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Publicado: Thu Oct 01, 2026 9:32 pm Assunto da postagem: A ESCRAVA |
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A ESCRAVA
Há pouco mais de um ano nos mudamos para a cidade da minha mulher, morávamos no Rio de janeiro, passamos a morar no Rio Grande do Sul. Passamos exatos 15 anos fora, portanto na volta encontrei o lugar cheio de novidades como era de se esperar. Mas a melhor de todas mesmo foi uma sobrinha, que quando saímos era apenas uma menina, e agora se transformara numa linda mulher.
Nara, esse é o seu nome, tornou-se o que costumamos chamar de Boeing. Loira, alta, esguia, seios pequenos e firmes, cintura fina e pernas longas e bem torneadas, um bum bum maravilhoso além de um rosto angelical. Veste-se sempre como uma menina, apesar de já ter passado dos 20 anos. Nunca usa sutian e a coisa mais simples é ver suas calcinha, porque as saias que usa, mais a desnuda que a veste.
Desde a nossa volta, Nara demonstrou por mim uma antipatia tão grande que logo toda a família notou. Não sei se foi o meu jeito de olhar para ela, o certo que a moça passou a me odiar tão logo nos reencontramos. Quase não fala comigo, e quando o faz é geralmente seca e ríspida. O pior de tudo, é que sinto um imenso desejo pela moça. Que está noiva de um figurão da cidade. Sua família não é rica, porém ela vive como uma verdadeira princesa.
Como também não sou rico, assim que cheguei a cidade arranjei um emprego na companhia de eletricidade, coloquei minha camioneta no serviço e estava gostando muito do meu novo emprego. E passei a ama-lo muito mais depois que presenciei um certo flagra que passo a narrar:
Existem alguns motéis na cidade, mas um é especial. O Requinte, muito luxuoso e caro, só os granfinos do lugar o freqüentam. Certo dia eu recebi ordem de fazer um reparo próximo ao tal motel, cheguei peguei meu equipamento subi no poste e foi aí que vi que dali podia ver quase tudo no interior do motel. Vi algumas portas fechadas, sinal que alguém estava se divertindo e pensei: e eu aqui trepado num poste.
Não demorou muito e uma das portas começou a se movimentar, prestei a tenção para ver quem sairia dali. De repente vi um cara de meia idade, alto, corpulento se dirigir para um belo automóvel azul, fiquei a espera da companheira. Não fosse o equipamento de segurança, com certeza me esborracharia no chão, tamanha foi a minha surpresa, quando vi a Nara em carne e osso, olhar para todos os lados e entrar apressadamente no automóvel. Como tenho uma visão e tanto, consegui anotar a placa do carro. Então era assim que aquela putinha enganava a todos. Minha surpresa fora grande, mas, ela teria uma maior. Minha vingança seria cruel, ah! Se seria...
Passei alguns dias sem vê-la, parecia até que a putinha adivinhara minhas intenções, não aparecia lá em casa. Um sábado à tarde minha mulher saiu para fazer algumas compras, eu fiquei em casa deitado. Levantei-me, peguei a agenda telefônica e encontrei o celular da Narinha. Disquei e ouvi sua voz do outro lado: _ Oi tia, tudo bem? Sabia que eu não ligaria para ela, ou não ligava normalmente. _ Surpresa! Não é a tia, é o tio. Tudo bem com você? _ Tudo. Respondeu com secura. _ Algum problema?
Eu havia preparado um longo discurso, para depois chegar onde queria, mas o modo como ela me tratou me deixou tão irritado que resolvi que iria direto ao assunto. E disse sem muito preâmbulo: _ Problema nenhum querida, acontece que te vi em um carro quarta feira, depois sonhei com o dito cujo, queria saber o número da placa para fazer uma fezinha. Pode me fazer essa gentileza?
_ Quarta feira, carro, que carro? Não sei de que está falando. Onde me viu nesse carro?
_Saindo Da suíte 9 do Motel Requinty. Eu por acaso estava em cima de um poste na redondeza e não pude deixar de ver. Pode me dar o número da placa agora?
_Você deve estar louco. Motel? Que é isto cara? Nem com meu noivo nunca fui num motel. O melhor que você faz, é parar agora com esta gracinha ou pode se dar muito mal. A puta ainda tinha a cara de pau de me ameaçar.
Tudo bem querida. Já que não pode me fazer o favor, não tem importância, eu conheço algumas garotas que trabalham ali. Com uma delas consegui o nome do dono do carro. Ariel Trajano vai ser fácil descobrir a placa. Afinal é um dos mais ricos homens da nossa região. Desculpa te incomodar. Desliguei o telefone e aguardei. Não se passara nem um minuto o telefone tocou. Era ela.
