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Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:34 pm Assunto da postagem: A BELA MEGERA |
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A BELA MEGERA
Esta é a história de Rogério, não precisamos conhecer seu sobrenome. Isto não nos traria o menor prazer, já que é isto que esta bela história nos propõe. O caso será contado pelo próprio personagem. Vamos a ela:
Nasci em uma pequena vila no interior de Pernambuco e apesar de muito pobre, desde muito cedo descobri que era muito sonhador, sonhava com viagens, cidades grandes, sempre que pegava uma revista devorava tudo imaginando como seria o Rio de Janeiro, Recife, São Paulo e certa vez vi uma foto da cidade de Nova York e fiquei maravilhado: prometendo que um dia conheceria todas aquelas metrópoles.
Muito bem, de uma família muito pobre, eu ganhava algum trocado carregando água em jumentos, mas sempre me dediquei muito aos estudos. Com 13 anos de idade perdi meus pais adotivos, pois não conhecera os verdadeiros, e fiquei meio perdido no mundo. Até o dia que apareceu na vila um tio vindo do Rio de Janeiro, cujo nome eu sempre ouvira falar, mas que não conhecia pessoalmente. Veio visitar a família e trouxe muito dinheiro pois estava sempre fazendo festa e comprando coisas novas. O certo é que o tal tio se interessou por mim e quando regressou, eu já fazia parte da sua família. Como ele não cansava de dizer para os parentes: Este menino só volta aqui quando for doutor, isto eu garanto, pois todos lhe falavam da minha força de vontade em relação aos estudos, que mesmo precários naquele lugar, mas que eu sempre me destacava.
Foi uma viagem linda, eu não me cansava de admirar os lugares por onde o ônibus passava, eu nunca andara de ônibus. Maravilhado mesmo fiquei, sem conseguir falar nada quando dois depois chegamos a Cidade Maravilhosa, nossa quanta beleza, prédios enormes avenidas que pareciam não ter fim, e o mar. Que coisa maravilhosa, já tinha visto num filme preto e branco que passara lá vila, mas agora estava vendo a cores e ao vivo. Pegamos um táxi e partimos para minha nova casa, prometi a mim mesmo que jamais sairia daquele lugar maravilhoso. O táxi pegou a avenida Brasil e eu encantado com a quantidade de automóveis que passavam em todas as direções, estava realmente encantado. Chegamos a Duque de Caxias e logo na casa do meu tio. A casa não era grande, mas bem bonitinha e pude ver que a rua era bastante movimentada. Quando o táxi parou na frente da casa, desta saiu uma morena lindíssima, era uma garota alta, cabelos pela cintura, tinha um corpo escultural e muito bonita de rosto, saiu da casa de braços abertos para abraçar o marido, não devia Ter mais que 19 anos. Mas o meu tio deveria ter uns 30, depois fiquei sabendo que tinha até mais. Entramos e depois das apresentações, me disseram onde era o banheiro e o meu tio foi lá me ensinar como se usavam aquelas coisas que pra mim era novidade, tomei um bom banho aproveitando bastante, pois sabia que só lá na minha terra não tinha água. Depois jantamos e fui dormir,eu quase não consigo dormir de tanta felicidade, no outro dia era um sábado, portanto meu tio não trabalharia e ficamos em casa, e os dois começaram a traçar planos para o meu futuro como novo membro da casa.
Meu tio trabalhava na Marinha Mercante, passava longos períodos viajando, talvez mais por isto tinha me trazido, para não deixar a esposa sozinha durantes estas viagens, e sabendo de onde eu vinha poderiam me moldar a seu gosto. Para encurtar a história me colocaram numa escola próximo a sua casa e nos primeiros dias eu comecei a sofrer, ou pelas gozações dos colegas, por causa do meu sotaque, como também descobri que não estava tão adiantado assim. Porem com muita força de vontade fui conseguindo superar todos os obstáculos e logo também já me destacava no colégio com um garoto inteligente.
