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Atualmente: Offline
PublicarPublicado: Thu Oct 01, 2026 9:34 pm Assunto da postagem: No icon Aconteceu no Sofazao Responder com citação

Aconteceu no Sofazao

Conheço pelo Brasil e até fora dele algumas casas noturnas para encontro de casais. Escrevo contos eróticos, na maioria ficção, porém depois que passei a visitar este tipo de estabelecimento resolvi escrever histórias por mim vividas ou vivenciadas. Esta é uma delas vivida no Sofasão por mim e um grande amigo.. Vamos ao caso:
Tenho um grande amigo gaúcho, mas que mora atualmente em Mato Grosso. Vou chamá-lo de Plínio. Pois bem, esse meu amigo é um tanto grosso como dizem os gaúchos. No entanto, tem dinheiro que ladrão fazendo serão não abala sua fortuna. A soja o transformou num milionário.
Plínio chegou a minha casa de surpresa. Moro numa cidade do interior, mas viajo freqüentemente a Porto alegre, quase sempre sozinho, e nessas excursões, sempre faço uma visita ao meu amigo Roque Bauer no Sofasão.
Plínio chegou, depois da festa pelo reencontro, começaram os preparativos para o tradicional churrasco. E enquanto alguém se encarregava da carne, começamos a tomar mate e a conversar. De repente meu amigo puxou assunto sobre mulheres. Papo vai papo vem, surge a tal troca de casais. Meu amigo muito sério disse: _ Ouço falar muito sobre isto. Nunca fui a um lugar assim. Mas bem que gostaria. Que fique claro que quero ir sozinho. Não sou homem de colocar minha mulher que é mãe dos meus filhos num troço desses. Mas que gostaria de conhecer, isto sim.
Dei um enigmático sorriso e o meu amigo percebeu. Olhou para mim com cara de poucos amigos e perguntou: _ Que diabos quer dizer esse teu sorriso?
_ Quer dizer que posso te levar a hora que você quiser a uma das melhores casas aqui no sul e talvez no Brasil. Basta para isto o amigo querer ir comigo. _ Aqui mesmo em tua cidade? Espantou-se Plínio. _ Não! Em Poá. Respondi ainda rindo. Estava pensando em aprontar uma muito boa com aquele milionário grosso, mas amigo. Ele jamais esqueceria.
_ O que tenho que fazer? Perguntou Plínio bem interessado? Dinheiro sabe não é problema.
_ Sei que isto não te preocupa, nem A mim. Pois o lugar onde pretendo te levar, vais conhecer tudo o que imaginas a respeito de sacanagem. Além de tudo que jamais imaginastes, e pagarás apenas C$ 80.00.
_ Vais me desculpar. Já estive em casa de mulheres onde gastei mais de mil dólares. As mulheres eram bonitas, mas nada de excepcional aconteceu. E agora tu me vens com essa conversa que com essa mincharia vou ver o mundo pegando fogo.
Tua expressão diz tudo amigo. O mundo pegando fogo. Vou te levar para dentro de um vulcão em plena erupção. Erupção erótica. Sexo como você nunca viu. Sacanagem, putaria. Tudo. Tudo mesmo. Quer conhecer?
_ O mais rápido possível. Foi a resposta do Plínio. O que temos que fazer?
_ Ir até Porto Alegre.
No outro dia cedo estávamos na estrada. No caminho fui colocando o Plínio a par de algumas coisas que aconteciam na casa. E lhe falei de um show inicial presidido pelo proprietário da casa, e que talvez tivéssemos que tomar parte. Expliquei-lhe que ali, havia uma equipe de garotas da casa, e que os cavalheiros que compareciam sozinhos, podiam se relacionar com elas, com a que escolhesse, e quantas vezes quisesse ou tivesse fôlego ou tesão para tal. Os casais, que a principio ficam no mesmo ambiente que os solitários, mas que existe na casa um local reservado só para eles. Aí é que surgem as surpresas, mas que não vou te contar, pois assim deixa de ser rurpresa.
