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A DÍVIDA

 
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PublicarPublicado: Thu Oct 01, 2026 9:35 pm Assunto da postagem: No icon A DÍVIDA Responder com citação

A DÍVIDA



Wolney era talvez o cara mais invejado do bairro. Mais contestado também, não trabalhava, mesmo assim tinha um bom carro, só tomava wiskey andava sempre na moda e muito bem acompanhado. Havia muita especulação a seu respeito, mas na verdade ninguém conhecia sua fonte de renda.

Um belo dia, Wolney apareceu desfilando com a gata mais gostosa do bairro, Elenir. As pernas mais lindas, os seios mais firmes além de uma bunda de deixar qualquer um louco. Aí a inveja foi geral. Nos bares não se comentava outra coisa, a sorte do vagabundo.

Para surpresa de todos, menos de dois anos depois, Wolney levava Elenir ao altar. Foi um casamento e tanto. A lua de mel demorou pouco tempo e o safado continuou sua vida de Playboy. E aí, a raiva de todos era: Como alguém, tendo em casa um Boeing daqueles, saía a procura de outras mulheres.

Eu conhecia sua esposa apenas de vista, não que ela fosse metida. Porém sempre fora considerada uma moça muito séria e respeitada por todos. Por isto a surpresa. Escolher logo um pilantra.

Tempos depois eu conhecia Floriano, fizemos amizade apesar desse também não ser nenhum santo. Era agiota e barra pesada. Nos tornamos amigo e um dia conversávamos em um bar quando Elenir passava do outro lado da rua encantando a todos com aquele andar de princesa, usava calças jeans e uma blusa curta, aquela barriguinha que sempre me levara à loucura a vista.

Para meu espanto, vi o Floriano se levantar e ir em direção a garota. Esta parou e ficou a sua espera, parecia assustada. Conversaram por alguns minutos e o Flori parecia agitado. A moça seguiu seu caminho e o rapaz voltou a nossa mesa.

_ Você conhece a Elenir? Perguntei deveras curioso. _ Conheço. Respondeu. Mas conheço mesmo é o pilantra do marido. O safado adora uma corrida de cavalos, antes tinha uma coroa que o bancava, depois que casou esta o mandou as favas, mas ele continuou assíduo do jóquei. Agora me deve uma nota preta e não sei como receber. Ele conhece meus métodos.

Continuamos conversando, e eu falei para o cara a minha tara por aquela mulher: Mano. Eu sempre fui louco por essa dona, seria capaz até de ter casado com ela se tivesse me dado alguma chance. É muito gostosa, não é mesmo?

_ Tem toda razão meu amigo. Respondeu rindo. Nunca teve nada com ela?

_ Quem sou eu cara? Daria tudo na vida para levar essa potranca pra cama. E foi aí que tive a maior surpresa da minha vida. Não caí porque sou muito forte. Floriano colocou uma mão no meu ombro e perguntou: _ Tu és um cara que sabe guardar segredo? _ Claro, amigo. Pode crer. Respondi interessado. _ Muito bem, disse ele. Vou te contar um e quem sabe realizo o teu sonho. _ Vamos, fala. Não me deixa nesse desespero. _ Está bem. Mas olha lá, heim cara. Eu sou voeyur. Adoro assistir uma boa foda, e sei que a Elenir é uma grande foda. Levo você lá, e você a come para eu assistir. E tem mais uma surpresa. Quando Floriano terminou de falar, meu pau parecia querer explodir de tão duro. Posso te fazer uma pergunta? Continuou ele. _ Claro. Quantas quiser, até gaguejei. _ Qual é o tamanho do teu dote? _ 20cm e muito grosso, respondi prontamente. _ Ótimo! Quero ver aquela gatinha corcovear no teu pau.

Pegou o celular e discou um número, afastou-se um pouco, conversaram por algum tempo, voltou a mesa dizendo. Tudo certo. Pode ser agora. Vamos? Não esperei um segundo convite e me pus de pé.

