Quando retirou o capacete e soltou a linda cabeleira ficou mais linda ainda. Já não era mais a rainha de dias atrás. Submissa perguntou: _ E agora?

_ Vamos entrar madame. Relaxe. Sempre me intrigou aquele lugar onde transou com seu amigo estar sempre limpo. Por acaso vem sempre aqui?

Não. Foi a única vez. Juro.

_ Bem não vamos falar sobre isto. Estou quase louco madame. Tire a roupa. Não vamos ter tempo para preliminares. Isto ficará para outra vez. Pois vamos ter muitas.

_ Escuta! Disse ela baixinho. _ Uma coisa está me preocupando. Essa tua coisa é enorme. Nunca pensei que existisse algo assim.

Dei um sorriso e falei agora com meiguice: _ Não se assuste madame. Nunca matei ninguém. Você vai gostar. Relaxe.

Letícia se despiu, e deitou-se costas. Pensei em lhe fazer algumas caricias, mas meu tesão era demais. De modo que fui para o meio daquelas lindas coxas, antes de encaixar a cabeça no lugar ainda admirei e brinquei com seus seios, médios e firmes.

Quando ela sentiu o contato da cabeça com a abertura vaginal, com olhar de súplica pediu: _ Por favor. Seja cuidadoso. Não me machuque.

Sempre olhando para sua buceta, segurei o pau com a mão direita, coloquei-o no lugar certo e pressionei. Os lábios vaginais se separaram para abrir caminho ao invasor e sua buceta pareceu abrir parênteses. Ela deu um grito: AIAIAI! Devagar. Você está me rasgando. Mesmo fazendo careta aquela mulher era linda. Fiquei com pena, no mesmo instante me veio a cena do nosso primeiro encontro e a visão dela gritando enquanto gozava com aquele cara. Coloquei ambas as mãos em sua barriga e enterrei um bom pedaço. Senti seu corpo todo se contrair enquanto um grito saia de sua garganta.

_ Diga agora o que você é madame. Diga que é apenas uma piranha e que ainda por cima tem medo de pica. Diga! Quero ouvir.

Gaguejando muito ela tentava cumprir a minha ordem.

_ Não estou ouvindo madame. E enterrei o resto arrancando mais um grito. Agora a garota chorava. Louco, comecei a fode-la sem dó nem piedade. Tirava o pau e o enterrava novamente não ligando para os seus protestos. Que buceta apertada, era como se fosse virgem. Continuei fodendo. Ela não gemia, gritava. Não lhe dava trégua e também gritava: _ Vamos puta. Onde está sua altivez. Abaixei a cabeça e comecei a mamar seus seios. Seus protestos foram ficando mais fracos. Só gemia. Ai. Ai. Ai. Não quero. Pára. Não agüento mais. Por favor, pára.

Ainda não disse o que mandei. Diga bem claro que é uma piranha e que ainda por cima tem medo de pica. Se não obedecer eu o colocarei noutro lugar bem próximo de onde está agora. Vamos. Estou esperando.

Letícia disse: _ Sou sua piranha. Mas já não tenho mais medo da sua pica. Não tenho outra alternativa que relaxar e aproveitar. Mete. Quer me matar me mata. Mas me fode.

Continuei como louco. De repente senti como se o mundo começasse a cair sobre mim, tentei parar, mas não deu. Comecei a urrar e estocar tão forte que a moça começou a gritar novamente. Aí foi a minha vez de gritar. Quando senti o primeiro jato de leite começar a inundar suas entranhas, enlouqueci de vez e apertei tanto seu corpo que não sei como não a quebrei no meio. Gozei como um animal, como um verdadeiro cavalo que era naquela hora. Enchi a sua delicada taça. Quando enfim cai quase desfalecido sobre ela. Só sua respiração alterada dizia que estava viva. Pensei que desmaiara. Não. Logo vi que continuava chorando baixinho.

Naquela primeira vez, não consegui comer Letícia mais uma vez não havia a menor condição. Sua vagina acostumada com coisinha, além de sagrar muito, ficou muito inchada e vermelha. De modo que tive que deixa-la ir embora. Mas houve outras oportunidades. Mas, isto contarei no futuro.



J.N.TAVARES
  Tópico: A MULHER E O PONEI
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 92

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:38 pm   Assunto: A MULHER E O PONEI
A MULHER E O PONEI

Esta é uma história que mostra que o ser humano desconhece limites quando se trata de fantasias sexuais, tiro essa conclusão levando em conta as minhas próprias, e de algumas pessoas principalmente mulheres de quem me tornei íntimo e confidente. Meu nome é è Alan, tenho 46 anos e gosto muito de escrever contos eróticos, para isto muitas vezes aproveito justamente esta intimidade que tenho com algumas mulheres casadas para fazer algum tipo de pesquisa e dar um certo tom de veracidade aos meus contos, e foi assim que descobri algo, para mim novo, e no inicio chocante.
Conversando com uma amiga, uma mulher muito bonita, casada, mãe de duas filhas, depois de ganhar totalmente a sua confiança ela começou a me falar sobre suas fantasias sexuais, depois de duas horas de conversa, eu estava simplesmente abismado com o que ouvira dela. Jennifer, é o seu nome, tem 29 anos e é casada a 5, seu marido também é jovem e um belo homem, segundo ela, seu único defeito é ser muito bitolado na cama, tudo tem que ser politicamente correto, por exemplo um certo dia numa reunião de amigos, uma das mulheres confessou diante de todos que gostava de sexo anal, e foi o suficiente para que ele se afastasse do grupo. Para Jennifer aquilo foi um balde de água fria, pois sonhara sempre com este tipo de sexo, aliás com sexo de todos os modos possíveis e imagináveis.
Esta minha amiga, é muito quieta, tímida, e foi mais por isto que tomei um susto quando ouvi suas revelações, uma das suas fantasias era ser estuprada por mais de 3 homens, todos bem dotados, de preferência negros, outra transar em publico sempre com homens bem dotados, mas que me deixou de queixo caído foi quando me disse que na verdade, o que mais queria mesmo, era ser comida por um cavalo. Aquilo não era uma novidade para mim, assim como não para muita gente, conhecemos o fascínio que este animal exerce sobre um grande número de mulheres em todo mundo, mas partindo daquela mulher que eu achava tão tímida e muito bem comportada, realmente me chocou.
Muito bem, ai começa minha história, como além de amigo e confidente da Jennifer, eu também sinto muito desejo por ela, achei que poderia tirar uma certa vantagem tendo conhecimento dos seus mais secretos desejos, mesmo jurando que jamais revelaria a ninguém o seu segredo. Comecei a pesquisar na internet sobre sexo de mulher com cavalos, não demorei muito e já tinha um acervo de muito valor, conheci pessoas muito ligadas ao assunto, e uma mulher que me forneceu endereços onde eu poderia comprar vídeos e cd roons muito bons sobre o assunto, comprei algumas fitas VHS de cavalos cobrindo éguas e de posse de todo material, me preparei para mostrá-lo no momento adequado a minha jovem amiga.
Ah, esqueci de dizer que também sou casado, não tenho filhos, e que minha esposa é 11 anos mais nova que eu, é uma lindíssima loira, muito amiga e uma amante perfeita. Bem aproveitei que minha esposa teve que fazer uma viagem, como Jennifer nos visita freqüentemente, eu lhe telefonei perguntando se não queria conhecer umas novidades que eu conseguira, mas que pra isto ela teria que ir a minha casa, com tempo suficiente, me espantou sua resposta, disse ao telefone: Se for o que estou pensando, dou um jeito sim, quando perguntou, e como era um sábado pela manhã, respondi, agora, se for possível.
Ela apareceu meia hora depois, fomos para a minha sala, onde tenho meu escritório e portanto meu micro, coloquei primeiro o cd onde os cavalos cobriam as éguas, era um vídeo sem nenhuma conotação pornográfica, mas mesmo assim dava muito tesão, pois os detalhes era incríveis, closes do animal desde a penetração, até a hora do orgasmo. Deixei a garota sentada em frente ao monitor e fiquei ao lado olhando as modificações do seu semblante, nossa que mudança, no primeiro episódio, um garanhão negro, e uma linda égua, quando o cavalo conseguiu se acomodar sobre a parceira, minha amiga quase encostou o rosto no monitor para ver a entrada triunfal, a vara do garanhão parecia ter mais de metro, assim que achou a entrada desapareceu por completo, sete ou oito estocadas e desceu derramando um rio de esperma.
Olhei para minha amiga e esta mordia os lábios, sua respiração estava alterada, além de uma leve palidez em seu rosto.
Deixei que assistisse mais algumas trepadas e parei o cd, ela se virou para mim atônita perguntando, o que foi, não acabou ainda, quero ver mais, vi que tinha as mãos entre as pernas, que as apertava fortemente ali, mais um pouco e ela estaria entregue, dava pra notar seu tesão, eu agora via seus seios lindos, mas ela não se preocupava com isto, queria ver mais a fita, mas eu tinha uma surpresa melhor, e vi que estava na hora.
Calma, disse eu, bem próximo ao seu ouvido, quase colando minha boca ali, nenhum movimento para se afastar, cheguei mais perto ainda e disse, agora vem a surpresa melhor, espero ganhar algo em troca, pois tive muito trabalho, senti seu pescoço todo arrepiado, nenhuma palavra, encostei a boca em seu pescoço de vez, para minha alegria senti que ela se se encostava a mim, vi que estava pisando em terreno firme. Retirei o cd do driver e coloquei o outro, logo seus olhos se voltaram para o monitor, eu fiquei de pé atrás dela, além da bela visão dos seios, aproveitei e comecei uma leve massagem em seus ombros.
Relaxe, está muito tensa, disse com voz suave, começou o filme, dois homens arrumavam uma espécie de banco em forma de degrau, logo apareceu uma mulher muito grande e nada bonita de corpo, nua da cintura para baixo, tinha uma enorme buceta, muito gorda, foi colocada de joelhos naquele banco e um dos caras apareceu puxando um pônei malhado, senti em meus dedos o estremecimento do corpo de Jennifer, logo apareceu uma outra garota, esta mais bonita e mais jovem, começou a masturbar o cavalo, este não demorou a desembainhar sua enorme pica, ela se abaixou e colocou na boca, minha amiga agora tremia o corpo todo, seus seios subiam e desciam como se estivesse muito cansada, o cavalo começou a ficar indócil, a garota se afastou e o animal foi puxado para perto da mulher no banco, este treinado tomou a posição correta e trepou em suas costas, ela usava uma jaqueta de couro muito grossa, o pônei trepou e já tentou achar a buceta da mulher, uma, duas na terceira tentativa, bingo, o pau desapareceu inteiro, ouviu-se um grito da mulher, e como a altura não era a ideal para o pônei, o pau não entrava todo, e por isto ele fazia um tremendo esforço para enterra-lo todo nela, não conseguindo demorou mais tempo que o normal, as pernas da mulher se abriram e Jennifer podia ver claramente o ferro entrar e sair violentamente, de vez em quando mostravam close do rosto dela, a mulher trincava os dentes e fazia caretas, depois deu uma sonora gozada, gritando e mexendo o rabo naquela enorme pica.
Quando o pônei desceu de cima dela, sua buceta mais parecia uma cascata, tamanha a quantidade de porra que saia dali, a mulher ainda gozava, mais close agora da sua buceta, e esta se contraia, se abrindo e se fechando.
Peguei o mause e parei a fita, desta vez não houve protesto, bem depois você ver mais, agora eu também não estou mais agüentando disse bem dentro da sua orelha.
Peguei a garota, que mais parecia estar bêbada e a levei para um quarto ali próximo. Retirei sua roupa sem nenhuma resistência, quando levei a mão a sua depilada e linda buceta, esta estava tão ensopada, que tive que pegar um pano para seca-la, não houve preliminares, penetrei Jennifer e em poucos minutos gritávamos feitos loucos, eu enchi sua taça de leite quente e abundante. Depois por sugestão dela, deixaríamos para ver o restante do filme na próxima oportunidade, e eu já adiantei que na próxima vez ela veria o filme enquanto eu a comia, ela concordou rindo, e se foi, ela assistiu ao filme em quatro seções de fodas inesquecíveis.
  Tópico: A MISSÃO
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 97

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:38 pm   Assunto: A MISSÃO
A MISSÃO



Após ler muitos contos eróticos em sites da internet assim como livros do gênero, eu resolvi escrever alguns e fazer um teste, para sentir se haveria aceitação dos leitores. Escrevi um e mandei para um site especializado, dois dias depois comecei a receber e-mail elogiando meu conto, ai resolvi escrever mais, e assim tem sido. Recebo muitos e-mails todos os dias dos mais variados, muitos dos meus personagens também tem recebido muitos, pedindo endereço, telefone e pedidos para correspondências. Homens e mulheres enviando seus dotes tentando algo com alguém que só existe na minha imaginação, isto me deixa um pouco lisonjeado, pois acredito que criei algo que parece existir realmente.

O caso que passo a contar foi um pouco diferente, há poucos dias atrás, ao abrir o meu correio, encontrei um e-mail diferente dos outros, havia elogios aos meus contos, era de uma mulher, que se identificou como Hellen, falava que admirava muito minha maneira de escrever, pois em meus contos todas as mulheres se realizavam plenamente, tinham orgasmos homéricos mesmos quando se tratava de estupro. Que talvez eu devesse me informar melhor sobre a realidade, pois a maioria das mulheres passa a vida inteira sem conhecer esse prazer ao qual eu fazia parecer ser uma coisa normal em qualquer relacionamento.

Realmente eu não estudei nada a respeito desse assunto, portanto não posso me dizer um expert.

Coloquei Hellen como prioridade na minha agenda e foi o primeiro e-mail que respondi.

Disse pra ela que não considerava uma coisa comum, pois sabia que muitos homens são egoístas a ponto de pensarem apenas no seu prazer, e desprezam uma das coisas mais lindas do mundo, que é um orgasmo feminino. Em um conto meu, eu o chamei de oitava maravilha, e assim penso a respeito.

Outros homens aprendem uma lição, e pensam que daquele modo satisfarão qualquer mulher que esteja com ele numa cama. É um engano terrível, cada mulher se excita de uma maneira, que o homem deve pesquisar até achar o ponto chave. Conheci mulheres que só estavam realmente prontas para o sexo depois de ficar vendo seu parceiro se masturbar olhando seu corpo.

Existe tanta intimidade em se entregar ao parceiro, mas a maioria das mulheres tem vergonha de dizer onde gostam de ser tocadas, e a maioria dos homens acha que já sabe, mas não é assim, é um pouco mais complicado, mas quando descobrimos o mapa da mina realmente vale a pena, pode acreditar.

Bem ficamos por alguns meses trocando e-mail e discutindo sobre o assunto, até que um dia recebi um que me deixou de cabelo em pé.

Ela me convidava para um encontro, financiava tudo para que eu tentasse fazer com que ela tivesse um orgasmo. Pelo seu papo vi que tinha pela frente uma missão espinhosa, mas também tinha certeza que aprenderia muito com esta mulher.

Aceitei o desafio e viajei para o Rio de Janeiro, fui recebido pela própria no aeroporto, Hellen é uma linda mulher, 1,76m 58kg loira, corpo de modelo, não sendo magra, pernas bem roliças e torneadas, queimadas pelo sol de Ipanema, seios médios e firmes, e um rosto de princesa, embora pareça triste ao primeiro olhar.

Como por e-mail eu já havia dito como eu era, nos identificamos logo, após os beijinhos de boas vindas, fomos para o seu carro, diga-se de passagem um carrão importado, e nos dirigimos para a zona sul. Fazia tempos que não vinha ao Rio, fiquei olhando as novidades e pouco conversamos durante o trajeto. Vou tentar resumir minha história indo direto ao assunto que realmente interessa.

A partir do dia seguinte a minha chegada, e após descobrir que minha amiga, alem de rica e bela, havia sido casada por 4 anos, com um belo rapaz, vi algumas fotos, tinha algum tipo de bloqueio a respeito de sexo. Pelo que me contou e não foi muito, achava uma violência o ato em si. Separara-se justamente por isto, por ser uma mulher muito bonita e sexy, seu marido queria transar toda hora, e como ela nada sentia, terminou ficando com nojo do seu comportamento.

Durante uma semana tentei de tudo. Quando falava pra ela minha idéia, ela recusava. De jeito nenhum, sua idéia não mexeu nem um pouquinho comigo, se algo me balançar pode ter certeza que direi, mas até agora, nada.

Eu já estava a ponto de desistir. Um dia sentado num barzinho da Av Atlântica em Copacabana, tive uma idéia.

Cheguei a casa da minha amiga, e ela me perguntou, e ai? Temos algo novo?

Não, respondi, amanhã vou sair sozinho e pensar numa maneira. No outro dia sai e fui ao centro da cidade, comprei um jornal e comecei a procurar um certo de tipo de anuncio, achei vários e anotei todos, fui a luta imediatamente.

