 |
Main Menu  |
|
|
Home |
|
|
|
Discussions |
| |
|
|
News |
| |
|
|
Files & Links |
| |
|
|
General |
| |
|
|
Infos |
| |
|
|
Contos_eroticos |
| |
|
|
 |
|
|
|
Usuarios  |
|
 |
|
|
|
Total de acessos  |
Nós recebemos 22173 visualizações de página desde janeiro 2026 |
|
 |
|
|
|
publicidade4  |
|
 |
|
|
|
|
 |
 |
| Ver tópico anterior :: Ver próximo tópico |
| Autor |
Mensagem |
webmaster
Ingressou: Sep 25, 2026 Postagens: 20
Atualmente: Offline
|
Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:40 pm Assunto da postagem: A PRIMEIRA DAMA |
|
|
|
A PRIMEIRA DAMA
Esta é uma história dessas que acontece uma vez em cada cem anos. Um caso cheio de erotismo e pilantragem, mesmo sem premeditação, mas também tem um gostinho de vingança.
Letícia a musa da história, era e continua sendo a mulher mais bela e mais gostosa da nossa cidade. Era de família pobre, mas como era de se esperar, essa situação não seria para sempre. Justamente pelos dotes que a natureza lhe dera. Seu primeiro namorado oficial tornou-se em seguida seu marido. Trata-se do homem mais rico e mais importante da cidade. Atualmente Letícia é com certeza a mais bela primeira dama do país. Não acredito que alguém possa bate-la.
O certo é que sempre fui loco por essa mulher. Estudamos juntos desde o primário, mas como além de pobre, quando nasci a beleza devia andar de férias, nunca consegui sequer ser seu amigo. Aliás, não havia na cidade um só rapaz que não fosse louco por ela.
Depois de casada, Letícia mudou completamente, até talvez por que convinha como esposa de um milionário e político influente, e ai foi que só passei a vê-la às vezes, em algum jornal velho. Estava sempre nas colunas sociais.
Certo dia, desempregado e já meio desesperado, pedi a uma amiga minha, que por sorte continuava amiga da Letícia, que me arranjasse um emprego. Para minha surpresa recebi a noticia que seria recebido em audiência pela Primeira Dama. Vesti a minha melhor roupa e fui ao tal encontro com o coração aos pulos. Lá, tive a ousadia de tratar a antiga colega de escola pelo primeiro nome. Não consegui emprego nenhum, e ainda sai dali me sentindo pior que o germe do coco do cavalo do bandido. Mas não cogitei em nenhuma vingança. Seria bobagem tentar atingir alguém que se encontrava tão alto Continuei desempregado. Mas, como sou ótimo fonógrafo, arranjava um bico aqui outro ali e ia vivendo.
Costumava quando não tinha nenhum trabalho na cidade, me meter pelas matas adjacentes em busca de algum flagrante, muitas vezes de pássaros, plantas e alguns animais silvestres. Isto às vezes me rendia algum dinheiro. E foi numa dessas excursões que tive a mais grata surpresa da minha vida. Vamos aos fatos:
Após andar muito pelo meio do mato sem nada consegui, senti-me cansado e com fome. Sai então em busca de um lugar sossegado onde pudesse fazer o meu lanche e em busca de água. Já que a que trouxera num cantil estava quente. Conhecia uma fazenda em ruínas ali perto. Muitas vezes ali descansara, era um lugar abandonado, mas que sempre tinha uma parte que permanecia limpa. Sempre estranhara esse fato.
Quando me aproximei da tal tapera, para minha surpresa vi um belo cavalo pastando a frente da casa. Estranho, pensei. Peguei um binóculo que sempre carrego nessas ocasiões e tentei ver se enxergava alguém. Logo vi um homem a sombra de uma árvore. O que significava aquilo? Nunca encontrara ninguém naquele local. Pensei em me aproximar, mas mudei de idéia. Fiquei a espreita. Iria me arrepender pelo resto da vida se tivesse feito o que pensei. Passara-se dez minutos e outro cavaleiro se aproximou, ou seja, uma amazona. Levei o binóculo aos olhos e quase caio de costas quando vi de quem se tratava: Letícia. A mesma que me escorraçara de sua sala por não chamá-la de madame.
