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A pesquisa encontrou 3 resultados
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Mensagem |
Tópico: Churrasco na casa de Ary muito leite na linguiça |
samuca
Respostas: 0
Visualizações: 16
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Forum: Historias reais Publicado: Mon Sep 28, 2026 10:12 pm Assunto: Churrasco na casa de Ary muito leite na linguiça |
Como relatei anteriormente frequento a casa de Ary corriqueiramente por ser amigo do filho dela, seja em dias comuns ou eventos . Depois de montar em Ary no dia seguinte meu telefone toca era Ricardo avisando que chegou de viagem e que a noite ia fazer uma resenha e era para eu ir , na hora até me assustei e pensei tinha câmera na casa será que vou algo?
O dia correu , Ary me mandou algumas mensagens dizendo que adorou nossa foda e que iríamos repetir, respondi dizendo que adorei também que o próximo passo seria em um motel , ela mandou um foguinho e concordou . Cheguei na casa de Ricardo / Ary ouvi algumas vozes .
Duas pessoa me olhava de forma “estranha “ uma era Marina e a outra sua a cunhada de Ary Andréia. Pus a cerveja e as
Grupo de compras Alegria de Pobre Coisas que comprei no freezer cumprimentei as pessoas e dei um beijo no rosto de Ary tudo dentro do normal , fui ajudar Ricardo , Andréia e Marina cochichavam e riam , aquilo eu pensei elas sabem ( salvem esses nomes) depois de algumas cervejas as pessoas altinhas , Ana filha de Ary uma ninfeta linda falou que ia dormir pois estava cansada da viagem , João irmão de Ary falou que iria também logo sobrou eu , Ricardo , Ary , Marina e Andréia . Conversas aleatorias , risos altos até que Marina perguntou, você quem montou o móvel ? Respondi que sim , tem umas coisinhas lá em casa precisando acertar. Sorri e falei, quando quiser. pensei ela sabe , Andréia gargalhando disse lá em casa também, João não está montando em nada. Rimos e tudo seguiu. Fui até Ricardo e falei acho que a cerveja está acabando quer que busque mais? Sim ! Vou pedir pra minha mãe ir com vc ela sabe onde tem um bar aqui perto que a cerveja é geladinha. Então fomos dobramos a esquina e Ary pediu para parar o carro , me deu um beijo longo e ficou punehtando meu pau sobre a bermuda, baixei a boca no seus seios e menti a mão na sua bucetinha que tava melada , entre beijos e dedos no grelinho Ary gozou gostoso apertando minha cabeça no seus seios ofegante disse precisamos ir . Meu pau igual uma pedra e pensei essa piranha gozou e eu nada , mas segui até o bar pegamos a cervejas e voltamos . Ricardo soltou um demorou hein , Andréia e Marina riam . Noite seguiu é Ricardo falou que iria dormir , Marina pediu o Uber E Andréia também ia se retirar, falei que ia ajudar a ajeitar as coisas e Andreia falou cuidado com barulho tenho sono leve. Bom depois de alguns minutos Ary veio até mim na área de churrasco e atrás do balcão abaixou e mamou minha rola, com fome , sede tirava batia uma punheta e dizia da leite da , sua putinha pequena quer leite , adrenalina de sermos pego , aquela piranhazinha ajoelhada sugando meu pau me deixava doido , pensei foda-se vou comer ela aqui mesmo. Levantei Ary devagar as luzes estavam apagadas então a gente veria se alguém descesse dos quartos subi seu vestido desci sua calcinha e soquei a pica pra dentro debruçado sobre o balcão .ia falando no seu ouvido, vai minha putinha rebola na minha pica , aperta essa bucetinha bem gostoso , geme baixinho pro seu macho e Ary obedecia rebolando aquela bundinha macia no meu pau que chegava a doer de tão duro , ela ali com as mãos apoiadas no balcão eu eu socando e baixinho Ary gemia quase chorando pedindo pra eu não parar pq ia gozar acelerei sem fazer barulho e chamava Ary de putinha safada, cadeia , gostosa tá gostando de dar a bucetinha pro seu macho com todo mundo em casa né sua vagabunda,Ary estremece, suas pernas