Chegamos a casa do Wolney eram 18:45s, fomos recebidos pelo pilantra, que nos cumprimentou com a maior naturalidade. Fazia já algum tempo que não o via, me abraçou e nos convidou a entrar. Era uma casa bonita, bem mobiliada, ficamos numa sala ampla e muito bem decorada.

O que quase me deixa louco, foi à conversa dos dois. Floriano começou dizendo: Cara você conhece meu amigo. Eu não sabia, mas ele é louco pra comer tua mulher. Como você mesmo sabe, amigo é para essas coisas. Já que você me deve tantos favores, não custa nada satisfazer esse seu sonho. O que acha?

Olhei para o safado e sem nenhum tipo de constrangimento, respondeu sem pensar. _ Não vejo nenhum inconveniente. Pensei comigo mesmo: devo estar delirando. Isto não existe.

_ Bem. Disse o Flori. Então não percamos mais tempo. Chama a Elenir e apresenta meu amigo. _ Eles já se conhecem. _ Amor! Temos visitas. De repente adentra a sala aquela Deusa, agora vestia um vestido leve e vaporoso que mostrava toda sua beleza e sensualidade. Não usava sultian e quando aproximou o rosto para que eu a beijasse, tive a visão da anti-sala do paraíso, nunca tinha visto aqueles seios tão de perto. Meu corpo todo tremia, estava a beira de um ataque. Se tudo aquilo não passasse de um sonho, pensei: Me mato assim que acordar.

_ A porta está fechada? Perguntou Floriano também já demonstrando estar excitado. _ Claro respondeu o corno. _ Então apresenta a Elenir como só você sabe fazer. Como disse, eles já se conhecem. Wolney, levantou-se, ficou por traz da esposa, levou a mão a sua blusa e a abriu, deixando os mais lindos seios que eu já vira a mostra. Não são grandes, médios, firmes com os bicos apontando para cima, uma aureola cor de rosa em volta deles, lembrava um sorvete de baunilha. Meu pau estava realmente me incomodando de tão duro, sentia até dores. Depois o marido, baixou as mãos até a barra do vestido da esposa, e foi levantando devagar. Sabia o que estava causando seu gesto. Ajeitei-me no sofá. Floriano vendo meu desconforto, falou com naturalidade: _ Tira para fora. Aqui vale tudo. Olhei para o rosto de Elenir, esta parecia pálida, olhava para o chão. Foi aí que Floriano se dirigiu a ela pela primeira vez: _ Olhe para ele, sua puta. Ou pensa que ele vai ficar só olhando. Wolney chegava a calcinha da mulher. Uma minúscula peça preta, que mal lhe cobria os lábios vaginais. E que vagina, mesmo por cima da peça transparente, dava pra ver que era cheia, lábios bem grossos e não tinha um pelo.

Ela olhou para mim, não resisti mais e liberei o cassete. Este deu um pulo parecendo impulsionado por uma mola. _ Veja. Disse O Flori. Todo seu. Gostou do tamanho? Ela exitou e ele insistiu: _ Vamos. Responda quando falar com você.

_ Gostei. Respondeu timidamente. _ Vamos logo para o quarto, disse Flori. Chega de apresentação. Fomos todos para o quarto do casal. Então essa era a outra surpresa, o corno estaria junto para assistir tudo.