Ai a adrenalina foi a mil. O que fazia aquela mulher naquele local, com um homem desconhecido. Pelo menos para mim. Desmontou e foi ajudada pelo tal. Eu acompanhava tudo pelo binóculo. E assisti a um demorado beijo na boca. Meu coração quase me mata. Entraram na tal casa.
Com muito cuidado, fui me aproximando. Conhecia bem o local e sabia que iriam para a parte que sempre estava limpa e que tanto me intrigava. Portanto, sabia para onde me dirigir, sem ser visto e de onde poderia ver tudo. Acomodei-me atrás de um velho galpão e por uma fresta vi que nada me escaparia lá dentro. Fui picado por um marimbondo e quase estrago tudo. Mas agüentei firme a dor, valeria a pena pensei. E como valeu.
Os dois haviam forrado o chão com as mantas e não perderam tempo. O homem que continuei sem saber quem era, beijava a boca da moça enquanto lhe acariciava os seios. Pelo jeito a mulher era um verdadeiro vulcão, pois só com essas inocentes preliminares, gemia como se estivesse em plena cópula.
Não demorou muito e começaram a despir-se. E aí sai do meu bestial transe e me lembrei da minha pequena máquina. Estava com um filme intacto, já que não conseguira fotografar nada. Ainda bem pensei. Comecei a fotografar tudo. Quando vi a moça totalmente nua, mas uma vez quase estraguei tudo, pois a máquina pareceu pesar toneladas em minhas mãos, e por pouco não a deixo cair. Que pernas. Que seios, que bunda, e quando por um momento ficou de frente para mim, vi a mais linda vulva que poderia sonhar. Grande, lisa, lábios grossos e rosados. Logo não a vi mais, pois o cara ali meteu a boca mais parecendo um bezerro guaxo.
Letícia delirava. Não economizava nos gemidos, parecia ter toda confiança de estarem somente os dois no planeta. Mesmo tremendo como uma vara verde, eu fotografava tudo. Depois o cara colocou o pau na boca dela e mesmo contra a minha vontade continuei a fotografar. Depois Letícia deitou-se de costas, com as lindas coxas bem separadas, e o macho deitou-se sobre ela. A única frustração: ficaram de lado para onde eu estava, de modo que só sabia o que estavam fazendo. Mas, não via perfeitamente.
Assisti a um belo e deprimente espetáculo. Deprimente para mim, que fiquei com o pau para arrebentar as calças, e o máximo que poderia fazer, seria me masturbar. Coisa que não vou contar se fiz.
Depois, vestiram-se e saíram dali juntos. Minutos depois fui ao local, e dava para sentir o cheiro de sexo no ar. Descansei um pouco, até passar a tremedeira e peguei a estrada de volta a cidade. Quem seria aquele cara? Parecia mais velho que ela, nada bonito...
Dias depois, com um plano bem feito, pedi a minha amiga uma nova audiência com a Primeira Dama. Dany, pois esse é o seu nome, recusou alegando que fora chamada a atenção pela mesma, pela minha falta de respeito. Convenci a minha amiga a dizer a Letícia que o encontro era para o seu próprio bem. Curiosa como todas as mulheres, ela aceitou.
No dia marcado, cheguei a sua sala, quando me mandaram entrar, entrei e cumprimentei a senhora com uma reverencia e disse: _ Com licença madame. Altiva como uma princesa, sentada numa cadeira com muita elegância, olhou-me com certo desprezo e disse: _ Assim está bem melhor. A que devo seu pedido?
Pensei em fazer uma cena para depois descarregar a bomba, mas o tratamento dela novamente me revoltou. De modo que fui curto e grosso: _ Madame. Hoje não venho lhe pedir emprego. Já não preciso dele. _ Então desembucha logo a que veio. Sou muito ocupada e não posso perder o meu tempo à toa.
_Muito bem! Vim lhe falar de algo que fotografei na fazenda abandonada, a fazenda Safira. Sabe de onde estou falando. Fiz uma ótima série de fotos. A senhora vai adorar. Trouxe-lhe aqui todas as cópias para que veja com seus próprios olhos.
