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Meu pai dormiu e virei putinha dos amigos dele
Contos


Era um domingo comum, fazia muito calor. Eu em casa, após uma noite com meu namorado, o Júlio, que pela manhã deixou minha casa para ir visitar os pais. Marcamos de nos ver à noite, e eu estava lavando roupa, arrumando a casa, tudo normal. Quando uma ligação mudou tudo...



Boa tarde meus amores. Me chamo Luanna, tenho 26 anos, seios fartos, auréolas bem desenhadas e grandes. Meus peitos são bicudos. Coxas grossas, bunda grande, pele alva, cabelos abaixo dos ombros.



Recebi uma ligação de um número desconhecido. Vi e não atendi. Segundos depois, novamente me ligaram. Resolvi atender, já que pela insistência poderia ser algo realmente sério.



_ alô, quem é?



_ Luanna?



_ sim, com quem eu falo?



_ então moça, sou amigo do seu pai, Rafael.



_ o que tem ele? Ele está bem??



_ mais ou menos



_ fala logo, o que houve com ele??



_ calma, vou explicar. Estamos em um bar aqui em Cascadura, eu, ele e mais um amigo nosso. Seu pai bebeu demais, muito mesmo. Já apagou e acordou, e queremos levar ele pra casa. Ligamos pra sua mãe, pro seu irmão, e ninguém atende. Achamos seu número no telefone dele



_ tá, pode trazer ele pra cá?



_ claro, me passa o endereço por favor



Fiquei tão nervosa e preocupada que nem me dei conta de como eu estava vestida. Shortinho curtinho, daqueles que mostra a polpa da bunda, sem calcinha, o que fazia minha bucetinha ficar bem divididinha já que minha bucetinha é carnudinha, e sutiã de rendinha. Afinal estava calor demais, eu estava a vontade em casa arrumando as coisas e bebendo minha cervejinha.



Não demorou e eles chegaram. Meu pai estava andando, porém carregado pelos amigos. De um lado, Gilberto, uns 45 anos, alto, moreno claro, forte. Do outro, Manoel, baixinho, uns 30 anos, barrigudinho, branco. Rapidamente fui ajudá-los, conduzindo-os para o quarto. Chegando ao cômodo, fomos levando meu pai pra cama. Muito pesado para eu segurar sozinha, Gilberto veio por trás de mim me dando apoio, dividindo o peso dele. Senti Gilberto roçar o pau em mim e pelo que senti estava sem cueca... Talvez tivesse sido acidentalmente, mas sem dúvidas causei reação nele, pois senti o pau dele endurecendo entre as bandas da minha bunda... Segurando meu pai pelos braços para arruma-lo na cama estava Manoel, que não tirava os olhos dos meus peitos, e na posição abaixada estava bem à mostra.



Meu pai, deitado, tentava falar:



_ filha... Filha...



_ oi pai, tô aqui, tá tudo bem agora



_ ô meu amor... Pai bebeu demais...



_ estou vendo, mas tá tudo bem agora pai



_ você é meu amor mesmo filha...



Nisso meu pai me puxou pelo pescoço e beijou minha boca. Tentei me desvencilhar, afinal os amigos dele estavam ali, assistindo a tudo. Senti a língua dele invadindo minha boca. Não deu pra fugir desse beijo...



Nisso Gilberto, que já tinha se afastado, me pegou pela cintura e se encaixou de novo na minha bunda, com o pretexto:



_ ele está bem, moça?



_ está, está sim...



Consegui me desvencilhar dos beijos do meu pai, que apagou novamente.



_acho melhor deixarmos ele dormindo - eu disse.



Chamei-os para a sala, Gilberto e Manoel



Manoel viu um latão e um copo, e perguntou:



_ você estava bebendo né?



Eu:



_ sim, estava arrumando a casa



_ a gente trouxe umas cervejas do bar. Podemos beber com você?



_ claro, me dá aí, vou botar na geladeira e trazer mais copos



Fui até a cozinha e pude sentir na pele os olhares dos dois sobre mim...



