Welcome Anonymous! Please Login or Register       
clique aqui
Main Menu   
 

Publicidade 4   
 
Recomende-Nos


Usuarios   
 
AngelaBrid 00:30:13
ChristineV 05:03:11
LorenzaDre 07:16:03
samuca 10:23:50
OdessaLock 10:35:58
Clarice33E 11:14:16
RobbyBrisc 11:35:57
JudyLint 16:11:22
webmaster 21:51:26
© JAG

Total de acessos   
 
Nós recebemos
7703
visualizações de página desde janeiro 2026

Cunhada
Historias Reais


Passados alguns meses desde o início do nosso acordo de quitação da dívida, o pagamento vinha sendo cumprido semanalmente como combinado, longe dos olhares da família e nos encontrando na rua de trás da casa dela e partindo para o motel de sempre.



​Com o tempo, esse encontro semanal acabou criando um ritual que reduziu drasticamente a distância entre nós dando espaço para criar intimidades. Assuntos pessoais surgiam frequentemente em tom de desabafo, as saídas para balada foram se tornando escassas, deixando a mim como o centro daquela rotina.



​Recentemente, surgiu a tentativa de um novo empréstimo sob o mesmo modelo de pagamento, alterando apenas o prazo para uma data bem mais distante. Percebi que o valor solicitado não era realmente necessário e que, mesmo que fosse, agora, haveria a alternativa evidente de recorrer a um banco. Sentindo que havia algo não dito por baixo daquele pedido, recusei o novo crédito e seguimos.



​Algumas semanas depois, um evento familiar coincidiu com o feriado em que ocorreria o nosso encontro. Sem qualquer combinação prévia, o encontro foi implicitamente adiado por razões óbvias. Houve trocas de olhares ao longo do dia, contatos físicos curtos, mas nenhum dos dois tocou no assunto ou deixou transparecer que existia qualquer negócio entre nós.



​Horas mais tarde, passada a euforia do almoço e com a cozinha já bem menos movimentada, nos encontramos por acaso. Com o olhar sério, a pergunta veio de forma seca com a voz contida:



​— Independente da hora em que sairmos daqui — e espero que seja mais cedo do que tarde —, nos encontraremos no local de sempre?



​Me senti desconcertado com a forma direta da abordagem. Pensei por alguns segundos e respondi:



​— Melhor deixarmos para amanhã ou depois, com mais calma. Não se preocupe.



​(Houve um segundo questionamento imediato).



- Por acaso está me evitando?



Apenas sorri, acenei negativamente com a cabeça e concordei em nos encontrarmos mais tarde, mas sem definir um horário fixo.



​Ao tentar me afastar, fui segurado pelo braço e questionado sobre a minha presença. Recolhi o braço devagar, mantive o olhar firme e disse que já havia dito sim, pedindo que se acalmasse. Logo uma nova pergunta surgiu em tom mais baixo ainda, quase um sussuro.



- É mesmo necessário ficar se esfregando com a minha irmã?



Minha postura ficou erguida e meu olhar fixo nela, a energia do ambiente se estabilizou de imediato, deixando claro quem estava no comando da situação. Não respondi com palavras e as horas se passaram. A luz do poste na esquina projetava uma sombra esticada assim que dobrei a rua do nosso ponto de encontro habitual. Ela já estava lá, encostado no muro, inquieta, trocando o peso do corpo de um pé para o outro. O celular nas mãos dava um ar fantasmagórico, iluminando o seu rosto de baixo para cima, sendo usado mais pelo nervosismo do que pela necessidade. A ansiedade dela era quase física, um ruído tátil na penumbra da noite.



​— Você demorou — disse ela, a voz carregada de uma irritação mal disfarçada assim que entrou no meu carro. — Achei que a festinha da família ia durar a noite toda. Pelo visto, arrumou tempo quando achou conveniente.



​Não respondi de imediato. Apenas mantive as mãos no volante e arranquei em velocidade baixa, sinalizando com um gesto sutil que íamos em direção ao motel de sempre. O silêncio era quebrado apenas pelo estalar dos pneus no asfalto e respirações profundas.



​— Não era um compromisso flexível e você sabe — continuei, com a voz plana, sem qualquer margem para drama. — E o dia de hoje não pertencia apenas a nós.



​A tela do celular se apagou mais uma de muitas vezes e ela lançou um olhar de soslaio. Havia um tom amargo ali, uma pitada ridícula de ciúme por ter tido o seu momento semanal preterido por conversas banais de almoço familiar. A ideia de que o nosso ritual pudesse ser adiado ou ajustado conforme a conveniência a desestabilizava profundamente. Chegamos ao motel e no quarto que sempre íamos quando não estava ocupado. O lençol branco parecia nos esperar com a mesma neutralidade de sempre, mas o ar entre nós estava denso. Ao entrarmos, ela não perdeu tempo: tirou a própria roupa com uma força desnecessária, fazendo um ruído seco.



Se ajoelhou na minha frente, abriu o ziper da minha calça e começou um oral forte e profundo com meu pau ainda "meia bomba". A medida que foi ficando mais ereto, sentia a glande encostar na garganta e junto vinha um som de vômito, e quando puxava saia uma saliva espessa, não sei ao certo mas pela dormência, ela deve ter ficado nisso uns 10 minutos com a maior parte do tempo me olhando de baixo pra cima com o rosto vermelho e os olhos marejados de lágrimas.



Me livrei da roupa e ela já veio por cima, sentando e aproveitando a lubrificação da própria baba. Naquele instante me senti refém, porque ela estava sentando forte, pressionando a pélvis em mim com um ritmo bem mais acelerado que o normal, e eu não tinha controle nenhum ali. Durante todo o tempo eu nunca tinha visto ela colocar tanta pressão nos movimentos. Gozei fartamente e ela percebeu dizendo.



​— Está aí. Como combinado.



​Peguei parte da minha roupa e segui para o banheiro para me limpar. O olhar dela acompanhava cada movimento meu, o peito subindo e descendo em uma respiração curta, contida.



​— Perfeito — falei, parando entre o quarto e a porta do banheiro. Coloquei uma das mãos no batente da porta e olhei diretamente nos olhos dela. — Com essa, restam poucas. Daqui duas ou três semanas, encerramos a conta definitivamente. A informação bateu nela como um golpe físico. A mandíbula travou por um segundo e seus olhos vacilaram, buscando algo na minha expressão que indicasse uma brecha. O alívio de quem se livra de uma dívida não apareceu; em seu lugar, surgiu um micro desespero, uma rigidez que beirava o pânico.



​— Podemos rever isso — disse ela, inclinando o corpo para a frente, apoiando os cotovelos no travesseiro agora jogado ao colo. As mãos se entrelaçaram com força, os nós dos dedos ficando brancos. — O novo empréstimo que pedi semana passada... nós não precisamos fechar tudo agora. Podemos esticar o prazo, calcular os juros. Eu continuo pagando semanalmente, exatamente como fiz até hoje. Nunca atrasei um dia.



​— A sua justificativa para o novo crédito era fraca — respondi, mantendo o tom calmo, quase didático. — Agora você tem limite bancário e outras saídas. Não existe necessidade financeira para esse movimento.



​— Você não entende... — ela começou, a voz subindo meio tom antes de falhar.



​— Eu entendo perfeitamente — interrompi, sem erguer a voz, desconstruindo a cena com a precisão de um bisturi. — O valor não importa para você. O que você está tentando comprar com esse novo pedido não é dinheiro, é a manutenção dessa trepada semanal. Você precisa da dívida porque ela é a única coisa que obriga a minha presença.



​O silêncio que se seguiu foi devastador. Ela piscou devagar, o rosto empalidecendo ligeiramente sob a luz fraca do ambiente. A humilhação de ter a sua dependência exposta e colocada sobre a mesa não gerou revolta; foi aceita com um engolir em seco, um abaixar de cabeça quase imperceptível. Ela permaneceu ali, estática, absorvendo a vergonha de ter a sua verdadeira intenção nua e desprotegida diante de mim. O silêncio que se seguiu à exposição da sua dependência parecia pesar mais do que a própria noite. Ela engoliu em seco, mantendo os olhos fixos na minha direção, desarmada. A humilhação estava ali, nua, mas a necessidade de manter o vínculo falou mais alto que o orgulho.