Era uma idéia uma tanto estapafúrdia, até pra mim, mas quem sabe não teria bom resultado. Entrei na primeira loja de artigos de sexo, num grande edifício no centro da cidade, só havia um vendedor, era um jovem, boa aparência, muito simpático, quando expliquei meu intento pra ele, foi muito gentil, mas me dispensou rapidamente, achando talvez que eu fosse louco.

Assim foi mais ou menos em mais 3 lojas do ramo. Pensei que realmente era uma idéia muito louca e que não conseguiria nada com ela. Resolvi entrar em mais uma das lojas, caso desse negativo, pensaria noutra coisa. Encontrei a tal loja e entrei, era uma pequena sala, repleta de roupas esquisitas, perfumes, vibradores de todos os tamanhos e formatos e mais um monte de coisas. Chamou-me a atenção mesmo foi a funcionária, era uma morena linda, usava um vestido muito curto, tinha lindas pernas, era enfim um mulherão, e estava grávida, no quarto mês talvez.

Aproximou-se muito sorridente, com o tradicional, em que posso ajuda-lo, para muitos homens é muito constrangedor entrar neste tipo de estabelecimento, eu pelo contrário me sinto muito à vontade.

Tive vontade de dizer que estava só dando uma olhada, e sair dali, mas resolvi arriscar. Comecei a explicar para a moça minha intenção, não sem antes lhe explicar que seria regiamente remunerada pelo serviço, olhava para o seu semblante e parecia que não acreditava no que ouvia, quando terminei, ela com um lindo sorriso, mas ainda coma testa franzida, disse: _ Nunca ouvi tanta sandice, mas sabe que o assunto me interessou muito.

Como já era quase meio dia eu a convidei a almoçar comigo enquanto lhe dava mais detalhes, fiquei sabendo que não era casada e que era dona da lojinha.

Acertamos tudo e ela me prometeu que poderia ficar a parte da tarde com seu comércio fechado, pois seus negócios eram mais pelo reembolso postal. Acertamos tudo e me fui com muita esperança de bons resultados. No outro dia convidei Hellen a sair comigo, me prometendo fazer tudo o que eu quisesse, sem perguntas e sem recusa, prometi que se não desse certo iria embora, desistindo.

Saímos fomos a um shopping, tomamos alguma coisa, almoçamos e por volta das 14horas me encaminhei para a lojinha da minha amiga, disposto a por em prática meu plano, também estava muito ansioso.

Entramos na loja e notei um certo nervosismo nela, não perguntou nada mas dava pra notar que estava entranhando muito aquilo. Fui direto para a seção dos vibradores, havia uns enormes, outros pequenos.

Que fazemos aqui? Perguntou ela. _Está esquecendo sua promessa? Sem perguntas.

Nisto se aproximou a Vera pois este é o nome da minha amiga dona da loja, sempre sorridente, perguntou: posso ajudar? Hellen baixou a cabeça envergonhada, eu piscando para a moça disse: _ Sim estamos interessados em um vibrador, porem não estou gostando de nenhum desses, você tem outros? Olhei para a Hellen e senti que ela queria desaparecer dali.

A moça sorrindo disse: _ Claro passem aqui, por favor. E saiu na frente em direção a uma porta que se encontrava fechada. Quando se viu só comigo, Hellen me beliscou forte o braço, perguntando: _ Que brincadeira é essa? Não quero vibrador nenhum, que coisa ridícula, não lhe dei muito papo e a empurrei em direção a porta.

Vera tira de uma caixa um enorme vibrador, com o formato de um pênis em tudo, mostrando disse: este é o melhor que temos, importado, tem a mesma textura de um pênis normal, é difícil se notar a diferença, alem de ser de um bom tamanho.

Virando-se pra mim, perguntou: _ é pra ela? Apontou para Hellen esta falou pela primeira vez, ou tentou, quando disse não eu ao mesmo tempo disse sim.

Como havíamos planejado a vendedora disse: _ podemos experimentar, para ver se gosta. Quer? Perguntou olhando para minha amiga, esta pálida como uma vela já não respondeu mais nada. A loja havia sido fechada portanto estávamos bem à vontade.

Como ela não respondia eu respondi: _ Sim vamos experimentar, Venha querida, relaxe, vamos ver se gosta.

A garota sempre muito simpática colocou pilhas no instrumento, Hellen tremia como uma vara verde, eu a segurei pela cintura e suavemente a levei até um pequeno sofá onde a sentei. Ela fechou os olhos, estava muito pálida, com a ajuda da moça eu retirei sua calcinha, e vi pela primeira vez sua buceta. Linda, grande, lábios rosados, e bem depilada. Ela abriu os olhos, não acreditava que aquilo estava acontecendo com ela, e ainda por cima com o seu consentimento.

Viu a moça lubrificando o vibrador com um liquido que segundo ela, é muito estimulante, alem de dar ao aparelho o calor de um pênis normal.

Bem querida, relaxe agora, disse a Vera, encostando a enorme cabeça do pau nos grandes lábios da buceta da minha amiga, eu sentia suas coxas retesadas, comecei a acaricia-las tentando fazer com que relaxasse, também comecei a massagear os biquinhos dos seus lindos seios,

Vamos lá. Ovi a Vera dizer. Olhei e vi que a cabeça entrara, Hellen suspirou baixinho, continuava com os olhos fechados, a garota foi introduzindo o monstro e a buceta engolindo. Iria tudo? Pensei, ela puxava e metia mais um pouco, sabia o que estava fazendo, senti minha amiga se ajeitando no sofá para facilitar a invasão da sua gruta. Vibrei de alegria, estava dando certo. Sua buceta agora mais molhada ia facilitando a entrada do intruso, já fora mais da metade, olhei para Vera e notei que esta também estava louca de tesão, aquilo era novo pra ela também, sua respiração não estava normal, estava participando mesmo.

De repente numa pressão maior ela conseguiu enterrar tudo na buceta gulosa, e ai pra minha surpresa, começou a fazer movimentos de vai e vem, e a falar, com a Ellen:_ Toma putinha, mexe, mexe entrou todo sua puta toma. Isto não estava no script, meu pau também estava um ferro, o membro enorme entrava e saia, brilhante, a buceta parecia puxa-lo de volta, Hellen começou a gemer alto, logo a garota parou de mexer, e vimos ela jogar os quadris em direção do pau. _ Não para, mete vai mete está gostoso. Nossa que cena, a garota aumentou os movimentos, quando o pau entrava fazia um barulho gostoso, Hellen começou abrir mais e mais as pernas, cada vez mais forte a moça metia aquilo em sua buceta, os seios da mulher pareciam muitos mais duros, os biquinhos pareciam pontas de pregos.

De repente seu corpo ficou todo arrepiado, e ela deu um grito, foi um grito tão horrível que a Vera se assustou e caiu sentada largando o vibrador que saiu da buceta da Hellen. Esta gritou desesperada: _ Nãooooo! Não tira, por favor, mete, mete, peguei o pau e enterrei de uma só vez até o fim e continuei tirando e enfiando, ela gritava como uma louca: _ Ai que gostoso, mete, mete bem fundo, mete, mete vai não para, nunca vira uma coisa daquelas. Helen tinha espasmos, contorcia o corpo parecendo estar possuída por milhares de demônios, eu puxava o vibrador e quando enfiava sentia uma certa resistência, ai com bastante força fazia que ele fosse até o fundo.

Foi muito longo o gozo daquela mulher, era um orgasmo reprimido há muito tempo. Depois desabou como morta, não resistira e desmaiara. Retirei devagar o vibrador da sua buceta, a estaca ficou escorrendo um liquido viscoso. Deixei-a descansar, não tentei reanima-la logo.

Olhei pra minha cúmplice, esta parecia não acreditar no que via, mas também estava louca de tesão.

Bem eu não vou querer usar isto, apontou para o vibro todo molhado, que ainda se mexia, aparecendo uma cobra.

Com jeito você pode me comer aqui mesmo. Dizendo isto começou a se despir, fiz o mesmo, e me sentando no sofá onde Hellen parecia sonhar, Vera sentou-se no meu colo e logo eu a fodia, a mulher grávida se torna mais apertada, como a cena que patrocinamos nos levara a um alto grau de excitação, não demoramos muito a entrar em erupção, com os gritinhos da Vera, Hellen acordou e ainda teve tempo de ver a garota rangendo os dentes e revirando os olhinhos. Inundei a linda buceta da garota com muito néctar quente, esta também precisou de algum tempo para recompor as energias. Depois nos vestimos, eu já havia pago a Vera pelos serviços, nos despedimos e fomos embora. No caminho perguntei a Hellen como havia sido, e ela disse que não tinha palavras para descrever o que sentira, que a partir de agora não pararia mais de gozar.

Fiquei muito feliz por ter cumprido mais uma missão, ajudando uma amiga a descobrir a beleza da vida, e com certeza quando ela descobrir alguma amiga com problema eu serei chamado para tentar resolver.

Foi com um remédio simples e barato. Foi apenas a magia do clima, a surpresa, o novo, que a levou a conhecer um verdadeiro e gostoso orgasmo, curamos um mal tão grave. É o que eu digo, temos que descobrir onde está o tesouro, nem sempre está no mesmo lugar.
  Tópico: A LOCADORA DE PRAZER
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 83

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:37 pm   Assunto: A LOCADORA DE PRAZER
A LOCADORA DE PRAZER



A história que vou contar aconteceu comigo há poucos dias, começou, melhor dizendo, meu nome é Mauro, tenho 48 anos, casado sem filhos, sou considerado um coroa boa pinta, pois sou alto, sem barriga, moreno claro, têmporas grisalhas, e me visto sempre com esmero, o que passa uma impressão de um homem corretíssimo e acima de qualquer suspeita, na verdade sou um verdadeiro canalha no que concerne a sexo, penso nisto 24 horas por dia e não perco uma oportunidade principalmente se tratando de uma ninfeta.

Minha mulher teve que viajar para o Rio de Janeiro, ah minha mulher se chama Helena e não é louca como eu, mas também não atrapalha.

Muito bem, ela viajou, ficaria 15 dias fora, eu fiquei sozinho, era uma sexta-feira e chovia desde muito cedo, uma chuva forte, mesmo assim permanecia um dia abafado, eram 17:00s eu peguei o carro e sai para dar uma volta pela cidade, tentar alguma paquera, nestes dias de chuva sempre se consegue alguma coisa. Rodei durante uma hora e nada, e a chuva persistia, resolvi então pegar umas fitas pornôs e ir para casa assistir. Entrei em uma locadora, já minha conhecida e no balcão não vi ninguém, sei que ali trabalha uma garota muito bonita e gostosa, calculo que tenha 18 anos, usa uma franjinha no cabelo o que faz com que pareça mais nova, tem um rosto angelical e um corpo divino, o que mais me chama a atenção nessa menina são os seios, médios e tão firmes, que apesar de nunca usar sutiã, seus seios estão sempre querendo furar o tecido da blusa, os biquinhos apontam para cima.

Entrei e me dirigi à seção de filmes pornôs que ficam na parte mais afastada do balcão e é uma espécie de sala, com uma placa dizendo ser proibido a menores, quando ali cheguei, vi que minha musa estava agachada, colocando algumas capas em seus lugares, pela posição em que se encontrava eu pude ver suas lindas coxas, fui me aproximando pensando em gozar aquela visão mesmo que momentânea mais de perto, pois sabia que assim que notasse a minha presença ela imediatamente fecharia as pernas.

Cheguei de mansinho e fiquei logo atrás dela, nisto quando olhei para baixo, meu coração disparou, com uma blusa folgada, eu via seus lindos seios, nossa, conhecera poucos iguais aqueles, cor de rosa, biquinhos parecendo estar sempre com tesão, instintivamente levei a mão ao pau por cima das calças e comecei uma leve massagem.

Eu achando que a garota ignorava minha presença, olhava descaradamente seus seios e suas coxas, se me desse mais um tempinho e eu conseguiria gozar ali mesmo, estava eu no meu delírio quando escutei sua voz dizer baixinho mais muito claro: _ o senhor vai babar em cima de mim. Tomei um susto enorme, ela então me olhou sorrindo e perguntou: _ ou acha que eu não vi quando chegou.

Fiquei meio sem graça, mas consegui responder: _ e como você queria que eu ficasse diante de uma visão dessas, ela levantou-se e perguntou se poderia ajudar, e eu já refeito do susto disse a guisa de brincadeira, poder pode, mas não o fará, com certeza. Pra minha surpresa ela respondeu: _ quem sabe, porque não tenta, vamos diga em que posso ajudá-lo. Apanhei algumas fitas e fomos em direção ao balcão que ficava na entrada, para não alongar muito a história ela fez alguns comentários a respeito das fitas que eu escolhera, e eu fiz mas uns tantos, começou a rolar um papo bem descontraído entre nós, até que ela me falou sobre um show que ia haver na cidade, e que ela louca para assistir, não poderia por falta de dinheiro.

Ouvindo isto minhas esperanças se acenderam, ofereci os ingressos para a garota e até mais algum, mas queria transar com ela, ai veio aquele papo que eu não sou dessas, e talvez não fosse mesmo, mas como o show só acontecia àquela noite, eu tive muita sorte, ela topou um boquete, eu fiquei na esquina do balcão fingindo ler um catálogo, ela se abaixou e abrindo as pernas para que eu visse sua calcinha recheada por uma fofíssima buceta, eu cuidava para ver se chegava alguém, mas como a chuva continuava implacável, ninguém apareceu e eu enchi a boca daquela coisa linda de porra. Terminei e chegou um casal, eu a avisei ela saiu engatinhando e foi aparecer mais à frente, ainda com a boca molhada saiu para atender os clientes.

O preço do ingresso para o tal show era 30 reais, quando ela voltou, eu lhe entreguei 150 reais, vi pelo brilho dos seus olhos o espanto, falei que ela merecia muito mais, com as pernas um pouco bambas já ia me retirando quando ela me perguntou se não tinha celular, pois o meu telefone residencial estava na minha ficha, voltei lhe dei o numero e sai dali louco de feliz.

Quando fui devolver as fitas não encontrei a garota, devia estar de folga, também não quis perguntar nada, ela tinha o meu telefone, se quisesse ligaria. Sai dali e entrei em uma loja de móveis, estava querendo fazer uma surpresa pra minha mulher, e vira nesta loja um lindo jogo de sofá, muito caro, mas realmente muito bonito, quando me aproximei de um vendedor para saber se havia outras cores, dei de cara com Rosana, pois este é o nome da garota da vídeo locadora. De início fiquei na minha com medo de espantá-la, a diferença de idade entre nós é muito grande, mas logo ela se aproximou sorridente: _ olá, eu não tive ainda um tempo para ligar, quer dizer para ligar até tive, mas para continuarmos a nossa conversa, entende perguntou com um sorriso maroto. Ficamos ali conversando, em seguida chegou um jovem, de muito boa aparecia, foi chegando e foi abraçando a garota, e para minha maior surpresa ela me apresentou ao jovem como seu marido, mas não foi esta a surpresa, e sim quando com a cara mais cínica deste mundo ela disse: _ querido este é o meu amigo da locadora, lembra, o dos ingressos para o show? _ Ah! Sim lembro sim, você me falou. Começamos uma conversa sem pé nem cabeça, só sei que saíram dali com um lindo jogo de sofá que paguei na hora e mais uma linda cama de casal, com colchão e tudo.

Fui convidado pelo casal para ir a casa deles naquela mesma noite, e fui o que rolou lá vocês saberão agora nos mínimos detalhes.

Com um pouco de dificuldade consegui localizar a casa deles, cheguei por volta das 20:00s, fui recebido por Rafael, pois este é o nome dele, mandou que entrasse e já foi buscar uma cervejinha gelada, ficamos ali conversando e logo surgiu Rosana, numa saia que comparei a uma calcinha com babados, de tão curta, era uma visão do paraíso, qualquer movimento que fazia aparecia à calcinha preta, minhas favoritas.

Disse que iria fazer um jantar especial para mim, mas assim que me senti mais à vontade, perguntei se não queriam deixar para jantar comigo outro dia, pois naquele momento eu não tinha apetite nenhum para comida. Eles entenderam e concordaram, ficamos ali na sala, logo Rosana se sentou próximo ao marido, e este começou uma série de ousadas caricias na bela garota, meu pau reagiu de imediato ficando em posição de sentido. Ele com as mão dentro da blusa dela fazia carinhos nos lindos seios, como eu me sentara no sofá, logo me convidaram a sentar com eles numa poltrona maior, não me fiz de inibido, sentei e também levei a mão ao seio da garota. Posso perguntei ainda timidamente, Claro amigo, fique a vontade disse o marido.