Peguei copos, 2 latas e fui devagar pra sala. Antes de chegar ouvi eles cochichando:



Gilberto: _ rapaz... Que bunda gostosinha que ela tem



Manoel: _ cê é louco... Eu vi você sarrando ela kkkk



_ ia perder a oportunidade? Rabão delicioso desse



_ e os peitões? Puta que pariu, era só uma mamada naqueles peitos agora



Voltei e eles disfarçaram. Servi a cerveja e sentei no sofá, do lado do Manoel e de frente pro Gilberto. Com as pernas cruzadas atraindo ainda mais os olhares deles. Já estava até gostando de mexer com aqueles caras... Conforme a gente conversava, Manoel volta e meia botava a mão na minha perna. Perguntaram se eu era casada, falei que tenho namorado. Perguntaram se ele chegaria ali. Eu disse que sim, porém só a noite. Nisso Gilberto se levanta e também se senta no mesmo sofá. Ficamos meio apertados... Eu entre os dois. Que começaram a rasgar elogios. Agora de forma descarada. Chegaram a perguntar sobre o beijo que eu e meu pai demos, na boca.



_ ah, eu e meu pai temos uma relação bem íntima



_ sério? Achei que era só porque ele está bêbado - disse Gilberto



_ eu fiquei com inveja porque adoraria beijar sua boca também - disse o baixinho Manoel



_ gente... Vocês são dois tarados, isso sim rs



_ não rola não? - perguntou Gilberto



_ ah... Vão guardar segredo?



Pra que fui brincar assim? Manoel já me puxou pelo pescoço e me deu um beijão de língua... Com a mão na minha bunda, ele alisava meus rabo, beijando empolgado, chegando a babar... Gilberto chegou bem perto e abriu meu sutiã... Mesmo beijando o Manoel, ajudei-o a tirar de vez o sutiã ficando com meus peitões expostos... Manoel botou o pau pra fora... Apesar de baixinho, ele tem um pau grosso, e cabeçudo... Caí de boca naquele pau duro carnudo... Abocanhei enquanto ele acariciava meus cabelos, meus seios... Nisso Gilberto me "ajeitou" me botando de quatro no sofá... Meteu a língua lá dentro, bem na minha bucetinha... Comecei a gemer e rebolar gostoso na cara dele, que abria minha raba, linguava minha bucetinha e meu cuzinho... Enfiou o indicador no meu cuzinho e falou "que cuzinho apertadinho... Hum, delícia..."



Me virei e falei:



_ nã, nã, ni, nã não, cuzinho não. Pega uma camisinha ali na gaveta.



Nunca vi alguém ir e voltar tão rápido... Foi quando vi o pau duro que estava me sarrando... Um pau enorme, de uns 22cm, não muito grosso, reto, marronzinho... Ele encapou e veio por trás de mim... Botou devagar enquanto eu me acabava no boquetão no Manoel...



Gemi como uma cadelinha com o pau atolado na buceta e outro na boca, vibrando... Chupava o pau duro e punhetava, enquanto o Gilberto... Metia e batia forte na minha bunda... Rebolei tanto, tão gostoso, que Gilberto não aguentou e gozou gostoso... Senti ele abrindo minha bunda quando tirou a rola... Olhei pra trás e vi a camisinha cheia de porra... Gilberto perguntou onde era o banheiro, eu mostrei. Levantei peladinha... Enquanto ele ia, Manoel também botou a camisinha e falou "agora é a minha vez". Manoel me botou de pernas abertas sobre o sofá e enfiou a rola grossa na minha buceta... Segurando minhas pernas, me deixou toda abertinha e me fudia como um louco, a ponto dos meus peitões balançarem forte... Gozei, esguichei melzinho da buceta... Gilberto já havia me deixado a ponto de bala e aquele baixinho me levou às nuvens... Foi quando ele tirou de dentro, tirou a camisinha e "lavou" meus peitos com porra, muita, muita porra quente...



Quando Gilberto voltou, eu fui levar o Manoel no banheiro. Tomamos banho juntos, trocamos beijos na boca, ele alisando meu corpo... Voltei e falei que eles precisavam ir. Eles queriam ficar mais, mas achei mais prudente eles irem embora... Fui pra cama e deitei do lado do meu pai, sem ele sequer imaginar o que os amigos dele fizeram comigo...



Privacy da namorada infiel do Júlio, filha safada do Rafael:



https://privacy.com.br/@LuannaMell



Venham me conhecer melhor... Falo com todos no chat



Posted by webmaster on Sun Sep 27, 2026 5:36 am
(comments? Contos | Score: 0)

Viajem Fim De semana
Contos

Os cônjuges tinham viajado no mesmo fim de semana. Ricardo, marido de Andressa, para Brasília; Andrea, esposa de Marcelo, para São Paulo. Andressa Mendes, 50 anos, advogada de presença marcante e sensualidade madura, e Marcelo, 40 anos, analista financeiro de postura calma e controlada, ficaram cada um na sua casa até a mensagem chegar no fim da tarde de sexta-feira.