Agora vamos ao núcleo da minha narrativa, a única coisa que não consegui conquistar foi a minha nova tia. Uma semana depois que havia chegado aquela casa, ela começou se queixar ao marido, por qualquer coisa, e meses depois tanto eu como ele descobrimos que ela não me suportava. Às vezes os via discutindo e ele tentava me defender, Você precisa ter um pouco de paciência com ele, é apenas um menino e está se adaptando a uma vida nova. Nada. Ela não mudou e passou a me perseguir implacavelmente. Afinal era sua mulher, e que mulher. Todas as noites eu me masturbava imaginando aquela delicia morena de pernas longas e seios firmes em meus braços.
Um dia, cheguei em casa e ela estava no banheiro, e eu muito nervoso, fui descalço e com muito cuidado e olhei no buraco da fechadura. Quase morri de tesão ao ver aquela mulher totalmente nua, eu nunca vira uma mulher tão bonita como aquela totalmente nua. Continuei a espiona-la por muito tempo.
Ela infernizou tanto a minha vida e a do meu tio, que um dia ele me falou que teria que me mandar embora. Você não faz nada para conquistar a Vera, este era o seu nome, e do jeito que está não dá pra continuar. Inclusive tomei algumas surras dele por coisas do que ela inventou a meu respeito.
Já fazia 3 anos que eu chegara aquela casa. Me agüentava, pois precisava terminar o segundo grau. Outra coisa que ela não suportava era receber elogios do colégio onde eu estudava, pois do segundo ano em diante não dei mais chance a nenhum aluno tirar nota melhor que as minhas.
Estava eu com 18 anos, era um garoto muito alto e forte, praticava judô todos os dias e gostava muito de jogar bola. Como jogava mais ou menos, logo arranjei muitos amigos, que iam a nossa casa me convidar para jogar, ou para assistir alguns filmes em suas casas, na maioria das vezes ela não permitia, quando meu tio não estava em casa.
Minha vida era um inferno, e além do mais, eu amava aquela megera, pois sua maldade para comigo não escondia em nada sua beleza que cada dia aumentava. Certo dia meu tio nos reuniu e anunciou uma grande viagem para o exterior. Após muita recomendação a ambos, como: Olha, eu vou ficar um bom tempo fora, será que posso viajar despreocupado com você meu rapaz? Se na volta eu tiver qualquer queixa pode ter certeza que não o quero mais em minha casa. Você volta pro nordeste. Nesta época eu já estava empregado em uma grande casa de ferragens, e tinham construído nos fundos da casa uma espécie de kitnete, que era onde eu morava. Só fazia as refeições com eles. Estudava a noite e saia do colégio direto pra casa, principalmente agora que ele estava fora. Apesar do tesão que sentia pela tia, nunca demonstrei nada.
Fazia já uma semana que ele se fora viajar, e até que ela tinha largado um pouco do meu pé. Porém nunca me tratou com carinho ou mesmo amizade, sempre grossa o que destoava daquela beleza morena. Uma noite na saída da escola, um colega me disse que tinha pego uns filmes pornôs e me convidou para ir a sua casa, já que seus pais tinham ido para a região dos lagos. Não pensei muito e aceitei. Caramba, não era sempre que surgia uma oportunidade de assistir a este tipo de filmes. Os filmes eram quentíssimos, tanto que esqueci que tinha que voltar pra casa. Cheguei eram quase duas horas da madruga. Era a primeira vez que isto acontecia. Entrei tentando não fazer nenhum barulho para não incomodar ou mesmo assustar a tia. Cheguei ao meu quarto lá nos fundos, sempre me cuidando para não fazer barulho pensei em nem acender a luz. Entrei devagarinho mas teria que acender a luz, era muito escuro, acendi, quando ia começar a tirar a roupa para me deitar, escutei passos no quintal e fui verificar quem era. Eis que me surge aquele mulherão numa longa camisola, com um roupão por cima, estava linda. Com os cabelos longos soltos, era um tesão aquela mulher. Durante o tempo em que estive vendo aqueles filmes, sempre a colocava no lugar daquelas do filme e eu no lugar dos caras, ali fudendo sem parar.