Não perdemos muito tempo, em seguido Rafael começou a despir a pouca roupa da esposa, deixando-a só de calcinhas, perguntou se queria ter a honra de tirá-la, eu agradeci e comecei a puxar a minúscula peça com os dentes, nossa, pude sentir o perfume daquela vagina linda, estufada, fofa e muita bem depilada. Livre da última peça comecei a passar a língua entre os grossos lábios, enquanto isto eles se beijavam e o rapaz brincava com seus seios, vendo que ia gozar, Rosana me pegou pelos cabelos e afastou minha boca do seu tesouro, assim que eu sai, Rafael foi para o meio das suas coxas e encaminhou o pau para a entrada da buceta, tinha um pau bem grande e grosso, eu não fico para trás, de modo que Rosana seria muito bem servida aquela e muitas outras vezes. Fui convidado a estrear a cama nova, fomos para o quarto do casal. Lá Rafael deitou a mulher de costas na cama, e depois de algumas carícias, sempre olhando para mim.

Ele entrou na garota, se deitando sobre ela, começou a se movimentar, ai eu pedi que ele levantasse o tronco, para que eu pudesse ver o que estava acontecendo. Ele apoiou-se na cama e eu pude assistir a uma bela foda, coloquei a cabeça sobre a barriga dela e fiquei olhando bem de perto enquanto o mastro entrava e saia mais parecendo um bate estacas. Levantei dali e coloquei o pau próximo à boca da moça, esta o abocanhou sem que eu pedisse, e enquanto gemia abafado da uma gostosa chupada. Rafael não gozou, retirou o pau da buceta da esposa, e olhando pra mim fez um sinal para que o substituísse, imediatamente tomei seu lugar, ela estava bastante molhada, de modo que entrei com muita facilidade, comecei a fude-la enquanto ele lhe fazia carinho em todo o corpo, e se desmanchava em elogios: _ É muito gostosa, não? Dizia ele, fode bem minha putinha, também gosto de olhar, como eu estava de joelhos ele podia ver muito bem o que queria, eu tirava todo pau e enterrava tudo de uma vez, Rosana delirava, ai que gostoso, fode, fode minha buceta, ai amor como ele fode gostoso.

De repente, a garota ficou com o corpo todo arrepiado, deu um longo grito, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, forte, fundo, mais, eu quero mais, revirava os olhos e rangia os dentes, o marido falava muito orgulhoso: é lindo vê-la gozar, veja como fica, parece uma louca, e era mesmo, a garota se transformou, fode, fode, me mata, acaba comigo vai, me da esse pausão, mete. Meteeeeeeeeeeeeeee, fode, eu também não resisti e olhando para o marido, comecei fazer caretas e gritei mexe puta, mexe, mexe que estou gozando, senti a mão do cara as minhas costas, isto goza, goza dentro dela, enche minha putinha de porra vai, goza goza, que lindo, Rosana parecia que não pararia mais de gozar, eu apertei demasiadamente no momento supremo, mas ela pareceu não sentir nada, eu também demorei muito regando sua taça com meu leite quente, quando acabei, ouvi sua voz dizer, continua metendo, ainda estou gozando. Dei várias estocadas fortes em sua buceta, e ela gritava, ahhhhhhhh, assim mesmo, aaaaiiiiiiiiiiiii, não para ainda. Foi demais a nossa primeira transa, mas logo em seguida viriam outras.

Após um breve descanso, Rafael colocou o pau na bocada esposa, assim que estava pronto, ele sentou-se a beira da cama, ela ficou de pé de costas para ele, colocou um pé de cada lado do seu corpo, foi arriando devagar o corpo, vi quando ele guiou seu mastro para o rabinho da mulher, eu fiquei a sua frente e ela se apoiou em mim, quando vi seus olhos se arregalarem e abri muito a linda boca, sabia que o ferro achara o caminho do seu cuzinho, ela gemendo muito foi arriando o corpo até ficar sentada no colo do marido com seu pau todo enterrado no cu, ai e levei o meu a sua buceta e a penetrei profundamente, começamos mais uma louca foda, eu esquecia que ela acabara de chupar o marido e a beijava na boca com volúpia, ficamos assim por algum tempo, até que ouvi Rafael dizer, agora vamos trocar de lugar, meu pau cresceu dentro dela, eu o tirei rapidamente, estava louco por aquele cuzinho, desta vez ele deitou=se de costas na cama, ela o cavalgou enfiando o pau na buceta, deixando o rabinho a minha disposição, Rafael ainda fez a gentileza de abrir as nádegas da esposa, eu vi o buraquinho que acabava de se livrar do pau dele, ali, a minha frente, encostei a cabeça e fui entrando, ouvi os gemidos dela, enterrei o pau até o tronco sem desgrudar o olhar daquela Cena magnífica, começamos a fode-la, mais uma vez a garota provou que apesar da pouca idade era uma fêmea de muito valor, desta vez demoramos bem mais tempo, ela mesma fazia os movimentos para seu marido, quando ele enfiava o pau em sua buceta, ela apoiava as mãos nas coxas do marido e levantava a bunda, neste movimento o meu pau saia quase todo do seu cu, e ai ela sentava novamente, eu sentia uma sensação indescritível, quando gozamos os três, fizemos uma algazarra danada, eu estava exausto, mas pelo jeito ela queria mais, não agüentei, e fiquei vendo o marido fode-la mais uma vez. Depois nos despedimos com a promessa de voltar àquela casa muitas vezes, e voltei, tenho ajudado o casal em tudo, e há poucos dias me prometeram levar um amigo muito bem dotado para fazer parte da festa, segundo eles, o cara tem 25Cm e é muito grosso, já comeu a Rosana uma vez, e ela quer que eu assista e participe da próxima. Mas isto é outra história que contarei posteriormente, prometo.
  Tópico: A LOCADORA DE PRAZER
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 92

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:37 pm   Assunto: A LOCADORA DE PRAZER
A LOCADORA DE PRAZER



A história que vou contar aconteceu comigo há poucos dias, começou, melhor dizendo, meu nome é Mauro, tenho 48 anos, casado sem filhos, sou considerado um coroa boa pinta, pois sou alto, sem barriga, moreno claro, têmporas grisalhas, e me visto sempre com esmero, o que passa uma impressão de um homem corretíssimo e acima de qualquer suspeita, na verdade sou um verdadeiro canalha no que concerne a sexo, penso nisto 24 horas por dia e não perco uma oportunidade principalmente se tratando de uma ninfeta.

Minha mulher teve que viajar para o Rio de Janeiro, ah minha mulher se chama Helena e não é louca como eu, mas também não atrapalha.

Muito bem, ela viajou, ficaria 15 dias fora, eu fiquei sozinho, era uma sexta-feira e chovia desde muito cedo, uma chuva forte, mesmo assim permanecia um dia abafado, eram 17:00s eu peguei o carro e sai para dar uma volta pela cidade, tentar alguma paquera, nestes dias de chuva sempre se consegue alguma coisa. Rodei durante uma hora e nada, e a chuva persistia, resolvi então pegar umas fitas pornô e ir para casa assistir. Entrei em uma locadora, já minha conhecida e no balcão não vi ninguém, sei que ali trabalha uma garota muito bonita e gostosa, calculo que tenha 18 anos, usa uma franjinha no cabelo o que faz com que pareça mais nova, tem um rosto angelical e um corpo divino, o que mais me chama a atenção nessa menina são os seios, médios e tão firmes, que apesar de nunca usar sutiã, seus seios estão sempre querendo furar o tecido da blusa, os biquinhos apontam para cima.

Entrei e me dirigi à seção de filmes pornôs que ficam na parte mais afastada do balcão e é uma espécie de sala, com uma placa dizendo ser proibido a menores, quando ali cheguei, vi que minha musa estava agachada, colocando algumas capas em seus lugares, pela posição em que se encontrava eu pude ver suas lindas coxas, fui me aproximando pensando em gozar aquela visão mesmo que momentânea mais de perto, pois sabia que assim que notasse a minha presença ela imediatamente fecharia as pernas.

Cheguei de mansinho e fiquei logo atrás dela, nisto quando olhei para baixo, meu coração disparou, com uma blusa folgada, eu via seus lindos seios, nossa, conhecera poucos iguais aqueles, cor de rosa, biquinhos parecendo estar sempre com tesão, instintivamente levei a mão ao pau por cima das calças e comecei uma leve massagem.

Eu achando que a garota ignorava minha presença, olhava descaradamente seus seios e suas coxas, se me desse mais um tempinho e eu conseguiria gozar ali mesmo, estava eu no meu delírio quando escutei sua voz dizer baixinho mais muito claro: __o senhor vai babar em cima de mim, tomei um susto enorme, ela então me olhou sorrindo e perguntou: ou acha que eu não vi quando chegou.

Fiquei meio sem graça, mas consegui responder: e como você queria que eu ficasse diante de uma visão dessas? Ela levantou-se e perguntou se poderia ajudar, e eu já refeito do susto disse a guisa de brincadeira: Poder pode, mas não o fará, com certeza. Pra minha surpresa ela respondeu: _ quem sabe, porque não tenta, vamos diga em que posso ajuda-lo? Eu apanhei algumas fitas e fomos em direção ao balcão que ficava na entrada, para não alongar muito a história ela fez alguns comentários a respeito das fitas que eu escolhera, e eu fiz, mas uns tantos, começou a rolar um papo bem descontraído entre nós, até que ela me falou sobre um show que ia haver na cidade, e que ela louca para assistir, não poderia por falta de dinheiro.

Ouvindo isto minhas esperanças se acenderam, ofereci os ingressos para a garota e até mais algum, mas queria transar com ela, ai veio aquele papo que eu não sou dessas, e talvez não fosse mesmo, mas como o show só acontecia àquela noite, eu tive muita sorte, ela topou um boquete, eu fiquei na esquina do balcão fingindo ler um catálogo, ela se abaixou e abrindo as pernas para que eu visse sua calcinha recheada por uma fofíssima buceta, eu cuidava para ver se chegava alguém, mas como a chuva continuava implacável, ninguém apareceu e eu enchi a boca daquela coisa linda de porra, terminei e chegou um casal, eu a avisei ela saiu engatinhando e foi aparecer mais à frente, ainda com a boca molhada saiu para atender os clientes.

O preço do ingresso para o tal show era 30 reais, quando ela voltou, eu lhe entreguei 150 reais. Vi pelo brilho dos seus olhos o espanto, falei que ela merecia muito mais, com as pernas um pouco bambas já ia me retirando quando ela me perguntou se não tinha celular, pois o meu telefone residencial estava na minha ficha, voltei lhe dei o numero e sai dali louco de feliz.

Quando fui devolver as fitas não encontrei a garota, devia estar de folga, também não quis perguntar nada, ela tinha o meu telefone, se quisesse ligaria. Sai dali e entrei em uma loja de móveis, estava querendo fazer uma surpresa pra minha mulher, e vira nesta loja um lindo jogo de sofá, muito caro, mas realmente muito bonito. Quando me aproximei de um vendedor para saber se havia outras cores, dei de cara com Rosana, pois este é o nome da garota da vídeo locadora. De início fiquei na minha com medo de espanta-la, a diferença de idade entre nós é muito grande, mas logo ela se aproximou sorridente

. _ Olá, eu não tive ainda um tempo para ligar, quer dizer para ligar até tive, mas para continuarmos a nossa conversa entende? Perguntou com um sorriso maroto. Ficamos ali conversando, em seguida chegou um jovem, de muito boa aparecia, foi chegando e foi abraçando a garota, e para minha maior surpresa ela me apresentou ao jovem como seu marido, mas não foi esta a surpresa, e sim quando com a cara mais cínica deste mundo ela disse:

_ querido este é o meu amigo da locadora, lembra, o dos ingressos para o show? Ah! Sim lembro sim, você me falou. Começamos uma conversa sem pé nem cabeça, só sei que saíram dali com um lindo jogo de sofá que paguei na hora e mais uma linda cama de casal, com colchão e tudo.

Fui convidado pelo casal para ir a casa deles naquela mesma noite, e fui, o que rolou lá vocês saberão agora nos mínimos detalhes.

Com um pouco de dificuldade consegui localizar a casa deles, cheguei por volta das 20:00s, fui recebido por Rafael, pois este é o nome dele, mandou que entrasse e já foi buscar uma cervejinha gelada, ficamos ali conversando e logo surgiu Rosana, numa saia que comparei a uma calcinha com babados, de tão curta, era uma visão do paraíso, qualquer movimento que fazia aparecia à calcinha preta, minhas favoritas.

Disse que iria fazer um jantar especial para mim, mas assim que me senti mais à vontade, perguntei se não queriam deixar para jantar comigo outro dia, pois naquele momento eu não tinha apetite nenhum para comida. Eles entenderam e concordaram, ficamos ali na sala, logo Rosana se sentou próximo ao marido, e este começou uma série de ousadas caricias na bela garota, meu pau reagiu de imediato ficando em posição de sentido. Ele com as mão dentro da blusa dela fazia carinhos nos lindos seios, como eu me sentara na poltrona, logo me convidaram a sentar com eles no sofá, não me fiz de inibido, sentei e também levei a mão ao seio da garota. Posso? Perguntei ainda timidamente, Claro amigo, fique a vontade disse o marido.

Não perdemos muito tempo, em seguido Rafael começou a despir a pouca roupa da esposa, deixando-a só de calcinhas, perguntou se queria ter a honra de tira-la, eu agradeci e comecei a puxar a minúscula peça com os dentes, nossa, pude sentir o perfume daquela vagina linda, estufada, fofa e muita bem depilada, livre da última peça comecei a passar a língua entre os grossos lábios, enquanto isto eles se beijavam e o rapaz brincava com seus seios, vendo que ia gozar, Rosana me pegou pelos cabelos e afastou minha boca do seu tesouro, assim que eu sai, Rafael foi para o meio das suas coxas e encaminhou o pau para a entrada da buceta, tinha um pau bem grande e grosso, eu não fico para trás, de modo que Rosana seria muito bem servida aquela e muitas outras vezes. Fui convidado a estrear a cama nova, fomos para o quarto do casal. Lá Rafael deitou a mulher de costas na cama, e depois de algumas carícias, sempre olhando para mim.

Ele entrou na garota, se deitando sobre ela, começou a se movimentar, ai eu pedi que ele levantasse o tronco, para que eu pudesse ver o que estava acontecendo. Ele apoiou-se na cama e eu pude assistir a uma bela foda, coloquei a cabeça sobre a barriga dela e fiquei olhando bem de perto enquanto o mastro entrava e saia mais parecendo um bate estacas. Levantei dali e coloquei o pau próximo a boca da moça, esta o abocanhou sem que eu pedisse, e enquanto gemia abafado da uma gostosa chupada. Rafael não gozou, retirou o pau da buceta da esposa, e olhando pra mim fez um sinal para que o substituísse, imediatamente tomei seu lugar, ela estava bastante molhada, de modo que entrei com muita facilidade, comecei a fude-la enquanto ele lhe fazia carinho em todo o corpo, e se desmanchava em elogios: É muito gostosa, não, dizia ele, fode bem minha putinha, também gosto de olhar, como eu estava de joelhos ele podia ver muito bem o que queria, eu tirava todo pau e enterrava tudo de uma vez, Rosana delirava: ai que gostoso, fode, fode minha buceta, ai amor como ele fode gostoso.

De repente, a garota fez um arco com o corpo,, deu um longo grito, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, forte, fundo, mais, eu quero mais, revirava os olhos e rangia os dentes, o marido falava muito orgulhoso: é lindo vê-la gozar, veja como fica, parece uma louca, e era mesmo, a garota se transformou, fode, fode, me mata, acaba comigo vai, me da esse pausão, mete. Meteeeeeeeeeeeeeee, fode, eu também não resisti e olhando para o marido, comecei fazer caretas e gritei mexe puta, mexe, mexe que estou gozando, senti a mão do cara as minhas costas, isto goza, goza dentro dela, enche minha putinha de porra vai, goza goza, que lindo, Rosana parecia que não pararia mais de gozar, eu apertei demasiadamente no momento supremo, mas ela pareceu não sentir nada, eu também demorei muito regando sua taça com meu leite quente, quando acabei, ouvi sua voz dizer, continua metendo, ainda estou gozando. Dei várias estocadas fortes em sua buceta, e ela gritava, ahhhhhhhh, assim mesmo, aaaaiiiiiiiiiiiii, não para ainda. Foi demais a nossa primeira transa, mas logo em seguida viriam outras.