Peguei um envelope pardo e alcancei para a moça. Quando esta estendeu a mão para apanha-lo, notei sua tremedeira além de uma palidez cadavérica.
_ De que o senhor está falando?
_ Veja a senhora mesma. As fotos saíram ótimas. Pode vê-las.
Letícia abriu o envelope, e a cada foto que via sua palidez se acentuava ainda mais. Quando terminou, olhou para mim e disse: _ Canalha! Isto é um grave crime.
_ Eu sei madame. Adultério também é. E afinal a senhora tem as fotos, ninguém precisa tomar conhecimento delas. Vai depender da senhora.
_ O que quer de mim?
_Agora começamos a nos entender. Quero encontrar-me com você hoje, no mesmo lugar das fotos para discutirmos o assunto com calma. Porém antes quero que me dê um adiantamento.
_ Não tenho dinheiro aqui. Disse ela já sem nenhuma altivez.
_ Quem falou em dinheiro? Perguntei ironicamente. Quero que me mostre o que vou ganhar lá na tapera.
_ Como vou saber o que pretende ganhar se não me disse? Respondeu espantada.
_ Lhe digo agora. Quero tudo o que aquele cara ganhou e algo mais. Mas, isto é surpresa.
_ O senhor deve estar louco. Não vou me prestar a esta sua chantagem barata. Isto nunca. Pode fazer o que quiser com suas fotos. Falou com tanta convicção que cheguei a pensar que tinha perdido a parada. Pensei rápido e respondi.
_ Se é sua última palavra. Dei um sorriso e me levantei para sair. Quando me virei dando realmente a impressão de ir embora, ouvi sua voz: _ Espere um pouco. _ O que quer ver?
_ Quem pergunta quer saber, respondi. Quero que levante a saia, baixe as calcinhas e o resto você sabe.
_ Você deve estar realmente louco. Não posso fazer isto aqui. Imagine se entra alguém...
_ Madame! É só fechar a porta e avisar a secretária que não está para ninguém no momento. Isto é um procedimento comum.
Ela franziu a testa, pensou por alguns segundos, mas para minha felicidade dirigiu-se a porta, abriu-a falou com a secretária, passou a chave na porta, e voltou a minha frente.
Devagar, com jeito, não dê a impressão que está sendo forçada a nada. Espontâneo, vamos. Estou esperando. Ela levou as mãos a barra da saia e começou a subir bem devagar. Eu abri o fecho das calças e comecei a liberar o pau que já me incomodava de tão duro.
_ Não! Por favor. Não podemos fazer nada aqui.
_ Calma! Continue o que estava fazendo. Não vou lhe fazer nada. Quando liberei o mastro, sua saia estava no meio das coxas, e que coxas. Ela tomou um susto tão grande diante da visão do meu mastro que soltou a saia novamente. Olhos arregalados e boca muito aberta olhava como se visse alguma anomalia. Para algumas mulheres realmente é. São 22cm cheios de veias e muito grosso.
_ O que é isto? Conseguiu perguntar deveras alarmada.
_ O seu presente de logo mais, madame. Vamos não chegou onde mandei que fosse. Comece tudo de novo.
Ela novamente foi levantando a saia, enquanto me masturbava lentamente intercalando olhares das coxas para seu rosto. Ela não desgrudou mais os olhos do pau. Parecia hipnotizada. Quando enfim desnudou seu tesouro, parei. Não queria ter um orgasmo assim.
Ta bom! Pode baixar. Só que agora, vou sair daqui direto para nosso encontro. Não conseguiria mais esperar depois do que acabo de ver. Não me faça esperar muito. Pode ser perigoso. Ajeitei-me e sai dali pegando fogo.
Letícia não me fez esperar muito. Chegou numa moto BMW. Estava linda, de calças pretas e casaco de couro. Quando retirou o capacete e soltou a linda cabeleira ficou mais linda ainda. Já não era mais a rainha de dias atrás. Submissa perguntou: _ E agora?
_ Vamos entrar madame. Relaxe. Sempre me intrigou aquele lugar onde transou com seu amigo estar sempre limpo. Por acaso vem sempre aqui?
Não. Foi a única vez. Juro.