Entrou no meu quarto, colocou as mãos na cintura fina estufou aqueles seios que me deixavam louco e perguntou _ Posso saber onde o senhor esteve até a estas horas seu Rogério? Tirei coragem não sei de onde, mas resolvi que enfrentaria aquela mulher, desta vez ela não iria me humilhar como sempre fizera. _ Pode. Respondi. Um colega me convidou para ir a sua casa assistir uns filmes e eu fui, gostei tanto dos mesmos que esqueci da hora de vir embora. _ Que tipo de filmes? _ Bem. A senhora quer a verdade, certo? Perguntei de cabeça erguida olhando dentro dos seus olhos._ Eram filmes pornôs. Mesmo a conhecendo há muito tempo não esperava pela reação a seguir. Ela levantou a mão e começou a desce-la em direção ao meu rosto, seria uma sonora bofetada, mas eu muito ágil segurei seu pulso quando este já se aproximava bastante, e com muita firmeza passei o seu braço por trás de suas costas e puxei seu corpo de encontro ao meu. Ela tentou ainda se desvencilhar, mas não conseguiu. Com a mão livre tentou me arranhar o rosto, ai eu a empurrei com violência sobre a cama. Ela caiu de costas, e neste movimento abriu as pernas eu tive uma visão celestial, suas coxas perfeita e de uma calcinha azul muito pequena, que mal lhe cobria a racha.
Não perdi um segundo, me atirei sobre ela e segurei seu pescoço com as duas mãos, ai ela se assustou . vi o terror em seus olhos. _ Não me machuque por favor. Eu estava louco, os filmes já haviam mexido muito comigo, agora a visão daquela mulher quase nua e sob o meu corpo, totalmente dominada, eu não podia pensar muito, até onde havia chegado já era motivo suficiente para que seu marido quisesse me matar, eu não iria querer correr esse risco só por segurar o corpo da sua mulher e depois deixa-la ir embora. Não mesmo, iria bem mais longe, não havia mais como parar. Mesmo porque achei que morreria ali mesmo, pois meu coração mais parecia uma bateria de escola de samba. Soltei seu pescoço e segurei seu rosto lindo, agora pálido, e levei meus lábios aos seus. Tinha quase certeza que ela me morderia, aquela mulher me odiava. Para minha surpresa ela parou de se debater e entreabriu os lábios ao contato dos meus. Quando senti que ela não reagia, levei a mão direita em direção da sua perna e fui levantando a camisola e alisando sua coxa pelo lado externo até chegar a sua deliciosa vulva. Ouvi um pequeno gemido. Falei baixinho com muito nervosismo ao seu ouvido: quieta, não vou machuca-la, fique quietinha, acariciei sua bunda e fui levando a mão em direção a sua buceta, coloquei a mão por dentro da calcinha e achei que ela abriu um pouco as pernas para facilitar. Coloquei o dedo entre os lábios carnudos de sua buceta, e mais um gostoso gemido, ela não falava nada, mas estava entregue as minhas caricias. Ai eu me levantei rapidamente, tirei minha roupa todo atrapalhado sempre cuidando para que ela não se levantasse e saísse correndo.
Nada. Permaneceu como estava, a camisola levantada mostrando o belo par de coxas e a calcinha recheada por aquela buceta que eu já vira muitas vezes mas que nunca imaginei ver de tão perto, e que seria minha em minutos. Nada mais me demoveria deste intento. Ela viu o tamanho do meu pau e como estava duro, para um rapaz de 18 anos meu pau é um exagero, sei porque às vezes tomo banho com o pessoal no judô e já fui alvo de muitas gozações. Abaixei-me e livrei-a das calcinhas, mais uma vez ela abriu as pernas como um convite. Levei a boca até a sua buceta e comecei a passar desajeitadamente a língua na racha, eu vira como os caras no filme faziam, nunca tinha chupado uma buceta, senti o cheiro gostoso, ela também já fazia dias que não transava, era jovem e também sabia que não pararíamos por ali, começou a gemer baixinho ao contato da minha língua. Colocou uma mão suavemente sobre minha cabeça, como que para eu não parasse de chupar. Chupei bastante aquela gruta macia de pelinhos aparados e beiços grossos, como vi no filme. Também passei a língua no seu cuzinho, ela delirava baixinho, pela primeira vez desde do tempo que nos conhecíamos eu ouvi aquela mulher pronunciar o meu nome sem rancor._ Ai Rogério! Ai querido que gostoso. Larguei a sua buceta e ajudei-a a tirar a camisola. E colocando-a novamente de costas na cama fui para cima dela, peguei meu pau e guiei para sua rachina, senti a cabeça encostar-se aos lábios quentes, forcei um pouco e senti que entrava. Já havia comido algumas mulheres, nenhuma como aquela e nem naquelas circunstâncias. Fui entrando, sentindo um calor maravilhoso no pau e em todo meu corpo, quando me deitei sobre ela e comecei a mamar seus peitinhos senti seus braços em minhas costas me apertando, puxando meu corpo para si, fui entrando devagar naquele corpo tão sonhado, ela me recebia com carinho nem parecia a Vera de outrora. Agora implorava para que eu a penetrasse, enfim senti que tinha entrado todo, ai comecei a mexer, beijava a aquela boca úmida, ela gemia gostoso, não me importava o que acontecesse depois, eu queria era fuder aquela mulher linda, tirava e enfiava novamente e ela pedia mais: _ mais fundo amor, mais fundo, me beija.