 


Andressa:


 


Grupo de compras Alegria de Pobre


Estou sozinha. Você também?


 


Marcelo:


 


Sim.


 


Andressa:


 


Vem aqui. Só um drinque.


 


Ele não respondeu com palavras. Meia hora depois o interfone tocou.


 


Andressa abriu a porta. O pijama de seda preta curto mal cobria o começo das coxas esguias e tonificadas. Sem sutiã. Os seios médios, firmes e de formato natural, marcavam o tecido fino; os mamilos sensíveis já estavam um pouco duros por causa do ar-condicionado. O cabelo longo e escuro, quase preto, caía solto sobre os ombros em leves ondas. Os óculos de armação escura ainda estavam no rosto, reforçando o ar intelectual e sedutor. As unhas longas e vermelhas contrastavam com a pele morena clara bem cuidada. O sorriso largo, confiante e convidativo apareceu quando ela viu Marcelo.


 


Ele entrou em silêncio. A camisa polo azul-marinho valorizava o tronco sólido, os ombros largos e o peito amplo. A barba longa, espessa e bem cuidada — quase preta com alguns fios grisalhos — descia pelo pescoço, dando a ele aquele ar de força e maturidade. O cabelo curto nas laterais e rarefeito no topo estava raspado bem baixo. Os olhos castanhos intensos encontraram os dela. A expressão séria e concentrada dele se suavizou só um pouco.


 


— Você veio rápido — Andressa disse, a voz baixa, com aquele humor irônico que ela usava para provocar.


 


— Você mandou mensagem. Eu não ia demorar.


 


Ela deu um passo para trás e se encostou na parede do corredor. A cintura fina e bem marcada criava uma curva suave sob a seda. Marcelo se aproximou. A diferença de tamanho era clara: ele de estrutura firme, braços fortes e mãos grandes; ela magra, de linhas elegantes e definidas.


 


— Eu não chamei você só por causa do drinque — ela admitiu, sem timidez. Sabia o que queria e não tinha vergonha de pedir.


 


— Eu sei.


 


A mão grande e grossa dele subiu pelo pescoço fino dela, o polegar roçando a linha da mandíbula. Andressa tirou os óculos devagar e os colocou no aparador. Quando a boca de Marcelo desceu sobre a dela, o beijo foi imediatamente profundo. A barba longa e áspera raspou o queixo e as bochechas, exatamente o gatilho que ela amava. Andressa soltou um gemido baixo dentro da boca dele e puxou a polo para fora da calça, sentindo o peito amplo coberto por pelos escuros.


 


— Porra, sua barba… — ela murmurou entre beijos, a voz já carregada de desejo. — Eu gosto de sentir ela na minha pele. Em todo lugar.


 


— Vai sentir — ele respondeu, a voz grave e de poucas palavras, como sempre. Preferia gemidos baixos e comandos curtos.


 


Marcelo a ergueu pela cintura fina com facilidade. As pernas longas e delgadas de Andressa se fecharam em volta da cintura média dele enquanto ele a carregava até a sala. O pijama de seda subiu. Ela não usava calcinha. Quando ele a sentou no sofá, a buceta já úmida tocou o tecido da calça. O bumbum pequeno e firme se acomodou no assento.


 


Ele olhou para baixo, entre as coxas esguias abertas.


 


— Você já estava assim quando me mandou a mensagem?


 


— Desde a tarde — Andressa respondeu, o sorriso confiante ainda no rosto. — Fiquei pensando em você. Na sua barba. Nas suas mãos grandes. No seu pau. Em como ia ser quando você chegasse e eu perdesse o controle.


 


Marcelo desceu a mão e passou dois dedos grossos pela fenda molhada, abrindo os lábios e esfregando o clitóris com o polegar. A pele morena clara, lisa e quente dela contrastava com a dele. Andressa arqueou as costas, a barriga plana e firme se tensionando.


 


— Porra, tá encharcada…


 


— Para de provocar e me come — ela pediu, quase exigindo, o lado autoritário da advogada aparecendo mesmo no meio do desejo.


 


— Ainda não.