Após um breve descanso, Rafael colocou o pau na boca da esposa, assim que estava pronto, ele sentou-se a beira da cama, ela ficou de pé de costas para ele, colocou um pé de cada lado do seu corpo, foi arriando devagar o corpo, vi quando ele guiou seu mastro para o rabinho da mulher, eu fiquei a sua frente e ela se apoiou em mim, quando vi seus olhos se arregalarem e abri muito a linda boca, sabia que o ferro achara o caminho do seu cuzinho, ela gemendo muito foi arriando o corpo até ficar sentada no colo do marido com seu pau todo enterrado no cu, ai e levei o meu a sua buceta e a penetrei profundamente, começamos mais uma louca foda, eu esquecia que ela acabara de chupar o marido e a beijava na boca com volúpia, ficamos assim por algum tempo, até que ouvi Rafael dizer, agora vamos trocar de lugar, meu pau cresceu dentro dela, eu o tirei rapidamente, estava louco por aquele cuzinho, desta vez ele deitou=se de costas na cama, ela o cavalgou enfiando o pau na buceta, deixando o rabinho a minha disposição, Rafael ainda fez a gentileza de abrir as nádegas da esposa, eu vi o buraquinho que acabava de se livrar do pau dele, ali, a minha frente, encostei a cabeça e fui entrando, ouvi os gemidos dela, enterrei o pau até o tronco sem desgrudar o olhar daquela Cena magnífica, começamos a fode-la, mais uma vez a garota provou que apesar da pouca idade era uma fêmea de muito valor, desta vez demoramos bem mais tempo, ela mesma fazia os movimentos para seu marido, quando ele enfiava o pau em sua buceta, ela apoiava as mãos nas coxas do marido e levantava a bunda, neste movimento o meu pau saia quase todo do seu cu, e ai ela sentava novamente, eu sentia uma sensação indescritível, quando gozamos os três, fizemos uma algazarra danada, eu estava exausto, mas pelo jeito ela queria mais, não agüentei, e fiquei vendo o marido fode-la mais uma vez. Depois nos despedimos com a promessa de voltar aquela casa muitas vezes, e voltei, tenho ajudado o casal em tudo, e há poucos dias me prometeram levar um amigo muito bem dotado para fazer parte da festa, segundo eles, o cara tem 25Cm e é muito grosso, já comeu a Rosana uma vez, e ela quer que eu assista e participe da próxima. Mas isto é outra história que contarei posteriormente, prometo
  Tópico: A GAROTA DA BIKE
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 97

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:36 pm   Assunto: A GAROTA DA BIKE
A GAROTA DA BIKE



Mais uma boa história contada pelo próprio personagem. Repleto de emoções, e sensualidade. O que nos mostra que em muitos casos, o que parecer anormal, é para muitos uma grande fonte de prazer.

Às vezes fico pensando que tenho algo especial que atrai situações inusitadas e perigosas. Muita coisa tem acontecido comigo, que tenho medo de contar mesmo aos meus amigos mais íntimos como medo de servir de gozação e pilhérias, pois realmente parecem histórias de pescador. Resolvi colocar no papel algumas dessas histórias, esta foi a última que me aconteceu, aliás continua acontecendo, e espero sinceramente que dure o maior tempo possível.

Meu nome é Walter, tenho 26 anos, sou um cara boa pinta, alto, musculoso adoro esportes, sou moreno claro, cabelos e olhos castanhos, sou casado há 6 anos e amo muito minha mulher, pois além de ser uma morena linda, sempre foi minha cúmplice em minhas loucuras. Vale dizer que sou exibicionista, voyeur, sou um verdadeiro amante do sexo fora do tradicional.

há pouco mais de um ano não respondi a um processo por atentado violento ao pudor, por me masturbar olhando uma garota que se mostrava ostensivamente, porque coloquei muito dinheiro na parada, não foi por causa da tal garota, e sim porque outra vinha passando e viu tudo, abriu o bocão e eu quase danço.

Estou sempre prometendo não me meter mais neste tipo de coisa, mas como disse antes pareço até um imã, eu atraio muitas vezes sem nenhuma intenção. Vamos aos fatos:

eu marquei um encontro com um amigo que ficou de me dar um filhote de cão labrador, sai cedo para ir a sua casa, ah moro em uma grande cidade do interior do Rio de Janeiro, cheguei muito cedo e a casa estava fechada, achando que ainda dormiam, parei o carro, peguei uma revista e comecei a folhear.

A rua estava totalmente deserta àquela hora, é uma rua larga muito arborizada, muito bonita, casas luxuosas e belos jardins, de repente passa ao lado do carro uma mocinha de bicicleta, olhei de relance e pude ver que se tratava de uma jovem muito bonita, cabelos longos e soltos, como geralmente as meninas andam de bicicleta de bermuda ou calças compridas não liguei muito e voltei os olhos para a revista. A garota foi até a esquina e voltou, quando levantei os olhos vi que ela usava uma saia preta muito curta, e é claro quando pedalava suas calcinhas ficavam a mostra. Como ela se encontrava muito próximo quase não pude ver nada, mas deu para ver que tinha belas pernas, pensei comigo mesmo, tomara que se vá e não apareça mais, eu heim, outra vez não. Mas continuei seguindo a garota pelo retrovisor. E para minha alegria e desespero ela fez a volta e veio novamente em minha direção, justamente pelo meu lado por cima da calçada.

Fui mexendo no retrovisor até enquadra-la bem e ai sim pude ver a calcinha estufada, cheia, o fino tecido parecia que não resistiria a pressão e logo estouraria deixando livre aquele tesouro ali guardado. A garoto viu o que fazia no retrovisor, passou me deu uma olhada e seguiu, voltando logo em seguida, e eu como sempre faço não olhei disfarçadamente, depois de olhar diretamente para o meio das coxas dela, a encarava depois a olhando nos olhos, pude perceber um sorriso maroto em seus lábios.

Estou perdido pensei, não vou resistir, ainda levei a mão à chave para dar partida e sair dali, mas não o fiz, fiquei com raiva de mim mesmo, porra! Depois vou passar um tempão com medo que alguém tenha visto alguma coisa, sabia que não iria embora, aquele tipo de situação para mim, muitas vezes tem muito mais sabor do que uma trepada mal dada sou louco por estas coisas.

Mas porra. Será que está escrito na minha testa, e esta putinha porque não vai com esta bicicleta pra puta que o pariu, pensei. Olhei novamente pelo espelho e lá vinha ela, bem devagar, só que desta vez ela resolveu complicar de vez, parou a uns 3 metros do carro, e fingindo arrumar alguma coisa na bicicleta, ficou com um pé no chão e ergueu a outra perna, ai eu fui à loucura, como tenho um pau muito grande, não tinha como colocar a mão por dentro das calças e me masturbar, portanto olhei para todos os lados e vendo que não vinha ninguém, abri o fecho e o coloquei para fora, começando uma gostosa punheta.

Dane-se pensei eu, se der sorte consigo sair ileso dessa. Olhei novamente a putinha e vi seu sorriso de aprovação, pois ela vira minha manobra, também para me dar mais tesão e mostrar que sabia de tudo que acontecia ali, eu a via olhando para ver se surgia alguém, e foi assim que a vi se arrumar rapidamente quando olhei vi um carro que se aproximava, assim que o carro passou e eu tapei o pau com a revista, ia voltar ao retrovisor quando tomei mais um susto, ela veio empurrando sua bicicleta, chegou ao meu lado, após novamente verificar que a rua estava novamente deserta, subiu na bicicleta e agora o espetáculo era ao meu lado. Como a menina usava uma blusinha muito fina eu podia ver os bicos dos seus seios que pareciam querer furar o fino tecido, ai escancarei de vez, joguei a revista no banco, e segurando o pau comecei os movimentos de novo. Foi quando para meu total desespero ela falou pela primeira vez_ Fica atento a rua e deixa isto aqui comigo. Retirou a minha mão e encheu a sua com meu pau. Não sem antes lhe fazer um elogio: xi mas ele é enorme heim. Não demorei muito eu comecei a me contorcer e ela guiou a mangueira para o painel que ficou todo melado, quando eu estava gozando, esqueci de cuidar a rua, aliás esqueci de quase tudo, só não esqueci de levar a mão aos seios da garota, gozei pegando um deles. Só quem gosta desse tipo de aventura, sabe o prazer que se sente numa hora dessas, a adrenalina vai ao Maximo, a expectativa de aparecer alguém, é simplesmente demais.

Eu havia terminado de guardar o pau, ia começar a conversar com a garota, dar-lhe o meu telefone, quando surgiu na esquina o carro do meu amigo, este sim era amigo, não chegou na hora errada estragando tudo, buzinou e eu ainda dei um tempinho para o pau baixar direito, só então após trocar tel com a garota que me disse se chamar Thais, fui ter com meus amigos, ainda vi quando acenaram para a moça que pegou sua bike e saiu.

Nos cumprimentamos e a esposa do meu amigo foi logo perguntando: _Você já conhecia a Thais, ou se conheceram agora? Respondi que a conhecera quando perguntei se os conhecia, e se sabia se estavam em casa ou haviam saído. Para minha segurança fiquei sabendo sua idade, 19 anos, ainda bem. Minutos depois enquanto eu escolhia o filhote, meu amigo que se chama Regis me dizia, cuidado com aquela garota, ela cheira a problemas.

Eu quis saber mais sobre ela, que tipo de problema ela poderia me causar, e ele me disse algo que achei muito gozado, deu um sorriso e disse: esta moça come mais gente que terra de cemitério, e o pai dela é uma verdadeira fera, ou não sabe ou simplesmente finge não saber de nada. Aliás não achei gozado, achei meio chula a frase para uma garota tão bonita e danadinha.

Dias depois recebi um telefonema dela, saímos juntos e ela me contou que adora situações como aquela que vivemos juntos, e até lamentou que tivéssemos conversado, pois a partir daí não teria mais nenhuma graça repetir, portanto o que nos restou foi uma tarde inteira transando, depois ela afirmou que mesmo tendo gostado muito, achara mais excitante o nosso primeiro encontro. Engraçado, eu também pensava assim. Agora formamos uma bela dupla, às vezes saímos juntos, a procura de novos amigos, loucos como nós, quando não conseguimos nada, transamos em lugares perigosos e sentimos muito prazer com isto.
  Tópico: A ESCRAVA
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 76

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:35 pm   Assunto: A ESCRAVA
A ESCRAVA



Há pouco mais de um ano nos mudamos para a cidade da minha mulher, morávamos no Rio de janeiro, passamos a morar no Rio Grande do Sul. Passamos exatos 15 anos fora, portanto na volta encontrei o lugar cheio de novidades como era de se esperar. Mas a melhor de todas mesmo foi uma sobrinha, que quando saímos era apenas uma menina, e agora se transformara numa linda mulher.

Nara, esse é o seu nome, tornou-se o que costumamos chamar de Boeing. Loira, alta, esguia, seios pequenos e firmes, cintura fina e pernas longas e bem torneadas, um bum bum maravilhoso além de um rosto angelical. Veste-se sempre como uma menina, apesar de já ter passado dos 20 anos. Nunca usa sutian e a coisa mais simples é ver suas calcinha, porque as saias que usa, mais a desnuda que a veste.

Desde a nossa volta, Nara demonstrou por mim uma antipatia tão grande que logo toda a família notou. Não sei se foi o meu jeito de olhar para ela, o certo que a moça passou a me odiar tão logo nos reencontramos. Quase não fala comigo, e quando o faz é geralmente seca e ríspida. O pior de tudo, é que sinto um imenso desejo pela moça. Que está noiva de um figurão da cidade. Sua família não é rica, porém ela vive como uma verdadeira princesa.

Como também não sou rico, assim que cheguei a cidade arranjei um emprego na companhia de eletricidade, coloquei minha camioneta no serviço e estava gostando muito do meu novo emprego. E passei a ama-lo muito mais depois que presenciei um certo flagra que passo a narrar:

Existem alguns motéis na cidade, mas um é especial. O Requinte, muito luxuoso e caro, só os granfinos do lugar o freqüentam. Certo dia eu recebi ordem de fazer um reparo próximo ao tal motel, cheguei peguei meu equipamento subi no poste e foi aí que vi que dali podia ver quase tudo no interior do motel. Vi algumas portas fechadas, sinal que alguém estava se divertindo e pensei: e eu aqui trepado num poste.

Não demorou muito e uma das portas começou a se movimentar, prestei a tenção para ver quem sairia dali. De repente vi um cara de meia idade, alto, corpulento se dirigir para um belo automóvel azul, fiquei a espera da companheira. Não fosse o equipamento de segurança, com certeza me esborracharia no chão, tamanha foi a minha surpresa, quando vi a Nara em carne e osso, olhar para todos os lados e entrar apressadamente no automóvel. Como tenho uma visão e tanto, consegui anotar a placa do carro. Então era assim que aquela putinha enganava a todos. Minha surpresa fora grande, mas, ela teria uma maior. Minha vingança seria cruel, ah! Se seria...

Passei alguns dias sem vê-la, parecia até que a putinha adivinhara minhas intenções, não aparecia lá em casa. Um sábado à tarde minha mulher saiu para fazer algumas compras, eu fiquei em casa deitado. Levantei-me, peguei a agenda telefônica e encontrei o celular da Narinha. Disquei e ouvi sua voz do outro lado: _ Oi tia, tudo bem? Sabia que eu não ligaria para ela, ou não ligava normalmente. _ Surpresa! Não é a tia, é o tio. Tudo bem com você? _ Tudo. Respondeu com secura. _ Algum problema?

Eu havia preparado um longo discurso, para depois chegar onde queria, mas o modo como ela me tratou me deixou tão irritado que resolvi que iria direto ao assunto. E disse sem muito preâmbulo: _ Problema nenhum querida, acontece que te vi em um carro quarta feira, depois sonhei com o dito cujo, queria saber o número da placa para fazer uma fezinha. Pode me fazer essa gentileza?

_ Quarta feira, carro, que carro? Não sei de que está falando. Onde me viu nesse carro?

_Saindo Da suíte 9 do Motel Requinty. Eu por acaso estava em cima de um poste na redondeza e não pude deixar de ver. Pode me dar o número da placa agora?

_Você deve estar louco. Motel? Que é isto cara? Nem com meu noivo nunca fui num motel. O melhor que você faz, é parar agora com esta gracinha ou pode se dar muito mal. A puta ainda tinha a cara de pau de me ameaçar.

Tudo bem querida. Já que não pode me fazer o favor, não tem importância, eu conheço algumas garotas que trabalham ali. Com uma delas consegui o nome do dono do carro. Ariel Trajano vai ser fácil descobrir a placa. Afinal é um dos mais ricos homens da nossa região. Desculpa te incomodar. Desliguei o telefone e aguardei. Não se passara nem um minuto o telefone tocou. Era ela.

_Afinal o que quer? É claro que não é a placa do carro.

_é claro que não, respondi. Mas é um assunto delicado para ser tratado por telefone. Porque não saímos hoje à noite? Aí conversaríamos com calma.

_ Hoje? Hoje é sábado, saio com meu noivo, jantarei com seus pais. Hoje definitivamente não dá. Amanhã à tarde tu me ligas. Mas te garanto que vamos só conversar. _ Tudo bem! Apenas conversar. A partir daí comecei a montar meu plano. No outro dia as 16:00s, peguei a Nara no local combinado e sai da cidade, quando ela notou que deixava o perímetro urbano quis criar caso. Eu a avisei para que ficasse quietinha, pois eu não estava para brincadeira, conhecia os riscos da minha aventura e já os calculara todos. Ela ficou quieta, parecia bastante nervosa.

Eu conseguira um pequeno sítio de uma amiga e para á levei minha querida sobrinha. Que por incrível que pudesse parecer, nesse dia se vestia até com certo rigor. Calças jeans e uma blusa fechada. Totalmente diferente do normal. Assim está melhor pensei.

Chegamos ao local, entramos e eu fui logo dizendo: _ Você sabe muito bem o que quero, portanto vamos evitar muita conversa fiada. Tenho uma proposta a fazer, é pegar ou largar.

_ Qual sua proposta?

_ quero transar com você agora e sempre que surgir uma oportunidade. Caso contrário, todos saberão quem é você. Fui claro.

_canalha! Você é meu tio. Esqueceu?

_É esta sua resposta? Se for, vamos embora daqui agora mesmo.

_Calma disse ela quase chorando. Eu topo. Mas tem uma coisa: você pode usufruir o meu corpo, mas não terá nenhuma colaboração da minha parte. Serei como uma pedra de gelo.

_Muito bem, já conversamos muito. Agora se dispa senhora pedra de gelo. Quando vi a garota nua, quase não acredito nos meus olhos. Nunca vira um corpo tão perfeito, tudo nela era belo. Ela deitou-se numa cama de casal muito mal arrumada e mesmo assim parecia uma musa em uma bela moldura. Fiquei algum tempo admirando tanta beleza, depois também me despi. Olhei para ela e vi que fechara os olhos. Melhor assim, a surpresa seria maior. Meu pau mede 22 cm e é muito grosso, não são todas as mulheres que o agüentam.

