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Uma cidade nua e sua

 
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PublicarPublicado: Thu Oct 01, 2026 9:42 pm Assunto da postagem: No icon Uma cidade nua e sua Responder com citação

Uma cidade nua e sua




Eram exatamente 15h45min quando o telefone tocou, atendi e era Alma, uma garota com quem eu tinha um encontro marcado para aquela noite, aliás Alma era minha amante, vale dizer uma raridade, um verdadeiro tesouro, não que fosse tão bonita e gostosa, mas era a única mulher que eu conseguira ultimamente, cheguei a dois anos a uma cidade grande do interior do Rio Grande do Sul, e em pouco tempo minha fama se espalhou. Vou explicar, é que tenho um grande problema, grande mesmo, meu pênis, isto mesmo, ele mede mais de 25cm e é muito grosso. Não é fácil para mim sair duas vezes com a mesma mulher, mesmo com prostitutas muitas vezes tive problemas. Como sou um rapaz de boa aparência, Ah deixem-me apresentar, meu nome è Olavo, tenho 32 anos, 1,80m sou moreno claro, cabelos e olhos castanhos, corpo bem definido, sem barriga, malho muito e gosto de esportes, tenho uma boa situação financeira, estou solteiro até hoje, talvez por este meu problema.

Não vou dizer que não tenho encontrado muitas mulheres que até gostam muito, mas na verdade nunca encontrei uma para ficar com ela até que a morte nos separe.

Há pouco mais de seis meses, conheci Alma, é uma garota bonita, magra, muito alta e que não teve problemas comigo, estamos juntos até agora, há outro pequeno detalhe, talvez porque nenhuma mulher tope fazer sexo anal comigo, eu tenho verdadeira loucura por este tipo de transa, vivo fantasiando coisas maravilhosas, mas até agora não consegui nada.

Pois bem, Alma me telefonara para me avisar que não ia poder sair comigo aquela noite, pois como morava com uma irmã, e esta ia precisar sair, ela teria que ficar para cuidar de uma sobrinha pequena, era uma linda menina de 7 anos, eu já a vira com ela.

Fiquei meio frustrado e resolvi sair para dar uma volta, sempre na esperança de encontrar alguém, outra coisa, sou louco por sexo, penso nisto 24 horas por dia, peguei o carro e sai. Rodei por muito tempo, sem novidades, parei em um bar tomei um refrigerante, fazia muito calor, o tempo se preparava para chover, quando resolvi voltar para casa, passei numa locadora de vídeos, peguei algumas fitas, como era um sábado, iria assistir e dormir sozinho, o que não era muito novo para mim.

Passava por uma rua muito bem arborizada, quando vi uma linda casa, linda mesmo, uma varanda enorme, realmente uma bela casa, e com uma placa de “vende-se” eu estava procurando uma casa para comprar, e aquela me agradou muito. Como já passara da casa, dei Marcha ré e parei em frente a mesma, vi que havia alguém em casa, apertei a campainha e logo surgiu uma senhora em uma das janelas.

Boa tarde, com quem devo tratar sobre a casa perguntei, comigo mesmo, espere que vou abrir o portão, saiu da janela e logo ouvi um estalo e o portão se abriu, entrei, a mulher me esperava na porta, logo que a vi, notei que algo estava errado, ou pelo menos esquisito. Era uma senhora, devia ter uns quarenta anos, ainda muito bonita, principalmente de corpo, porem o que estranhei foi a sua maneira de vestir, usava um vestido muito curto, e a parte de cima era bem folgado, e como notei que não usava sutiã, pude ver que também tinha belos seios, grandes e firmes, Quando me convidou para entrar eu tive certeza que aquela mulher bebera em demasia, sua voz estava enrolada, falava com certa dificuldade.

Pensei em sair dali e voltar num outro dia, já que a casa realmente me agradara, mas algo me dizia que deveria continuar ali, e assim foi, entrei e ela começou a me mostrar a casa, eu quase não via nada do que mostrava, ela ia a minha frente, e com aquele vestido que a deixava muito sexy, mas também um tanto ridícula, eu não tirava os olhos das suas pernas, pude notar que não havia varizes, ou mesmo celulite, era uma bela fêmea, comecei a ter idéias a respeito dela. Tive uma grande e agradável surpresa quando ela foi me mostrar a parte de cima da casa, nada cavalheiro e mesmo porque tinha que ser assim, ela começou a subir alguns lances de escada em direção ao segundo piso, quando olhei por baixo da saia dela, vi que não usava calcinha, vi uma bunda linda, bem feita e uma buceta grande e rosada, totalmente depilada, quase cai de costas, ela se apoiava no corrimão para não cair, estava realmente bêbada.