​— Tudo bem — disse ela, com a voz baixa, quase rouca, recompondo-se a custo.



— Senta aqui por favor, apontando um lugar na cama a sua frente. Vou até a cama e me sento a sua frente, numa média distância e ela retoma.



— Esquece o novo valor. Não preciso do dinheiro. Mas o último ou um dos ultimos pagamentos... não quero fazer no formato de sempre.



​Ela levantou o olhar, buscando alguma firmeza que já não tinha:



​— Se é para encerrar, que seja nos meus termos no último dia. Não quero este lugar neutro. Quero que as últimas partes, nas próximas datas, seja sem esse tom frio de motel. Apenas eu, você na minha casa, minha cama e a quitação segue definitiva. Sem este ambiente improvisado. Meus pais estarão fora para aquela viagem que tanto falam, você deixa o carro na rua de trás onde a gente se encontra, entra e sai sem ser visto. Ela tinha um plano! Era uma tentativa desesperada de resgatar uma migalha de controle sobre o próprio fim. Para ela, mudar o cenário do encerramento era a única forma de não sair daquela história se sentindo totalmente anulada. Analisei a proposta por alguns segundos. Não havia risco real já que ela estaria sozinha, nem prejuízo para o acordo original. A solicitação não alterava o fato de que a dívida acabaria; apenas mudava a geografia no último segundo.



​— Aceito — respondi, de forma seca e direta. — Próxima semana, no local indicado. Longe do motel. Apenas o início do pagamento final.



​A surpresa da minha concordância imediata a travou. Ela esperava um debate, uma recusa ou um cálculo frio de objeção. Ao dizer sim sem hesitar, retirei dela até o atrito da negociação. Ela apenas assentiu devagar, levantou-se da cama e saiu da penumbra sem olhar para trás, entrou no banheiro ligando a ducha em seguida. Também me lavei e fomos embora sem dizer nenhuma palavra. Dias depois, ao passar pela garagem, a porta da sala se fechou às minhas costas com um estalo abafado pelo tapete pesado. O silêncio do imóvel era absoluto, desprovido do ruído habitual da família que ela fizera questão de despachar pessoalmente. O ar cheirava a cera de madeira que eu bem conhecia e a um banho tomado há poucos minutos. A privacidade daquele espaço, até então um território inacessível para os nossos negócios, agora estava inteiramente exposta. — Eles só voltam no fim do mês — disse ela, indicando a porta do quarto dela como se eu não soubesse o caminho. A postura dela buscava uma farsa de domínio, a encenação de uma anfitriã confortável em seu próprio domínio. — Achei que a nossos últimos encontros mereciam um ambiente diferente. Caminhei a seguindo pelo corredor até entrar no seu quarto, observando o movimento hipnotizante daquela bunda dentro de um short doll preto folgado e claramente sem calcinha. Após a porta do quarto também se fechar, ela se aproximou, ficou na ponta dos pés e colocou os braços nos meus ombros ficando com a boca a milimetros da minha. —Vamos as últimas parcelas — declarou ela. A voz trazia uma firmeza ensaiada, mas o olhar acompanhava o meu movimento com uma rigidez quase dolorosa. — O valor exato. Sem juros pendentes, sem prazos a vencer. Peguei ela pela cintura, com certa pressão subindo uma das mãos pelas costas e depois desci fazendo com que a minha mão a apalpasse enquanto ela fechava os olhos e soltava um suspiro pressionando o corpo dela contra o meu. O silêncio voltou a ocupar o quarto, mas ela não recuou. Em vez disso, perto do meu ouvido ela sussura com a voz trêmula. - Guardei bem a ocasião, e hoje, aqui e agora quero ser sua puta e quero que arregace o meu cuzinho virgem. A dependência dela não havia desaparecido com o fim das parcelas; apenas mudara de estado de agregação. — A dívida financeira acabou — disse ela, apertando mais o corpo dela contra o meu, baixando o tom de voz como se temesse ser ouvida pelas paredes vazias da casa. — Mas o tempo que organizamos nesses meses não precisa terminar aqui. Eu aceito ser sua mulher, sua amante, sua puta ou o que você quiser. Sou toda sua pra fazer comigo o que quiser, só quero que me foda como se não houvesse o amanhã. Pode me possuir semanalmente, aqui ou em qualquer lugar.



— Diga que não gostou de me comer!? Ela tinha uma malícia nos olhos e uma cara de safada que vi poucas vezes desde então. Ela achava que ao me trazer para a sua intimidade e me oferecer uma nova moeda, estava me manobrando, assumindo a condução do jogo ao se tornar indispensável. Passei os olhos devagar pelo quarto, segurando pelo seu corpo trêmulo absorvendo os detalhes da daquela estrutura familiar, da sua rotina, do espaço físico onde ela se sentia mais segura. Ela oferecia uma nova dependência, acreditando que me atraía para uma teia. Eu via apenas a expansão do meu raio de atuação. — Me mostre o que você tem — respondi, com a voz plana, sem qualquer pressa de sair daquela casa.



Posted by webmaster on Tue Sep 29, 2026 6:44 am
(comments? Historias Reais | Score: 0)

Dei a buceta pra dois
Historias Reais


Eu tinha um lance com o professor da academia que eu treinava, ele não era daqui, toda quinta feira ele vinha dar aula e sempre a gente fodia muuuito, ah como ele era gostoso.



Como ele era de fora e não tinha amizades, a única opção era ir a pé pro motel ou caçar canto escuro rsrs. Como moro em cidade pequena sempre optei em não ir a pé pra motel. Então ele me comia na rua, sempre íamos pra um terreno que tinha uns tijolos próximo a BR.



Nesse dia fomos, ele me fudeu loucamente, me pegou de 4 era gente passando na rua e eu gritando pra todos ouvirem rsrs.



 


 


Ele sempre chupava minha buceta, mas não era muuuito, e por ironia do destino kkkk ele chupou tanto tempo e com tanta força que minha buceta ficou inchada.



Chupava meu grelo feito um desesperado, meu pinguelinho ficou gigante e inchado.



Ele gozou nos meus peitos e fomos embora, ele pra cidade dele e eu pra minha casa.



Nisso quando eu tava indo embora meu outro ficante me mandou mensagem e disse que queria me fuder, inventei mil desculpas e não teve jeito, tive que ir dar.



Ai pensei, como vou disfarçar se meu professor tava fazendo meu grelo de manga kkkkk mesmo assim fui, passei no mercado e comprei bala de menta pra ir chupando na estrada porque eu chupei a rola do meu professor ate sair o gosto, mamei muito.



E como nao tomei nem banho, chupei pelo menos a bala, enfim, cheguei na casa da avó de Paulo, o segundo da noite.Ele ja foi logo enfiando a pica na minha boca, chupei ate as bolas, por sorte ele não me chupou, ja foi metendo a rola na minha buceta, me fudeu por horas, me sufocando pra não gritar porque a avó dele estava no quarto. Sinceramente eu nem sentia mais se estava dentro ou nao de tanto que meu professor arrombou minha bucetinha, ele é um pauzudo.



Mas senti que de cara, Paulo achou estranho, tenho certeza que ele percebeu mais folgado ou algo assim, mas não falou nada, ele gozou em minha boca e fomos deitar pra ele mamar meus peitos, mamava que parecia um bezerro kkkkkk fui embora, mal aguentava a calcinha batendo no meu grelo inchado, quase nao chego em casa de tanto que ardia, mas fiz meus dois homens felizes.



Eu amei a experiência, fui sem tomar nem banho kkkk dei pra meu professor e em menos de 20 min Paulo tava me fudendo.



