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A GAROTA CURIOSA

 
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PublicarPublicado: Thu Oct 01, 2026 9:33 pm Assunto da postagem: No icon A GAROTA CURIOSA Responder com citação

A GAROTA CURIOSA

Meu nome é Fabio, tenho 30 anos, casado sem filhos, minha esposa se chama Vera, tem 27 anos e é uma mulher muito bonita. Estamos casados ha 5 anos, até hoje nunca tivemos uma discussão, por motivos de ciúmes, somos totalmente liberais, e já participamos de festinhas com casais; ou mesmo com mais uma mulher. Mas o caso que passo a relatar aqui foi bem diferente.
Vera, certo dia chegou em casa e disse que precisava falar comigo. Fomos para a sala e ela me contou uma história que estava acontecendo com uma parenta distante, mas que era muito sua amiga, em resumo contou que o marido dessa sua parenta bebia muito, brigavam direto e violentamente, mas o caso é que tinham uma filha, e como a garota era jovem e bonita, pelo que entendi, a mãe desconfiava que o pai abusava da garota há muito tempo. E este era o motivo para a maior parte das brigas.
Enfim, ela queria trazer a garota para morar conosco, já havia falado com os pais dela, e o pai mesmo parecendo muito contrariado, aceitara que a moça saísse de casa, pois também temia que numa dessas brigas, sua mulher procurasse a policia e o denunciasse. _ Tudo bem, respondi. Temos lugar em nossa casa, e da minha parte estou de pleno acordo.
_ Tem mais uma coisinha, disse ela, como acabo de te contar, a garota além de jovem, é bonita, e não é mais virgem, você sabe que nunca tive ciúmes, conhece o meu comportamento, mas caso role alguma coisa, temos que deixar que ela resolva. Não vamos forçar nada, pois seria o mesmo que fugir do rio e se atirar no fogo.
Mais uma vez concordei, caso a garota não topasse nada não forçaríamos a barra. Chegou o tão esperado dia, e Vera foi sozinha a rodoviária apanhar a garota, eu estava ansioso para conhece-la. Quando chegaram fiquei muito satisfeito com o que vi, uma linda garota. Susana é o que pode se chamar de beleza silvestre.
Mesmo se vestindo com extrema simplicidade, notava-se a beleza da moça, tanto de rosto com de corpo, a primeira coisa que me chamou a atenção foram os seios. Muito pequenos e firmes, depois olhei e as pernas e me agradaram muito.
Fui apresentado e entramos conversando alegremente em casa.
Moramos em uma grande cidade do interior gaúcho, temos uma casa grande, de madeira, um chalé muito bonito, temos um grande quintal com muitas árvores, numa rua muito tranqüila.
Susana ficou maravilhada com nossa casa, quando Vera lhe mostrou seu quarto a moça parecia uma criança que acaba de ganhar um sonhado presente, era só felicidade, começou me chamando de senhor, mas Vera alertou-a imediatamente que não precisava nada disto: _ O Fábio não gosta. Como disse antes, não existem segredos entre eu e minha mulher, nosso banheiro foi previamente preparado para que pudéssemos ver lá dentro, isto é, temos alguns visores nas paredes, às vezes recebemos visitas e, quando são pessoas bonitas e que não são liberais, nós as olhamos pelos buracos escondidos na parede.
Portanto assim que a moça foi levada até o banheiro, minha mulher me convidou a conhecer melhor a garota. Nossa! Que corpo. A moça se despiu com calma, eu gozava a visão de cada peça que saia daquele corpo lindo, quando ela tirou a blusa, eu engoli em seco, os seios não tinham nenhuma caída, os bicos róseos apontavam para cima, quando por fim ela tirou a calcinha, eu fiquei deslumbrado, além de um lindo par de coxas, sua vulva era cheia e com poucos pelos. Lábios carnudos e muito inchada. Vou descrever a garota, morena muito clara, quase branca, deve medir 1,70m uns 70 kg, cabelos longos, olhos grandes, boca muito sensual, uma barriga quase perfeita e um belíssimo par de pernas, além de uma empinada bunda.