Lá em cima havia mais dois quartos, ela sentou-se numa cama de solteiro, e também não se cuidou ao fazer isto, de modo que eu a sua frente continuei vendo tudo.

Aquilo era demais, meu pau já me incomodava, pois pelo seu tamanho, quando tenho uma ereção, tenho problemas até para caminhar. Comecei então um papo com ela: Então a senhora que vendar a casa, perguntei o preço, que também me agradou, mas no momento eu não dava muita atenção a nada que não se relacionasse com o que eu estava vendo. Ela me contou em poucas e trôpegas palavras, que fora abandonada pelo marido, um calhorda segundo ela, que fugira levando uma sobrinha dela, de apenas 16 anos, de repente abriu mais as pernas e ai eu tive certeza que mesmo bêbada ela queria se mostrar.

Tive uma idéia rápida, naquele estado em que se encontrava, adiantaria muito pouco eu ficar perdendo tempo em canta-la, por isto procurei outra estratégia. Comecei dizendo claramente o que estava vendo, e que estava gostando muito, pois ela era muito bonita e muito gostosa, ela deu uma boa risada e procurou mostrar mais.

Eu então, abri o fecho das calças e liberei meu mastro, que alívio, mesmo estando bastante alta, pude ver em seus olhos o espanto quando o viu, arregalou os olhos e talvez instintivamente fechou as pernas, temi que mais uma vez não fosse conseguir nada. Nossa acho que bebi demais, será que o tamanho é este mesmo, sentei-me perto dela, e pegando sua mão o coloquei sobre ele, ela não se fez de rogada, encheu a mão, caramba cara, o que é isto, a estas alturas eu já estava com a mão dentro da sua blusa e acariciava seus seios, firmes, os biquinhos reagiram ao meu toque, pelo jeito aquela mulher estava a muito tempo sem homem.

Coloque-o na boca, vamos, vai ver que é muito gostoso, vamos faça isto, antes porém ela me fez um pedido: Faço sim, mas primeiro vá lá embaixo, na geladeira tem uma garrafa de bebida, sirva uma boa dose para mim e para você também se quiser.

Desci as escadas, descobri a geladeira, servi uma generosa dose, coloquei gelo e subi, ela tomou um grande gole, e logo senti sua boca fria ainda pela bebida engoli a cabeça do meu pau, fiquei de pé a sua frente enquanto ela tentava chupar o meu pau, sem saber se poderia aparecer alguém de uma hora pra outra, eu não quis perder tempo, tirei a roupa da mulher que até aquele momento eu não sabia o nome, perguntei e ela disse que se chamava Olga. Quando a vi nua, tive certeza de se tratar de uma bela mulher, nada de pneus, celulite ou outras coisa desagradáveis,

Guiei o pau para sua buceta, e quando a cabeça conseguiu se alojar dentro dela, eu fiz uma pequena pressão e entrou um bom pedaço, ela gemeu alto, e começou a pedir que fosse devagar, aiiiiiiiii devagar, faz tempo que não faço, e acho que você é muito grande, nunca tinha visto um assim. Ta, vou bem devagar, e fui enfiando, ela era quente, e muito apertada, eu retirei o pau e perguntei se não tinha nenhum lubrificante, ela respondeu que não, tive que usar saliva mesmo, ai sim o pau começou a deslizar com mais facilidade, quando mais da metade estava dentro, ela começou a dizer que não agüentava mais, pára, tira, não agüento, está doendo muito.