De repente não consegui mais me segurar e comecei a gozar como um louco dentro daquela buceta quente e apertada que parecia sugar o meu pau. Ela também começou a gritar e a me apertar mais ainda e a enchi com meu leite abundante e quente, foi um gozo enlouquecedor, urramos e gritamos grudados um ao outro, parecia que não íamos terminar mais, por fim paramos extenuados. Eu permaneci dentro dela por mais algum tempo, nossas respirações parecia que havíamos corrido desesperadamente por muitos km, ela muito suada, olhos fechados, seu peito subia e descia como se estivesse morrendo. Depois de algum tempo eu a beijei na boca mais uma vez e sai de dentro dela, ela gemeu mais uma vez. Ainda fiquei olhando aquele corpo maravilho, as pernas lindas abertas, a buceta encharcada pela minha porra, agora escorria para o lençol branco, formando uma poça abaixo da sua bunda maravilhosa.
Ai ela abriu os olhos, me olhou com um lindo sorriso, se levantou, vestindo apenas o roupão pegou sua camisola e a calcinha e deixou o quarto em direção a casa.
Comecei a pensar enquanto tomava um banho ainda sentindo o perfume daquela fêmea maravilhosa no meu corpo. Bem logo cedo pegaria minhas poucas coisas e daria o fora, claro que não poderia continuar naquela casa depois do ocorrido. Não consegui dormir, logo que começou a clarear o dia, peguei uma sacola e comecei a arrumar algumas roupas, meus livros. Era com muita tristeza que eu iria embora, mas teria que pagar pelo crime de ter estuprado a mulher do meu tio. Tomei uma decisão iria para São Paulo, tinha algum dinheiro guardado, e lá arranjaria um novo emprego e tocaria minha vida.
Não tinha terminado de arrumar tudo quando ela entrou novamente no quarto, agora de calças jeans e camiseta. Estava linda como sempre. Parecia radiante. Entrou e foi perguntando: _ o que você está fazendo? Estou me preparando para cair fora. O que fiz ontem não foi certo e não posso mais ficar aqui nem mais um dia.
_ Deixa de ser criança. Você não tem pra onde ir, larga já essa sacola, e vai pro teu trabalho. Será que você é tão burro em não pensar em mim? O que eu diria ao teu tio quando ele voltar e não te encontrar aqui? Que desculpa eu darei para tua partida, e as dúvidas que ficarão na cabeça dele. Para com isto, vem tomar teu café para ir pro trabalho, na volta faremos tudo de novo. Prometo, e me ofereceu os lábios para um gostoso beijo.
Esta mulher foi minha amante por mais 2 anos. Quando realmente tive que deixar a casa deles, e seguir minha vida, às vezes eu os visito e quando temos uma oportunidade eu a fodo com loucura. Meu tio nunca desconfiou de nada e hoje somos bons amigos. Sou um cara que não perde uma oportunidade para uma aventura sexual, mais nunca mais encontrei uma mulher tão gostosa como Vera. |
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