_ Bem não vamos falar sobre isto. Estou quase louco madame. Tire a roupa. Não vamos ter tempo para preliminares. Isto ficará para outra vez. Pois vamos ter muitas.
_ Escuta! Disse ela baixinho. _ Uma coisa está me preocupando. Essa tua coisa é enorme. Nunca pensei que existisse algo assim.
Dei um sorriso e falei agora com meiguice: _ Não se assuste madame. Nunca matei ninguém. Você vai gostar. Relaxe.
Letícia se despiu, e deitou-se costas. Pensei em lhe fazer algumas caricias, mas meu tesão era demais. De modo que fui para o meio daquelas lindas coxas, antes de encaixar a cabeça no lugar ainda admirei e brinquei com seus seios, médios e firmes.
Quando ela sentiu o contato da cabeça com a abertura vaginal, com olhar de súplica pediu: _ Por favor. Seja cuidadoso. Não me machuque.
Sempre olhando para sua buceta, segurei o pau com a mão direita, coloquei-o no lugar certo e pressionei. Os lábios vaginais se separaram para abrir caminho ao invasor e sua buceta pareceu abrir parênteses. Ela deu um grito: AIAIAI! Devagar. Você está me rasgando. Mesmo fazendo careta aquela mulher era linda. Fiquei com pena, no mesmo instante me veio a cena do nosso primeiro encontro e a visão dela gritando enquanto gozava com aquele cara. Coloquei ambas as mãos em sua barriga e enterrei um bom pedaço. Senti seu corpo todo se contrair enquanto um grito saia de sua garganta.
_ Diga agora o que você é madame. Diga que é apenas uma piranha e que ainda por cima tem medo de pica. Diga! Quero ouvir.
Gaguejando muito ela tentava cumprir a minha ordem.
_ Não estou ouvindo madame. E enterrei o resto arrancando mais um grito. Agora a garota chorava. Louco, comecei a fode-la sem dó nem piedade. Tirava o pau e o enterrava novamente não ligando para os seus protestos. Que buceta apertada, era como se fosse virgem. Continuei fodendo. Ela não gemia, gritava. Não lhe dava trégua e também gritava: _ Vamos puta. Onde está sua altivez. Abaixei a cabeça e comecei a mamar seus seios. Seus protestos foram ficando mais fracos. Só gemia. Ai. Ai. Ai. Não quero. Pára. Não agüento mais. Por favor, pára.
Ainda não disse o que mandei. Diga bem claro que é uma piranha e que ainda por cima tem medo de pica. Se não obedecer eu o colocarei noutro lugar bem próximo de onde está agora. Vamos. Estou esperando.
Letícia disse: _ Sou sua piranha. Mas já não tenho mais medo da sua pica. Não tenho outra alternativa que relaxar e aproveitar. Mete. Quer me matar me mata. Mas me fode.
Continuei como louco. De repente senti como se o mundo começasse a cair sobre mim, tentei parar, mas não deu. Comecei a urrar e estocar tão forte que a moça começou a gritar novamente. Aí foi a minha vez de gritar. Quando senti o primeiro jato de leite começar a inundar suas entranhas, enlouqueci de vez e apertei tanto seu corpo que não sei como não a quebrei no meio. Gozei como um animal, como um verdadeiro cavalo que era naquela hora. Enchi a sua delicada taça. Quando enfim cai quase desfalecido sobre ela. Só sua respiração alterada dizia que estava viva. Pensei que desmaiara. Não. Logo vi que continuava chorando baixinho.
Naquela primeira vez, não consegui comer Letícia mais uma vez não havia a menor condição. Sua vagina acostumada com coisinha, além de sagrar muito, ficou muito inchada e vermelha. De modo que tive que deixa-la ir embora. Mas houve outras oportunidades. Mas, isto contarei no futuro.
J.N.TAVARES |
|
|
| Voltar ao topo |
|
 |
|
|
Você não pode Publique novos tópicos neste fórum Você não pode Responder a tópicos neste fórum You não podet edite suas postagens neste fórum Você não pode Apague suas postagens neste fórum Você não pode Vote nas enquetes deste fórum. Você não pode Anexo arquivos neste fórum Você não pode Baixe arquivos neste fórum
|
|
 |
|
|
 |