 


Ele se ajoelhou na frente do sofá, abriu mais as coxas tonificadas e enterrou o rosto entre as pernas. A barba longa e áspera raspou a pele sensível da virilha no mesmo instante em que a língua encontrou o clitóris. Andressa soltou um grito abafado, as unhas vermelhas longas cravadas nos cabelos curtos da nuca dele.


 


— Isso… assim… a barba tá me matando, Marcelo… não para…


 


Ele não respondeu com palavras. Chupou o clitóris com pressão constante, depois desceu a língua até o buraco e penetrou com ela, enquanto o nariz pressionava o ponto mais sensível. A barba ia ficando cada vez mais molhada de saliva e do gozo dela. Andressa tremia, as coxas magras tentando se fechar em volta da cabeça dele. O contraste entre a mulher de sucesso e a que se entregava com gemidos baixos estava completo.


 


— Me diga o que você quer — ele falou, a voz rouca, a boca ainda colada nela.


 


— Quero gozar na sua boca. Agora. Não para… me faz gozar com essa barba enfiada em mim.


 


Marcelo obedeceu. Aumentou a pressão, chupou com mais força, enfiou dois dedos dentro dela e curvou, buscando o ponto certo. Andressa gozou com as coxas apertando a cabeça dele, o corpo magro inteiro tremendo, um gemido longo e quebrado saindo da garganta. Ele continuou lambendo devagar enquanto ela ainda pulsava, prolongando o orgasmo até ela empurrar a cabeça dele com a mão de unhas vermelhas.


 


— Para… para um segundo… tá sensível demais.


 


Marcelo se levantou. A barba brilhava de saliva e de gozo. Andressa, ainda ofegante, desceu as mãos e abriu o cinto e o zíper dele com pressa. O pau saiu pesado, duro, as veias saltadas, a cabeça já molhada de pré-gozo. Ela o envolveu com as duas mãos — as unhas vermelhas contrastando com a pele morena clara dele — e olhou para cima, os olhos castanhos vivos.


 


— Eu quero chupar. Quero sentir ele latejando na minha boca. Quero sua barba roçando minha testa enquanto eu te engulo.


 


— Então chupa.


 


Ela se ajoelhou entre as pernas robustas dele e engoliu o pau de uma vez, até a garganta. Marcelo soltou um gemido grave, a mão grande segurando o cabelo longo e escuro dela. Andressa chupava fundo, babando, a saliva escorrendo pela barba dele quando ele se inclinava para ver. De vez em quando ela parava só na cabeça, chupava só a glande com força e olhava nos olhos intensos dele.


 


— Você gosta de ver eu te chupando desse jeito? Com essas unhas vermelhas segurando seu pau?


 


— Porra, gosto pra caralho. Continua. Mais fundo.


 


Ela voltou a engolir tudo, a garganta apertando em volta da cabeça do pau. Marcelo puxou o cabelo dela e tirou o pau da boca antes de gozar, a respiração pesada, o peito amplo subindo e descendo.


 


— Eu quero gozar dentro de você. Quero sentir essa buceta apertando. Quero ver essa cintura fina se contorcendo.


 


Andressa se levantou, virou de costas, ajoelhou no sofá e arqueou a coluna. A cintura fina e bem marcada criava aquela curva suave e delicada. O bumbum pequeno e firme ficou para cima. Marcelo se posicionou atrás, passou a cabeça do pau pela fenda molhada várias vezes, espalhando o líquido, e só então enterrou de uma vez só.


 


Andressa gritou.


 


— Caralho… que grosso… vai devagar no começo…


 


— Aguenta — ele rosnou, segurando a cintura fina com as duas mãos grandes. — Você pediu pra eu te foder. Agora aguenta.


 


Ele começou a meter fundo, devagar no início, sentindo cada centímetro entrar e sair. O pau abrindo, a buceta apertando e molhando tudo. Depois acelerou. As estocadas ficaram pesadas, molhadas, o som da pele batendo ecoando na sala. A seda do pijama estava toda amassada em volta da cintura dela. Os seios médios balançavam a cada investida. A barba longa raspava as costas dela quando ele se inclinava.


 


— Mais forte — Andressa pediu, a voz já rouca. — Me fode como se eu fosse só sua. Como se a gente não tivesse ninguém esperando em casa. Me faz esquecer que eu sou advogada.


 


Marcelo obedeceu. Segurou os cabelos longos e escuros com uma mão, a cintura fina com a outra, e meteu com força. A barba raspava as costas dela enquanto ele beijava e mordia o ombro.