Comecei beijando-a na boca, que lábios, ela continuou como uma morta bejei seu pescoço e fui descendo, cheguei aos seios; Nossa, que maravilha, os biquinhos apontados para cima. Coloquei um na boca, depois o outro. Nenhum sinal de vida. Fui descendo, cheguei ao umbigo, ali fiz algumas caricias depois fui seguindo um caminhozinhos de pelos dourados, sabia onde terminavam. Senti o perfume da sua linda buceta, cheia, lábios exageradamente grossos, carnudos e bem depilados, parecia uma menina. Suas coxas estavam juntas, apertadas, eu as separei devagar, passei a língua entre os lábios vaginais e senti a primeira reação, suas coxas ficaram arrepiadas. Olhei aquela buceta bem de perto, continuei lambendo suavemente, senti que ela mesma ia separando as coxas, facilitando minha invasão. Voltei a boca a altura da sua orelha e perguntei carinhosamente:_ Preciso usar camisinha? Ela não respondeu. Ótimo sinal. Voltei a sua buceta, comecei a penetra-la com a língua, ouvi um suspiro que ela tentou abafar, passei de leve a língua em seu cuzinho, este se contraiu. Vi que não dava mais para continuar com a brincadeira, preparei-me para penetra-la. Abri bem suas pernas e me coloquei entre elas. Ela sempre de olhos fechados. Encostei a cabeça do pau entre os lábios da sua buceta, nenhuma reação, pelo jeito iria continuar como morta. Veremos pensei comigo mesmo. Pressionei e a cabeça escorregou para dentro. Senti um calor inesquecível na cabeça do pau. Ela então notou que não vira o que teria que engolir. Abriu os olhos de repente e levantou a cabeça olhando diretamente para o meio das próprias pernas. Olhando-me apavorada perguntou: _O que é isto cara? Não vai querer colocar tudo isto dentro de mim, vai?

_Calma querida. Ele nunca matou ninguém. Sua tia às vezes quer até mais. Dei uma estocada forte olhando bem no seu rosto. Vi o pavor em seus olhos que quase saltaram das órbitas, um grito rouco e ela cravou as unhas em minhas costas. _ Aiiiiiiiiiiiii! Pára. Não vou agüentar. Tira, tira, ai, não empurra mais, por favor. Com a dor que senti das suas unhas, joguei o quadril para frente enterrando o que restava de uma vez. Pensei que a moça fosse desmaiar, ficou pálida de repente e fez uma careta tão grande que toda sua beleza desapareceu de repente. Comecei a fude-la com loucura, sem me preocupar com sua dor. Ela chova, gritava e eu não lhe dava tréguas, o pau saia quase até a cabeça e desaparecia novamente indo até o fundo. Parecia uma virgem de tão apertada. _Aiiiiiii! Assim você me mata. Faz mais devagar, por favor. Caí em mim, estava estraçalhando aquela menina acostumada a dar a caras normais. Comecei a diminuir o ritmo, passei a estocar mais devagar. Peguei seu rosto e pedi: _ Então colabora filhinha, geme gostoso, diz que está gostando senão eu acabo com você.

Ela vendo que não havia outra alternativa começou a gemer: _ Assim, devagar, não me machuca, vai fode devagar, goza logo que não agüento mais.

_Assim não putinha, diz que está gostando, mexe esse rabinho, facilita as coisas para você mesma. O certo é que logo a seguir comecei a notar que Nara entrava no clima, até tentou mexer, não conseguiu, a estaca era por demais grande. Novamente agora mais devagar eu tirava todo pau e o enterrava novamente. De repente senti que o mundo estava caindo sobre mim, totalmente descontrolado, segurei-a pelos cabelos e comecei a estocar forte e a gritar: _ Mexe puta. Meche que estou gozando, e joguei o primeiro jato de leite quente em suas entranha, ai perdi totalmente o controle, ouvia seus gritos mas que me pareciam longe, nunca comera uma buceta tão gostosa, tão quente e tão apertada. Urrei como uma verdadeira fera, esquecendo a fragilidade da moça enterrei o pau que sentia bater nu fundo do seu útero. A inundei totalmente. Quando terminei o meu gozo, vi que parecíamos estar em uma piscina, totalmente molhados de suor, ela parecia morta, só sua respiração descontrolada dizia o contrário. Não sei se gozou, não tive tempo para me preocupar com isto.

Continuei dentro dela, aos poucos foi se recuperando, abriu os olhos e me olhou e agora eu não vi ódio em seus olhos. Senti pena, era tarde. Perguntei:

_Você gozou? Ela demorou a responder. Depois com os olhos marejados, balançou a cabeça negando. Eu ainda estava duro dentro dela, aquele calor. _ Vou faze-la gozar. Tente, por favor. Farei bem suave, como quiser.

Comecei então com movimentos leves, tirando um pouco e agora ela estava super lubrificada o que facilitava a tarefa. Ela começou a gemer baixinho: Ai! Assim está bom. Continua assim, Mama meus seios que eu gosto vai. Colei a boca ao seu seio esquerdo e continuei fudendo-a, Ela começou a mexer, ai eu fui novamente à loucura, quando vi o pau novamente saia até a cabeça e mergulhava novamente em sua gruta alagada. Não demorou e Nara deu o seu grito de guerra: _ Agora! Agoraaaaaaaa! Fode forte empurra, com força, vai, me mata, me fodeeeeeeeee. Estou gozannnnnnnnnnnndddo e foi lindo vê-la gozar. Ela pediu mais pica, rebolou como uma cobra, mais uma vez me lanhou as costas com as unhas, não senti nada. Gozei novamente com ela e foi lindo vê-la revirar os olhos e ranger os dentes como uma possessa. Depois caiu desfalecida de costas na cama em uma cama totalmente molhada pelo suor do nosso amor.

Retirei o pau devagar, assim que a cabeça escapou, veio um verdadeiro rio de leite branco e ainda quente. Que espetáculo desceu pelo seu cuzinho e formou uma poça embaixo dela, vi sair até o último pingo, depois vi sua buceta se contraindo, nunca vira nada igual.

Depois a beijei carinhosamente e disse: _ Parece que a pedra de gelo derreteu muito rápida, veja como ficou a cama. Ela me devolveu um lindo sorriso.

A Nara se tornou minha amante, para mantermos as aparências ela continua me tratando como dantes. Só na presença da família, porque na cama ela simplesmente gamou. Hoje é casada, não tem filhos e como seu rico marido viaja muito, cada viagem significa mais um enfeite em sua cabeça.
  Tópico: A DÍVIDA
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 81

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:35 pm   Assunto: A DÍVIDA
A DÍVIDA



Wolney era talvez o cara mais invejado do bairro. Mais contestado também, não trabalhava, mesmo assim tinha um bom carro, só tomava wiskey andava sempre na moda e muito bem acompanhado. Havia muita especulação a seu respeito, mas na verdade ninguém conhecia sua fonte de renda.

Um belo dia, Wolney apareceu desfilando com a gata mais gostosa do bairro, Elenir. As pernas mais lindas, os seios mais firmes além de uma bunda de deixar qualquer um louco. Aí a inveja foi geral. Nos bares não se comentava outra coisa, a sorte do vagabundo.

Para surpresa de todos, menos de dois anos depois, Wolney levava Elenir ao altar. Foi um casamento e tanto. A lua de mel demorou pouco tempo e o safado continuou sua vida de Playboy. E aí, a raiva de todos era: Como alguém, tendo em casa um Boeing daqueles, saía a procura de outras mulheres.

Eu conhecia sua esposa apenas de vista, não que ela fosse metida. Porém sempre fora considerada uma moça muito séria e respeitada por todos. Por isto a surpresa. Escolher logo um pilantra.

Tempos depois eu conhecia Floriano, fizemos amizade apesar desse também não ser nenhum santo. Era agiota e barra pesada. Nos tornamos amigo e um dia conversávamos em um bar quando Elenir passava do outro lado da rua encantando a todos com aquele andar de princesa, usava calças jeans e uma blusa curta, aquela barriguinha que sempre me levara à loucura a vista.

Para meu espanto, vi o Floriano se levantar e ir em direção a garota. Esta parou e ficou a sua espera, parecia assustada. Conversaram por alguns minutos e o Flori parecia agitado. A moça seguiu seu caminho e o rapaz voltou a nossa mesa.

_ Você conhece a Elenir? Perguntei deveras curioso. _ Conheço. Respondeu. Mas conheço mesmo é o pilantra do marido. O safado adora uma corrida de cavalos, antes tinha uma coroa que o bancava, depois que casou esta o mandou as favas, mas ele continuou assíduo do jóquei. Agora me deve uma nota preta e não sei como receber. Ele conhece meus métodos.

Continuamos conversando, e eu falei para o cara a minha tara por aquela mulher: Mano. Eu sempre fui louco por essa dona, seria capaz até de ter casado com ela se tivesse me dado alguma chance. É muito gostosa, não é mesmo?

_ Tem toda razão meu amigo. Respondeu rindo. Nunca teve nada com ela?

_ Quem sou eu cara? Daria tudo na vida para levar essa potranca pra cama. E foi aí que tive a maior surpresa da minha vida. Não caí porque sou muito forte. Floriano colocou uma mão no meu ombro e perguntou: _ Tu és um cara que sabe guardar segredo? _ Claro, amigo. Pode crer. Respondi interessado. _ Muito bem, disse ele. Vou te contar um e quem sabe realizo o teu sonho. _ Vamos, fala. Não me deixa nesse desespero. _ Está bem. Mas olha lá, heim cara. Eu sou voeyur. Adoro assistir uma boa foda, e sei que a Elenir é uma grande foda. Levo você lá, e você a come para eu assistir. E tem mais uma surpresa. Quando Floriano terminou de falar, meu pau parecia querer explodir de tão duro. Posso te fazer uma pergunta? Continuou ele. _ Claro. Quantas quiser, até gaguejei. _ Qual é o tamanho do teu dote? _ 20cm e muito grosso, respondi prontamente. _ Ótimo! Quero ver aquela gatinha corcovear no teu pau.

Pegou o celular e discou um número, afastou-se um pouco, conversaram por algum tempo, voltou a mesa dizendo. Tudo certo. Pode ser agora. Vamos? Não esperei um segundo convite e me pus de pé.

Chegamos a casa do Wolney eram 18:45s, fomos recebidos pelo pilantra, que nos cumprimentou com a maior naturalidade. Fazia já algum tempo que não o via, me abraçou e nos convidou a entrar. Era uma casa bonita, bem mobiliada, ficamos numa sala ampla e muito bem decorada.

O que quase me deixa louco, foi à conversa dos dois. Floriano começou dizendo: Cara você conhece meu amigo. Eu não sabia, mas ele é louco pra comer tua mulher. Como você mesmo sabe, amigo é para essas coisas. Já que você me deve tantos favores, não custa nada satisfazer esse seu sonho. O que acha?

Olhei para o safado e sem nenhum tipo de constrangimento, respondeu sem pensar. _ Não vejo nenhum inconveniente. Pensei comigo mesmo: devo estar delirando. Isto não existe.

_ Bem. Disse o Flori. Então não percamos mais tempo. Chama a Elenir e apresenta meu amigo. _ Eles já se conhecem. _ Amor! Temos visitas. De repente adentra a sala aquela Deusa, agora vestia um vestido leve e vaporoso que mostrava toda sua beleza e sensualidade. Não usava sultian e quando aproximou o rosto para que eu a beijasse, tive a visão da anti-sala do paraíso, nunca tinha visto aqueles seios tão de perto. Meu corpo todo tremia, estava a beira de um ataque. Se tudo aquilo não passasse de um sonho, pensei: Me mato assim que acordar.

_ A porta está fechada? Perguntou Floriano também já demonstrando estar excitado. _ Claro respondeu o corno. _ Então apresenta a Elenir como só você sabe fazer. Como disse, eles já se conhecem. Wolney, levantou-se, ficou por traz da esposa, levou a mão a sua blusa e a abriu, deixando os mais lindos seios que eu já vira a mostra. Não são grandes, médios, firmes com os bicos apontando para cima, uma aureola cor de rosa em volta deles, lembrava um sorvete de baunilha. Meu pau estava realmente me incomodando de tão duro, sentia até dores. Depois o marido, baixou as mãos até a barra do vestido da esposa, e foi levantando devagar. Sabia o que estava causando seu gesto. Ajeitei-me no sofá. Floriano vendo meu desconforto, falou com naturalidade: _ Tira para fora. Aqui vale tudo. Olhei para o rosto de Elenir, esta parecia pálida, olhava para o chão. Foi aí que Floriano se dirigiu a ela pela primeira vez: _ Olhe para ele, sua puta. Ou pensa que ele vai ficar só olhando. Wolney chegava a calcinha da mulher. Uma minúscula peça preta, que mal lhe cobria os lábios vaginais. E que vagina, mesmo por cima da peça transparente, dava pra ver que era cheia, lábios bem grossos e não tinha um pelo.

Ela olhou para mim, não resisti mais e liberei o cassete. Este deu um pulo parecendo impulsionado por uma mola. _ Veja. Disse O Flori. Todo seu. Gostou do tamanho? Ela exitou e ele insistiu: _ Vamos. Responda quando falar com você.

_ Gostei. Respondeu timidamente. _ Vamos logo para o quarto, disse Flori. Chega de apresentação. Fomos todos para o quarto do casal. Então essa era a outra surpresa, o corno estaria junto para assistir tudo.

Ali tudo foi muito rápido. Eu nunca vivera nada nem parecido, sempre fantasiava algo assim, mas nunca iria imaginar, que realizaria minha fantasia e logo com quem. Ficamos nus joguei Elenir na cama. Esta ficou deitada de costas já com as coxas abertas. E que coxas, redondas, lisas, apenas uns pelinhos brilhantes o que as tornavam mais gostosas, e a buceta. Não era grande, era gorda, lábios extremante grossos e rosados. Caí de boca nos seios e fui descendo, passei pelo umbigo, única parte que via quando passava na rua. Fui direto a sua racha. Perfumada, tive que me controlar para não morder aquele tesouro. Vi Floriano ao nosso lado se masturbando. Wolney sentara-se em uma cadeira e sorria assistindo tudo. Elenir, gemia baixinho. Quando me preparei para penetrar aquela tão sonhada buceta. Ouvi Floriano dizer: _ Fica aqui cara. Ao lado da tua mulher, conforta a pobrezinha, não está vendo o que ela vai ter que engolir? O corno rapidamente se aproximou, sentou-se na cama, colocando a cabeça da esposa em seu colo. Falava carinhosamente: _ Relaxe amor. Você vai gostar. Não pude mais me conter, recolhi as pernas da moça, colocando seus calcanhares encostados aquela delicia de bunda, sua buceta se abriu levemente com se sorrisse para mim. Guiei a cabeça do pau para entre aqueles lábios róseos, fiz uma pequena pressão e a cabeça desapareceu. Senti o calor daquele túnel apertado, dei uma forte estocada e enterrei a metade, um grito, e as palavras do corno. _ Calma benzinho, relaxe vamos. Ele também estava excitado, vi o seu pau como um ferro. Atirei o corpo contra aquela deusa, o pau foi até o fundo, me atirei sobre ela e comecei a fuder. Logo seus gemidos demonstravam que não eram de dor. Floriano começou a falar com ela enquanto eu a fodia: _ Mexe puta. Você sabe mexer muito bem, vamos, dê prazer ao seu macho. De repente falava comigo: _ Levanta o tronco cara. Quero ficar olhando ele entrar e sair. Eu o obedeci, também fiquei deslumbrado com aquela visão. A buceta totalmente aberta enquanto meu pau entrava e saia todo brilhante. Eu sentia a resistência quando enfiava o pau. Ela era muito apertada. Continuei fudendo como um louco, sentia a cabeça do pau bater no fundo do útero daquela mulher com quem tanto sonhara. Mais uma vez ouvi a voz do Flori, falava comigo: _ Vai devagar, não vai gozar logo e acabar a festa, sacia esta puta. Olha a cara dela, agora já está gostando. Realmente Elenir falava coisas sem nexo, vez por outra dizia: _ Vai, empurra, vai, ai, ai ai. Eu continuava fudendo, ela começou a mexer, ai eu fui à loucura. De repente para meu desespero ouvi Floriano dizer: _ Pára. Tira o pau um pouquinho. Olhei para ele como um louco, não entendia aquele pedido. _ Vai, faz o que estou mandando. Comecei retirar o pau daquela gruta quente, muito contra vontade, quando a cabeça saiu, vi os lábios voltando lentamente ao lugar, ela estava mais inchada. Continuei na posição, esperando ordem para entrar novamente. Aí o Flori ordenou ao marido: Põe no cu dela. Vamos senta ela no teu colo, depois ele entra na buceta.

