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BRINCADEIRA

 
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PublicarPublicado: Thu Oct 01, 2026 9:41 pm Assunto da postagem: No icon BRINCADEIRA Responder com citação

BRINCADEIRA


Nos mudamos para uma nova casa, novo bairro e portanto nova vizinhança, e novos amigos. Fazia já quatro meses que estávamos ali, e realmente fizemos grandes amizades. Uma muito especial. Morava próximo a nossa casa um camioneiro, o Osvaldo, um cara muito legal. Viajava muito para o nordeste principalmente e ficava vários dias, as vezes meses fora de casa. Alba sua mulher, ficou muito íntima da minha, comigo não tinha muita intimidade. Porém um dia eu estava deitado e ela entrou em minha casa, não sabendo que eu estava presente, perguntou pra minha mulher: _ E o nosso marido? Logo ouvi risos abafados e a pergunta: Será que ele ouviu? Minha mulher entrou no quarto bem devagar e fingi que ressonava. Ouvi quando disse: _ Louca, ainda bem que está dormindo.

Aquilo me deixou de orelha em pé. Dias depois, como me relaciono muito bem com a esposa, toquei no assunto. Ela me disse: _ Sabes, eu me apavoro com a Alba às vezes ela faz essas brincadeiras na frente do marido. Perguntando pelo nosso marido. _ E ele? O que diz. _ Nada. Fica rindo. E você nunca me disse nada. Ela não é de se jogar fora, é bem gostosa e parece bem liberada. _ Que nada. Disse a mulher. Aquilo é só fogo de palha, talvez por isto mesmo o Osvaldo não a leva a sério.

Eu comecei a pedir a mulher que sondasse bem. Jogasse alguns verdes. Ela terminou topando. Um belo dia me disse em uma conversa: _ Sabe. Conversei com a Alba a respeito daquele assunto. Perguntei-lhe se toparia transar contigo. E sabe qual foi a resposta? _ Não. Qual? _ Outra pergunta: _ Tu deixarias? Depois deu uma risada dizendo. Claro que não sua louca. Amo meu marido._Bem. Eu vou tentar. _ Cuidado, não acho uma boa idéia. Pode ser perigoso.

Alba é o tipo da mulher que chama a atenção, muito extrovertida, alegre e bonita, sem ser nenhuma musa, deve ter 32 anos e toda firme, nunca teve filhos. Tem umas pernas bem feitas e seios grandes e firmes, é branca e tem sardas no rosto e no colo. Antes não me chamava muito a atenção, mas depois do dia em que a ouvi me chamando de seu marido tudo mudou.

Duas semanas depois dessa conversa com minha mulher, passei pelo ponto de ônibus, chovia muito, de longe vi Alba. Meu coração disparou. Encostei o carro e ela veio correndo. _ Poxa vizinho, que sorte. Com essa chuva e esse ônibus que não vem nunca. Eu sabia que seu marido fazia mais de dois meses que não aparecia na cidade. Se aquela mulher não tinha um amante, estava subindo pelas paredes. Tomei minha decisão. Após cumprimenta-la disse: _ Espero que não esteja com muita pressa. Ainda tenho que passar num lugar antes de ir para casa. _ Não muita disse ela. Olhou o relógio e disse: _ Ainda tenho que preparar o almoço. Cheguei na próxima esquina e dobrei justamente ao lado contrário do bairro em que morávamos. Segui a avenida até o fim, depois segui por uma estrada de chão. Dois quilômetros depois eu sabia que havia uma obra abandonada, era a sede campestre de um clube. Ninguém ia aquele lugar durante o dia, principalmente com chuva.

Quando chegamos ao local, Alba me olhou parecendo assustada e perguntou: _ O que veio fazer aqui? Sem muito tempo para conversa respondi: _ Desce minha querida mulherzinha, e logo ficas sabendo. O sangue fugiu do seu rosto. Alba ficou branca como uma vela e gaguejando disse: _ O senhor só pode estar brincando. Sou uma mulher casada e ainda por cima amiga da sua esposa. Aquilo que falo, é apenas brincadeira. A partir de agora não digo mais. Vamos embora daqui, por favor. Fiz com que saísse do carro e falei: Querida. Não me arriscaria trazendo-a até aqui somente para conversar. Portanto prepare-se e procure colaborar. Venha. Ela relutava, seu nervosismo a deixava mais bonita e mais sexy.