Posted by webmaster on Mon Sep 28, 2026 9:16 am
(comments? Historias Reais | Score: 0)

Ruth, a Evangélica
Historias Reais


A cada dia que passava eu me tornava mais e mais safada, com cada vez menos medo e pudor, uma sensação de querer sempre mais e logo isso iria acontecer. Era terça-feira, por volta das três da tarde, quando o ramal 101 tocou. Eu já sabia o que significava.



— Sim, doutor? — Atendi com a voz educada de sempre.



— Venha até a minha sala, por favor. — pediu Marcelo, ele estava a uns 40 minutos reunido com um cliente importante da transportadora.



Levantei da recepção, ajeitei a saia lápis curta do uniforme e caminhei até o escritório do chefe. O plug de metal que ele me obrigava a usar o dia inteiro pressionava a cada passo. Abri a porta, entrei e tranquei atrás de mim.



Dr. Marcelo estava sentado atrás da mesa. Do outro lado, o cliente: uns cinquenta anos, barriga pronunciada, camisa social aberta no peito, anel grosso no dedo e um olhar de quem estava acostumado a mandar. Cheiro de cigarro caro e perfume forte.



— Ruth, este é o senhor Valdir. Dono da RP peças. A gente tá fechando um contrato grande. — Marcelo sorriu de lado. — E ele quer conhecer melhor a nossa “recepcionista evangélica especial”.



— Bonitinha pra caralho. —Valdir me olhou de cima a baixo, demorado, como se eu já estivesse nua. — Casada, né?



— Casada — eu respondi, a voz baixa.



— Casada com um corno frouxo. — comentou Marcelo se levantando. — Também é evangélica, acredita?



— Olha só, dizem que as evangélicas são as mais safadas. — Sorriu Valdir maliciosamente. — Marcelo me contou que você é uma puta muito da safada, é verdade?



— Sim. — Respondi tímida.



Marcelo veio até mim e puxou a saia pra cima de uma vez, expondo que eu não usava calcinha e minha buceta completamente depilada, me fez virar e mostrar o plug vermelho brilhava entre as nádegas.



— Ela é bem treinada, Valdir. — Deu um tapa leve na minha bunda. — Usa isso o dia inteiro. — Me virou novamente de frente para o cliente. — Chupa, dá o cu, goza como uma cadela. E hoje você vai Provar.



— Que achado Marcelo, hoje em dia não se fazem mais boas putas como essa vagabunda. — Valdir riu baixo, desabotoando a calça. O pau dele saiu grosso, médio, veioso, já semi-duro. — Mas antes de foder essa piranha quero ver ela rezando.



— Ajoelha — mandou Marcelo.



Eu ajoelhei no carpete ao lado de Marcelo a dois passo do outro homem que já se punhetava lentamente me olhando, minha buceta já estava encharcada, nunca tinha dado pra dois homens de uma vez só, mas essa era uma tara antiga, gozei muitas vezes imaginando como seria ter minha buceta e meu cuzinho guloso preenchidos ao mesmo tempo.



— Vamos puta Evangélica, reza, agradeça a Deus por ter dois paus para te foder agora. — Valdir mandou.



— Obrigada… — Fechei os olhos e juntei as mãos. — Obrigada meu Deus por multiplicar os paus que vão foder sua filha. — Aquilo com certeza era um Sacrilégio, mas minha buceta gostou. — Faça, senhor, com que esse homens fodam minha buceta melada e meu rabo sem dó, que eu gozei como a vagabunda evangélica que eu sou, e no final, meu pai, que ele gozem muito em mim, na cara, na minha boca, dentro de mim. — meu cu piscava sem parar de tanto tesão. — Amém. — Finalizei a oração e abri os olhos, os dois já estavam sem as calças de pau duro na minha frente.



Valdir enfiou o pau na minha boca primeiro. O gosto forte e salgado me invadiu. Sabia exatamente como apreciar aquele momento. Eu chupei, babei, lambi a cabeça e os ovos dele, até ele enfiar tudo na minha garganta profunda, engoli até a base. Ele gemeu e segurou meu cabelo.



— Porra, a putinha sabe chupar… — Um tapa leve no meu rosto. — Aposto que nunca chupou o pau do corno assim. — Provocou socando o pau inteiro na minha boca novamente.



— Não… — Respondi assim que ele desenterrou seu pau da minha garganta. — Aquele frouxo não sabe foder uma vagabunda como eu.



— Mas nós sabemos. — Marcelo enfiou o pau na minha boca. — Nós sabemos como tratar uma vadia como você. — Falou me fodendo a garganta, saliva escorrendo pelo queixo, lágrimas nos olhos.



Mal Marcelo tirou seu pau da minha boca, Valdir socou o dele. Assim ficaram fodendo minha boca, os paus iam fundo na minha garganta, bombavam e saiam dando lugar ao outro. Que sensação maravilhosa, toda mulher deveria sentir isso, é ótimo se sentir uma vagabunda desejada por vários machos. Valdir puxava meu cabelo com força, chamando de vadia, de puta de escritório. Marcelo batia com o pau na minha cara me chingando de cadela, de casada vagabunda, e o que mais gosto puta evangélica.



— Quero chupar a buceta dessa vadia. — Comentou Valdir me segurando pelo pescoço e levantando. — Vamos cadela. — Ordenou ele me arrastando até o pequeno sofá do escritório. — Senta aí e arreganha essa buceta de crente safada. — me jogou no sofá.



Me abri como uma atriz porno, aliás, me senti num filme, só faltava as câmeras. Me arreganhei o máximo que pude, minha buceta escorria de tão molhada, o cu piscava mais que seta pedindo rola. Valdir não perdeu tempo e se ajoelhou na minha frente enterrando a cara na minha xota, lambendo, sugando, babando. Verdade que ele não chupava tão bem, mas eu estava com tesão explodindo no grelo e não demorou para o primeiro orgasmo chegar, gozei quando ele começou a brincar com meu cuzinho guloso, tirando e colocando o plug.



— Vou gozar… — Gemi mordendo os lábios pra não gritar. — Tô… Goz… — Senti meu corpo tremendo.



— A vagabunda já tá gozando. — Marcelo riu. — Nem começamos a foder a vadia e ela já gozou.



— Caralho Marcelo, essa é a melhor funcionária dessa empresa. — Valdir elogiou se levantando. — É bonita, é vagabunda, chupa como uma piranha e ainda goza como uma cadelinha no cio. — Concluiu ele dando dois tapinhas no ombro do amigo. — Essa putinha evangélica vale ouro meu amigo.



Naquele instante me senti a mulher mais importante do mundo e soube que com minha xotinha molhada e meu rabo poderia conquistar qualquer coisa. Marcelo se ajoelhou na minha frente e já foi socando o pau na minha buceta gozada. Eu já tinha perdido as contas de quantas vezes tinha dado minha ppk para o meu chefe, mas eu adorava quando ele chegava assim sem aviso já socando tudo de uma vez e bombando forte espancando ela por dentro.



— Isso chefinho… Soca forte na puta. — Pedia com voz chorosa que ele amava.



— vagabuna… — Gemia ele me segurando pela cintura e fodendo com raiva. — Toma pau… toma…



— Essa gosta de rola. — comentou Valdir dando a volta no sofá. — Toma aqui outra rola putinha. — bateu com seu pau na minha cara. Na mesma hora abri a boca e engolindo seu pau.



Enquanto um pau ia fundo na minha garganta me fazendo sufocar e babar como uma louca, o outro entrava forte na minha xoxota espancando meu útero e fazendo meu grelinho vibrar como cino, enviando ondas de prazer e tesão por todo meu corpo, mas eu queria mais, muito mais.



— Vem Valdir, vem foder essa cadela. — Meu chefe me ofereceu como se eu fosse um aperitivo. — Essa vagabunda precisa levar pau.



— Vou por essa cadela pra cavalgar no meu pau. — Falou Valdir sentando no sofá ao meu lado. — Vem putinha evangélica, sobe no meu pau.