Ali tudo foi muito rápido. Eu nunca vivera nada nem parecido, sempre fantasiava algo assim, mas nunca iria imaginar, que realizaria minha fantasia e logo com quem. Ficamos nus joguei Elenir na cama. Esta ficou deitada de costas já com as coxas abertas. E que coxas, redondas, lisas, apenas uns pelinhos brilhantes o que as tornavam mais gostosas, e a buceta. Não era grande, era gorda, lábios extremante grossos e rosados. Caí de boca nos seios e fui descendo, passei pelo umbigo, única parte que via quando passava na rua. Fui direto a sua racha. Perfumada, tive que me controlar para não morder aquele tesouro. Vi Floriano ao nosso lado se masturbando. Wolney sentara-se em uma cadeira e sorria assistindo tudo. Elenir, gemia baixinho. Quando me preparei para penetrar aquela tão sonhada buceta. Ouvi Floriano dizer: _ Fica aqui cara. Ao lado da tua mulher, conforta a pobrezinha, não está vendo o que ela vai ter que engolir? O corno rapidamente se aproximou, sentou-se na cama, colocando a cabeça da esposa em seu colo. Falava carinhosamente: _ Relaxe amor. Você vai gostar. Não pude mais me conter, recolhi as pernas da moça, colocando seus calcanhares encostados aquela delicia de bunda, sua buceta se abriu levemente com se sorrisse para mim. Guiei a cabeça do pau para entre aqueles lábios róseos, fiz uma pequena pressão e a cabeça desapareceu. Senti o calor daquele túnel apertado, dei uma forte estocada e enterrei a metade, um grito, e as palavras do corno. _ Calma benzinho, relaxe vamos. Ele também estava excitado, vi o seu pau como um ferro. Atirei o corpo contra aquela deusa, o pau foi até o fundo, me atirei sobre ela e comecei a fuder. Logo seus gemidos demonstravam que não eram de dor. Floriano começou a falar com ela enquanto eu a fodia: _ Mexe puta. Você sabe mexer muito bem, vamos, dê prazer ao seu macho. De repente falava comigo: _ Levanta o tronco cara. Quero ficar olhando ele entrar e sair. Eu o obedeci, também fiquei deslumbrado com aquela visão. A buceta totalmente aberta enquanto meu pau entrava e saia todo brilhante. Eu sentia a resistência quando enfiava o pau. Ela era muito apertada. Continuei fudendo como um louco, sentia a cabeça do pau bater no fundo do útero daquela mulher com quem tanto sonhara. Mais uma vez ouvi a voz do Flori, falava comigo: _ Vai devagar, não vai gozar logo e acabar a festa, sacia esta puta. Olha a cara dela, agora já está gostando. Realmente Elenir falava coisas sem nexo, vez por outra dizia: _ Vai, empurra, vai, ai, ai ai. Eu continuava fudendo, ela começou a mexer, ai eu fui à loucura. De repente para meu desespero ouvi Floriano dizer: _ Pára. Tira o pau um pouquinho. Olhei para ele como um louco, não entendia aquele pedido. _ Vai, faz o que estou mandando. Comecei retirar o pau daquela gruta quente, muito contra vontade, quando a cabeça saiu, vi os lábios voltando lentamente ao lugar, ela estava mais inchada. Continuei na posição, esperando ordem para entrar novamente. Aí o Flori ordenou ao marido: Põe no cu dela. Vamos senta ela no teu colo, depois ele entra na buceta.

Wolney sentou-se na beira da cama. A própria Elenir veio e começou a arriar o corpo em direção ao pau do marido, ele guiou-o para seu cuzinho e após alguns gemidos de gata, ela o acomodou por inteiro. Não era tão grande quando o meu, ele mesmo lhe abriu as pernas e eu novamente penetrei sua buceta. Agora muito mais apertada. Eu sentia as investidas do marido por trás. Foi uma gemedeira geral, enquanto ele lhe enterrava a vara no cu, eu enterrava na buceta. Floriano se masturbava ao lado. De repente ninguém mais se entendeu, foi uma gritaria geral, gozávamos os quatro ao mesmo tempo. A moça fez um tremendo escândalo, enquanto eu a enchia de porra, o marido fazia o mesmo em seu rabinho e o Floriano fez questão de gozar em seu rosto cobrindo seu cabelo por uma vasta camada de creme branco. Quando saímos de dentro dela, ainda pude ver sua buceta colocando para fora uma grande quantidade de porra, havia porra também no peito do marido.

Neste dia ainda trepei com Elenir. Quando nos despedimos, Floriano falou para o casal: _ A partir de agora o Nelson faz parte da família. Mesmo sem minha presença, deve ser bem recebido pelo casal. Fui claro? _ Claríssimo, responderam em coro. De modo que minha vida tem sido um paraíso, graças à amizade com esse agiota. Outro dia fui até lá, e encontrei a Elenir sozinha. Demos uma boa trepada, mas sinceramente gostei mais com assistência. Chamei os dois de pilantras, depois pensei: e eu o que passei a ser? Na verdade agora somos três pilantras
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