ficam fracas e ejá sufoca um gemido ,pelo vidro da porta uma silhueta era Andréia que estava há algum tempo ali olhando com a mão ao na buceta se tocando , Ary ali tremendo, gozando e chorando baixinho pq não podia gemer alto , apertando meu pau com tanta força que mal mexia. aquilo me fez gozar, segurando o quadril de Ary , enchendo sua bucetinha de porra que descia pelas pernas misturada ao seu líquido o cheiro de sexo no ar, Andréia gozando pelo vidro olhando aquela cena fui no ouvido de Ary e falei , olha temos plateia , sua cunhada gozando olhando a gente, da próxima a gente convida ela , Ary sorriu e falou que contou pra cunhada, tirei minha pica da buceta de Ary toda melada e ainda dura abaixei sua cabeça mandando ela limpar e mandei um beijo pra Andréia . Que saiu rápido . Assim foi minha segunda foda com Ary , peguei o carro e fui embora leve
Obrigado até mais … |
Tópico: Minha enteada |
samuca
Respostas: 0
Visualizações: 17
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Forum: Contos Publicado: Mon Sep 28, 2026 10:10 pm Assunto: Minha enteada |
Olá galera Marcos aqui, sou moreno alto um pouco acima do peso e vou contar um conto,
Eu me casei já faz 4 anos com uma mulher bem mais veja e tem 2 filhas lindas uma chamada Laura e outra Sophia as duas já são casadas e já tem seus filhos,
Laura sempre me chamou mais antenção sempre usando roupas curtas ou vestidos eu sempre olhava para aquela bunda sempre quando ia lá em casa mais sempre tomando cuidado com minha esposa, Sophia era mais fechada sempre usava roupas mais comportadas e eu não dava muito moral para ela, e as duas frequentam a casa da mãe que e a minha esposa as vezes elas esquecem que estou em casa e de vez enquanto daí do banheiro só de toalha ou abre as pernas quando estão de vestido e as vezes pagam calcinha mais eu dou uma olhada e dou um jeito de disfarçar.
Grupo de compras Alegria de Pobre Certa vez num domingo cheguei em casa cansado entrei na casa e fui direto para o banheiro e quem estava lá toda nua sim ela Laura, Laura tinha seus 21 anos morena baixinha grandes peitos gostosinha do jeito que eu gosto e foi por isso que eu casei com a mãe dela as duas pareciam. Quando eu vi aquele corpo nú na minha frente fiquei totalmente em chock não tinha reação eu não conseguia me mexer fiquei parado não conseguia falar ouvir só olhava aquele corpo nú meu sonho de consumo a reação dela foi tampar com a mão sua vagina e seus grandes peitos e só ouvia ela falando - oque tá fazendo sai daqui eu tô nua. Eu acordei do transe e as últimas coisas que lembro foi eu pedindo desculpas depois fui para o quarto, depois disso tudo ficou estranho ela ficou uma tempos sem ir lá em casa e quando ia ficava sem graça mais tudo isso iria mudar depois de um tempo.
Passou o tempo uns 20 dias e eu sempre gostava de beber umas nas minhas folgas que eram finais de semana e sempre convidava as duas e tinha um tempo que Laura não aparecia mais juntamente naquele dia ela resolveu aparecer ela estava linda de vestido preto eu a olhava com desejo mais disfarçava nos bebemos bastante estava todos eu minha esposa ela o marido dela a Sophia e o seu marido todos já estavam bem bêbados e o pessoal sempre pedindo mais minha esposa não aquentou e foi se deitar Sophia foi buscar mais cerveja e levou o marido dela e de Laura ficou apenas eu e minha entrada ali sentados no sofá e a unica coisa que conseguia lembrar era do seu corpo nú.
- você nunca mais veio aqui em casa? Perguntei
- hum depois que você me viu nua você queria oque. Laura
- não foi minha culpa eu não tive intenção. Eu
- hum sei!! Laura
- eu fiquei parado paralisado não conseguia me mexer por isso fiquei parado. Eu
- hum, gostou foi do que viu. Laura
- eu amei. Eu disse com muito medo do que ela poderia fazer.
Então ela se levantou ergueu o vestido desceu a calcinha e perguntou -e agora gostou do que está vendo?