Chegamos a Porto Alegre, fomos para um hotel da minha preferência, jantamos e o Plínio queria saber mais. _ Não quero bancar o grosso lá na hora. Eu então lhe disse que haveria um show inicial, e que talvez tivéssemos que participar. Não éramos obrigados, mas que ficava chato recusar. Não dei mais detalhes. E na hora prevista nos dirigimos a Assis Brasil. Lá chegando, meu amigo não se impressionou muito com a fachada do prédio. Notei uma certa apatia em seu olhar. Sorrindo lhe disse: _ Não se impressiones com aparências. Ou está interessado em arquitetura? O interior é o que nos interessa.
Entramos e fomos recepcionados pelo próprio Roque e sua esposa Janete. Fiz as apresentações, e a primeira surpresa fez o gaúcho se engasgar: quando lhe disse que o Roque fora Padre.
Na verdade antes de me dirigir ao local eu ligara para o Roque e fizéramos alguns planos para o novo freqüentador.
Enquanto fiquei conversando ali na portaria, Roque levou meu amigo e mandou que duas belas garotas da casa mostrassem para ele o ambiente. De volta ele me segredou: _ Bueno Che! Por pouco já não me atraquei com uma potranca carnuda ali mesmo quando me mostrava uma suíte coletiva e me dizia com detalhes o que acontecia ali.
_ He! He! Calma meu amigo. Você ainda tem muito que ver esta noite. Com certeza nunca mais esquecerá.
O tempo foi passando. Plínio pediu Wiskey. Eu já havia dito ao Roque que apesar da aparecia, o homem era poderoso. A casa tinha a bebida que ele pediu. Tudo corria a contento. Os casais foram chegando, a casa foi ficando cheia. Até que recebi uma cotovela nas costelas que me fez soltar um grito. Olhei para meu amigo assustado perguntando: _ O que foi? Quer me matar?
_ Olha só aquele casal que acaba de entrar. Que mulher linda. Será que são casados mesmo? Não posso acreditar. _ Devem ser sim. Respondi. Eu te disse que não acreditaria nos seus próprios olhos hoje. Pedi licença e me afastei. Fui até a portaria e conversei novamente com o Roque. Este foi comigo até o salão, lhe mostrei o casal, e para minha felicidade ele disse: _ São casados sim, e bem liberais. Assíduos freqüentadores da casa. Pode deixar que vou falar com eles. Pode ficar tranqüilo.
Passei bem perto e pude verificar que meu amigo tinha bom gosto. A mulher aparentando 30 anos, morena, alta, não muito magra, linda de rosto, além de seios médios e firmes tinha umas lindas pernas. Pescoço longo. Vestia-se toda de preto com muita elegância. Muito gostosa mesmo.
Passava da meia noite quando foi anunciado o show. O Roque pediu a palavra, todos fizeram silencio, e aí veio uma brincadeira com um banco, onde sete pessoas ficam rodando em volta dele, até um apito do Roque, todos tentam sentar, mas sempre sobra alguém de pé. Este tira uma peça de roupa, até que todos ficam nus. Dentre os participantes, havia duas mulheres casadas. O que deixou meu amigo já meio afoito.
A segunda brincadeira, O Roque apareceu com duas calcinhas muito pequenas, com o símbolo da casa. Perguntou se alguma das casadas gostaria de fazer o marketing da casa usando aquelas pecinhas. E para surpresa do meu amigo, sua deusa levantou braço gritando: Eu! Surpresa para ele. Não para mim. Surpresa mesmo ele teria a seguir. Outra mulher, essa devia andar pelos quarenta, mas também muito bonita se apresentou. E aí veio a bomba: O Roque anunciou que as duas teriam que vestir as calcinhas ali e agora, e mais teriam o privilégio de escolher quem faria tão doce tarefa.
A musa escolhida do meu amigo subiu no tal banco e apontando diretamente para o Plínio disse em voz alta: _ Garanto que aquele gaúcho, não tem coragem de tirar a calcinha que estou usando com a boca para vestir esta que tenho na mão. Depois deixar que eu lhe tire as calças para mostrar que não usa cuecas samba canção. Foi muito aplaudida. Olhei para o Plínio e este ficara pálido de repente. Procurando refúgio em mim disse: _ Lembro de ter me dito que não seria obrigado a nada. Não foi? _ Foi! Respondi. Mas também lhe disse que ficaria chato não atender o pedido de uma dama. Principalmente tão linda. Mas se não se anima, diga para ela que eu faço esse sacrifício no seu lugar. Se ela me aceitar...