Fiquei louco de tesão com a visão do banheiro, mas como não podia fazer nada, pelo menos por enquanto, fiquei aguardando os acontecimentos. O quarto da moça era ao lado do nosso, portanto de uma coisa ela não poderia escapar, ouvir os gemidos da Vera, pois esta além de fazer um verdadeiro escândalo quando transávamos, tendo alguém por perto a coisa fica pior, ou melhor. Porém nos primeiros dias não quisemos assustar a moça.
Os dias foram passando, e a moça se tornou muito amiga, era muito meiga e carinhosa, e eu já arriscara alguns abraços, sem nenhuma resistência, lhes compramos algumas roupas, Vera me contou rindo que ela achara muita graça, quando minha mulher lhe deu algumas calcinhas, ela as achou muito pequenas, mas que ficaram lindas nela.
Um sábado a noite, as coisas começaram a mudar. E não precisamos forçar nada, foi à própria Susana quem tomou a iniciativa, mesmo que sem que nós soubéssemos, até não esperávamos este desfecho. Nesta noite, estávamos na cama, falando baixinho justamente sobre a garota, que até agora não tínhamos tentado ou notado qualquer coisa da parte dela. Susana talvez tivesse medo de se insinuar para o meu lado, e não conhecendo a Vera temia que a mandasse de volta, e isto ela não queria por nada deste mundo.
De repente Vera me fez um sinal com o dedo, mandando que eu ficasse atento ao quarto ao lado, me liguei e começamos a ouvir passos cuidadosos do outro lado. Vera então me disse:_ esta putinha está procurando um buraco na parede para nos espionar, tenho certeza, logo os passos cessaram. _ achou disse Vera, então amor, vamos dar o que ela quer. E se levantou falando mais alto: _ amor que tal uma trepadinha, a estas alturas a Susana já dormiu.
Vamos amor, eu estou louco de tesão, e enquanto Vera se livrava da camisola, eu também comecei a me despir, já estava com o pau que mais parecia um ferro só de falar sobre a garota.
Pena que não tínhamos certeza de onde ela estava, poderíamos lhe dar um verdadeiro show, mas isto ficava pra outra noite.
Começamos ainda de pé Vera se ajoelhou e abocanhou meu pau dando uma gostosa chupada, eu gemia exageradamente: _ assim amor, chupa gostoso, engole mais, vai, e se a garota estava vendo alguma coisa, iria ter a visão de um pau de 20cm, muito grosso e cheio de tesão.
Depois foi a minha vez de retribuir a caricia. Vera nunca agüentou uma língua em sua rachinha de pé, suas pernas ficam bambas e se eu não parar ela é capaz de cair, eu a levei para a cama, ela abriu bem as pernas e eu comecei nos seus lidos seios e fui descendo, até encontrar sua buceta, onde comecei a brincar com seu clitóris. Vera não se continha e gritava pedindo mais, depois eu penetrei minha mulher e demoramos bastante a gozar, estava muito bom para o início.
No outro dia durante o café, olhei para a moça para ver se descobria alguma evidencia, nada. Pelo menos foi o que achei, talvez tivesse medo. Não sabia o que estava apenas começando.
Vera saiu para dar uma volta com ela, eu fui ao seu quarto, escolhi um bom local, bem próximo ao guarda roupa, e com muito cuidado, consegui retirar um pequeno nó da madeira, deixando um pequeno orifício, por onde ela poderia ver todo nosso quarto. Testei a aprovei, quando voltaram, Vera mandou que a moça fosse comprar algo ali perto e fizemos o teste, Eu fiquei em nosso quarto e Vera foi para o quarto ao lado, e também aprovou: _ se vê tudo, perfeito, disse ela.