 


— Sua buceta tá me engolindo… porra, Andressa… tão apertada…


 


— É sua agora. Mete mais fundo. Quero sentir você no fundo. Quero suas mãos grandes me segurando enquanto eu gozo.


 


Ele ergueu uma das pernas longas e delgadas dela, colocando o joelho no encosto do sofá, mudando o ângulo, e foi ainda mais profundo. Andressa gritou de novo, as unhas vermelhas cravadas no tecido. O prazer subia rápido demais. O contraste entre o homem calmo e o dominante na cama estava completo.


 


— Eu vou gozar — ela avisou, a voz quebrada. — Não para… não tira… me faz gozar com essa barba na minha pele…


 


— Goza. Quero sentir você apertando meu pau. Goza pra mim.


 


Ela gozou forte, o corpo magro inteiro tremendo, a buceta pulsando em volta dele em espasmos longos. Marcelo segurou a cintura fina com força e continuou metendo durante o orgasmo dela, prolongando até ela quase não aguentar mais.


 


Quando os tremores diminuíram, ele saiu devagar, ainda duro, e a virou de frente. Andressa ficou sentada no sofá, as pernas abertas, a respiração descompassada, os seios médios subindo e descendo. Marcelo se ajoelhou de novo entre as pernas dela, passou a língua pela buceta já sensível e cheia do gozo dela, lambendo devagar. A barba molhada arranhava a parte interna das coxas esguias.


 


— Marcelo… tá sensível…


 


— Eu sei. Mas eu quero sentir o gosto de novo. Quero essa barba cheia de você.


 


Ele chupou com mais cuidado, a barba arranhando. Andressa gemia baixo, os dedos de unhas vermelhas nos cabelos curtos da nuca dele. Depois de alguns minutos ele se levantou, pegou as pernas longas dela e as colocou sobre os ombros largos. O pau voltou a entrar devagar, dessa vez de frente, os olhos castanhos intensos dos dois se encontrando.


 


— Olha pra mim enquanto eu te fodo — ele pediu, o comando curto e direto.


 


Andressa obedeceu. As estocadas começaram lentas, profundas, quase carinhosas, e foram ficando mais fortes. O sofá rangia. O som molhado da penetração preenchia a sala. Marcelo baixou a cabeça e mordeu um dos seios médios, chupando o mamilo sensível enquanto continuava metendo. A barba raspava o peito dela.


 


— Mais… me dá mais — Andressa pediu, o lado que gostava de ser dominada aparecendo. — Me faz esquecer o cargo. Me faz só sua.


 


Ele tirou o pau, ajoelhou ela de novo de quatro e voltou a entrar por trás, dessa vez segurando os dois lados da cintura fina e puxando ela contra ele a cada estocada. O ritmo ficou brutal. Andressa gritava a cada investida, a voz já rouca de tanto gemer. As unhas vermelhas se cravavam no encosto. O bumbum pequeno e firme batia contra a pelve sólida dele.


 


— Vai gozar de novo? — ele perguntou, ofegante, o peito amplo coberto de suor e pelos escuros.


 


— Vou… porra, vou…


 


— Então goza comigo.


 


Marcelo acelerou ainda mais, as mãos grandes apertando a cintura fina com força, a barba longa roçando as costas. Andressa gozou pela terceira vez, o corpo magro inteiro tremendo, a buceta apertando o pau dele em espasmos fortes. Marcelo soltou um gemido longo e grave e gozou logo em seguida, enterrado até o fim, jatos quentes enchendo ela enquanto ele continuava a meter devagar, prolongando o próprio orgasmo. O cheiro de perfume masculino misturado ao suor preenchia o ar.


 


Só então ele parou. Ficaram imóveis, ofegantes, o suor escorrendo pela pele morena clara de ambos. Marcelo ainda dentro dela, a barba roçando o ombro.


 


Andressa quebrou o silêncio primeiro, a voz rouca e cansada, o sorriso confiante voltando aos poucos:


 


— Você pode ficar a noite toda.


 


Marcelo beijou a nuca dela, a barba ainda molhada.


 


— Eu não pretendo ir embora. E amanhã de manhã eu quero te foder de novo. Devagar. Quero ver essa cintura fina se contorcendo em cima de mim. Quero gozar dentro de você outra vez. Quero minha barba em todo lugar do seu corpo.


 


Andressa sorriu, ainda com ele dentro, e apertou a buceta de propósito, arrancando um gemido dele.