_Afinal o que quer? É claro que não é a placa do carro.
_é claro que não, respondi. Mas é um assunto delicado para ser tratado por telefone. Porque não saímos hoje à noite? Aí conversaríamos com calma.
_ Hoje? Hoje é sábado, saio com meu noivo, jantarei com seus pais. Hoje definitivamente não dá. Amanhã à tarde tu me ligas. Mas te garanto que vamos só conversar. _ Tudo bem! Apenas conversar. A partir daí comecei a montar meu plano. No outro dia as 16:00s, peguei a Nara no local combinado e sai da cidade, quando ela notou que deixava o perímetro urbano quis criar caso. Eu a avisei para que ficasse quietinha, pois eu não estava para brincadeira, conhecia os riscos da minha aventura e já os calculara todos. Ela ficou quieta, parecia bastante nervosa.
Eu conseguira um pequeno sítio de uma amiga e para á levei minha querida sobrinha. Que por incrível que pudesse parecer, nesse dia se vestia até com certo rigor. Calças jeans e uma blusa fechada. Totalmente diferente do normal. Assim está melhor pensei.
Chegamos ao local, entramos e eu fui logo dizendo: _ Você sabe muito bem o que quero, portanto vamos evitar muita conversa fiada. Tenho uma proposta a fazer, é pegar ou largar.
_ Qual sua proposta?
_ quero transar com você agora e sempre que surgir uma oportunidade. Caso contrário, todos saberão quem é você. Fui claro.
_canalha! Você é meu tio. Esqueceu?
_É esta sua resposta? Se for, vamos embora daqui agora mesmo.
_Calma disse ela quase chorando. Eu topo. Mas tem uma coisa: você pode usufruir o meu corpo, mas não terá nenhuma colaboração da minha parte. Serei como uma pedra de gelo.
_Muito bem, já conversamos muito. Agora se dispa senhora pedra de gelo. Quando vi a garota nua, quase não acredito nos meus olhos. Nunca vira um corpo tão perfeito, tudo nela era belo. Ela deitou-se numa cama de casal muito mal arrumada e mesmo assim parecia uma musa em uma bela moldura. Fiquei algum tempo admirando tanta beleza, depois também me despi. Olhei para ela e vi que fechara os olhos. Melhor assim, a surpresa seria maior. Meu pau mede 22 cm e é muito grosso, não são todas as mulheres que o agüentam.
Comecei beijando-a na boca, que lábios, ela continuou como uma morta bejei seu pescoço e fui descendo, cheguei aos seios; Nossa, que maravilha, os biquinhos apontados para cima. Coloquei um na boca, depois o outro. Nenhum sinal de vida. Fui descendo, cheguei ao umbigo, ali fiz algumas caricias depois fui seguindo um caminhozinhos de pelos dourados, sabia onde terminavam. Senti o perfume da sua linda buceta, cheia, lábios exageradamente grossos, carnudos e bem depilados, parecia uma menina. Suas coxas estavam juntas, apertadas, eu as separei devagar, passei a língua entre os lábios vaginais e senti a primeira reação, suas coxas ficaram arrepiadas. Olhei aquela buceta bem de perto, continuei lambendo suavemente, senti que ela mesma ia separando as coxas, facilitando minha invasão. Voltei a boca a altura da sua orelha e perguntei carinhosamente:_ Preciso usar camisinha? Ela não respondeu. Ótimo sinal. Voltei a sua buceta, comecei a penetra-la com a língua, ouvi um suspiro que ela tentou abafar, passei de leve a língua em seu cuzinho, este se contraiu. Vi que não dava mais para continuar com a brincadeira, preparei-me para penetra-la. Abri bem suas pernas e me coloquei entre elas. Ela sempre de olhos fechados. Encostei a cabeça do pau entre os lábios da sua buceta, nenhuma reação, pelo jeito iria continuar como morta. Veremos pensei comigo mesmo. Pressionei e a cabeça escorregou para dentro. Senti um calor inesquecível na cabeça do pau. Ela então notou que não vira o que teria que engolir. Abriu os olhos de repente e levantou a cabeça olhando diretamente para o meio das próprias pernas. Olhando-me apavorada perguntou: _O que é isto cara? Não vai querer colocar tudo isto dentro de mim, vai?
