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A VIZINHA MANSA

 
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PublicarPublicado: Thu Oct 01, 2026 9:41 pm Assunto da postagem: No icon A VIZINHA MANSA Responder com citação

A VIZINHA MANSA



Meu nome é Rodolfo, sou casado, tenho 36 anos e tenho uma linda mulher, modéstia à parte, não temos filhos e temos um relacionamento muito aberto em relação a sexo. Isto significa não haver frescuras de ciúmes de nenhuma parte. Nos mudamos há algum tempo para o interior de Goiás, aluguei uma casa num bairro de classe média, com um belo jardim e uma varanda como sempre sonhei.

A história que vou contar, está acontecendo até hoje e foi para mim uma grande surpresa. Logo que cheguei, fiz uma inspeção na vizinhança, principalmente nas vizinhas. Descobri logo de saída que havia duas de tirar o fôlego de um frade. Logo fizemos amizade com todos e até o momento nenhum dos monumentos me deu a menor chance de pensar tirar uma casquinha. Porém, bem em frente a nossa casa, mora uma senhora que em nada chama a atenção. Deve ter entre 36 e 40 anos, branca, feia e tímida. Tão tímida que quando fala se assusta da própria voz.

Um dia eu estava tomando uma cerveja em um bar da redondeza quando essa vizinha passou, seu nome é Sofia, ouvi alguém ao meu lado fazer um comentário bastante esquisito sobre ela. Como não falava comigo não pude acompanhar toda conversa, mas deu para perceber o seguinte: Assim que ela cruzou, um dos rapazes disse: _ Ali vai a ovelha, já não é mais o que era antes, mas isto tem história. Fiquei deveras intrigado e dias depois conversando com alguém que a conhecia bem toquei no assunto e este amigo me disse: _ A chamam de ovelha pelo seguinte: dizem que a ovelha quando vai para o matadouro, se berrar não a matam. Geralmente o bichinho fica quieto. Assim é a Sofia, se você consegue colocar a mão sobre ela, fica quieta e você faz o que quer com ela. Muitos se aproveitaram enquanto era solteira, agora que casou não sei como se comporta.

Aquela conversa me deixou mais intrigado ainda. Tempos depois tentei puxar conversa com a mulher, porém sua timidez era irritante. Ficava vermelha por qualquer coisa dita. Já pensava em desistir, mesmo porque ela não era mulher para se ficar sonhando, pude verificar que tinha pernas bem feitas, uns seios grandes e ainda firmes, seu cabelo era crespo e parecia estar sempre sujo, se vestia com simplicidade. Enfim, não era nenhuma musa.

O tempo foi passando e um dia minha esposa teve que viajar para fazer um estágio no Rio de Janeiro, ficaria quase um mês fora. Como temos cinco cães de estimação, que vivem dentro de casa, Vera pediu a Sofia para dar comida aos cães já que não confiava muito em mim. Sofia ficou com uma chave da casa. Fazia duas semanas que minha mulher viajara, e eu já estava subindo pelas paredes, uma sexta feira tomei uns wiskeys a mais e no sábado acordei com uma puta ressaca. Eram 10:00s quando entrei no chuveiro, ouvi a campainha, me enrolei numa toalha e fui atender. Era Sofia que vinha dar a ração dos cachorros. Quando me viu de toalha enrolada na cintura, ficou vermelha como um pimentão, eu mandei que entrasse e voltei ao meu banho. No caminho tive uma idéia. Não sabia se seu marido estava em casa, não pensei muito, quando vi meu pau levantara a toalha formando um verdadeiro circo. Esperei que entrasse, assim que senti que ela estava na cozinha mexendo nos armários, entrei de repente. Tremia da cabeça aos pés. Sofia sentiu minha presença e se virou, não teve tempo para nenhuma reação. Eu a segurei pela cintura e com certeza ela sentia o ferro duro encostado a bunda.