Nesta noite nos recolhemos mais cedo, demos um tempo fingindo esperar a garota dormir, o buraco na parede fica a altura da cama, de modo que ela assistiria tudo com uma visibilidade e tanto. Quando ouvimos seus passos em direção ao visor, começamos nossa festa. Sempre por um gostoso 69, depois perguntei se a Vera não queria fazer na cadeira, ela aprovou, eu me levantei, coloquei uma cadeira de espaldar alto que temos no quarto, bem próximo ao visor, Vera colocou um pé sobre a cadeira de modo que sua buceta ficou a menos de um palmo do visor, eu vim por trás dela, ela curvando um pouco o corpo para frente para facilitar a entrada, guiei o pau até sua racha, novamente Vera endireitou o corpo, e eu comecei a entrar. Aos poucos fui enfiando o pau em sua úmida buceta, a garota tinha uma visão total. Comecei a me movimentar dentro da Vera, esta gemia e pedia mais: _ vai amor, estar entrando tudo, assim, me aperta, me fode, ai que delícia, mete, mete, como minha mulher goza várias vezes não me surpreendi quando a vi jogando a bunda contra meu corpo e gritar: _ estou gozando, rápido agora, ai, ai, aiiiiiiiiiiiiiiiiiii! E eu tinha certeza que a moça podia ver até as coxas da outra toda arrepiada. Continuei fodendo, e quando gozei, Vera gozou mais uma vez, mas nossa surpresa mesmo foi quando ouvimos gemidos baixinho do outro lado. Claro a garota também gozara. Depois disto quisemos ter certeza de que ela estava mesmo ali, aguçamos os ouvidos e segundos depois, ouvimos passos muito cuidadosos e com o ouvido colado a parede de madeira, a cama dela ranger bem devagar, ela se deitava cuidadosamente para não se denunciar. Estávamos no paraíso, ela nos proporcionaria muito prazer sem dúvida, e já começara.
Dois dias depois Susana perguntou a Vera se ela se importaria caso ela fizesse uma modificação em seu quarto, Vera respondeu que não, que o quarto era dela, que ela poderia arrumar como quisesse, depois da modificação fomos dar uma olhada, ela trocara o roupeiro de lugar, e colocara sua cama de modo a não precisar sair dela para nos espionar, safada.
_ Bem esperta esta putinha comentou Vera. Nesta noite lhes demos mais um espetáculo, após gostosas preliminares, eu me sentei na beira da cama, de frente para o buraco na parede, Vera ficou de pé a minha frente, de costas para mim, sentou-se no meu pau, e depois de todo dentro, sentindo o maior tesão sabendo que ela a tudo via.
Vera cavalgou heroicamente o meu mastro até que não resistindo mais começou a gritar: _ Ai! estou gozando, ai que gostoso, que delícia. E atirava o corpo sobre o meu enterrando tudo que podia dentro de si, em seguida eu também gozei e a Vera fez questão de sair bem devagar do pino, dando a garota uma bela visão, como eu gozei depois da Vera esta me disse que enquanto eu gozava ouviu gemidos do outro lado, sinal que nem só nós dois havíamos gozado. Eu me lamentei por não ter ouvido nada, nem podia.
Estas festas duraram um certo tempo e nunca notamos nada na moça que demonstrasse que fazia aquilo, até que chegamos a conclusão que aquilo estava ficando rotineiro, e que teríamos que avançar mais. Uma noite Vera saiu com Susana, eu entrei em seu quaro, deixei a luz do nosso quarto acesa e deixando o quarto da moça escuro, pude ver todos os furos na parede por onde ela poderia nos espiar, tapei todos, deixando apenas o que eu mesmo fizera. Porém fui ao meu quarto e pegando uma cadeira com uma jaqueta no espaldar, coloquei-a em frente ao buraco obstruindo-o
Elas chegaram, jantamos, fomos para a sala assistir tv, em dado momento Susana foi ao seu quarto e voltou demonstrando estar nervosa. Como Vera estava por dentro do nosso plano, fingimos ignorar, aquela noite seria diferente, Susana não prestava atenção à tv, comia as unhas. De repente Vera chamou Susana para ir ao nosso quarto, queria lhe mostrar umas fotos, a garota deu um pulo, saiu na frente. Assim que a moça entrou no quarto dirigiu o olhar para o lugar do seu visor, e ali viu a cadeira com a jaqueta, o que lhe tirara totalmente a visão, ela então calmamente, pegou a cadeira puxou para um lado e sentou-se. Elogiou muito o quarto e depois de ver as fotos que minha mulher lhe mostrara, com certeza não prestara nenhuma atenção e quando foram sair, ela pegou a cadeira e colocou bem longe do lugar anterior.
Vera então disse, não querida, esta cadeira fica aqui, não gosto de mudar nada, vamos deixamos o Fábio sozinho na sala, e voltaram, notava-se que a moça estava num pé e noutro, era visível sua contrariedade.