Eu sem pensar já levantei do sofá e fui chupar aquele boceta que estava na minha frente nós não tinha muito tempo então aproveitei cada momento cada chupada chupei ante ouvir o barulho da carro chegar então eu me levantei me sentei ela levantou a calcinha e desceu o vestido e a nossa primeira aventura tinha começado... |
Tópico: Cunhada |
samuca
Respostas: 0
Visualizações: 11
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Forum: Historias reais Publicado: Mon Sep 28, 2026 10:05 pm Assunto: Cunhada |
Passados alguns meses desde o início do nosso acordo de quitação da dívida, o pagamento vinha sendo cumprido semanalmente como combinado, longe dos olhares da família e nos encontrando na rua de trás da casa dela e partindo para o motel de sempre.
Com o tempo, esse encontro semanal acabou criando um ritual que reduziu drasticamente a distância entre nós dando espaço para criar intimidades. Assuntos pessoais surgiam frequentemente em tom de desabafo, as saídas para balada foram se tornando escassas, deixando a mim como o centro daquela rotina.
Recentemente, surgiu a tentativa de um novo empréstimo sob o mesmo modelo de pagamento, alterando apenas o prazo para uma data bem mais distante. Percebi que o valor solicitado não era realmente necessário e que, mesmo que fosse, agora, haveria a alternativa evidente de recorrer a um banco. Sentindo que havia algo não dito por baixo daquele pedido, recusei o novo crédito e seguimos.
Grupo de compras Alegria de Pobre Algumas semanas depois, um evento familiar coincidiu com o feriado em que ocorreria o nosso encontro. Sem qualquer combinação prévia, o encontro foi implicitamente adiado por razões óbvias. Houve trocas de olhares ao longo do dia, contatos físicos curtos, mas nenhum dos dois tocou no assunto ou deixou transparecer que existia qualquer negócio entre nós.
Horas mais tarde, passada a euforia do almoço e com a cozinha já bem menos movimentada, nos encontramos por acaso. Com o olhar sério, a pergunta veio de forma seca com a voz contida:
— Independente da hora em que sairmos daqui — e espero que seja mais cedo do que tarde —, nos encontraremos no local de sempre?
Me senti desconcertado com a forma direta da abordagem. Pensei por alguns segundos e respondi:
— Melhor deixarmos para amanhã ou depois, com mais calma. Não se preocupe.
(Houve um segundo questionamento imediato).
- Por acaso está me evitando?
Apenas sorri, acenei negativamente com a cabeça e concordei em nos encontrarmos mais tarde, mas sem definir um horário fixo.
Ao tentar me afastar, fui segurado pelo braço e questionado sobre a minha presença. Recolhi o braço devagar, mantive o olhar firme e disse que já havia dito sim, pedindo que se acalmasse. Logo uma nova pergunta surgiu em tom mais baixo ainda, quase um sussuro.
- É mesmo necessário ficar se esfregando com a minha irmã?
Minha postura ficou erguida e meu olhar fixo nela, a energia do ambiente se estabilizou de imediato, deixando claro quem estava no comando da situação. Não respondi com palavras e as horas se passaram. A luz do poste na esquina projetava uma sombra esticada assim que dobrei a rua do nosso ponto de encontro habitual. Ela já estava lá, encostado no muro, inquieta, trocando o peso do corpo de um pé para o outro. O celular nas mãos dava um ar fantasmagórico, iluminando o seu rosto de baixo para cima, sendo usado mais pelo nervosismo do que pela necessidade. A ansiedade dela era quase física, um ruído tátil na penumbra da noite.
— Você demorou — disse ela, a voz carregada de uma irritação mal disfarçada assim que entrou no meu carro. — Achei que a festinha da família ia durar a noite toda. Pelo visto, arrumou tempo quando achou conveniente.
Não respondi de imediato. Apenas mantive as mãos no volante e arranquei em velocidade baixa, sinalizando com um gesto sutil que íamos em direção ao motel de sempre. O silêncio era quebrado apenas pelo estalar dos pneus no asfalto e respirações profundas.
— Não era um compromisso flexível e você sabe — continuei, com a voz plana, sem qualquer margem para drama. — E o dia de hoje não pertencia apenas a nós.
A tela do celular se apagou mais uma de muitas vezes e ela lançou um olhar de soslaio. Havia um tom amargo ali, uma pitada ridícula de ciúme por ter tido o seu momento semanal preterido por conversas banais de almoço familiar. A ideia de que o nosso ritual pudesse ser adiado ou ajustado conforme a conveniência a desestabilizava profundamente. Chegamos ao motel e no quarto que sempre íamos quando não estava ocupado. O lençol branco parecia nos esperar com a mesma neutralidade de sempre, mas o ar entre nós estava denso. Ao entrarmos, ela não perdeu tempo: tirou a própria roupa com uma força desnecessária, fazendo um ruído seco.