Relaxe, vou colocar tudo, vamos procure relaxar, procurei a sua boca, mesmo com um forte hálito de álcool, dei-lhe um gostoso beijo e aproveitei para enterrar o pau até o talo, senti seu corpo dar um pulo, mas senti meus pelos encostados a sua lisa buceta. Pronto entrou tudo, agora aproveite, ai, ai, ai, dói, tira, tira, ai, comecei a me movimentar lentamente dentro dela, sentia que chegara ao fundo, a cabeça batia em seu útero, sem violência comecei a fode-la, seus protestos foram diminuindo, logo se transformando em gemidos de prazer, ai agora já não dói, está gostoso, vai mete, fode, me fode, ai que pau gostoso, mete tudo vai. Que loucura, sai de cima dela, levantando o tronco, fiquei admirando aquela bela cena, o pau saia e entrava molhado, ela até tentava mexer, mas não dava, o ferro era muito grande, continuei fodendo, e de repente ouvi um grito, seu corpo se retesou, ela me puxou para si, me apertando com loucura, mete, mete estouuuuuuu gozannnnnnnndoooo mete, mete, ai, ai ,ai, cruzou as pernas sobre o meu corpo e parecia querer me engoli inteiro, dei estocadas fundas, mesmo com suas pernas me prendendo, e também não resisti e enchi sua taça de leite, urrei na hora do orgasmo, sentia que sua buceta se abria para me receber inteiro, depois do primeiro jato de leite, ela ficou mais acessível e eu continuei regando-a com muita porra grossa e quente.

Depois cai sobre ela, sentindo sua respiração alterada, seu hálito forte, ela ainda gemia, quando sai de cima dela, o que para mim é sempre um espetáculo, tiro o pau bem devagar, nossa ele saiu todo melado, demora um tempão para sair inteiro, quando por fim a cabeça se libertou daquela gruta quente, vi os lábios grossos voltando ao seu lugar, ela fecahara as pernas, fiquei ali olhando, sabia o que viria em seguida, não demorou muito, vi sua buceta se contrair de leve e surgir o leite branco e ainda morno entre eles, aos poucos foram aumentando os espasmos e mais leite saíndo, logo havia uma pequena poça no lençol, fiquei ali até o final, quando vi que ela expelira tudo.

Ela parecia dormir agora, seus seios subiam e desciam rapidamente, parecia cansada, permanecia de olhos fechados, fiquei ali ao seu lado, não sabia onde era o banheiro, ela não me mostrara ainda, ai me surgiu outra idéia, notara que tinha uma bela bunda, iria tentar come-la, isto mesmo.

Assim que ela despertou do seu sono, a primeira coisa que fez foi dizer que nunca gozara tanto em sua vida, e que mesmo bêbada quase morrera de medo do meu pau, mas que no fim o amara, queria mais, mais, você vai me dar mais não vai, perguntava parecendo uma desesperada, sim vou, quantas vezes quiser.

Ela então me pediu mais uma bebida, fiquei com pena dela, caso ela deixasse tentaria ajudar aquela mulher a se livrar da bebida, faria o que fosse possível, mas como no momento eu teria que me aproveitar do vicio dela para conseguir meu intento, desci mais uma vez e lhe preparei uma grande dose. Depois que ela bebeu, eu novamente comecei a acariciar todo seu corpo, ela ficou toda arrepiada, gemendo baixinho, para minha surpresa não criou nenhum caso quando viu que eu coloquei um dedo em seu cuzinho, aliás começou a rir e a facilitar minha tarefa.

Ai eu vi que tinha que dar um jeito em um lubrificante, perguntei mais uma vez se não havia nenhum creme que pudesse usar, ela entendeu a minha intenção, não se mostrou apavorada e me indicou o local onde eu poderia achar algo. Achei uma caixinha de primeiros socorros e a li pra minha felicidade, encontrei um tudo de vaselina.

Prometendo ser o mais carinhoso e cuidadoso possível, começava ali a realizar um sonho de muitos anos, comer um cuzinho, ainda não sabia se iria conseguir, mas meu tesão era tanto que o pau teimava em não ficar duro. Claro que eu o cortaria ali mesmo se ele teimasse em não me obedecer, ela vendo minha situação, sem que eu pedisse o colocou na boca, e aquele gesto e o calor da sua boca logo o deixaram pronto.

Deitei-a de bruços, ela abriu bem as pernas, enquanto eu lubrificava o mastro olhando para sua linda bunda, ouvi-a dizer baixinho, ai com muito cuidado, não sei se vou suportar, já fiz algumas vezes e até gostei, mas nunca com um deste tamanho e grossura.