_ Estou esperando! Desafiou a moça. Plínio totalmente desorientado disse: _ Então cuida o marido dela. Vou mostrar pra essa potranca que não se brinca com um índio grosso.
Levantou-se e foi muito aplaudido. Levantou o vestido da garota e ficou encantado com o que encontrou lá embaixo. Meio desajeitado, meteu os dentes na minúscula peça também preta, mesmo assim foi fazendo a peça deslizar pelas magníficas coxas da moça. Enquanto a calcinha descia, dava a impressão de uma cascata negra de luxúria descobrindo uma fonte do tesão e deslizando entre duas colunas esculpidas pela deusa da tentação. Depois ficou com o rosto bem próximo ao seu tesouro bem depilado. Pegou a outra calcinha e começou a vesti-la. Quando chegou bem próximo a buceta da garota, além de passar suavemente o dedo entre os grossos lábios, demorou um tempão par cobrir aquele delicioso templo do prazer, como se temesse esconder da humanidade o mais belo dos presentes e que jamais seria visto. Mais uma vez foi muito aplaudido. Começava a ficar bem à vontade A moça com muita graça e desenvoltura, pulou do banco e o convidou a subir. Plínio para meu espanto, não se fez de rogado. Subiu e a moça procurou a sua cinta. Em poucos minutos o Plínio estava nu.
Plínio está com 46 anos. Tem um corpo muito trabalhado, é musculoso e não tem barriga, mas parece um atleta, aliás, é. Não do esporte, mas na lida do campo. Sentindo-se ali, nu, falou pela primeira vez: _ Bem dona. Eu lhe vesti as roupas. A dama não vai fazer o mesmo?
_ A mulher bem instruída respondeu sempre com um lindo sorriso nos belos lábios: _ Vou fazer melhor! Vou tirar as minhas, e quero ver se é homem bastante para me comer aqui e agora sobre esse banco. Plínio mais uma vez me olhou com olhar de súplica. Apenas fiz um gesto com a boca como quem diz: você não é obrigado a nada. Caso não queira passe a bola para mim.
Mais uma vez o gaúcho não decepcionou. Ludmila como será aqui chamada, despiu-se com trejeitos sexy, uma garota trouxe uma camisinha, ela mesma colocou, e abocanhou o pau do meu amigo, foi uma cena e tanto. Principalmente para ele, em seguida estava pronto. A mulher deitou-se de costas no tal banco e abriu o máximo as coxas. Plínio não aguardou um segundo convite, atirou-se sobre a fêmea e a penetrou de uma só vez, começaram os grunhidos manhosos da fêmea e o ataque exemplar do macho sobre ela. Logo alguns casais se aproximaram, e alguns rapazes solitários começaram a passar as mãos sobre os seios da dona. Alguns já se masturbavam Plínio quis expulsa-los, queria-a só para ele. Mas aí eu me aproximei e pedi para que não esquentasse com os rapazes. Só ela poderia afugentá-los, e pelo jeito estava gostando da caricia. Plínio não decepcionou, Fodeu por um bom tempo até que os gemidos da dona começaram a tomar forma de gritinhos, e todos sabiam que ela não estava fingindo. De repente começou a gritar: _ Empurra. Fode. Fode. Me fode. Me dá tudo. Estou gozandoooooooooo. E foi uma festa. Gozaram juntos. Foram juntos para um banho, banheiro sem paredes, só uma ducha ali mesmo num canto do salão.
O Roque Tomou novamente a palavra anunciando mais um show. Começou dizendo que aquele que terminara. Não era par ir tão longe, mas como tudo ali era democrático. Melhor para todos.
O próximo show era de uma striper. Pensei: Ora depois do que vimos, realmente assistir uma striper não vai ter graça nenhuma. Ledo engano. Foi anunciado VIVIANE. E além de um karaokê de primeiríssima linha. Como disse antes já estive em muitas casas do gênero, tanto no Brasil como no exterior, e posso garantir que o espetáculo dessa moça, em nada foi embaçado pelo dado pelo meu amigo e sua parceira. Parabéns pequena, mas, talentosa Viviane. Realmente um talento. Parabéns sofazão. Não vou contar aqui o que vimos e que fizemos no resto da noite, pois a história poderia ficar muito longa e enfadonha. Continuarei no próximo capitulo. Aguardem.



J. N. TAVARES

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