Nesta noite de repente o tempo se preparou e não demorou muito a cair pesada chuva. Nos recolhemos mais cedo que de costume, depois do rotineiro espaço que sempre dávamos fingindo esperar a moça dormir, começamos nossa conversa, Vera parecia estar a meses sem relação, sem nenhum fingimento e na ansiedade que nosso plano funcionasse, ela estava louca de tesão, e eu também é claro.
Deixamos uma luz acesa em um corredor, começamos nossas caricias e Vera estava toda arrepiada, nesta noite usei um creme que retarda a ejaculação, dei uma boa chupada nela, e começamos a ouvir os passos da moça no quarto ao lado, a procura de algum buraco, parecia uma fera enjaulada, não conseguiu nada disse a Vera, tomara que funcione, não tirávamos o olho da fechadura do nosso quarto.
De repente total silencio, Vera perguntou: _ será que desistiu? Não sei, respondi, vamos aguardar, continuamos nossa explicita provocação, com gemidos e suspiros, até que minha mulher viu uma sombra que se aproximava da porta do nosso quarto. Fez-me um sinal, nossa meu coração disparou, agora era só dar prosseguimento ao plano, não tinha como falhar.
Olhei para o buraco da fechadura e não via mais a luz do outro lado, ela estava ali de olho colado. Vara estava com meu pau na boca, eu lhe pedia que fizesse gostoso, pois depois faria também com ela, e fiz, de vez em quando enquanto a chupava eu perguntava baixinho: _ e, ela fazia sinal que a moça continuava firme. Depois perguntei se a Vera não estava a fim de um anal, nunca fizéramos para a garota assistir. _ Ai! Amor quero sim, espera, gosto na cadeira, e pegou a cadeira se pondo de joelhos sobre ela, eu cheguei bem perto da porta, para pegar um gel lubrificante, fiz questão que a putinha visse meu pau bem de perto, passei ainda a língua na bucetinha da Vera, e também no cuzinho. Depois quando me preparava para passar o gel no pau, Vera disse Amor antes me alcança aquela toalha ali, por alguns segundos eu ficaria fora do anglo de visão da garota.
Assim que me afastei, rapidamente peguei o trinco e abri a porta, Susana deu uns três passos e parou perto da Vera, ela estava encostada a porta, perdeu o equilíbrio e foi parar dentro do quarto.
Nunca vi ninguém tão enrolado, não sabia o que dizer, estava muito pálida, quando conseguiu articular algumas palavras disse gaguejando muito: _ Desculpem, eu fiquei com medo, tenho muito medo de trovões, chovia muito, mas não ouvíramos nenhum trovão. _ Tudo bem querida, calma, dizia a Vera, fique calma, não estamos bravos com você, em dado momento eu pensei que a garota fosse ter um ataque tamanho era seu desespero, também a abracei dizendo: _ calma, calma, fique tranqüila, agora está tudo bem, não precisa ter mais medo, meu pau a estas alturas estava encostado a sua coxa.
Depois de algum tempo ela ficou mais calma e ai olhou para o meu pau que agora estava mais duro ainda, e disse: _ estou mais calma agora, vou voltar para o meu quarto. Vera pegando seu rostinho, perguntou carinhosamente: _ tem certeza que é isto que quer mesmo? _ Porque não fica conosco, pra nós será um prazer tê-la aqui. A garota estava toda atrapalhada, nós continuávamos nus, eu de pau duro, Fique aqui disse eu, depois pode voltar a trovejar e ai como é que fica? Vera levou a mão ao peito da garota e disse: veja querido como seu coração está acelerado, pegou minha mão e a colocou sobre o seio da moça, nossa que coisa gostosa, como eu imaginava, firme, o biquinho duro.
Querida vá lá na cozinha e prepare uma água com açúcar para Susana enquanto eu tento acalma-la. A garota continuava sem dizer mais nada. Vera se levantou e saiu, como eu continuava segurando o seio da moça, comecei a lhe fazer um gostoso carinho no biquinho, ela fechou os olhos, estava entregue. Quando Vera entrou com o copo com água, a garota tomou e eu sequei os seus lábios com os meus num ardente beijo.