Comecei a me ajeitar, pedi para que abrisse as nádegas para mim, ela levou as mãos e as abriu, vi o buraquinho, eu mesmo tinha minhas dúvidas, encostei ali a cabeça, o buraquinho sumiu, ela gemeu ao contato. Sempre segurando o pau bem próximo a cabeça, comecei a pressionar, nada, não conseguia fazer a cabeça entrar, ela mesmo querendo cooperar contraia o esfíncter tornando mais difícil a penetração. Procure relaxar querida, vou colocar bem devagar, vamos relaxe, faça força para fora quando eu pressionar ta bom, ela fazia , não adiantava, quando forçava a cabeça escorregava para o lado ou para baixo.

Então eu vi que teria que tentar com mais força, mesmo que tivesse que machuca-la um pouco, mandei que respirasse fundo, segurei-a firme, forcei agora mais forte e senti que algo era rasgado, ouvi um forte grito, mas senti que conseguira colocar a cabeça dentro dela, sempre com firmeza a mantive dominada enquanto ia aos poucos entrando nela.

Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii não vai dar, tira, tira por favor, não dá aiiiiii que dor, pára, mas eu não tirei. Calma amor agora vá tentando relaxar, vou botas aos pouquinhos, vamos relaxe, sempre gritando, ela foi me engolindo, eu não podia mais parar, deitei-me sobre o seu corpo, sempre lhe dizendo coisas doces ao ouvido, lhe enfiando a língua ali, porra não terminava nunca de entrar, ai, ai, não, não quero, assim não, continuava protestando, mas o pau continuava entrando, até que senti sua bunda encostar em mim, enfim eu estava todo dentro dela, que sensação, eu sonhara muito com aquele momento.

Parei, tive a certeza que entrara tudo, dei um tempo para ela se acostumar o pau no cuzinho, ela continuava gemendo muito alto, agora eu sabia que não sentia prazer, só dor, mas que eu tentaria reverter aquela situação, e consegui, com muito carinho e cuidado, comecei um curto vai e vem, bem devagar, assim amor, vou fazer bem devagar, assim, está doendo menos agora perguntei, nenhuma resposta, só gemidos, ai, ai, pára, não, não, ai, ai. Calma amorzinho, dá esse prazer ao seu macho dá, a estas alturas o pau já saia mais um pouco, que sensação gostosa, o cu era tão apertado que eu chegava a sentir dores, para minha felicidade seus protestos foram ficando cada vez mais fracos, logo ela só gemia baixinho sem se queixar de dores, agora eu tirava até a metade para depois enfiar novamente.

Mesmo não querendo machucar muito aquela mulher, eu também queria aproveitar o Maximo, era a minha primeira transa anal, de repente eu já tirava quase até a cabeça, ficava olhando ele entrar gostoso, justinho, ela agora parecia até gostar, eu puxei seu corpo deitando-a de lado, assim levei a mão a sua buceta começando a masturba-la, deu certo por incrível que possa parecer, em dado momento com medo de gozar, eu parei de mexer, sentir ela procurando o pau, com movimentos leves ela tirava e jogava a bunda contra ele novamente, isto me levou a loucura, não tinha mais controle, segurei seu corpo com firmeza e comecei a fode-la com loucura, quando comecei a gozar perdi a noção de tudo, o grito que dei, poderia ter sido ouvido longe, ataquei aquele cu com fúria selvagem, ela também gritava e agora não era de dor, gozamos juntos, eu enchi seu rabinho de porra, muita porra, quando acabei pensei até que iria desmaiar, o local onde estávamos na cama estava totalmente molhado com nosso suor, sentia no pau leves mordidas, era muito grosso, ainda dentro dela me desmanchei em desculpas e em agradecimento, beijei-a muitas vezes, ela chorava baixinho, havia sido muito dolorido, mas também muito gostoso. Quando retirei o pau, vi um pequeno filete de sangue, fiquei preocupado, mas logo vi que apenas um pequeno rompimento na entrada do anus, nada de muito grave, após o banho passei uma pomada e ela foi dormir. Sai dali muito satisfeito e feliz, principalmente porque sabia que poderia voltar.

E voltei, muitas e muitas vezes, hoje ela gosta muito de sexo anal, dois meses depois do nosso primeiro encontro, Olga que tem na verdade 38 anos, não bebe mais, não precisa, eu estou sempre por perto, ou dentro dela, melhor dizendo, as vezes passamos o dia inteiro trepando. Que loucura.
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