Nenhuma reação, ficou parada, só sua respiração se alterou. Não disse uma palavra. Eu também sem dizer nada, levantei sua saia procurei com a mão tremula afastar suas calcinhas e encaminhei minha tora em direção a sua abertura, com um pouco de trabalho consegui encaixar a cabeça entre os lábios e de uma só estocada enterrei ate o talo. Um gemido abafado denunciava que sentira o tamanho, realmente sou um pouco exagerado. Procurei uma posição mais cômoda e comecei a foder bem devagar, falando baixinho ao seu ouvido: _ Isto putinha. Bem quietinha, vamos gozar gostoso. Olhei para seu rosto pelo vidro do armário e parecia que ela murchara as orelhas como fazem as éguas ao serem cobertas pelo garanhão. Nessa primeira vez não tive a preocupação de ver se ela gozou ou não, eu estava com muito tesão, gozei rapidamente, e sem dizer nada a deixei e voltei ao banheiro. Quando sai ela já havia ido embora. Pensei: essa mulher nunca mais fala comigo. Engano. No outro dia na mesma hora estava ela novamente lá em casa e novamente eu a cobri, agora com mais calma, a levei para a cama e dessa vez ela disse alguma coisa: _ Não posso demorar, o Júlio, seu marido estava em casa. Comi Sofia quase que diariamente por muito tempo. Até que um dia aconteceu algo realmente imprevisto e que me causou muito tesão.

Seu marido viajou para o nordeste a serviço da empresa em que trabalhava, e por lá ficou mais tempo que o esperado. Um dia recebi um telefone seu, pedindo para falar com a esposa. Eu não sabia, mas o telefone deles estava cortado. Da varanda gritei para ela que veio atender na varanda pelo telefone sem fio. Neste mesmo dia tive uma idéia maquiavélica. Planejei tudo direitinho sem dizer nada para ela. Fiquei aguardando o próximo telefonema já que colocara meu telefone a disposição do marido.

Uma quarta feira muito cedo, o telefone tocou e era ele. Após pedir mil desculpas por me acordar tão cedo, disse que precisava falar com a esposa. Mandei que ligasse dez minutos depois e fui chamar a safada. Ai lhe expus meu plano. Ela quase caiu de costas ao ouvi-lo. Ficou vermelha, relutou o quanto pode, enfim não vendo outra alternativa cedeu. Para minha total felicidade.

Peguei uma cadeira de espaldar alto na cozinha, coloquei ao lado do telefone e aguardei. Assim que ouvi a campainha tocar, acessei o viva voz, atendi e disse: Pronto Júlio, tua esposa já está aqui. Vou deixa-los falando e vou até o mercado. Fiquem a vontade. Fiz sinal que ela podia falar, e começaram o diálogo. Sofia estava de joelhos sobre a cadeira, de modo que sua Bunda ficava a minha disposição, com muito cuidado fiquei a sua retaguarda, levantei sua saia e como ela já estava sem calcinhas, levei a cabeça da pica até sua buceta e fui entrando bem devagar, ela estava bem úmida, também assimilara bem a situação. O pau deslizou lentamente até o fundo, ela fazia tudo para se controlar. Eu tirava e enfiava lentamente gozando a visão do pau aparecer até quase a cabeça sair e depois vê-lo desaparecer totalmente naquela gruta quente e gulosa. De repente tomei um susto, pois ouvi o marido dizer: _ Tua voz está diferente. O que houve? Sem titubear ela respondeu: _ Nada. É que vim correndo para atender ao telefone. Continuei fodendo, que sensação, nunca tinha vivido algo igual, sentia a putinha mexendo as cadeiras, querendo mais pica, o esforço que fazia para não gemer me levava à loucura. Não queria gozar ainda, queria aproveitar o Maximo daquela gostosa situação. E aproveitei. Conversaram bastante e o que me deu mais tesão foi verificar que ela fazia tudo para esticar o papo. A puta também gostara da coisa, quando senti isto, tive que dar uma parada dentro dela para não enche-la de porra. Por fim quando se despediram, desliguei o telefone e comecei a fode-la com violência e loucura, ela urrou como nunca tinha feito e pediu mais pau pela primeira vez: _Fode, fode forte, fundo, me mata me fode e começamos a gozar como dois loucos. Quase quebramos a cadeira e acredito nunca em minha vida ter esporrado tanto dentro de uma mulher. Perdi a conta de quantas vezes injetei porra quente no útero daquela puta. Depois caímos ainda abraçados no sofá. Quando retirei o pau da sua buceta, vi a quantidade de leite que ela expelia. Estava literalmente alagada. Foi mais um espetáculo inesquecível.

Repetimos nossa loucura outras vezes, na última ela topou falar com o marido enquanto eu a enrabava e foi mais um momento difícil de esquecer. Fiquei com tanto tesão que não consegui me conter e gozei enquanto eles falavam. Ai foi a minha vez de quase explodir por não poder fazer nenhum barulho. Ela gritou. Dizia ao telefone aos gritos: mais alto, mais forte, não estou ouvindo nada. Enquanto sentia uma verdadeira cascata de leite dentro do cuzinho apertado.
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