Wolney sentou-se na beira da cama. A própria Elenir veio e começou a arriar o corpo em direção ao pau do marido, ele guiou-o para seu cuzinho e após alguns gemidos de gata, ela o acomodou por inteiro. Não era tão grande quando o meu, ele mesmo lhe abriu as pernas e eu novamente penetrei sua buceta. Agora muito mais apertada. Eu sentia as investidas do marido por trás. Foi uma gemedeira geral, enquanto ele lhe enterrava a vara no cu, eu enterrava na buceta. Floriano se masturbava ao lado. De repente ninguém mais se entendeu, foi uma gritaria geral, gozávamos os quatro ao mesmo tempo. A moça fez um tremendo escândalo, enquanto eu a enchia de porra, o marido fazia o mesmo em seu rabinho e o Floriano fez questão de gozar em seu rosto cobrindo seu cabelo por uma vasta camada de creme branco. Quando saímos de dentro dela, ainda pude ver sua buceta colocando para fora uma grande quantidade de porra, havia porra também no peito do marido.

Neste dia ainda trepei com Elenir. Quando nos despedimos, Floriano falou para o casal: _ A partir de agora o Nelson faz parte da família. Mesmo sem minha presença, deve ser bem recebido pelo casal. Fui claro? _ Claríssimo, responderam em coro. De modo que minha vida tem sido um paraíso, graças à amizade com esse agiota. Outro dia fui até lá, e encontrei a Elenir sozinha. Demos uma boa trepada, mas sinceramente gostei mais com assistência. Chamei os dois de pilantras, depois pensei: e eu o que passei a ser? Na verdade agora somos três pilantras
  Tópico: Aconteceu no Sofazao
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 76

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:34 pm   Assunto: Aconteceu no Sofazao
Aconteceu no Sofazao

Conheço pelo Brasil e até fora dele algumas casas noturnas para encontro de casais. Escrevo contos eróticos, na maioria ficção, porém depois que passei a visitar este tipo de estabelecimento resolvi escrever histórias por mim vividas ou vivenciadas. Esta é uma delas vivida no Sofasão por mim e um grande amigo.. Vamos ao caso:
Tenho um grande amigo gaúcho, mas que mora atualmente em Mato Grosso. Vou chamá-lo de Plínio. Pois bem, esse meu amigo é um tanto grosso como dizem os gaúchos. No entanto, tem dinheiro que ladrão fazendo serão não abala sua fortuna. A soja o transformou num milionário.
Plínio chegou a minha casa de surpresa. Moro numa cidade do interior, mas viajo freqüentemente a Porto alegre, quase sempre sozinho, e nessas excursões, sempre faço uma visita ao meu amigo Roque Bauer no Sofasão.
Plínio chegou, depois da festa pelo reencontro, começaram os preparativos para o tradicional churrasco. E enquanto alguém se encarregava da carne, começamos a tomar mate e a conversar. De repente meu amigo puxou assunto sobre mulheres. Papo vai papo vem, surge a tal troca de casais. Meu amigo muito sério disse: _ Ouço falar muito sobre isto. Nunca fui a um lugar assim. Mas bem que gostaria. Que fique claro que quero ir sozinho. Não sou homem de colocar minha mulher que é mãe dos meus filhos num troço desses. Mas que gostaria de conhecer, isto sim.
Dei um enigmático sorriso e o meu amigo percebeu. Olhou para mim com cara de poucos amigos e perguntou: _ Que diabos quer dizer esse teu sorriso?
_ Quer dizer que posso te levar a hora que você quiser a uma das melhores casas aqui no sul e talvez no Brasil. Basta para isto o amigo querer ir comigo. _ Aqui mesmo em tua cidade? Espantou-se Plínio. _ Não! Em Poá. Respondi ainda rindo. Estava pensando em aprontar uma muito boa com aquele milionário grosso, mas amigo. Ele jamais esqueceria.
_ O que tenho que fazer? Perguntou Plínio bem interessado? Dinheiro sabe não é problema.
_ Sei que isto não te preocupa, nem A mim. Pois o lugar onde pretendo te levar, vais conhecer tudo o que imaginas a respeito de sacanagem. Além de tudo que jamais imaginastes, e pagarás apenas C$ 80.00.
_ Vais me desculpar. Já estive em casa de mulheres onde gastei mais de mil dólares. As mulheres eram bonitas, mas nada de excepcional aconteceu. E agora tu me vens com essa conversa que com essa mincharia vou ver o mundo pegando fogo.
Tua expressão diz tudo amigo. O mundo pegando fogo. Vou te levar para dentro de um vulcão em plena erupção. Erupção erótica. Sexo como você nunca viu. Sacanagem, putaria. Tudo. Tudo mesmo. Quer conhecer?
_ O mais rápido possível. Foi a resposta do Plínio. O que temos que fazer?
_ Ir até Porto Alegre.
No outro dia cedo estávamos na estrada. No caminho fui colocando o Plínio a par de algumas coisas que aconteciam na casa. E lhe falei de um show inicial presidido pelo proprietário da casa, e que talvez tivéssemos que tomar parte. Expliquei-lhe que ali, havia uma equipe de garotas da casa, e que os cavalheiros que compareciam sozinhos, podiam se relacionar com elas, com a que escolhesse, e quantas vezes quisesse ou tivesse fôlego ou tesão para tal. Os casais, que a principio ficam no mesmo ambiente que os solitários, mas que existe na casa um local reservado só para eles. Aí é que surgem as surpresas, mas que não vou te contar, pois assim deixa de ser rurpresa.
Chegamos a Porto Alegre, fomos para um hotel da minha preferência, jantamos e o Plínio queria saber mais. _ Não quero bancar o grosso lá na hora. Eu então lhe disse que haveria um show inicial, e que talvez tivéssemos que participar. Não éramos obrigados, mas que ficava chato recusar. Não dei mais detalhes. E na hora prevista nos dirigimos a Assis Brasil. Lá chegando, meu amigo não se impressionou muito com a fachada do prédio. Notei uma certa apatia em seu olhar. Sorrindo lhe disse: _ Não se impressiones com aparências. Ou está interessado em arquitetura? O interior é o que nos interessa.
Entramos e fomos recepcionados pelo próprio Roque e sua esposa Janete. Fiz as apresentações, e a primeira surpresa fez o gaúcho se engasgar: quando lhe disse que o Roque fora Padre.
Na verdade antes de me dirigir ao local eu ligara para o Roque e fizéramos alguns planos para o novo freqüentador.
Enquanto fiquei conversando ali na portaria, Roque levou meu amigo e mandou que duas belas garotas da casa mostrassem para ele o ambiente. De volta ele me segredou: _ Bueno Che! Por pouco já não me atraquei com uma potranca carnuda ali mesmo quando me mostrava uma suíte coletiva e me dizia com detalhes o que acontecia ali.
_ He! He! Calma meu amigo. Você ainda tem muito que ver esta noite. Com certeza nunca mais esquecerá.
O tempo foi passando. Plínio pediu Wiskey. Eu já havia dito ao Roque que apesar da aparecia, o homem era poderoso. A casa tinha a bebida que ele pediu. Tudo corria a contento. Os casais foram chegando, a casa foi ficando cheia. Até que recebi uma cotovela nas costelas que me fez soltar um grito. Olhei para meu amigo assustado perguntando: _ O que foi? Quer me matar?
_ Olha só aquele casal que acaba de entrar. Que mulher linda. Será que são casados mesmo? Não posso acreditar. _ Devem ser sim. Respondi. Eu te disse que não acreditaria nos seus próprios olhos hoje. Pedi licença e me afastei. Fui até a portaria e conversei novamente com o Roque. Este foi comigo até o salão, lhe mostrei o casal, e para minha felicidade ele disse: _ São casados sim, e bem liberais. Assíduos freqüentadores da casa. Pode deixar que vou falar com eles. Pode ficar tranqüilo.
Passei bem perto e pude verificar que meu amigo tinha bom gosto. A mulher aparentando 30 anos, morena, alta, não muito magra, linda de rosto, além de seios médios e firmes tinha umas lindas pernas. Pescoço longo. Vestia-se toda de preto com muita elegância. Muito gostosa mesmo.
Passava da meia noite quando foi anunciado o show. O Roque pediu a palavra, todos fizeram silencio, e aí veio uma brincadeira com um banco, onde sete pessoas ficam rodando em volta dele, até um apito do Roque, todos tentam sentar, mas sempre sobra alguém de pé. Este tira uma peça de roupa, até que todos ficam nus. Dentre os participantes, havia duas mulheres casadas. O que deixou meu amigo já meio afoito.
A segunda brincadeira, O Roque apareceu com duas calcinhas muito pequenas, com o símbolo da casa. Perguntou se alguma das casadas gostaria de fazer o marketing da casa usando aquelas pecinhas. E para surpresa do meu amigo, sua deusa levantou braço gritando: Eu! Surpresa para ele. Não para mim. Surpresa mesmo ele teria a seguir. Outra mulher, essa devia andar pelos quarenta, mas também muito bonita se apresentou. E aí veio a bomba: O Roque anunciou que as duas teriam que vestir as calcinhas ali e agora, e mais teriam o privilégio de escolher quem faria tão doce tarefa.
A musa escolhida do meu amigo subiu no tal banco e apontando diretamente para o Plínio disse em voz alta: _ Garanto que aquele gaúcho, não tem coragem de tirar a calcinha que estou usando com a boca para vestir esta que tenho na mão. Depois deixar que eu lhe tire as calças para mostrar que não usa cuecas samba canção. Foi muito aplaudida. Olhei para o Plínio e este ficara pálido de repente. Procurando refúgio em mim disse: _ Lembro de ter me dito que não seria obrigado a nada. Não foi? _ Foi! Respondi. Mas também lhe disse que ficaria chato não atender o pedido de uma dama. Principalmente tão linda. Mas se não se anima, diga para ela que eu faço esse sacrifício no seu lugar. Se ela me aceitar...
_ Estou esperando! Desafiou a moça. Plínio totalmente desorientado disse: _ Então cuida o marido dela. Vou mostrar pra essa potranca que não se brinca com um índio grosso.
Levantou-se e foi muito aplaudido. Levantou o vestido da garota e ficou encantado com o que encontrou lá embaixo. Meio desajeitado, meteu os dentes na minúscula peça também preta, mesmo assim foi fazendo a peça deslizar pelas magníficas coxas da moça. Enquanto a calcinha descia, dava a impressão de uma cascata negra de luxúria descobrindo uma fonte do tesão e deslizando entre duas colunas esculpidas pela deusa da tentação. Depois ficou com o rosto bem próximo ao seu tesouro bem depilado. Pegou a outra calcinha e começou a vesti-la. Quando chegou bem próximo a buceta da garota, além de passar suavemente o dedo entre os grossos lábios, demorou um tempão par cobrir aquele delicioso templo do prazer, como se temesse esconder da humanidade o mais belo dos presentes e que jamais seria visto. Mais uma vez foi muito aplaudido. Começava a ficar bem à vontade A moça com muita graça e desenvoltura, pulou do banco e o convidou a subir. Plínio para meu espanto, não se fez de rogado. Subiu e a moça procurou a sua cinta. Em poucos minutos o Plínio estava nu.
Plínio está com 46 anos. Tem um corpo muito trabalhado, é musculoso e não tem barriga, mas parece um atleta, aliás, é. Não do esporte, mas na lida do campo. Sentindo-se ali, nu, falou pela primeira vez: _ Bem dona. Eu lhe vesti as roupas. A dama não vai fazer o mesmo?
_ A mulher bem instruída respondeu sempre com um lindo sorriso nos belos lábios: _ Vou fazer melhor! Vou tirar as minhas, e quero ver se é homem bastante para me comer aqui e agora sobre esse banco. Plínio mais uma vez me olhou com olhar de súplica. Apenas fiz um gesto com a boca como quem diz: você não é obrigado a nada. Caso não queira passe a bola para mim.
Mais uma vez o gaúcho não decepcionou. Ludmila como será aqui chamada, despiu-se com trejeitos sexy, uma garota trouxe uma camisinha, ela mesma colocou, e abocanhou o pau do meu amigo, foi uma cena e tanto. Principalmente para ele, em seguida estava pronto. A mulher deitou-se de costas no tal banco e abriu o máximo as coxas. Plínio não aguardou um segundo convite, atirou-se sobre a fêmea e a penetrou de uma só vez, começaram os grunhidos manhosos da fêmea e o ataque exemplar do macho sobre ela. Logo alguns casais se aproximaram, e alguns rapazes solitários começaram a passar as mãos sobre os seios da dona. Alguns já se masturbavam Plínio quis expulsa-los, queria-a só para ele. Mas aí eu me aproximei e pedi para que não esquentasse com os rapazes. Só ela poderia afugentá-los, e pelo jeito estava gostando da caricia. Plínio não decepcionou, Fodeu por um bom tempo até que os gemidos da dona começaram a tomar forma de gritinhos, e todos sabiam que ela não estava fingindo. De repente começou a gritar: _ Empurra. Fode. Fode. Me fode. Me dá tudo. Estou gozandoooooooooo. E foi uma festa. Gozaram juntos. Foram juntos para um banho, banheiro sem paredes, só uma ducha ali mesmo num canto do salão.
O Roque Tomou novamente a palavra anunciando mais um show. Começou dizendo que aquele que terminara. Não era par ir tão longe, mas como tudo ali era democrático. Melhor para todos.
O próximo show era de uma striper. Pensei: Ora depois do que vimos, realmente assistir uma striper não vai ter graça nenhuma. Ledo engano. Foi anunciado VIVIANE. E além de um karaokê de primeiríssima linha. Como disse antes já estive em muitas casas do gênero, tanto no Brasil como no exterior, e posso garantir que o espetáculo dessa moça, em nada foi embaçado pelo dado pelo meu amigo e sua parceira. Parabéns pequena, mas, talentosa Viviane. Realmente um talento. Parabéns sofazão. Não vou contar aqui o que vimos e que fizemos no resto da noite, pois a história poderia ficar muito longa e enfadonha. Continuarei no próximo capitulo. Aguardem.



J. N. TAVARES

Autor.
  Tópico: A BELA MEGERA
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 75

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:34 pm   Assunto: A BELA MEGERA
A BELA MEGERA



Esta é a história de Rogério, não precisamos conhecer seu sobrenome. Isto não nos traria o menor prazer, já que é isto que esta bela história nos propõe. O caso será contado pelo próprio personagem. Vamos a ela:

Nasci em uma pequena vila no interior de Pernambuco e apesar de muito pobre, desde muito cedo descobri que era muito sonhador, sonhava com viagens, cidades grandes, sempre que pegava uma revista devorava tudo imaginando como seria o Rio de Janeiro, Recife, São Paulo e certa vez vi uma foto da cidade de Nova York e fiquei maravilhado: prometendo que um dia conheceria todas aquelas metrópoles.

Muito bem, de uma família muito pobre, eu ganhava algum trocado carregando água em jumentos, mas sempre me dediquei muito aos estudos. Com 13 anos de idade perdi meus pais adotivos, pois não conhecera os verdadeiros, e fiquei meio perdido no mundo. Até o dia que apareceu na vila um tio vindo do Rio de Janeiro, cujo nome eu sempre ouvira falar, mas que não conhecia pessoalmente. Veio visitar a família e trouxe muito dinheiro pois estava sempre fazendo festa e comprando coisas novas. O certo é que o tal tio se interessou por mim e quando regressou, eu já fazia parte da sua família. Como ele não cansava de dizer para os parentes: Este menino só volta aqui quando for doutor, isto eu garanto, pois todos lhe falavam da minha força de vontade em relação aos estudos, que mesmo precários naquele lugar, mas que eu sempre me destacava.

Foi uma viagem linda, eu não me cansava de admirar os lugares por onde o ônibus passava, eu nunca andara de ônibus. Maravilhado mesmo fiquei, sem conseguir falar nada quando dois depois chegamos a Cidade Maravilhosa, nossa quanta beleza, prédios enormes avenidas que pareciam não ter fim, e o mar. Que coisa maravilhosa, já tinha visto num filme preto e branco que passara lá vila, mas agora estava vendo a cores e ao vivo. Pegamos um táxi e partimos para minha nova casa, prometi a mim mesmo que jamais sairia daquele lugar maravilhoso. O táxi pegou a avenida Brasil e eu encantado com a quantidade de automóveis que passavam em todas as direções, estava realmente encantado. Chegamos a Duque de Caxias e logo na casa do meu tio. A casa não era grande, mas bem bonitinha e pude ver que a rua era bastante movimentada. Quando o táxi parou na frente da casa, desta saiu uma morena lindíssima, era uma garota alta, cabelos pela cintura, tinha um corpo escultural e muito bonita de rosto, saiu da casa de braços abertos para abraçar o marido, não devia Ter mais que 19 anos. Mas o meu tio deveria ter uns 30, depois fiquei sabendo que tinha até mais. Entramos e depois das apresentações, me disseram onde era o banheiro e o meu tio foi lá me ensinar como se usavam aquelas coisas que pra mim era novidade, tomei um bom banho aproveitando bastante, pois sabia que só lá na minha terra não tinha água. Depois jantamos e fui dormir,eu quase não consigo dormir de tanta felicidade, no outro dia era um sábado, portanto meu tio não trabalharia e ficamos em casa, e os dois começaram a traçar planos para o meu futuro como novo membro da casa.