Foi o que eu fiz, subi sobre ele e sentei com minha bucetinha melada no pau dele que deslizou fácil e para dentro até o talo, confesso que não era acostumada a cavalgar num macho. O corno do Silas nunca deixou, o vizinho sempre gostava de tomar a iniciativa, as poucas vezes que cavalguei um caralho foi do Marcelo. Não tinha muita prática, mas fiz o melhor que eu podia, sentei com vontade fazendo o pau dele sumir dentro de mim e ele gostou.



Valdir gemia e arfava a cada vez que seu pau batia no fundo da minha xota, meu grelo vibrava e já vinha trazendo outro Orgasmo, porém Marcelo tinha outros planos. Ele apoiou a mão nas minhas costas me fazendo parar momentaneamente; puxou o plug do meu cu devagar me fazendo tremer de tesão e deixando meu rabo aberto e pedindo rola. Foi o que ele fez, meteu o pau dele devagar mais foi até o fundo. Agora sim eu era uma puta totalmente preenchida.



— Agora a gente vai te arrombar direito — disse Marcelo com o pau atolado no meu cu.



Eu quis gritar, mas Valdir tapou minha boca. Sentia os dois paus se esfregando dentro de mim, separados só por uma parede fina de carne. Marcelo metia forte no cu, Valdir socava a buceta com raiva. As mãos deles me apertavam, Valdir me segurava pelo pescoço com uma das mãos e com a outra apertava meu seio esquerdo. Marcelo puxava meu cabelo e batia na minha bunda. Eles me fodiam como uma cadela de rua, me usavam como uma puta barata, eu estava amando.



— Olha pra mim enquanto a gente te fode. — Rosnou Valdir. — Puta vagabunda. Olha. — Eu olhei. Lágrimas escorriam, saliva pingava do meu queixo, o Sofá rangia com a força das estocadas.



— Isso… toma. — Marcelo ria atrás de mim. — Você nasceu pra ser arrombada assim. — Seu pau sumia no meu rabo me fazendo incendiar.



Eles alternavam o ritmo: um metia fundo enquanto o outro saía quase todo, depois os dois juntos, me enchendo por completo. Eu gozei tremendo, apertando os dois, mas eles não pararam. Continuaram me fodendo até eu virar um bagaço de gemidos abafados e pernas moles.



Valdir gozou primeiro, dentro da buceta, gemendo alto e me chamando de vadia barata. Marcelo tirou do cu, me puxou de cima de Valdir me fazendo ajoelhar de frente para seu pau e gozou na minha cara, no cabelo, na boca. Me obrigou a engolir o que pingava.



— Boa menina — ele disse, batendo de leve no meu rosto. — Agora limpa essa porra e volta pro balcão.



Eu desci da mesa com as pernas bambas. Porra escorrendo da buceta e do cu, misturada, descendo pelas coxas. Ajeitei a saia o melhor que pude, limpei o rosto com um lenço que Marcelo jogou, recolhi o plug e enfiei de volta no cu ainda dilatado. Saí do escritório andando torto, o corpo inteiro doendo, a boca inchada, o cheiro de sexo grudado na pele.



Voltei pro balcão. Atendi o telefone com a voz doce de sempre. Sorri pros motoristas. Ninguém desconfiou, mas por dentro eu estava detonada.



Completamente detonada, e no fundo, uma parte de mim já queria a próxima vez.



Posted by webmaster on Sun Sep 27, 2026 7:16 am
(comments? Historias Reais | Score: 0)

Fudendo a Irmã no Provador!
Historias Reais



Olá, eu me chamo Lucas e tenho 20 anos, essa tarde eu e a minha Irmã Vitória de 26 anos fomos até o shopping, era a primeira vez que a gente foi fazer compras juntas, minha Irmã disse que queria passar mais tempo comigo e por isso me convidou para ir com ela, ela até me disse que pagaria oque eu comprasse pois ela era a Irmã mais velha, após entrarmos em uma loja de roupa, minha Irmã escolheu alguns vestidos e uma lingerie preta!



Irmã: Irmão, me espere aqui, eu irei até o provador e já volto!



Após alguns minutos, eu escutei a minha Irmã me chamando pelo nome e fui ver oque era!





Irmão: Oque foi, aconteceu algo?



Irmã: Eu estou indecisa sobre essa roupa e por isso eu queria saber a sua opinião!



Eu olhei em volta e não tinha ninguém me olhando e então eu entrei no provador junto com a minha Irmã, para a minha surpresa, a minha Irmã estava vestida com aquela lingerie preta que era muito sexy, o corpo dela brilhava sob a luz do provador!



Irmã: Você acha que eu estou bonita?



-Disse ela enquanto girava o corpo para se olhar no reflexo do espelho



Irmão: Ficou... muito bonita!



Após eu falar isso, minha Irmã começou a olhar para mim, ela me olhava de cima a baixo, após isso, ela se virou e veio para mais perto de mim, ela me deu um abraço bem apertado e disse...



Irmã: Você é tão carinhoso comigo, por esse motivo que eu queria ter um momento a sós com você, Irmão!



Naquele momento o meu tesão foi no topo, meu coração acelerou e eu suava frio, no início eu não tive reação mas depois de um tempo eu devolvi o abraço mas tocar no corpo da minha Irmã com as mãos me deixou ainda mais excitado!



Após um tempo, ela parou de me abraçar e começou a me encarar enquanto sorria!



Irmão: O-oque foi, Irmã?



Irmã: Você ficou de pau duro, né?



Irmão: Não... não foi isso.



Irmã: Bobinho, eu pude sentir o seu pau pulsando enquanto eu te abraçava!



Irmão: É que... você é tão bonita e atraente que eu... não consegui me controlar quando te vi assim!



Irmã: Não se preocupe, eu estou feliz por isso!



Irmão: Feliz?



Irmã: Sim, eu já sabia que você tinha tesão por mim, eu já encontrei várias calcinhas minhas escondidas no seu quarto, já te vi espiando pela fresta da porta enquanto eu tomava banho, eu estou feliz por causa que agora você finalmente admitiu o seu tesão por mim, isso significa que você realmente está virando um homem e é meu dever como Irmã mais velha cuidar de você... e do seu pau!



Minha Irmã se ajoelhou lentamente na minha frente e foi abaixando o zíper da minha calça bem devagar, após abaixar minha calça, ela abaixou a minha cueca e o meu pau estava tão duro que saltou para fora!



Irmã: Olha só, seu pau ficou tão duro assim por minha causa?



Irmão: Sim, é que você é muito gostosa, Irmã!



Irmã: Você acha? Espera só até me ver nua! Hahaha



-Disse ela enquanto levantava e tentava tirar aquela lingerie



Irmã: Pode me ajudar com esse zíper aqui atrás?



Irmão: É claro!



Após eu puxar o zíper do sutiã, minha Irmã se virou para mim e eu pude ver os peitões dela balançando!



Irmã: Gosta dos meus peitos?



Irmão: Seus peitos são incríveis!



Irmã: Agora vamos para a melhor parte!



-Ela abaixou e tirou a calcinha dela, me mostrando a buceta dela!



Irmã: Minha nossa, seu pau está pulsando ainda mais forte agora! Hahaha



Minha Irmã se virou mostrando o rabão dela para mim e me disse...



Irmã: Oque está esperando, Irmão?



Irmão: Mas... não é perigoso fazer isso aqui dentro do provador?



Irmã: Sim mas é justamente isso que deixa tudo mais gostoso, não acha?



Irmão: Você tem razão!



Irmã: Já sei, você está tímido agora, né? Isso vai te ajudar a relaxar!



Minha Irmã se ajoelhou novamente na minha frente e começou a chupar o meu pau, ela segurava a minha bunda com as duas mãos enquanto me chupava com muito força, eu me senti no paraíso, aquilo era gostoso demais, a boca da minha Irmã era tão macia e ela deixou o meu pau todo babado!



Irmã: Prontinho, agora está pronto para fuder a sua Irmã mais velha?



Irmão: S-sim!