Se ajoelhou na minha frente, abriu o ziper da minha calça e começou um oral forte e profundo com meu pau ainda "meia bomba". A medida que foi ficando mais ereto, sentia a glande encostar na garganta e junto vinha um som de vômito, e quando puxava saia uma saliva espessa, não sei ao certo mas pela dormência, ela deve ter ficado nisso uns 10 minutos com a maior parte do tempo me olhando de baixo pra cima com o rosto vermelho e os olhos marejados de lágrimas.
Me livrei da roupa e ela já veio por cima, sentando e aproveitando a lubrificação da própria baba. Naquele instante me senti refém, porque ela estava sentando forte, pressionando a pélvis em mim com um ritmo bem mais acelerado que o normal, e eu não tinha controle nenhum ali. Durante todo o tempo eu nunca tinha visto ela colocar tanta pressão nos movimentos. Gozei fartamente e ela percebeu dizendo.
— Está aí. Como combinado.
Peguei parte da minha roupa e segui para o banheiro para me limpar. O olhar dela acompanhava cada movimento meu, o peito subindo e descendo em uma respiração curta, contida.
— Perfeito — falei, parando entre o quarto e a porta do banheiro. Coloquei uma das mãos no batente da porta e olhei diretamente nos olhos dela. — Com essa, restam poucas. Daqui duas ou três semanas, encerramos a conta definitivamente. A informação bateu nela como um golpe físico. A mandíbula travou por um segundo e seus olhos vacilaram, buscando algo na minha expressão que indicasse uma brecha. O alívio de quem se livra de uma dívida não apareceu; em seu lugar, surgiu um micro desespero, uma rigidez que beirava o pânico.
— Podemos rever isso — disse ela, inclinando o corpo para a frente, apoiando os cotovelos no travesseiro agora jogado ao colo. As mãos se entrelaçaram com força, os nós dos dedos ficando brancos. — O novo empréstimo que pedi semana passada... nós não precisamos fechar tudo agora. Podemos esticar o prazo, calcular os juros. Eu continuo pagando semanalmente, exatamente como fiz até hoje. Nunca atrasei um dia.
— A sua justificativa para o novo crédito era fraca — respondi, mantendo o tom calmo, quase didático. — Agora você tem limite bancário e outras saídas. Não existe necessidade financeira para esse movimento.
— Você não entende... — ela começou, a voz subindo meio tom antes de falhar.
— Eu entendo perfeitamente — interrompi, sem erguer a voz, desconstruindo a cena com a precisão de um bisturi. — O valor não importa para você. O que você está tentando comprar com esse novo pedido não é dinheiro, é a manutenção dessa trepada semanal. Você precisa da dívida porque ela é a única coisa que obriga a minha presença.
O silêncio que se seguiu foi devastador. Ela piscou devagar, o rosto empalidecendo ligeiramente sob a luz fraca do ambiente. A humilhação de ter a sua dependência exposta e colocada sobre a mesa não gerou revolta; foi aceita com um engolir em seco, um abaixar de cabeça quase imperceptível. Ela permaneceu ali, estática, absorvendo a vergonha de ter a sua verdadeira intenção nua e desprotegida diante de mim. O silêncio que se seguiu à exposição da sua dependência parecia pesar mais do que a própria noite. Ela engoliu em seco, mantendo os olhos fixos na minha direção, desarmada. A humilhação estava ali, nua, mas a necessidade de manter o vínculo falou mais alto que o orgulho.
— Tudo bem — disse ela, com a voz baixa, quase rouca, recompondo-se a custo.
— Senta aqui por favor, apontando um lugar na cama a sua frente. Vou até a cama e me sento a sua frente, numa média distância e ela retoma.
— Esquece o novo valor. Não preciso do dinheiro. Mas o último ou um dos ultimos pagamentos... não quero fazer no formato de sempre.