 


— Então fica. A cidade é nossa até domingo… e eu ainda não terminei com você hoje. Quero sentir essas mãos grandes me segurando de novo. Quero perder o controle outra vez.


 


Lá fora o trânsito continuava. Dentro do apartamento moderno de Andressa, os dois casados — a advogada de presença marcante e o analista de barba longa — já estavam se tocando de novo, a segunda rodada começando antes mesmo de conseguirem se levantar do sofá.


Posted by webmaster on Sat Sep 26, 2026 11:25 pm
(comments? Contos | Score: 0)

Professora x novivnho dotado. Marido amarrado e vendado só escuta meus orgasmos
Contos

Marido Rafael, totalmente domesticado e obediente à todos meus desejos sexuais, permite que eu, sua amada esposa fique à mercê de varas sedentas em me devorar e de quem é a culpe? Exclusivamente dele, que converteu sua esposa em uma ninfomaníaca, então, pra ele todo castigo é pouco e essa noite seria castigado mais uma vez, ele não só merece o castigo, ele anseia por ver sua mulher em posse de outro ou outros machos. Quem não me acompanha nos relatos anteriores estão descritos todos os acontecimentos, sem enrolação vamos ao que interessa.Segunda-feira, sim, em plena segunda às 20:00, avisei ao amado marido que essa noite, dentro de alguns minutos ele teria uma surpresa. Vesti uma roupa preta de látex, que cobria todo meu corpo, das mãos até os pés e entre minhas pernas um abertura de acesso à minha quente, suculenta e molhada buceta, que essa noite iria devorar uma vara grande, enorme, grossa e dura... Era a do ex-estagiário novinho da escola onde leciono (relatado anteriormente) que havia se mudado de cidade, porém essa semana ele estava aqui na minha e não perderíamos a oportunidade de trepar como cachorros no cio. O marido não o conhece, nunca teve contato, somente sabe de minhas trepadas, as quais todas foram relatadas à ele. Sobre o marido não conhece-lo? isso continuaria assim essa noite, pra manter o clima de tesão ainda maior, um estanho desconhecido devorando sua bela esposa... seu castigo estava por vir em minutos.O levei até o quarto, comigo estavam 4 pedaços de cordas, ordenei que se deitasse nú na cama e imediatamente o amarrei, mãos para cima na cabeceira e seus pés foram amarrados aos pés da cama, nós fortes foram dados para evitar que ele se soltasse e por fim seus olhos foram vendados.Enfrente de casa estava o estagiário, Marcos, 22 aninhos, corpo atlético, ansioso para entrar e possuir essa professora de 31 anos. Ele já estava ciente de como o marido estaria na cama e sim, iríamos trepar ao lado dele... ele entrou... fomos para o quarto e imediatamente, Marcos estava extremamente excitado com minha roupa. O combinado com Marcos era dele não interagir com meu marido.O marido se contorcendo na cama fazia insistentes perguntas de quem estava no quarto, eu apenas respondia que ele não iria saber, só ouviria sua mulher servindo outro macho, nesse momento a rola do marido estava dura como pedra...Despi todo aquele macho delicioso, sua enorme vara estava rígida e pulsante.Sentada na cama e com ele em minha frente segurei aquela rola com as duas mãos e ainda sobrou para eu chupar, então o abocanhei, que vara... Descrevia com detalhes ao marido aquele membro rígido e quente em minha boca, tamanho, grossura, bolas volumosas, ahhh aquelas bolas, eram a cereja do bolo, grandes e pesadas, cheias de leite, nunca decepcionava, sempre que goza é um show a parte, um volume excepcional... Pela descrição o marido certamente já percebeu quem estava comigo...Marcos segurou minha cabeça e usou minha boca com maestria, socando sua saborosa vara como se fosse numa buceta, glup, glup, glup... minha boca escorria saliva misturada com pré-gozo... e eu engasgava enquanto minha boquinha carnuda era violada, o pré gozo grosso descia por minha garganta, meus olhos lacrimejavam e minha maquiagem de sombra preta nos olhos ficaram borradas, eram lágrimas de violação e mais puro prazer. Eu não era assim, porém, agora, quando fico extremamente excitada choro, derramo lágrimas de tesão, não sei se sou só eu ou se tem mais mulheres assim...Pedi pra Marcos subir na cama e ficar de joelhos ao lado do marido, soltei um pouco a corda de uma de suas mãos, a deixando mais livre para que pudesse move-las para o lado. Peguei em seu pulso e levei sua mão até a vara de Marcos, ele agarrou, alisou as bolas volumosas e pesadas mal cabiam em sua mão...Marido:- É enorme amor! Olha o calibre e o peso disso!