Minha Irmã se levantou e ficou de quatro no chão do provador, ela abriu a bunda dela com as duas mãos e me disse...



Irmã: Venha logo antes que a atendente da loja veja a gente aqui!



Eu me aproximei da minha Irmã e coloquei o meu pau dentro da buceta dela, a buceta dela estava tão molhada, aquela foi a melhor sensação que tive na minha vida pois não era uma sensação comum de sexo, era tudo mais prazeroso mas eu não sabia explicar o motivo, talvez fosse pela adrenalina de estar fazendo sexo escondido ou talvez por ela ser a mulher que eu mais desejava no mundo, acho que foi uma junção das duas coisas!



Irmã: Isso, mete todo o seu pauzão dentro da minha bucetinha, Irmão!



Eu coloquei todo meu pau dentro da buceta da minha Irmã e comecei a fuder ela!



Irmã: Que pau gostoso, mete mais fundo na minha buceta, Irmão!



Eu meti com mais força nela e ela começou a gemer bem alto!



Irmã: AHHHH... NÃO PARA!



Aquilo estava tão gostoso que minha Irmã e eu perdemos o controle, estávamos fudendo com tanta força que a atendente da loja escutou a gente e veio ver oque era!



Atendente: Está tudo bem aí dentro?



Irmã: S-sim... hmmm... está tudo bem!



Atendente: Ok... se precisar de ajuda é só me chamar!



Irmã: Tudo bem!



Após a atendente ir embora, minha Irmã disse.



Irmã: Essa foi por pouco, acho melhor a gente trocar de posição, deite-se no chão, Irmão!



Eu deitei no chão e a minha Irmã subiu em cima de mim, ela sentou em cima do meu pau e começou a cavalgar nele, eu pensei que não tinha como ficar mais gostoso mas a minha Irmã conseguiu deixar ainda mais gostoso, ela rebolava em cima do meu pau de uma forma maravilhosa!



Irmã: Está gostando da buceta da sua Irmãzona?



Irmão: Sim, você é uma delícia, Irmã!



Irmã: Eu digo o mesmo do seu pau!



Os minutos foram passando, minha Irmã rebolava com mais força a cada minuto, eu agarrava a bunda dela, dava tapas, ela me beijava na boca e me dava alguns tapas no rosto, tudo foi muito intenso, após alguns longos minutos, eu percebi que iria gozar!



Irmão: Irmã, eu vou gozar!



Irmã: OQUÊ? EU ESTOU NO MEU PERÍODO FÉRTIL, VOCÊ NÃO PODE GOZAR DENTRO DE MIM!



Minha Irmã tentou se levantar mas eu segurei ela pela cintura, o tesão era tão grande que eu realmente queria gozar fundo na buceta da minha Irmã mas assim que eu fui gozar, eu soltei a minha Irmã e ela conseguiu se levantar, nesse mesmo momento, a atendente da loja foi até o provador e puxou a cortina!



Atendente: Por que você está...



Meu pau estava apontado no rumo da atendente e eu acabei gozando, meu jato de esperma foi tão forte que eu acabei sujando ela toda com a minha porra!



Irmão: Puta merda!



Irmã: Merda...



A atendente ficou em choque quando viu oque tinha acontecido, ela ficou tão furiosa que gritou com a gente...



Atendente: SAIAM DAQUI, SEUS PERVERTIDOS IDIOTAS!



Minha Irmã e eu tivemos que nós vestir rapidamente e sair da loja, eu fiquei muito envergonhado com aquela situação mas por outro, a minha Irmã não parava de gargalhar!



Irmã: Hahaha!



Irmão: Para de rir, não teve graça.



Irmã: É claro que teve, você literalmente deu um banho de porra naquele atendente!



Irmão: Sorte a nossa que ela não chamou a polícia!



Irmã: Isso é mas eu gostaria de ter comprado aquela lingerie!



Irmão: Sendo honesto, você fica mais bonita sem lingerie, Irmã!



Irmã: Engraçadinho... veja, aquela loja de lingeries está aberta!



Irmão: Você não está pensando em fazer isso denovo, né?



Irmã: Venha comigo, eu preciso que você me ajude a escolher qual lingerie fica melhor em mim!



Minha Irmã me puxou pela camisa até entrar na loja e mais uma vez, a gente fudeu no provador, dessa vez eu pude avisar que iria gozar a tempo e a minha Irmã engoliu toda a minha porra!



Desde aquele dia, minha Irmã e eu vivemos uma vida totalmente nova, agora sempre vamos passear juntos e ela sempre procura por algum lugar escondido para que possamos fuder, seja no provador, banheiro do shopping, parquinho, no meio do mato, em um beco... não importa o lugar, minha Irmã sempre está com tesão e eu também, eu sempre pensei que eu fosse um pervertido por desejar fuder a minha Irmã mas agora eu percebo que ela é ainda mais pervertida do que eu!



-FIM!



(Todos os Personagens da História São Fictícios e Maiores de Idade, Todas as Relações Sexuais Tiveram Consentimento de Ambas Partes)



 


Posted by webmaster on Sun Sep 27, 2026 6:51 am
(comments? Historias Reais | Score: 5)

O dia que comi minha cunhada mais velha
Historias Reais


Já relatei aqui anteriormente que eu maldava que minha cunhada estava me dando mole, no caso tenho duas cunhadas, uma mais velha e uma mais nova, a que eu citei aqui anteriormente é a mais nova que até hoje não rolou nada ainda além daqueles "provocações", no conto de hoje vim relatar o dia que comi minha cunhada mais velha!



Como vocês sabem me chamo Iago(Nome fictício), e a cunhada que relato nesse conto vou chamar de Bianca(tbm nome fictício), morena, baixinha de 1,65 por ae, uma bela mulata que sempre tá atualizando a marquinha e deixa qualquer vagabundo doido.



Minha cunhada Bianca após o nascimento do seu segundo filho acabou passando por problemas de auto-estima pois estava se sentindo muito gordinha e começou tomar monjauro e emagreceu bastante, ficando com um corpinho definido que é uma delicia.



Mesmo antes quando ela tava mais cheinha eu sempre admirei ela, quando eu ia na casa da minha sogra sempre fui de dar uma olhada nela, uma vez a gente foi na praia junto em família e eu não consegui descolar o olho daquela pererecona dela destacando no biquíni, lembro de chegar em casa e tocar várias punheta pensando em fuder aquela bucetona.



Na família da minha mulher, eles são muito saidinhos e vivem falando besteira uma hora ou outra, então vira e mexe durante conversas com a Bianca acabamos sempre tocando em assuntos adultos, e ela sempre falava q gostava de homem safado, que pegava ela com jeito, que homem com ela tinha que aguentar fuder, pq ela gostava muito de sexo! Também mãe de 2 filhos, eu só ficava imaginado a barbaridade que essa mulher seria na cama.



Bianca namorou por cerca de 4 meses com um amigo meu em meados de 2025, e esse meu amigo sempre falava da minha cunhadinha pra mim, de como ela era gostosa de cama, uma vez ele me relatou que ficou transando com ela de 10h da manhã até 15h da tarde, que ela era uma das melhores que ele já comeu, mal ele sabia mas isso só despertava minha curiosidade, me fazia imagina milhares de cenas com minha cunhada Bianca, chupando ela, fudendo ela muito, pqp eu ficava louco só de imaginar!



Mesmo assim, nunca tinha pego maldade no ar pela parte de Bianca, sempre me tratou bem e normal como cunhado, apesar de rolar uns papos pesados, nunca tinha dado encima de mim e nem me dado mole, mesmo eu maldando ela e pensando nela nas minhas melhores punhetas ela não estava nem aí pra mim.



Por eu frequentar muito a casa da minha sogra que é aonde minha cunhada mora, acabei por sem querer acabar encontrando Bianca algumas vezes passando de toalha indo pro banheiro, e durante duas ocasiões raras uma vez ela estava trocando de roupa no quarto da mãe dela e eu entrei na casa do nada e acabei vendo ela sem a parte de cima da roupa, vendo aqueles peitinhos preto durinho, e outra vez acabei entrando tbm do nada na casa da minha sogra e vi ela totalmente nua, vestindo a calcinha, rapidamente ela fechou a porta do quarto aonde ela estava e eu fingi q não vi nada, mas isso só aumentou o meu tesão por ela e fez mudar completamente a forma que eu enxergava ela.