Ela levantou o olhar, buscando alguma firmeza que já não tinha:
— Se é para encerrar, que seja nos meus termos no último dia. Não quero este lugar neutro. Quero que as últimas partes, nas próximas datas, seja sem esse tom frio de motel. Apenas eu, você na minha casa, minha cama e a quitação segue definitiva. Sem este ambiente improvisado. Meus pais estarão fora para aquela viagem que tanto falam, você deixa o carro na rua de trás onde a gente se encontra, entra e sai sem ser visto. Ela tinha um plano! Era uma tentativa desesperada de resgatar uma migalha de controle sobre o próprio fim. Para ela, mudar o cenário do encerramento era a única forma de não sair daquela história se sentindo totalmente anulada. Analisei a proposta por alguns segundos. Não havia risco real já que ela estaria sozinha, nem prejuízo para o acordo original. A solicitação não alterava o fato de que a dívida acabaria; apenas mudava a geografia no último segundo.
— Aceito — respondi, de forma seca e direta. — Próxima semana, no local indicado. Longe do motel. Apenas o início do pagamento final.
A surpresa da minha concordância imediata a travou. Ela esperava um debate, uma recusa ou um cálculo frio de objeção. Ao dizer sim sem hesitar, retirei dela até o atrito da negociação. Ela apenas assentiu devagar, levantou-se da cama e saiu da penumbra sem olhar para trás, entrou no banheiro ligando a ducha em seguida. Também me lavei e fomos embora sem dizer nenhuma palavra. Dias depois, ao passar pela garagem, a porta da sala se fechou às minhas costas com um estalo abafado pelo tapete pesado. O silêncio do imóvel era absoluto, desprovido do ruído habitual da família que ela fizera questão de despachar pessoalmente. O ar cheirava a cera de madeira que eu bem conhecia e a um banho tomado há poucos minutos. A privacidade daquele espaço, até então um território inacessível para os nossos negócios, agora estava inteiramente exposta. — Eles só voltam no fim do mês — disse ela, indicando a porta do quarto dela como se eu não soubesse o caminho. A postura dela buscava uma farsa de domínio, a encenação de uma anfitriã confortável em seu próprio domínio. — Achei que a nossos últimos encontros mereciam um ambiente diferente. Caminhei a seguindo pelo corredor até entrar no seu quarto, observando o movimento hipnotizante daquela bunda dentro de um short doll preto folgado e claramente sem calcinha. Após a porta do quarto também se fechar, ela se aproximou, ficou na ponta dos pés e colocou os braços nos meus ombros ficando com a boca a milimetros da minha. —Vamos as últimas parcelas — declarou ela. A voz trazia uma firmeza ensaiada, mas o olhar acompanhava o meu movimento com uma rigidez quase dolorosa. — O valor exato. Sem juros pendentes, sem prazos a vencer. Peguei ela pela cintura, com certa pressão subindo uma das mãos pelas costas e depois desci fazendo com que a minha mão a apalpasse enquanto ela fechava os olhos e soltava um suspiro pressionando o corpo dela contra o meu. O silêncio voltou a ocupar o quarto, mas ela não recuou. Em vez disso, perto do meu ouvido ela sussura com a voz trêmula. - Guardei bem a ocasião, e hoje, aqui e agora quero ser sua puta e quero que arregace o meu cuzinho virgem. A dependência dela não havia desaparecido com o fim das parcelas; apenas mudara de estado de agregação. — A dívida financeira acabou — disse ela, apertando mais o corpo dela contra o meu, baixando o tom de voz como se temesse ser ouvida pelas paredes vazias da casa. — Mas o tempo que organizamos nesses meses não precisa terminar aqui. Eu aceito ser sua mulher, sua amante, sua puta ou o que você quiser. Sou toda sua pra fazer comigo o que quiser, só quero que me foda como se não houvesse o amanhã. Pode me possuir semanalmente, aqui ou em qualquer lugar.
— Diga que não gostou de me comer!? Ela tinha uma malícia nos olhos e uma cara de safada que vi poucas vezes desde então. Ela achava que ao me trazer para a sua intimidade e me oferecer uma nova moeda, estava me manobrando, assumindo a condução do jogo ao se tornar indispensável. Passei os olhos devagar pelo quarto, segurando pelo seu corpo trêmulo absorvendo os detalhes da daquela estrutura familiar, da sua rotina, do espaço físico onde ela se sentia mais segura. Ela oferecia uma nova dependência, acreditando que me atraía para uma teia. Eu via apenas a expansão do meu raio de atuação. — Me mostre o que você tem — respondi, com a voz plana, sem qualquer pressa de sair daquela casa. |
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