Eu:- É amor, é essa delicia de macho que fode sua mulher como se deve!

Em suas mãos ele pode sentir aquele monumento robusto de puro prazer.

Ao lado do marido me coloquei de 4, bem empinada, a abertura da roupa de látex entre minhas pernas deixava o caminho livre para Marcos, que não perdeu tempo, se posicionou, segurou minha cintura e finalmente me penetrou, não sei se aquilo pode se chamar de penetração, estaria mais para violação... sua vara longa, grossa e cabeçuda entrou toda, sim, em várias transas que tivemos ele moldou perfeitamente minha buceta para sua vara, minha buceta a acomodava toda, ele atingia meu ponto mais profundo, invadia e penetrava me ventre, coisa que ninguém mais podia fazer.Descrevia ao marido detalhes daquela maravilhosa tora toda enterrada, sentia as veias dilatando e minha buceta cada vez mais se alargando, o tesão daquele homem em devorar essa professora casada na frente do marido era insano, minha buceta estava totalmente encharcada e aberta pra ele.Eu recebia golpes tão fortes, tão fortes que a cama balançava, os parafusos rangiam, parecia que a qualquer momento tudo quebraria... o marido preso à ela somente acompanhava os movimentos frenéticos das fortes investidas em sua amada...Comecei a elogiar aquele novinho devorador de professora casada, olhei para rola do marido, era humilde comparada a do Marcos, minha buceta melejava mais e mais, escorria e deixava marcado o lençol. Então, o marido, sem receber qualquer toque explodiu num gozo forte, jatos iam pra cima e caiam sobre seu corpo, ele se contorcia e falava:- Fode minha mulher com sua vara enorme, mete tudo, fode, goza nela, faz o que quiser... Obrigado por comer minha mulher!O mastro rígido de Marcos pulsando forte revirou meu interior, estava levando uma surra por dentro... E atendendo ao pedido do marido ele gozou, numa estocada forte e profunda gozou, como sempre, jatos fortes, jatos que sentia bater no meu útero, um volume incrível e sem fim de porra me preencheu, fiquei quente por dentro, se não tomasse anticoncepcional certamente aquele macho já teria me engravidado. Enquanto recebia minha recompensa também iniciei meu gozo insanamente forte, mordia o travesseiro com força e afundava minha cabeça nele, nem isso era o suficiente para abafar meus urros de tesão, mordia, abafava, socava o colchão enquanto falava:

- Puta que pariu Marcos, que pau é esse? como fode gostoso, tô viciada em você!

- Tô ficando cheia de porra amor, ahhhh, que pau amor, que tesão de pau enorme!

Com a vara de Marcos enterrada e vibrando em minha buceta o marido fala alto:

- Fode o rabo da minha mulher também, mete esse cacetão no rabo dela! Eu sei que você ainda pode continuar.

- Calma amor, não fala alto que os vizinhos vão escutar você pedido pra outro foder meu rabinho.

- Certamente já ouviram seus gemidos nessa vara... Vai come o rabo da minha mulher, fode, mete tudo nela!

Ele não estava nem ai se os vizinhos escutassem, alias, parecia que ele ficava mais excitado ainda.

Eu:

- Vem meu tesão, atende o desejo de meu marido.

Aquela vara já estava lubrificada o suficiente de minha buceta e de seu gozo para me penetrar, então encostou a cabeça robusta na entrada, eu sabia que não seria uma tarefa fácil aquilo no meu rabinho e que novamente sentiria dor e no dia seguinte seria sofrido, então...

- Ahhhh amor, entrou a cabeça! Que dor, é muito grosso!

Marido:

- Isso, mete tudo, põe tudo... Ela aguenta!

Lentamente, com muita resistência centímetro por centímetro daquela vara de 24cm ia me invadindo, não tinha fim. Descrevia com detalhes ao marido e sua rola estava frenética, pulsava de um lado para o outro, uma pena ele estar vendado, pena pra ela, isso me dava um puta tesão, ele amarrado e sem poder ver.

Meu rabinho estava todo aberto, ardendo e finalmente estava completamente empalada, suas bolas tocando minha buceta indicavam que estava tudo dentro, meus olhos lacrimejavam, lágrimas escorriam sem parar por dor e prazer em ter meu rabinho guloso completamente preenchido.