Meu tio trabalhava na Marinha Mercante, passava longos períodos viajando, talvez mais por isto tinha me trazido, para não deixar a esposa sozinha durantes estas viagens, e sabendo de onde eu vinha poderiam me moldar a seu gosto. Para encurtar a história me colocaram numa escola próximo a sua casa e nos primeiros dias eu comecei a sofrer, ou pelas gozações dos colegas, por causa do meu sotaque, como também descobri que não estava tão adiantado assim. Porem com muita força de vontade fui conseguindo superar todos os obstáculos e logo também já me destacava no colégio com um garoto inteligente.

Agora vamos ao núcleo da minha narrativa, a única coisa que não consegui conquistar foi a minha nova tia. Uma semana depois que havia chegado aquela casa, ela começou se queixar ao marido, por qualquer coisa, e meses depois tanto eu como ele descobrimos que ela não me suportava. Às vezes os via discutindo e ele tentava me defender, Você precisa ter um pouco de paciência com ele, é apenas um menino e está se adaptando a uma vida nova. Nada. Ela não mudou e passou a me perseguir implacavelmente. Afinal era sua mulher, e que mulher. Todas as noites eu me masturbava imaginando aquela delicia morena de pernas longas e seios firmes em meus braços.

Um dia, cheguei em casa e ela estava no banheiro, e eu muito nervoso, fui descalço e com muito cuidado e olhei no buraco da fechadura. Quase morri de tesão ao ver aquela mulher totalmente nua, eu nunca vira uma mulher tão bonita como aquela totalmente nua. Continuei a espiona-la por muito tempo.

Ela infernizou tanto a minha vida e a do meu tio, que um dia ele me falou que teria que me mandar embora. Você não faz nada para conquistar a Vera, este era o seu nome, e do jeito que está não dá pra continuar. Inclusive tomei algumas surras dele por coisas do que ela inventou a meu respeito.

Já fazia 3 anos que eu chegara aquela casa. Me agüentava, pois precisava terminar o segundo grau. Outra coisa que ela não suportava era receber elogios do colégio onde eu estudava, pois do segundo ano em diante não dei mais chance a nenhum aluno tirar nota melhor que as minhas.

Estava eu com 18 anos, era um garoto muito alto e forte, praticava judô todos os dias e gostava muito de jogar bola. Como jogava mais ou menos, logo arranjei muitos amigos, que iam a nossa casa me convidar para jogar, ou para assistir alguns filmes em suas casas, na maioria das vezes ela não permitia, quando meu tio não estava em casa.

Minha vida era um inferno, e além do mais, eu amava aquela megera, pois sua maldade para comigo não escondia em nada sua beleza que cada dia aumentava. Certo dia meu tio nos reuniu e anunciou uma grande viagem para o exterior. Após muita recomendação a ambos, como: Olha, eu vou ficar um bom tempo fora, será que posso viajar despreocupado com você meu rapaz? Se na volta eu tiver qualquer queixa pode ter certeza que não o quero mais em minha casa. Você volta pro nordeste. Nesta época eu já estava empregado em uma grande casa de ferragens, e tinham construído nos fundos da casa uma espécie de kitnete, que era onde eu morava. Só fazia as refeições com eles. Estudava a noite e saia do colégio direto pra casa, principalmente agora que ele estava fora. Apesar do tesão que sentia pela tia, nunca demonstrei nada.

Fazia já uma semana que ele se fora viajar, e até que ela tinha largado um pouco do meu pé. Porém nunca me tratou com carinho ou mesmo amizade, sempre grossa o que destoava daquela beleza morena. Uma noite na saída da escola, um colega me disse que tinha pego uns filmes pornôs e me convidou para ir a sua casa, já que seus pais tinham ido para a região dos lagos. Não pensei muito e aceitei. Caramba, não era sempre que surgia uma oportunidade de assistir a este tipo de filmes. Os filmes eram quentíssimos, tanto que esqueci que tinha que voltar pra casa. Cheguei eram quase duas horas da madruga. Era a primeira vez que isto acontecia. Entrei tentando não fazer nenhum barulho para não incomodar ou mesmo assustar a tia. Cheguei ao meu quarto lá nos fundos, sempre me cuidando para não fazer barulho pensei em nem acender a luz. Entrei devagarinho mas teria que acender a luz, era muito escuro, acendi, quando ia começar a tirar a roupa para me deitar, escutei passos no quintal e fui verificar quem era. Eis que me surge aquele mulherão numa longa camisola, com um roupão por cima, estava linda. Com os cabelos longos soltos, era um tesão aquela mulher. Durante o tempo em que estive vendo aqueles filmes, sempre a colocava no lugar daquelas do filme e eu no lugar dos caras, ali fudendo sem parar.

Entrou no meu quarto, colocou as mãos na cintura fina estufou aqueles seios que me deixavam louco e perguntou _ Posso saber onde o senhor esteve até a estas horas seu Rogério? Tirei coragem não sei de onde, mas resolvi que enfrentaria aquela mulher, desta vez ela não iria me humilhar como sempre fizera. _ Pode. Respondi. Um colega me convidou para ir a sua casa assistir uns filmes e eu fui, gostei tanto dos mesmos que esqueci da hora de vir embora. _ Que tipo de filmes? _ Bem. A senhora quer a verdade, certo? Perguntei de cabeça erguida olhando dentro dos seus olhos._ Eram filmes pornôs. Mesmo a conhecendo há muito tempo não esperava pela reação a seguir. Ela levantou a mão e começou a desce-la em direção ao meu rosto, seria uma sonora bofetada, mas eu muito ágil segurei seu pulso quando este já se aproximava bastante, e com muita firmeza passei o seu braço por trás de suas costas e puxei seu corpo de encontro ao meu. Ela tentou ainda se desvencilhar, mas não conseguiu. Com a mão livre tentou me arranhar o rosto, ai eu a empurrei com violência sobre a cama. Ela caiu de costas, e neste movimento abriu as pernas eu tive uma visão celestial, suas coxas perfeita e de uma calcinha azul muito pequena, que mal lhe cobria a racha.

Não perdi um segundo, me atirei sobre ela e segurei seu pescoço com as duas mãos, ai ela se assustou . vi o terror em seus olhos. _ Não me machuque por favor. Eu estava louco, os filmes já haviam mexido muito comigo, agora a visão daquela mulher quase nua e sob o meu corpo, totalmente dominada, eu não podia pensar muito, até onde havia chegado já era motivo suficiente para que seu marido quisesse me matar, eu não iria querer correr esse risco só por segurar o corpo da sua mulher e depois deixa-la ir embora. Não mesmo, iria bem mais longe, não havia mais como parar. Mesmo porque achei que morreria ali mesmo, pois meu coração mais parecia uma bateria de escola de samba. Soltei seu pescoço e segurei seu rosto lindo, agora pálido, e levei meus lábios aos seus. Tinha quase certeza que ela me morderia, aquela mulher me odiava. Para minha surpresa ela parou de se debater e entreabriu os lábios ao contato dos meus. Quando senti que ela não reagia, levei a mão direita em direção da sua perna e fui levantando a camisola e alisando sua coxa pelo lado externo até chegar a sua deliciosa vulva. Ouvi um pequeno gemido. Falei baixinho com muito nervosismo ao seu ouvido: quieta, não vou machuca-la, fique quietinha, acariciei sua bunda e fui levando a mão em direção a sua buceta, coloquei a mão por dentro da calcinha e achei que ela abriu um pouco as pernas para facilitar. Coloquei o dedo entre os lábios carnudos de sua buceta, e mais um gostoso gemido, ela não falava nada, mas estava entregue as minhas caricias. Ai eu me levantei rapidamente, tirei minha roupa todo atrapalhado sempre cuidando para que ela não se levantasse e saísse correndo.

Nada. Permaneceu como estava, a camisola levantada mostrando o belo par de coxas e a calcinha recheada por aquela buceta que eu já vira muitas vezes mas que nunca imaginei ver de tão perto, e que seria minha em minutos. Nada mais me demoveria deste intento. Ela viu o tamanho do meu pau e como estava duro, para um rapaz de 18 anos meu pau é um exagero, sei porque às vezes tomo banho com o pessoal no judô e já fui alvo de muitas gozações. Abaixei-me e livrei-a das calcinhas, mais uma vez ela abriu as pernas como um convite. Levei a boca até a sua buceta e comecei a passar desajeitadamente a língua na racha, eu vira como os caras no filme faziam, nunca tinha chupado uma buceta, senti o cheiro gostoso, ela também já fazia dias que não transava, era jovem e também sabia que não pararíamos por ali, começou a gemer baixinho ao contato da minha língua. Colocou uma mão suavemente sobre minha cabeça, como que para eu não parasse de chupar. Chupei bastante aquela gruta macia de pelinhos aparados e beiços grossos, como vi no filme. Também passei a língua no seu cuzinho, ela delirava baixinho, pela primeira vez desde do tempo que nos conhecíamos eu ouvi aquela mulher pronunciar o meu nome sem rancor._ Ai Rogério! Ai querido que gostoso. Larguei a sua buceta e ajudei-a a tirar a camisola. E colocando-a novamente de costas na cama fui para cima dela, peguei meu pau e guiei para sua rachina, senti a cabeça encostar-se aos lábios quentes, forcei um pouco e senti que entrava. Já havia comido algumas mulheres, nenhuma como aquela e nem naquelas circunstâncias. Fui entrando, sentindo um calor maravilhoso no pau e em todo meu corpo, quando me deitei sobre ela e comecei a mamar seus peitinhos senti seus braços em minhas costas me apertando, puxando meu corpo para si, fui entrando devagar naquele corpo tão sonhado, ela me recebia com carinho nem parecia a Vera de outrora. Agora implorava para que eu a penetrasse, enfim senti que tinha entrado todo, ai comecei a mexer, beijava a aquela boca úmida, ela gemia gostoso, não me importava o que acontecesse depois, eu queria era fuder aquela mulher linda, tirava e enfiava novamente e ela pedia mais: _ mais fundo amor, mais fundo, me beija.

De repente não consegui mais me segurar e comecei a gozar como um louco dentro daquela buceta quente e apertada que parecia sugar o meu pau. Ela também começou a gritar e a me apertar mais ainda e a enchi com meu leite abundante e quente, foi um gozo enlouquecedor, urramos e gritamos grudados um ao outro, parecia que não íamos terminar mais, por fim paramos extenuados. Eu permaneci dentro dela por mais algum tempo, nossas respirações parecia que havíamos corrido desesperadamente por muitos km, ela muito suada, olhos fechados, seu peito subia e descia como se estivesse morrendo. Depois de algum tempo eu a beijei na boca mais uma vez e sai de dentro dela, ela gemeu mais uma vez. Ainda fiquei olhando aquele corpo maravilho, as pernas lindas abertas, a buceta encharcada pela minha porra, agora escorria para o lençol branco, formando uma poça abaixo da sua bunda maravilhosa.

Ai ela abriu os olhos, me olhou com um lindo sorriso, se levantou, vestindo apenas o roupão pegou sua camisola e a calcinha e deixou o quarto em direção a casa.

Comecei a pensar enquanto tomava um banho ainda sentindo o perfume daquela fêmea maravilhosa no meu corpo. Bem logo cedo pegaria minhas poucas coisas e daria o fora, claro que não poderia continuar naquela casa depois do ocorrido. Não consegui dormir, logo que começou a clarear o dia, peguei uma sacola e comecei a arrumar algumas roupas, meus livros. Era com muita tristeza que eu iria embora, mas teria que pagar pelo crime de ter estuprado a mulher do meu tio. Tomei uma decisão iria para São Paulo, tinha algum dinheiro guardado, e lá arranjaria um novo emprego e tocaria minha vida.

Não tinha terminado de arrumar tudo quando ela entrou novamente no quarto, agora de calças jeans e camiseta. Estava linda como sempre. Parecia radiante. Entrou e foi perguntando: _ o que você está fazendo? Estou me preparando para cair fora. O que fiz ontem não foi certo e não posso mais ficar aqui nem mais um dia.

_ Deixa de ser criança. Você não tem pra onde ir, larga já essa sacola, e vai pro teu trabalho. Será que você é tão burro em não pensar em mim? O que eu diria ao teu tio quando ele voltar e não te encontrar aqui? Que desculpa eu darei para tua partida, e as dúvidas que ficarão na cabeça dele. Para com isto, vem tomar teu café para ir pro trabalho, na volta faremos tudo de novo. Prometo, e me ofereceu os lábios para um gostoso beijo.

Esta mulher foi minha amante por mais 2 anos. Quando realmente tive que deixar a casa deles, e seguir minha vida, às vezes eu os visito e quando temos uma oportunidade eu a fodo com loucura. Meu tio nunca desconfiou de nada e hoje somos bons amigos. Sou um cara que não perde uma oportunidade para uma aventura sexual, mais nunca mais encontrei uma mulher tão gostosa como Vera.
  Tópico: A GAROTA CURIOSA
webmaster

Respostas: 0
Visualizações: 73

PublicarForum: Contos Tavares   Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:33 pm   Assunto: A GAROTA CURIOSA
A GAROTA CURIOSA