Vindo prós dias atuais, Bianca continuava sem me dar mole, mas o problema dela é que quando bebe perde a linha, e eu sabendo disso na última quarta-feira a encontrei na rua de trás de aqui aonde moramos no bar bebendo, eu tinha ido comprar um refrigerante mas ao ver lá já puxei assunto e perguntei "vai pagar uma bebida pra mim?", e ela me respondeu: "hoje estou na sua conta beh, paga aí pra mim um copão de gin neim", eu já percebendo que ela já estava meio chapada pedi a moça do bar pra fazer um copão de whisky pra mim e um copão de gin pra ela, e ali a gente ficou bebendo eu e ela, minha cunhada Bianca curte fumar um chá, em certo momento ela me perguntou se eu tinha um chá pra salvar, aí eu respondi a ela que sim, que lá em casa tinha uma maconha guardada e a convidei pra nós ir lá pra casa pois eu estava sozinho no momento e nós fumava lá.



Na hora que nós saiu do bar pra ir lá pra casa confesso que eu nem tava na maldade, mas quando a gente chegou aqui em casa e foi subir as escadas parei pra reparar, Bianca uma pretinha gostosa, no dia ela estava usando um vestido vermelho daqueles que tem um corte em V do lado, um batom que destacava a sua boca grande, quando a gente subiu e chegou aqui em casa apertei o chá pra nós fumar, e quando a onda bateu acabei revelando tudo q eu sentia por ela, falei "poxa Bianquinha né papo de chapado não mas sou doido em você", ela na hora me repreendeu "tá doido garoto você é meu cunhado", eu disse "poxa Bianca você já tá aqui em casa, a gente tá chapado e sua irmã só vai saber se você contar kkk"



Ela já chapada me disse "bem q eu já me peguei pensando como seria foder contigo, ficava imaginando você fudendo minha irmã", eu peguei e disse a ela que todas as vezes que a gente conversava putaria eu chegava em casa e batia punheta pensando nela.



Nisso o clima já estava quente, copão e maconha na mente, sentado no sofá eu rapidamente a dei um beijo quente, ela já retribuiu já me devolvendo um beijo de língua, nesse momento perdi a noção que Bianca era minha cunhada, eu só pensava em quantas vezes bati punheta desejando ela, e agora ela estava ali beijando a minha boca, meu pau ficou duro, coloquei Bianca sentada no meu colo pra ela sentir a pressão, como ela estava de vestido a calcinha dela roçava meu pau na minha cueca é isso me deixava cada vez mais doido, enquanto a gente se beijava eu apertava fortemente sua bunda como se fosse arrancar pedaço.



Puxei o peitos dela pra fora do vestido e comecei a chupar lentamente o esquerdo e dedilhar o peitinho direito, ela delirava de tesao no meu colo, eu estava quente, pqp, minha cunhada Bianca, quantas histórias já ouvi de você e você era minha naquele momento, por baixo do vestido coloquei a calcinha dela de lado puxei meu pau latejando de duro pra fora e fiz ela sentar na minha piroca, ela sentava na minha pica como uma cadela que anciava por aquilo. Ela gostava de fuder mesmo, a cada sentada na minha pica ela me pedia mais gemendo "fode forte minha bct meu cunhado" e eu tacava mais forte "é isso que você quer então toma cunhadinha" depois de um tempo metendo ela anunciou que ia gozar, eu disse "goza no meu piru cunhada gostosa que eu te dou leitinho também" ela disse "Ah vai, então mete forte cunhadinho, dar leite pra sua putinha dar?, aí vai cunhado, vou gozar, vou gozar, ahh, enquanto ela gozava e ficava mole na minha pica eu peguei e jorrei meu leite tbm dentro da buceta daquela safada, dps disso bolamos mais um e transamos mais, porém isso é história pra outro conto pois esse já está longo



Posted by webmaster on Sun Sep 27, 2026 6:28 am
(comments? Historias Reais | Score: 0)

Deixei o uber me masturbar
Historias Reais


Oie, esse é meu primeiro conto, tenho muitas coisas para contar e se quiserem posso continuar contando aqui :3 (quero saber se tem gente safada gozando com as minhas histórias).



Bem, pra começar, me chamo Morgana, tenho 24 anos, sou baixinha, corpo curvilíneo, seios coxas e bunda beeeem fartos e cabelos pretos até a bunda.



Uma sexta-feira de muito calor, resolvi sair com algumas amigas para distrair e como uma boa piranha, passei creme Lily e usei o mesmo perfume por todo meu corpo, um pouco de iluminador corporal e um vestidinho tubinho preto de tecido bem molinho, um salto alto e fui chamar meu uber.



Quando entrei no carro, sentei no banco de tras e fiquei maluquinha quando vi o motorista: Loiro, barba curtinha, forte e cheio de tatuagens pelo braço, senti que ele me deu uma olhada generosa pelo retrovisor e resolvi sentar no meio do banco onde ele conseguiria me ver inteirinha. Ele me cunprimentou, confirmou o local e ao ver o nome do bar começou a puxar assunto:



- Vai aproveitar a sexta-feira para beber um pouco?



- Com toda certeza ! Essas noites quentes me deixam maluca - Eu respondi abrindo ligeiramente as pernas para mostrar um pouco da minha calcinha vermelha de renda e quando ele olhou fechei novamente as pernas. Percebi que ele começou a se remexer no banco com a respiração mais pesada.



- Realmente está uma noite muito quente, como você aguenta ficar no carro? - Disse puxando um pouco mais o decote para enfatizar o calor e aproveitei para dar uma leve apertada nos meus seios.



- Se preferir, posso ligar o ar. É assim que normalmente eu aguento kkk



- Por favor ! kkkk eu to começando a ficar molhadinha - Dessa vez, abri um pouco mais as pernas e dei uma leve rebolada no banco. Percebi que o motorista ficou vermelho e não conseguia parar de olhar minha bucetinha na renda vermelha. Coloquei minha mão eem cima da coxa e fiquei fazendo carinho na parte interna da minha coxa e quanto mais perto da minha bucetinha mais tempo ele encarava.



- Você está com pressa? Esse horário tem muito trânsito aqui e o aplicativo ta mostrando um engarrafamento.



- Sem problema nenhum, por mim pode demorar o tempo que for, o único problema é esse calor kkk nem o ar da conta. - Falei escorregando um pouco mais no banco e abrindo mais ainda as pernas e colocando a mão mais perto ainda da minha bucetinha enquanto espiava ele encarando pelo retrovisor. Puxei levemente a saia do vestido deixando a calcinha bem exposta para ele.



- Realmente esse calor vai acabar deixando a gente doido kkkk - Percebi que ele estava adorando aquilo, passando a mão no pau toda hora e resolvi investir mais, comecei a esfregar o dedo na entradinha da minha buceta por cima da calcinha soltar leves gemidos.



- O maior problema pra mim, é esse calor aqui… Eu não sei nem do que sou capaz pra dar uma amenizada - Comecei a esfregar sem disfarçar tanto e a gemer um pouco mais alto e quanto mais eu esfregava mais ele encarava pelo retrovisor e percebi que já não estava aguentando a situação.



- Eu não sei se consigo sozinha… - Disse mordendo o lábio inferior e puxando a calcinha de lado para que ele pudesse ver o quão encharcada estava a minha bucetinha e sem precisar falar mais nada senti a mão direita dele subindo pela minha perna até encostar na minha bucetinha, e ao sentir o quão molhada e quente ela estava ele soltou um suspiro delicioso de surpresa



- Puta que pariu, que delícia de buceta você tem. Mas nessa posição é muito ruim… O que acha de sentar do meu lado? No próximo farol vermelho senta aqui para eu dar um jeito nesse calor seu.