_Calma querida. Ele nunca matou ninguém. Sua tia às vezes quer até mais. Dei uma estocada forte olhando bem no seu rosto. Vi o pavor em seus olhos que quase saltaram das órbitas, um grito rouco e ela cravou as unhas em minhas costas. _ Aiiiiiiiiiiiii! Pára. Não vou agüentar. Tira, tira, ai, não empurra mais, por favor. Com a dor que senti das suas unhas, joguei o quadril para frente enterrando o que restava de uma vez. Pensei que a moça fosse desmaiar, ficou pálida de repente e fez uma careta tão grande que toda sua beleza desapareceu de repente. Comecei a fude-la com loucura, sem me preocupar com sua dor. Ela chova, gritava e eu não lhe dava tréguas, o pau saia quase até a cabeça e desaparecia novamente indo até o fundo. Parecia uma virgem de tão apertada. _Aiiiiiii! Assim você me mata. Faz mais devagar, por favor. Caí em mim, estava estraçalhando aquela menina acostumada a dar a caras normais. Comecei a diminuir o ritmo, passei a estocar mais devagar. Peguei seu rosto e pedi: _ Então colabora filhinha, geme gostoso, diz que está gostando senão eu acabo com você.
Ela vendo que não havia outra alternativa começou a gemer: _ Assim, devagar, não me machuca, vai fode devagar, goza logo que não agüento mais.
_Assim não putinha, diz que está gostando, mexe esse rabinho, facilita as coisas para você mesma. O certo é que logo a seguir comecei a notar que Nara entrava no clima, até tentou mexer, não conseguiu, a estaca era por demais grande. Novamente agora mais devagar eu tirava todo pau e o enterrava novamente. De repente senti que o mundo estava caindo sobre mim, totalmente descontrolado, segurei-a pelos cabelos e comecei a estocar forte e a gritar: _ Mexe puta. Meche que estou gozando, e joguei o primeiro jato de leite quente em suas entranha, ai perdi totalmente o controle, ouvia seus gritos mas que me pareciam longe, nunca comera uma buceta tão gostosa, tão quente e tão apertada. Urrei como uma verdadeira fera, esquecendo a fragilidade da moça enterrei o pau que sentia bater nu fundo do seu útero. A inundei totalmente. Quando terminei o meu gozo, vi que parecíamos estar em uma piscina, totalmente molhados de suor, ela parecia morta, só sua respiração descontrolada dizia o contrário. Não sei se gozou, não tive tempo para me preocupar com isto.
Continuei dentro dela, aos poucos foi se recuperando, abriu os olhos e me olhou e agora eu não vi ódio em seus olhos. Senti pena, era tarde. Perguntei:
_Você gozou? Ela demorou a responder. Depois com os olhos marejados, balançou a cabeça negando. Eu ainda estava duro dentro dela, aquele calor. _ Vou faze-la gozar. Tente, por favor. Farei bem suave, como quiser.
Comecei então com movimentos leves, tirando um pouco e agora ela estava super lubrificada o que facilitava a tarefa. Ela começou a gemer baixinho: Ai! Assim está bom. Continua assim, Mama meus seios que eu gosto vai. Colei a boca ao seu seio esquerdo e continuei fudendo-a, Ela começou a mexer, ai eu fui novamente à loucura, quando vi o pau novamente saia até a cabeça e mergulhava novamente em sua gruta alagada. Não demorou e Nara deu o seu grito de guerra: _ Agora! Agoraaaaaaaa! Fode forte empurra, com força, vai, me mata, me fodeeeeeeeee. Estou gozannnnnnnnnnnndddo e foi lindo vê-la gozar. Ela pediu mais pica, rebolou como uma cobra, mais uma vez me lanhou as costas com as unhas, não senti nada. Gozei novamente com ela e foi lindo vê-la revirar os olhos e ranger os dentes como uma possessa. Depois caiu desfalecida de costas na cama em uma cama totalmente molhada pelo suor do nosso amor.
Retirei o pau devagar, assim que a cabeça escapou, veio um verdadeiro rio de leite branco e ainda quente. Que espetáculo desceu pelo seu cuzinho e formou uma poça embaixo dela, vi sair até o último pingo, depois vi sua buceta se contraindo, nunca vira nada igual.
Depois a beijei carinhosamente e disse: _ Parece que a pedra de gelo derreteu muito rápida, veja como ficou a cama. Ela me devolveu um lindo sorriso.
A Nara se tornou minha amante, para mantermos as aparências ela continua me tratando como dantes. Só na presença da família, porque na cama ela simplesmente gamou. Hoje é casada, não tem filhos e como seu rico marido viaja muito, cada viagem significa mais um enfeite em sua cabeça. |
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