Meu nome é Fabio, tenho 30 anos, casado sem filhos, minha esposa se chama Vera, tem 27 anos e é uma mulher muito bonita. Estamos casados ha 5 anos, até hoje nunca tivemos uma discussão, por motivos de ciúmes, somos totalmente liberais, e já participamos de festinhas com casais; ou mesmo com mais uma mulher. Mas o caso que passo a relatar aqui foi bem diferente.
Vera, certo dia chegou em casa e disse que precisava falar comigo. Fomos para a sala e ela me contou uma história que estava acontecendo com uma parenta distante, mas que era muito sua amiga, em resumo contou que o marido dessa sua parenta bebia muito, brigavam direto e violentamente, mas o caso é que tinham uma filha, e como a garota era jovem e bonita, pelo que entendi, a mãe desconfiava que o pai abusava da garota há muito tempo. E este era o motivo para a maior parte das brigas.
Enfim, ela queria trazer a garota para morar conosco, já havia falado com os pais dela, e o pai mesmo parecendo muito contrariado, aceitara que a moça saísse de casa, pois também temia que numa dessas brigas, sua mulher procurasse a policia e o denunciasse. _ Tudo bem, respondi. Temos lugar em nossa casa, e da minha parte estou de pleno acordo.
_ Tem mais uma coisinha, disse ela, como acabo de te contar, a garota além de jovem, é bonita, e não é mais virgem, você sabe que nunca tive ciúmes, conhece o meu comportamento, mas caso role alguma coisa, temos que deixar que ela resolva. Não vamos forçar nada, pois seria o mesmo que fugir do rio e se atirar no fogo.
Mais uma vez concordei, caso a garota não topasse nada não forçaríamos a barra. Chegou o tão esperado dia, e Vera foi sozinha a rodoviária apanhar a garota, eu estava ansioso para conhece-la. Quando chegaram fiquei muito satisfeito com o que vi, uma linda garota. Susana é o que pode se chamar de beleza silvestre.
Mesmo se vestindo com extrema simplicidade, notava-se a beleza da moça, tanto de rosto com de corpo, a primeira coisa que me chamou a atenção foram os seios. Muito pequenos e firmes, depois olhei e as pernas e me agradaram muito.
Fui apresentado e entramos conversando alegremente em casa.
Moramos em uma grande cidade do interior gaúcho, temos uma casa grande, de madeira, um chalé muito bonito, temos um grande quintal com muitas árvores, numa rua muito tranqüila.
Susana ficou maravilhada com nossa casa, quando Vera lhe mostrou seu quarto a moça parecia uma criança que acaba de ganhar um sonhado presente, era só felicidade, começou me chamando de senhor, mas Vera alertou-a imediatamente que não precisava nada disto: _ O Fábio não gosta. Como disse antes, não existem segredos entre eu e minha mulher, nosso banheiro foi previamente preparado para que pudéssemos ver lá dentro, isto é, temos alguns visores nas paredes, às vezes recebemos visitas e, quando são pessoas bonitas e que não são liberais, nós as olhamos pelos buracos escondidos na parede.
Portanto assim que a moça foi levada até o banheiro, minha mulher me convidou a conhecer melhor a garota. Nossa! Que corpo. A moça se despiu com calma, eu gozava a visão de cada peça que saia daquele corpo lindo, quando ela tirou a blusa, eu engoli em seco, os seios não tinham nenhuma caída, os bicos róseos apontavam para cima, quando por fim ela tirou a calcinha, eu fiquei deslumbrado, além de um lindo par de coxas, sua vulva era cheia e com poucos pelos. Lábios carnudos e muito inchada. Vou descrever a garota, morena muito clara, quase branca, deve medir 1,70m uns 70 kg, cabelos longos, olhos grandes, boca muito sensual, uma barriga quase perfeita e um belíssimo par de pernas, além de uma empinada bunda.
Fiquei louco de tesão com a visão do banheiro, mas como não podia fazer nada, pelo menos por enquanto, fiquei aguardando os acontecimentos. O quarto da moça era ao lado do nosso, portanto de uma coisa ela não poderia escapar, ouvir os gemidos da Vera, pois esta além de fazer um verdadeiro escândalo quando transávamos, tendo alguém por perto a coisa fica pior, ou melhor. Porém nos primeiros dias não quisemos assustar a moça.
Os dias foram passando, e a moça se tornou muito amiga, era muito meiga e carinhosa, e eu já arriscara alguns abraços, sem nenhuma resistência, lhes compramos algumas roupas, Vera me contou rindo que ela achara muita graça, quando minha mulher lhe deu algumas calcinhas, ela as achou muito pequenas, mas que ficaram lindas nela.
Um sábado a noite, as coisas começaram a mudar. E não precisamos forçar nada, foi à própria Susana quem tomou a iniciativa, mesmo que sem que nós soubéssemos, até não esperávamos este desfecho. Nesta noite, estávamos na cama, falando baixinho justamente sobre a garota, que até agora não tínhamos tentado ou notado qualquer coisa da parte dela. Susana talvez tivesse medo de se insinuar para o meu lado, e não conhecendo a Vera temia que a mandasse de volta, e isto ela não queria por nada deste mundo.
De repente Vera me fez um sinal com o dedo, mandando que eu ficasse atento ao quarto ao lado, me liguei e começamos a ouvir passos cuidadosos do outro lado. Vera então me disse:_ esta putinha está procurando um buraco na parede para nos espionar, tenho certeza, logo os passos cessaram. _ achou disse Vera, então amor, vamos dar o que ela quer. E se levantou falando mais alto: _ amor que tal uma trepadinha, a estas alturas a Susana já dormiu.
Vamos amor, eu estou louco de tesão, e enquanto Vera se livrava da camisola, eu também comecei a me despir, já estava com o pau que mais parecia um ferro só de falar sobre a garota.
Pena que não tínhamos certeza de onde ela estava, poderíamos lhe dar um verdadeiro show, mas isto ficava pra outra noite.
Começamos ainda de pé Vera se ajoelhou e abocanhou meu pau dando uma gostosa chupada, eu gemia exageradamente: _ assim amor, chupa gostoso, engole mais, vai, e se a garota estava vendo alguma coisa, iria ter a visão de um pau de 20cm, muito grosso e cheio de tesão.
Depois foi a minha vez de retribuir a caricia. Vera nunca agüentou uma língua em sua rachinha de pé, suas pernas ficam bambas e se eu não parar ela é capaz de cair, eu a levei para a cama, ela abriu bem as pernas e eu comecei nos seus lidos seios e fui descendo, até encontrar sua buceta, onde comecei a brincar com seu clitóris. Vera não se continha e gritava pedindo mais, depois eu penetrei minha mulher e demoramos bastante a gozar, estava muito bom para o início.
No outro dia durante o café, olhei para a moça para ver se descobria alguma evidencia, nada. Pelo menos foi o que achei, talvez tivesse medo. Não sabia o que estava apenas começando.
Vera saiu para dar uma volta com ela, eu fui ao seu quarto, escolhi um bom local, bem próximo ao guarda roupa, e com muito cuidado, consegui retirar um pequeno nó da madeira, deixando um pequeno orifício, por onde ela poderia ver todo nosso quarto. Testei a aprovei, quando voltaram, Vera mandou que a moça fosse comprar algo ali perto e fizemos o teste, Eu fiquei em nosso quarto e Vera foi para o quarto ao lado, e também aprovou: _ se vê tudo, perfeito, disse ela.
Nesta noite nos recolhemos mais cedo, demos um tempo fingindo esperar a garota dormir, o buraco na parede fica a altura da cama, de modo que ela assistiria tudo com uma visibilidade e tanto. Quando ouvimos seus passos em direção ao visor, começamos nossa festa. Sempre por um gostoso 69, depois perguntei se a Vera não queria fazer na cadeira, ela aprovou, eu me levantei, coloquei uma cadeira de espaldar alto que temos no quarto, bem próximo ao visor, Vera colocou um pé sobre a cadeira de modo que sua buceta ficou a menos de um palmo do visor, eu vim por trás dela, ela curvando um pouco o corpo para frente para facilitar a entrada, guiei o pau até sua racha, novamente Vera endireitou o corpo, e eu comecei a entrar. Aos poucos fui enfiando o pau em sua úmida buceta, a garota tinha uma visão total. Comecei a me movimentar dentro da Vera, esta gemia e pedia mais: _ vai amor, estar entrando tudo, assim, me aperta, me fode, ai que delícia, mete, mete, como minha mulher goza várias vezes não me surpreendi quando a vi jogando a bunda contra meu corpo e gritar: _ estou gozando, rápido agora, ai, ai, aiiiiiiiiiiiiiiiiiii! E eu tinha certeza que a moça podia ver até as coxas da outra toda arrepiada. Continuei fodendo, e quando gozei, Vera gozou mais uma vez, mas nossa surpresa mesmo foi quando ouvimos gemidos baixinho do outro lado. Claro a garota também gozara. Depois disto quisemos ter certeza de que ela estava mesmo ali, aguçamos os ouvidos e segundos depois, ouvimos passos muito cuidadosos e com o ouvido colado a parede de madeira, a cama dela ranger bem devagar, ela se deitava cuidadosamente para não se denunciar. Estávamos no paraíso, ela nos proporcionaria muito prazer sem dúvida, e já começara.
Dois dias depois Susana perguntou a Vera se ela se importaria caso ela fizesse uma modificação em seu quarto, Vera respondeu que não, que o quarto era dela, que ela poderia arrumar como quisesse, depois da modificação fomos dar uma olhada, ela trocara o roupeiro de lugar, e colocara sua cama de modo a não precisar sair dela para nos espionar, safada.
_ Bem esperta esta putinha comentou Vera. Nesta noite lhes demos mais um espetáculo, após gostosas preliminares, eu me sentei na beira da cama, de frente para o buraco na parede, Vera ficou de pé a minha frente, de costas para mim, sentou-se no meu pau, e depois de todo dentro, sentindo o maior tesão sabendo que ela a tudo via.
Vera cavalgou heroicamente o meu mastro até que não resistindo mais começou a gritar: _ Ai! estou gozando, ai que gostoso, que delícia. E atirava o corpo sobre o meu enterrando tudo que podia dentro de si, em seguida eu também gozei e a Vera fez questão de sair bem devagar do pino, dando a garota uma bela visão, como eu gozei depois da Vera esta me disse que enquanto eu gozava ouviu gemidos do outro lado, sinal que nem só nós dois havíamos gozado. Eu me lamentei por não ter ouvido nada, nem podia.
Estas festas duraram um certo tempo e nunca notamos nada na moça que demonstrasse que fazia aquilo, até que chegamos a conclusão que aquilo estava ficando rotineiro, e que teríamos que avançar mais. Uma noite Vera saiu com Susana, eu entrei em seu quaro, deixei a luz do nosso quarto acesa e deixando o quarto da moça escuro, pude ver todos os furos na parede por onde ela poderia nos espiar, tapei todos, deixando apenas o que eu mesmo fizera. Porém fui ao meu quarto e pegando uma cadeira com uma jaqueta no espaldar, coloquei-a em frente ao buraco obstruindo-o
Elas chegaram, jantamos, fomos para a sala assistir tv, em dado momento Susana foi ao seu quarto e voltou demonstrando estar nervosa. Como Vera estava por dentro do nosso plano, fingimos ignorar, aquela noite seria diferente, Susana não prestava atenção à tv, comia as unhas. De repente Vera chamou Susana para ir ao nosso quarto, queria lhe mostrar umas fotos, a garota deu um pulo, saiu na frente. Assim que a moça entrou no quarto dirigiu o olhar para o lugar do seu visor, e ali viu a cadeira com a jaqueta, o que lhe tirara totalmente a visão, ela então calmamente, pegou a cadeira puxou para um lado e sentou-se. Elogiou muito o quarto e depois de ver as fotos que minha mulher lhe mostrara, com certeza não prestara nenhuma atenção e quando foram sair, ela pegou a cadeira e colocou bem longe do lugar anterior.
Vera então disse, não querida, esta cadeira fica aqui, não gosto de mudar nada, vamos deixamos o Fábio sozinho na sala, e voltaram, notava-se que a moça estava num pé e noutro, era visível sua contrariedade.
Nesta noite de repente o tempo se preparou e não demorou muito a cair pesada chuva. Nos recolhemos mais cedo que de costume, depois do rotineiro espaço que sempre dávamos fingindo esperar a moça dormir, começamos nossa conversa, Vera parecia estar a meses sem relação, sem nenhum fingimento e na ansiedade que nosso plano funcionasse, ela estava louca de tesão, e eu também é claro.
Deixamos uma luz acesa em um corredor, começamos nossas caricias e Vera estava toda arrepiada, nesta noite usei um creme que retarda a ejaculação, dei uma boa chupada nela, e começamos a ouvir os passos da moça no quarto ao lado, a procura de algum buraco, parecia uma fera enjaulada, não conseguiu nada disse a Vera, tomara que funcione, não tirávamos o olho da fechadura do nosso quarto.
De repente total silencio, Vera perguntou: _ será que desistiu? Não sei, respondi, vamos aguardar, continuamos nossa explicita provocação, com gemidos e suspiros, até que minha mulher viu uma sombra que se aproximava da porta do nosso quarto. Fez-me um sinal, nossa meu coração disparou, agora era só dar prosseguimento ao plano, não tinha como falhar.
Olhei para o buraco da fechadura e não via mais a luz do outro lado, ela estava ali de olho colado. Vara estava com meu pau na boca, eu lhe pedia que fizesse gostoso, pois depois faria também com ela, e fiz, de vez em quando enquanto a chupava eu perguntava baixinho: _ e, ela fazia sinal que a moça continuava firme. Depois perguntei se a Vera não estava a fim de um anal, nunca fizéramos para a garota assistir. _ Ai! Amor quero sim, espera, gosto na cadeira, e pegou a cadeira se pondo de joelhos sobre ela, eu cheguei bem perto da porta, para pegar um gel lubrificante, fiz questão que a putinha visse meu pau bem de perto, passei ainda a língua na bucetinha da Vera, e também no cuzinho. Depois quando me preparava para passar o gel no pau, Vera disse Amor antes me alcança aquela toalha ali, por alguns segundos eu ficaria fora do anglo de visão da garota.
Assim que me afastei, rapidamente peguei o trinco e abri a porta, Susana deu uns três passos e parou perto da Vera, ela estava encostada a porta, perdeu o equilíbrio e foi parar dentro do quarto.
Nunca vi ninguém tão enrolado, não sabia o que dizer, estava muito pálida, quando conseguiu articular algumas palavras disse gaguejando muito: _ Desculpem, eu fiquei com medo, tenho muito medo de trovões, chovia muito, mas não ouvíramos nenhum trovão. _ Tudo bem querida, calma, dizia a Vera, fique calma, não estamos bravos com você, em dado momento eu pensei que a garota fosse ter um ataque tamanho era seu desespero, também a abracei dizendo: _ calma, calma, fique tranqüila, agora está tudo bem, não precisa ter mais medo, meu pau a estas alturas estava encostado a sua coxa.
Depois de algum tempo ela ficou mais calma e ai olhou para o meu pau que agora estava mais duro ainda, e disse: _ estou mais calma agora, vou voltar para o meu quarto. Vera pegando seu rostinho, perguntou carinhosamente: _ tem certeza que é isto que quer mesmo? _ Porque não fica conosco, pra nós será um prazer tê-la aqui. A garota estava toda atrapalhada, nós continuávamos nus, eu de pau duro, Fique aqui disse eu, depois pode voltar a trovejar e ai como é que fica? Vera levou a mão ao peito da garota e disse: veja querido como seu coração está acelerado, pegou minha mão e a colocou sobre o seio da moça, nossa que coisa gostosa, como eu imaginava, firme, o biquinho duro.
Querida vá lá na cozinha e prepare uma água com açúcar para Susana enquanto eu tento acalma-la. A garota continuava sem dizer mais nada. Vera se levantou e saiu, como eu continuava segurando o seio da moça, comecei a lhe fazer um gostoso carinho no biquinho, ela fechou os olhos, estava entregue. Quando Vera entrou com o copo com água, a garota tomou e eu sequei os seus lábios com os meus num ardente beijo.
Vera então disse para a moça: _ Vamos lá mocinha, já notou que é a única diferente neste quarto, vamos livra-la dessa camisola. E assim o fez, a moça ficou corada novamente, pois estava sem calcinhas. A partir daí nosso quarto virou um verdadeiro bordel, novamente eu sentei a beira da cama e Vera mandou a garota se ajoelhar ao lado, colocou meu pau em sua boca e ficaram se revezando, Vera tirava o pau da boca da garota e colocava na sua, como se a estivesse ensinando a chupar, depois foi a minha vez deitamos a moça de costas na cama, Vera lhe abriu bastante as pernas, depois de me esbaldar mamando seus lindos seios, ataquei sua buceta, era menor que a da Vera, mas também linda.
No momento de penetra-la, puxei a garota de modo que suas pernas ficassem para fora da cama, coloquei-me entre elas, Vera ao nosso lado, perguntou se ela tomava algum tipo de comprimido, ela negou, então se virando para mim disse: _ Não vai poder gozar dentro dela, não vá esquecer amor. E pegou meu pau guiando-o para a buceta da garota, quando encostou a cabeça entre os lábios, começou um gostoso movimento para cima e para baixo, passava forte na entrada, a cabeça sumia, senti o corpo da moça se chegando tentando engolir a vara, Vera continuou, depois encaixou a cabeça na entrada e eu pressionei sentindo a cabeça entrar, como estava quente, a garota deu gemido: _ isto! Vai agora, mete tudo vai, levei as mão a sua barriga, e sempre olhando para sua buceta fui enterrando o pau, aos poucos ele ia sumindo, olhei para os seios dela, ela quase não tinha seios agora, levara os braços para trás da cabeça e os seios quase sumiram, mesmo assim eu me apoiei em seus ombros e comecei a chupar um depois o outro enquanto ia entrando aos poucos nela. Ela gemia muito: Ai! É grande, ai está doendo um pouco, mas não pára, vai mete tudo, eu quero, mete.
E eu meti, senti quando meu corpo encostou ao dela, havia entrado tudo, beijei sua boca e comecei a me movimentar, muito apertada aquela buceta, aos poucos ela foi relaxando e agora já mexia os quadris como uma verdadeira putinha.
Eu notava o tesão que minha mulher estava sentindo, de repente ela afastou meu rosto dos seios da moça e assumiu meu lugar, para mim nenhuma surpresa, para Susana sim, esta olhou espantada, mas nada disse continuando gemendo.
Agora eu tirava o pau até aparecer a cabeça e o enfiava novamente de uma só vez, arrancado gritos de prazer da garota, esta não demorou muito a começar a gritar: _ aiiiiiiiiiiiiii, aiiiiiiiiiii, fode, fode, que estou gozannnnnnnnnnndddddooo, e foi lindo, porque tive que segura-la firme para que meu pau não saísse da sua buceta, tamanho era a violência dos saltos que a garota dava.
Deixei-a gozar a vontade, gozei a visão do seu rosto transtornado pelo prazer, ela rangendo os dentes, revirou os olhos e parecia possessa. Quando por fim se atirou na cama, cansada, eu continuei fodendo sua buceta com violência, sabia que isto lhe provocaria mais prazer ainda. Vera ao seu lado avisou: _ ele vai gozar em sua boca querida, já que não pode gozar em sua buceta. Prepare-se. Ta, ta, dizia ela, eu continuei fodendo, quando senti que não dava mais para segurar, dei algumas estocadas fundas e arranquei o pau daquela gruta quente e gulosa, e rapidamente levei o pau à boca da moça, esta abriu a boca abocanhando meu pau, o primeiro jato de leite foi direto a sua garganta, ele se afogou e tossiu violentamente me jogando tudo no peito, eu terminei de gozar sobre o seu rosto e seios, que Vera espalhava com a mão sobre os lindos peitinhos.
Agora que dormíamos juntos, todas as noites e às vezes durante o dia, assim que sentíamos vontade transamos loucamente. Algum tempo depois Suzana gritando muito perdeu a virgindade do cuzinho e foi mais uma festa. Tenho portanto duas fêmeas cheias de tesão e amor pra dar em minha cama todas as noites.
 
Página 1 of 2 Ir para a página 1, 2  Próximo
Time synchronized with your computer time
Ir para:  

Powered by phpBB © 2001, 2002 phpBB Group
iCGstation v1.0 Template By Ray © 2003, 2004 iOptional -- Ported for PHP-Nuke by nukemods.com
 
 

Forums ©

 
 

?rea Restrita