Até o próximo farol vermelho, ele continuou esfregando a minha bucetinha, ajeitou minha calcinha e ficou passando o dedo por cima de vez em quando colocando o dedo por dentro da calcinha para me provocar. Quando o farol ficou vermelho, corri para o banco do passageiro, coloquei o cinto e tirei a calcinha. Quando o carro começou a andar, coloquei a mão por cima do pau dele na calça e me acomodei de um jeito que minhas pernas ficassem bem abertas. Sem demora, ele começou a esfregar minha bucetinha molhada e gemer a cada gemido que eu dava com o seu toque. Ele começou esfregando meu clitoris com tanto gosto e gemia a cada barulho que fazia. Quanto mais ele esfregava mais barulho minha bucetinha molhada fazia e quando estava prestes a gozar ele parou e enfiou dois dedos dentro de mim.



- Puta que pariu, a putinha além de gostosa é muito apertadinha. - E começou a dar estocadas rápidas fazendo aquele barulho obsceno por conta do quão molhada minha buceta estava, ele começou a intercalar entre estocar sem dó e esfregar meu clitoris.



- Por favor, me deixa gozar, já estamos quase chegando.. p-por favor



- Eu vou deixar a putinha gozar se gozar falando o meu nome - Consegui só gemer um sim. Ele colocou dois dedos na minha bucetinha e com o dedão começou a estimular o meu clitoris frenéticamente, aproveitando o farol vermelho para me olhar inteira e ajeitar o pau na calça.



- Pedro, eu vou gozar pedro, PEDROOO… - Enquanto eu gozava ele continuou esfregando minha buceta, quando os espasmos pararam, deu uma apertada e um tapa bem forte na minha buceta, retirou a mão e começou a lamber os dedos. Não muito tempo depois, cheguei no bar, me recompus, abri a porta e antes de sair do carro falei.



- Vou embora 1:30, se estiver aqui na frente posso resolver o problema. - Fechei a porta, olhei para ele e dei uma piscadinha antes de entrar no bar.



Se gostarem dessa história, posso trazer outras mas quero saber detalhadamente o que fizeram com esse meu relato, adoro saber que estão se masturbando me imaginando.



Posted by webmaster on Sun Sep 27, 2026 5:45 am
(comments? Historias Reais | Score: 0)

Fui olhar o vizinho tomando banho e ele me fez de puta
Historias Reais


Ola galera eu sou a rubilene e vou contar uma experiência que tive com o vizinho que tava fazendo sua casa aqui no bairro e eu fui olhar ele tomar banho.



Bom eu sempre gostei de fuder amo pica sou uma mina fácil de fuder se saber chegar abros as pernas mesmo e aqui no meu bairro sou conhecida por alguns caras só que isso chegou no ouvido da minha mãe que começou a me proibir de sair de casa a minha sorte que o amigo do meu irmão vem aqui pra ver ele a acaba me comendo só que minha mãe nessa época de férias do trabalho e ai ficou mais difícil o amigo do meu irmão me fodia mas era quando ela tava trabalhando e meu irmão tava na rua ,ai depois disse que não pude sair e ja tava louca buceta ardendo tentei me masturbar mas não curto muito.



Meu irmão fazia cesto de palha pra vender e mandou eu entregar um cesto na outra rua quando cheguei na outra rua vir um homem entrando num terreno cercado de placas metálica era um vizinho novato que ia fazer uma casa lá entreguei a encomenda do meu irmão e voltei pra casa .



No dia seguinte meu irmão pediu pra eu ir buscar um cesto que ele iria concertar fui lá peguei o cesto voltei e entreguei a ele e ele me deu um dinheiro e eu fui comprar um lanche pra mim.



Foi ai que começou tudo eu tava indo compra o lanche e me lembrei do vizinho isso já era uma 16:30 da tarde.



Eu fui olhar como era que tava lá dentro mas eu não vir devia ter ido embora então pulei a cerca e entrei e fui ver onde ele guardava as ferramentas e se tivesse uma máquina boa eu ia pegar pra vender.



Eu andava com cuidao pra não cair pois tinha muita areia, percebo que tinha um banheiro feito de lona e o chuveiro tava ligado então cheguei perto e olhei pela abertura da lona, o vizinho tava tomando banho nu mas ele tava de costas fiquei ali esperando ele virar queria muito ver o tamanho da pica dele e isso aconteceu ele virou e me contemplou com uma visão maravilhosa que pica grande grossa linda cheia de veia ele era um homem todo gostoso bonito demais devia ter uns 30 pra 32 anos e eu na época tinha feito 18 anos e era uma mulher que não era o perfil dele eu creio ele era lindo e parece que tinha condições por isso a chance dele me fuder era baixa .



Mas o que eu queria era ver aquele corpo nu com aquela pica maravilhosa e quando ele pegou pra lavar minha buceta melou na hora quase tive um orgasmo.



Aí eu vi que ele pegou a toalha então então eu fui sair rápido e acabei pisando em uma telha de metal que me entregou com um barulho eu me levantei e sair correndo ele veio atrás de mim me alcançou e perguntou o que eu fazia ali eu não respondi pedir pra ir embora ele falou que ia chamar a policia dizendo que eu tava ali pra roubar eu não tinha o que fala eu so olhava pra ele e em vez enquando olhava pra rola dele .



Aí ele falou bem sério.



*diga o que vc quer aqui ou então vou te entregar pra policia eu sem palavaras e ele dizendo que eu vim roubar algum material aqui ai eu respondi.



*na verdade eu vim olhar vc tomando banho, fui o que veio a cabeça falei com medo dele me entregar a policia. Então ele falou .



*olha pra mim acha que vou comer uma putinha como vc pobre so porque tem um corpo bonito acha que todos homens te quer é,



Depois ele ficou me olhando e dizendo.



Tô brincando menina vc é bonita gostosa mas não posso fazer isso entrar assim na casa dos outros vou te denunciar.



Eu comecei a chorar e a falar



-por favor não me entregue a policia eu entrei realmente pra te roubar mas quando vir vc tomando banho não resistir e fui olhar .



Depois abracei ele, levantei a saia botei a calcinha de ladinho e peguei a mão dele e passei na minha bucetinha toda melada, ele ficou paralisado olhando minha buceta e eu dizendo que ele podia fazer o que quisesse comigo, então ele falou



*Até que vc não é de se jogar fora vem cá vem ,me pegou pelo braço me levou pra o quarto das ferramentas e me deitou na cama de solteiro que tinha lá e tirou a toalha e me puxou pra chupar aquela tora com cheiro de sabonete cremoso eu chupava ate quanto dava pois era grande já engolir muito pica mas aquela tava difícil mas entrava até a metade ,



Que homem gostoso todo cheiroso que me botou num meia nove alucinante me fazendo gozar dentro da boca dele .



Ele me põe de 4 e vem com a rola na entrada da bucetinha e vai empurrando bem devagar me fazendo gemer e chamando ele de gostoso ,ele metia até o talo na minha bucetinha e falando no meu ouvido.



*putinha danada aguentou a pica toda que bucetinha apertadinha delicia fica quietinha e deixa eu meter gostoso vai safadinha veio atrás de pica né vagabunda não achou o que roubar roubou a minha pica né e sorriu ,



Enquanto ele ia falando eu ia gozando feito uma cachorra no cio e ele socando feito uma máquina na bucetinha da putinha dele rss.



Aí ele falou .



*vamos ver se vc e putinha agora muitas puta não gosta de dar o cuzinho mas eu vou fuder o seu porque vc mesmo disse pra eu fazer o que quiser.



Eu não falava nada so sentia o momento então levantei beijei ele de língua e chupei bem a pica dele babei bem gostoso e deitei de frango assado e chamando ele com o dedo indicador o chamei, a pica dele era muito grande mas eu não tive medo pois não era a primeira vez que dava meu cusinho, mas isso ia facilitar pra receber aquela rolona no cuzinho.