Vera então disse para a moça: _ Vamos lá mocinha, já notou que é a única diferente neste quarto, vamos livra-la dessa camisola. E assim o fez, a moça ficou corada novamente, pois estava sem calcinhas. A partir daí nosso quarto virou um verdadeiro bordel, novamente eu sentei a beira da cama e Vera mandou a garota se ajoelhar ao lado, colocou meu pau em sua boca e ficaram se revezando, Vera tirava o pau da boca da garota e colocava na sua, como se a estivesse ensinando a chupar, depois foi a minha vez deitamos a moça de costas na cama, Vera lhe abriu bastante as pernas, depois de me esbaldar mamando seus lindos seios, ataquei sua buceta, era menor que a da Vera, mas também linda.
No momento de penetra-la, puxei a garota de modo que suas pernas ficassem para fora da cama, coloquei-me entre elas, Vera ao nosso lado, perguntou se ela tomava algum tipo de comprimido, ela negou, então se virando para mim disse: _ Não vai poder gozar dentro dela, não vá esquecer amor. E pegou meu pau guiando-o para a buceta da garota, quando encostou a cabeça entre os lábios, começou um gostoso movimento para cima e para baixo, passava forte na entrada, a cabeça sumia, senti o corpo da moça se chegando tentando engolir a vara, Vera continuou, depois encaixou a cabeça na entrada e eu pressionei sentindo a cabeça entrar, como estava quente, a garota deu gemido: _ isto! Vai agora, mete tudo vai, levei as mão a sua barriga, e sempre olhando para sua buceta fui enterrando o pau, aos poucos ele ia sumindo, olhei para os seios dela, ela quase não tinha seios agora, levara os braços para trás da cabeça e os seios quase sumiram, mesmo assim eu me apoiei em seus ombros e comecei a chupar um depois o outro enquanto ia entrando aos poucos nela. Ela gemia muito: Ai! É grande, ai está doendo um pouco, mas não pára, vai mete tudo, eu quero, mete.
E eu meti, senti quando meu corpo encostou ao dela, havia entrado tudo, beijei sua boca e comecei a me movimentar, muito apertada aquela buceta, aos poucos ela foi relaxando e agora já mexia os quadris como uma verdadeira putinha.
Eu notava o tesão que minha mulher estava sentindo, de repente ela afastou meu rosto dos seios da moça e assumiu meu lugar, para mim nenhuma surpresa, para Susana sim, esta olhou espantada, mas nada disse continuando gemendo.
Agora eu tirava o pau até aparecer a cabeça e o enfiava novamente de uma só vez, arrancado gritos de prazer da garota, esta não demorou muito a começar a gritar: _ aiiiiiiiiiiiiii, aiiiiiiiiiii, fode, fode, que estou gozannnnnnnnnnndddddooo, e foi lindo, porque tive que segura-la firme para que meu pau não saísse da sua buceta, tamanho era a violência dos saltos que a garota dava.
Deixei-a gozar a vontade, gozei a visão do seu rosto transtornado pelo prazer, ela rangendo os dentes, revirou os olhos e parecia possessa. Quando por fim se atirou na cama, cansada, eu continuei fodendo sua buceta com violência, sabia que isto lhe provocaria mais prazer ainda. Vera ao seu lado avisou: _ ele vai gozar em sua boca querida, já que não pode gozar em sua buceta. Prepare-se. Ta, ta, dizia ela, eu continuei fodendo, quando senti que não dava mais para segurar, dei algumas estocadas fundas e arranquei o pau daquela gruta quente e gulosa, e rapidamente levei o pau à boca da moça, esta abriu a boca abocanhando meu pau, o primeiro jato de leite foi direto a sua garganta, ele se afogou e tossiu violentamente me jogando tudo no peito, eu terminei de gozar sobre o seu rosto e seios, que Vera espalhava com a mão sobre os lindos peitinhos.
Agora que dormíamos juntos, todas as noites e às vezes durante o dia, assim que sentíamos vontade transamos loucamente. Algum tempo depois Suzana gritando muito perdeu a virgindade do cuzinho e foi mais uma festa. Tenho portanto duas fêmeas cheias de tesão e amor pra dar em minha cama todas as noites.
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