Descrevia a sensação daquela vara enorme pulsando forte e fundo ao marido.

Marcos quebrou o silêncio, me elogiava, falava que meu rabinho era apertado e que parecia estar mordendo seu pau, batia em minha bunda e falava ao meu marido que meu rabo era guloso, gostoso e que logo me encheria de leite!

Marcos:

- Chupa seu marido enquanto como seu rabo! Da um trato nele.

Chupei, pude perceber em minha boca a diferença brutal de tamanho entre o marido e marcos, a do marcos era simplesmente incomparável, confesso que nem mesmo em filmes pornôs cheguei a ver uma vara mais gostosa que aquela e era minha! toda minha!

Marcos começou com movimentos lentos de entra e sai, meu rabinho degustava lentamente cada centímetro me levando à loucura e então uma estocada forte me fez dar um urro alto que certamente poderia ser ouvido de longe, então outra, outra e outra... seguidas de urros cada vez mais alto, alguns abafava com a rola do marido em minha boca enquanto minhas lágrimas pingavam sobre seu corpo.

Marcos não dava descanso, estocava incansavelmente, suas bolas atingiam brutalmente minha buceta que não aguentou e cedeu ao orgasmo e Marcos veio junto, inundou meu rabo de leite, eu estava tendo um dos orgasmos mais fortes que já tive, acho que nunca gritei tanto e tão alto enquanto gozava, não só eu, Marcos urrava como um animal selvagem... No seu auge sexual ele era uma maquina de sexo e meu cuzinho aberto lhe dava prazer.

Enquanto gozávamos não percebi o quão forte apertava a rola do marido, que reclamando de dor e nisso soltou um jato de gozo em meu rosto e eu abocanhei pra não desperdiçar.

Minhas pernas tremiam de prazer e dor, Marcos retira sua rola lentamente, a única coisa que me restou foram espasmos e dor em meu rabinho, depois senti uma sensação extrema de vazio.

O marido pela primeira vez, pode presenciar ao vivo (ouvir) o tamanho e indescritível prazer que somente aquele macho é capaz de me proporcionar. Para minha sorte ele está completamente apaixonado por mim.

Marcos ainda queria mais, aquela rola era incansável, admiro como aquele macho se mantém duro após duas rodadas...

Aquela roupa de látex estava extremamente quente, eu e Marcos fomos ao banheiro tomar uma ducha rápida, e claro, o chupei lá... deixamos o marido de castigo por alguns minutos e retornamos.

Marcos me pega no colo e me coloca deitada de bruços sobre o corpo do marido, empinou bem meu bumbum, se colocou sobre nós dois e penetrou minha buceta que ainda pedia mais sexo...

Logo estocadas fortes foram iniciadas. A situação era incrível, o marido amarrado, vendado, eu sobre ele e Marcos sobre nós me devorando.

O marido sentia todas as estocadas fortes que eu recebia, sentia a força que aquele macho comia sua mulher, as bolas volumosas de Marcos surravam o rola do marido que estavam logo abaixo.

Marido:

- Amor, como você aguenta isso? Tá muito forte!

Eu:

- Amo ser comida assim por esse macho, vai mete mais forte, me fode pro marido sentir sua força!

Marcos retira sua vara e fala:

- Mete na tua mulher, sente como deixo a buceta dela!

O marido colocou, pode sentir minha buceta deflorada, confesso que não senti nada dentro.

Marcos sem aviso novamente estava empurrando em meu cuzinho dolorido... Entrou, enquanto isso o marido que usava minha buceta gulosa estava indo a loucura tendo sua rola e bolas surradas pelas bolas do Marcos.

Ambos já haviam gozado tudo anteriormente, porém continuavam firme me dando prazer, tive um orgasmo delicioso e depois outro...

Marcos me comeu de todas as maneiras possíveis naquela cama... Por fim nos acabamos no prazer, trepamos até cairmos de cansaço e Marcos agradeceu ao marido.

Marido:

- Eu que agradeço, é um prazer ter você como amante da minha esposa, venha quando quiser.

Assim que Marcos se foi finalmente liberei o marido e removi a venda, ele pode desfrutar de meu corpo satisfeito e é claro, como um bom marido o fiz me lamber toda, principalmente minha buceta, ou o que sobrou dela!



Posted by webmaster on Sat Sep 26, 2026 8:36 am
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