Aí ele veio bater uma síririca na minha bucetinha e me fez gozar muito gostoso ele aproveitou pra pegar o caldo do meu gozo e passar no meu cusinho e foi botando a pica no meu cu apertando meus seios quando entrou a cabeça ele foi metendo até o fim quando sua virilha encostou na minha bunda ele me elogiou dizendo que eu era uma putinha boa que aguentava qualquer tipo de pica e ficou metendo no meu cu e brincando com minha buceta melada .



Eu tava gozando pelo cu com cada estocada dele passei a rebolar deitada mesmo fazendo ele derramar toda gala no fundindo do meu e me chamava de vagabunda cuera que eu ainda ia ver.



Ele saiu e foi pra o banheiro lavar a pica depois eu fui também nos lavamos e comemos uns biscoitos que tava lá com refrigerante.



Então ele madou eu ir embora então eu falei.



-Poxa tá tão gostoso vamos fuder mais eu amei fuder com vc por favor,e começei bater uma punheta pra ele que logo sorriu me chamando de cachorra .



Deitei ele na cama se sentei com o cuzinho de frente pra ele e ele gemia me chamava de parque de diversão rssss,sem tira a pica do cu virei de costas pra ele e começei dançar funk com a pica no cuzinho e mais uma vez ele encheu meu cuzinho de gala quente rsss.nos jogamos na cama sorrindo ele me chamando de puta e eu chamando ele de rola gostosa rsss.



Ele foi pra o banheiro novamente eu fiquei lá esperando ele sair do banheiro.



Ele depois foi atender o celular e ficou um bom tempo conversando depois voltou e disse que agora eu poderia ir em bora só que eu falei que queria falar uma coisa ele perguntou o quê,eu falei assim.



-Quero beber sua gala gostosa , dono da minha buceta vc merece eu so bebo de quem merece. Aí ele falou,



*Eta vagabunda assim vc me mata de tanto gozar vc mas parece um depósito de gala .comecei mamar ele bem gostoso mamava so a cabeça parecendo uma vaquinha chupava as bolas depois mamava com as mãos alisando o saco dele,



Ele me botou de pé de frente pra ele e fui metendo a rola na minha bucetinha e metendo até os ovos parecia que tava guardando a pica na minha bucetinha dando estocada fundo e parando e a pica toda dentro.



Depois ele me ajoelhou e eu peguei a picona dele e mamei so a cabeça que já tava saindo gala depois que ele tirou a pica toda limpa da minha boca mostrei a minha boca cheia de gala e engolir ele sorriu alisando meu rosto.



E foi no banheiro lavou a pica depois ficou me olhando eu tomar banho eu me vestir e antes de eu sair ele me deu um dinheiro e disse que não era mas pra eu ir lá pois não queria problemas eu perguntei se ele não tinha gostado ele disse que claro que amou mas não era mais pra eu ir lá.



Eu fui embora mas é claro que eu fui lá e ele me usou como quis e disse que ficou sabendo que eu era uma putinha na minha rua que era pra eu parar de fuder com os outros so fuder com ele que ele me dava dinheiro e tinha esse direito.



Mas depois que a obra embalou começou a chegar funcionários então parei de ir lá mas depois que a construção terminou era uma pousada muito boa passei a trabalhar lá ai ja sabe né virei camareira, e também virei brinquedinho dele passei um bom tempo morando lá com ele servindo meu corpo a meu dono gostoso.rrssss.



Espero que gostem rsss



Posted by webmaster on Sun Sep 27, 2026 5:45 am
(comments? Historias Reais | Score: 0)

Viciada em dar o cu
Historias Reais


Quando eu tinha 20 anos, conheci um cara 17 anos mais velho. Até então ninguém com essa idade tinha chamado minha atenção. Assim que o vi a primeira vez, fiquei encantada e pra melhorar vi que ele ficou super afim. O conheci no meu trabalho, ele foi umas duas vezes o atendido normalmente e na terceira vez que ele foi, ele pediu meu número fingindo que era para tratar de assuntos profissionais rsrs. Eu sem pensar duas vezes passei meu número e passei horas na ansiedade dele me mandar mensagens. Mandou, eu surtei kkkk. No mesmo dia que conversamos ele me chamou pra sairmos e eu nem fingi ser difícil, aceitei de cara. Combinamos de sair a noite e ele me surpreendeu, não tentou nada comigo, apenas conversamos. No dia seguindo saímos de novo e rolou de tudo. Ele foi com tudo, era um macho rodulo, que não tinha peninha não, fudeu minha buceta por mais meia hora sem parar, passei tanto tempo de pernas abertas que pedi pra ficar de costas. Nesse momento ele não pensou duas vezes, enfiou no meu cu, que até então era virgem. Eu gritava feito louca de tanta dor, pedia pra tirar e ele nem se importava, eu quase chorei. Depois disse ele foi me deixar em casa e conversando por mensagens ele disse que sempre ia comer meu cu. Assim foi, nos viamos quase todo dia, nisso ele gostava de bater, me perguntou se eu gostava de apanhar e eu disse que nunca tinha acontecido mas tinha curiosidade. Entao testamos rsrs. Ele me bateu tanto que passei mais de um mês com marcas roxa pelo corpo. Ele viciou comer meu cu de uma forma que eu não tinha paz, meu cu ja fazia bico de tanto que ele fodia com aquela pica gigante, super grossa. Botava eu pra mamar e ficava me engasgando de propósito, depois me dava uma surra até eu não aguentar ficar em pé e fudia meu cuzinho com tanta forma que eu ja nem sentia mais nada. Ele passava mais de hora no meu cuzinho, não tinha mais prega não, meu cu ja tinha a medica da rola grossa dele. Ele me espancava e me fodia feito uma cadela. Me tratava como uma puta e eu fiquei viciada, tinha dias que 6h da manhã eu ja tava mamando e bebendo seu leitinho, eu vivia pra o agradar, amava ser a putinha dele, ele mandava e eu so obedecia, ele cuspia em minha boca e mandava eu engolir e eu claro, fazia o que ele mandava. Tinha dias que nós saía 22h e so parava de fuder lá pras 2h da manhã, ele tinha uma energia absurda, meu cu que ja vivia aberto porque ele não dava fulga pra fechar, era rola dia e noite, ja vivia com o cuzinho inchado e com bico, ele adorava o estrago que ele fazia, ficava super arrombado mesmo. Era toda hora enfiado que eu não sentia mais meu cu pra nada.



Foram longos dois anos sendo escrava desse macho roludo, ate hoje lembro do gosto do leitinho dele, e meu cu ainda tem a medida daquela rola gigante, que ele fudia a hora que quisesse.



Posted by webmaster on Sun Sep 27, 2026 5:40 am
(comments? Historias Reais | Score: 0)

News ©
User Info   
 
Good evening 
Anonymous



Register
Lost Password
Username
Password

 Online:   
Member(s):

Guest(s):
01. Guest
02. Guest
03. Guest
04. Guest
05. Guest
06. Guest
07. Guest
08. Guest

Most Ever Online:   
 Guest(s): 23
 Member(s): 1
 Total: 24

Forums Forums:   
 Posts: 3
 Topics: 3

Link-us   
 
Samuca site



View All Buttons
Submit Button








 ©

publicidade   
 
Recomende-Nos


Information   
 
Recomende-Nos


Boletim informativo   
 
Boletin Informativo

Você precisa se cadastrar para receber Boletim Informativo do site

Clique para se cadastrar

Back To Top
  HOME  |  FILES  |  FORUMS  |  LINKS  |  ACCOUNT  
Copyright © Realm Designz 2026

?rea Restrita

PHP-Nuke Copyright © 2006 by Francisco Burzi.
All logos, trademarks and posts in this site are property of their respective owners, all the rest © 2006 by the site owner.
Powered by PhpNuke - PhpNuke Edition.

This site is cached. Click here to update the cache.
[ Page Generation: 0.70 Seconds | Memory Usage: 6.76 MB | DB Queries: 61 ]

Do Not Click