Como sou bastante forte, peguei a mulher pela cintura e a levei para próximo de uma mesa de madeira na qual havia uma velha serra circular. Levei a mão por baixo do seu vestido e fui lhe alisando à coxa. Ela se debatia: _ Não faça isto. Por favor. Está cometendo um crime. _ Querida. O que foi feito até aqui, já se constitui crime, não acha que vou responder um processo por ter alisado sua coxa. Vamos relaxe, será melhor para ambos.

A estas alturas, minha mão já entrara na calcinha, já acariciava sua gostosa buceta. Abri o fecho das calças e liberei o pau, que a estas alturas mais parecia um ferro. Alba não o olhou. Tentava ainda me convencer a desistir. Puxei com certa violência suas calcinhas e comecei a procurar com a cabeça a entrada da sua racha, antes de achar o caminho, olhei para seus seios e vi que os biquinhos estavam bem diferentes agora. Intumescidos ao máximo. Brinquei com ela: _ Olha! Os biquinhos dos teus seios estão te denunciando. Você também está com tesão safada. Ela não disse nada. Achei sua racha que também estava úmida. Bem na hora em que ela dizia: _ O senhor não vai fazer isto comigo. Eu enterrei o pau até a metade, mesmo com toda tensão do momento, tive vontade de rir, pois ela mesma respondeu: _ Vai! E deu um gemido gostoso. Aiiiiiiiiiiii! Enterrei o restante e comecei a fuder. Abri sua blusa e comecei a mamar seus peitinhos. Ela já não dizia mais nada, só gemia: Aiiiii! Aiiii! Sabia que não tinha mais volta. Começou a colaborar. Estava carente e pelo jeito não tinha amante nenhum. Tenho um pau bastante avantajado, não houve nenhuma reclamação. Comecei a falar baixinho ao seu ouvido: _ Isto querida! Relaxe. Aproveite. Sei que também está carente. Alba começou a mexer. Aquilo só aumentou minha libido. Sua buceta era quente e apertada. Estávamos de pé encostados à mesa. Não era uma posição muito cômoda. Mesmo assim eu senti que a mulher ia gozar. Parei de repente. Olhei para ela, esta abrira os olhos e me olhava assustada, como perguntando: _ Por que parou? Eu então usei outra estratégia, olhei para ela e disse: _ Querida! Acho que o que estou fazendo é muito errado. Acho melhor parar e irmos embora. Vi loucura em seu olhar, e com muita firmeza respondeu: _ Pare, e saio daqui direto para a policia.

Era isto que queria ouvir sua puta. Peguei-a pela cintura e sentei-a na mesa, ela abriu bem as pernas e comecei a estocar com violência: _ Então agora pede puta. Pede pica, vamos. Quero ouvir. E ouvi: _ Fode. Fode vai, empurra tudo. Me mata, me rasga mas não pára nunca mais. Fode, fode vai. E começou a olhar o ferro entrar e sair da sua racha. Lembrei-me que não usava camisinha. Teria que gozar fora. Detesto isto. Disse pra ela que respondeu: Goza dentro, quero dentro, não te preocupa, não posso ter filhos. Agora fode, fode, me dá tudo meu amor. Comecei a foder loucamente aquela mulher que no momento parecia histérica. Quando Alba anunciou seu gozo eu me apavorei. A mulher parecia enlouquecida, revirava os olhos e falava grosso. Parecia possuída por milhares de demônios. Não resisti e gozamos juntos. A barulheira foi tanta que parecia até que a velha oficina estava reativada e com todas máquinas ligadas. Inundei sua buceta, olhei para o pau e vi que saia com manchas brancas, vazava leite por sua racha. Depois ficamos assim abraçados, muito cansados, eu ainda todo enterrado nela, sentindo seu calor. Na verdade minha vontade era nunca mais sair dali.

Quando retirei o pau da sua buceta, estávamos suados como se acabássemos de chegar de uma grande corrida. Cansados mais saciados, satisfeitos e felizes. Ali mesmo ela prometeu muitas outras sempre que tivéssemos oportunidade. Beijou-me na boca e disse sorrindo: Louco. Logo com quem fui brincar. Quando ela vestia a calcinha olhei e sorrindo disse: Nossa! Não tinha notado ainda. Que bela bunda amor. Ela me devolveu o sorriso e disse: _ Vai tirando o cavalinho da chuva. Vai ter que gastar muito papo e carinho para poder entrar aqui. Mais uma batalha ganha.
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